Notas iniciais
Olá mundo, uma curiosidade! esta fic foi iniciada tempos atrás, mas retomei a escreve-la agora, dependendo da aprovação de vocês até termino.

Já havia caído á noite, após a chegada de todos, o churrasco feito e a excursão pelas redondezas, todos se retiraram para seus quartos. O grupo de leitores que se nomeavam “saga maníacos”, haviam esquematizado um mês de acampamento, em uma casa no lago do avô de um dos integrantes. O grupo formado no “whatzapp” era acostumado a marcar programas semelhantes, porém, este era especial; Após o apelo de Gall, resolveram elaborar algo de maior tempo, para manter os participantes mais próximos, já que muitos estavam precisando após o bruto assassinato de uma integrante. Aqueles que aderiram ao pacote foram: Nívea e Elizandra ( as gêmeas ), Lidy, Gall e seu namorado Sthelio, Stefane, Thayza, Catarina, Gabriela, Bernardo, Jéssica, Pilar, Josephi, Sandra, Celo, Matheus, Edgar, Raildo, Jeff, Lourie, Pedro e, o neto do dono da casa que cedeu o estabelecimento, Bryan.



Em seu quarto, sentada na cama, Lidy lia uma carta com uma extrema concentração. A carta fora encontrada próximo ao corpo de Lorrany, que fora brutalmente assassinada em um galpão próximo a cidade.

“Carta encontrada próximo ao corpo de Lôh”

“Não poderá mais ver o meu sorriso, agora você tem que seguir sua vida, sabendo que nunca mais poderá me chamar de “pequena” . Sabendo que não escutará o som da minha voz, isto que está sentindo agora é o amor verdadeiro, um amor banhado em sangue, mas verdadeiro. Pois agora você sabe como é viver sem mim, viver sem mim para sempre.

Para sempre com saudade,

Sua pequena.

A carta foi encontrada pela perícia. Estava junto a foto da garota, ao lado de seu corpo havia um lago de sangue no galpão.

Celo entrou no quarto sem bater e deparou-se com Lidy de cabeça baixa, fitando fixamente o chão.

–Hey menina! — Disse aproximando-se em passos macios — Como é que você está?

–Eu... nada bem. – disse Lidy de cabeça baixa.

–Quer desabafar?- Sentou-se ao seu lado, pôs o braço ao redor de seus ombros a confortando em um abraço.

–Sabe Celo, as pessoas não entendem, não entendem porque não sentem e nem vêm a morte da mesma forma que eu — Disse com uma voz chorosa, contendo os soluços e as lágrimas — Me acham uma chorona – diz ela com o olhos se enchendo de lágrimas.

–Não, claro que não... Estamos aqui com você – continuou Celo.

–Mas ela não está mais...- um longo silêncio foi jogado no ar- Você não consegue imaginar, Celo?- perguntou Lidy.

–Imaginar o quê?- a face de Lidy estava tão fria, que o sangue do homem que tentara confortá-la gelou. Algo em sua voz o deixara desconfortável com a conversa.

–Imaginar ter alguém próximo morto — Livrou-se do abraço e se pôs a olhar nos olhos de Celo enquanto falava — Vamos comigo, imagine uma pessoa muito importante para você — houve uma pausa, confuso ele não sabia o que falar, apenas mantinha-se olhando fixamente a garota falar — Imaginou?

–Sim...- gaguejou Celo ficando com medo.

–Agora imagine viver sem ela, imagine nunca mais poder sentir seu cheiro. Como seria o seu dia-a-dia em poder chegar em casa e não ter sua presença ali, ver seu sorriso apenas em fotos e lembranças, ter sua voz apenas dentro de sua cabeça. Não poder nunca mais abraçá-la, nem vê-la. Imagine ligar para ela sabendo que nunca vai atender, mandar mensagens que nunca irão retornar... Viver com saudade pra sempre...- ela olhava para os olhos de Celo com uma esperança, de que talvez ele entendesse sua dor, mas a única coisa que havia naqueles olhos era medo. Ela então soltou suas mãos e se afastou, recolheu-se em sua cama embaixo do edredom e disse que queria dormir. Demorou alguns segundos para ele sair do estado de choque, até perceber que devia ir embora, despediu-se com um beijo na testa retirou-se do quarto com os mesmos passos macios.

23h:30 e chovia pesadamente do lado de fora. Estando situada em uma área instável, a casa passava por variações continuas de tempo ao decorrer do dia, mesmo com um forte sol durante a tarde, uma grossa chuva tomou conta da noite. Celo, Gall e Sthelio conversavam no balcão da cozinha enquanto tomavam chocolate quente.

–Já levaram ela ao psicólogo? – Perguntou Celo preocupado.

–Já Celo mas, ela se recusa a falar. Ela perdeu duas pessoas muito importantes, quando Lay morreu no acidente de moto, Lôh se tornou sua vida, e agora, bem... Agora eu temo pelo pior — houve um momento de silêncio e tensão.

–Esperamos que ela possa se distrair um pouco mais neste mês e, quem sabe voltar a ter uma vida normal — Falou Sthelio com pausas para tomar goles de sua bebida.

–Disseram que ela está apresentando todos os sintomas de uma depressão e eu me sinto culpada em não poder fazer nada – disse Gall sentindo-se culpada.

–Ei... vocês estão fazendo o certo. Dando apoio para ela, é o que ela precisa no momento. Eu queria um casal pra tomar conta de mim desse jeito — disse Celo arrancando difíceis sorrisos do casal.

–Bem, eu já vou para a cama. Você vem, amor?- perguntou Gall enquanto se levantava.

–Daqui uns vinte minutinhos – disse Sthelio com um pequeno sorriso no rosto.

–Ok. Boa noite, Celo – disse Gall.

–Boa noite – disse Celo com uma última visão de sua amiga.



No andar de cima, no quarto, Larissa vestia seu pijama roxo. Prendeu seus curtos cabelos ruivos em um pequeno coque, e se dirigiu para cama mas, antes que pudesse se deitar o barulho da porta abrindo ecoou, era Josephi, ainda com sua camisa laranja e seu boné. Ele entrou no quarto e se sentou na cama.

–Que foi Josephi? – perguntou Larissa.

–Nada. Só andando por aí, perturbando o povo – respondeu ele.

–E por que você não vai perturbar a Pilar?- Disse ela ironicamente, logo suas bochechas coraram tanto quanto um tomate — É brincadeira, Josephi. Não precisa ficar assim – disse ela, ainda corada.

–Eu estou normal, você que está vendo coisas – respondeu ele concentrado em outra coisa.

–Ah! vocês formam um casal tão bonitinho — disse Larissa.

–Formaria se aquele tal do Pedro não tivesse vindo — Bufou José

–Ai meu Deus! Esquece isso, menino. Isso foi na 8ª série, ela nem é mais afim dele – disse ela com um pequeno sorriso no rosto.

–Mas ele está aqui e, ainda por cima maior e mais forte que antes – disse ele com raiva.

–Para José! Olha, se tirar os músculos do Pedro, a beleza que aquele moreno gostoso tem, o jeito másculo e forte, o perfume cheiroso natural dele, aquela altura de quase 2 metros... sobra... sobra... sobra você, Josephi!- Exclamou Sandra alegremente.

–Isso era pra ser um elogio?- Disse ele a encarando, após alguns segundos veio a intensa gargalhada da garota — Tá bom, eu vou visitar quem me coloque para cima e não para baixo. Tchau sua feia – falou ele indo em direção a porta.

–“Rala sua mandada”- Cantou ela e após a despedida, entre brincadeiras os dois gargalharam, José saiu. Porém, antes que a porta se fechasse atrás dele, Bryan apareceu a segurando para que não batesse, entrando no quarto de forma quase imperceptível. Sandra que se mantinha de cabeça baixa, assustou-se ao levantar e se deparar com a imagem do garoto em seu quarto.

–Que susto, menino! — Disse ela pondo a mão sobre o peito esquerdo.

–Desculpe, não queria..... — Ele se aproximou em passos ligeiros e sentou-se na cama a sua frente.

–O que foi? – perguntou ela com um tom de preocupação.

–Nada. Gostou da casa? — disse ele, mudando de assunto.

–Humrrum! Ela é grande – disse ela distraída.

–Meu avô construiu para três famílias mas, nenhuma aceitou morar aqui -

–Por quê?- Perguntou ela curiosa, mas não obteve resposta, ao invés disso, Bryan segurou sua mão e se pôs a encará-la, o que nos primeiros segundos pareceu estranho, mas após certo tempo, Sandra não se permitia parar de fixar nos olhos do garoto.

–Só vim dar boa noite — Mas antes que fosse embora foi puxado, obrigado a ficar.

–Bryan… — balbuciou ela.

–O quê ? – falou ele.

–Eu não esqueci o que aconteceu no passado, ainda...- Disse ela de cabeça baixa.

–Foi o que eu vim ouvir aqui — ao terminar sua frase, ele levantou sua cabeça pondo a mão na lateral de seu rosto, a palma da sua outra mão deslizou por sua canela e parou em sua coxa, fazendo-a sentir um arrepio que esquentou seu corpo e fez seu coração e sua respiração acelerarem. Seus dedos deslizaram da lateral do rosto para trás da nuca de Larissa, se encaixando perfeitamente, logo aproximou mais seu rosto. A mão, antes na coxa, subiu para sua cintura que a puxou para frente e, então a beijou em um beijo intenso.



Já passava da meia noite, quando Pilar andava pela cozinha procurando o que comer.

–Assaltando a geladeira?- Disse uma voz que a fez pular e soltar um grito. Era Pedro, encostado no balcão, um garoto moreno de 1,87. Cabeça raspada e com músculos que marcavam sua camisa, Pedro era o primo de Stefane que viera com ela — Desculpa, eu não queria te assustar – disse ele envergonhado.

–Tudo bem, é... eu estou atrás de algo pra comer, mas não tem comida pronta qui- disse Pilar fazendo beicinho. –

–Ok, não precisa fazer beicinho. Deixa que eu dou um jeito na situação- Pilar abriu um simpático sorriso- Acho que deve ter algo aqui pra cozinhar- Após minutos catando ingredientes pelos armários, preparou uma sopa rápida, estendeu a colher de pau em convite para Pilar tentar mexer a sopa.

–Não, não, eu vou acabar queimando a sopa- Disse ela arrancando um sorriso do rapaz.

–Olha, eu acho que isso é fisicamente impossível. Tenta aqui- insistiu e ela cedeu, pegou a colher da mão de Pedro e se pôs a mexer na panela de um jeito desengonçado que arrancou mais risos de garoto.

–Não não, não é assim. Vou te ensinar — Pedro se aproximou por trás de Pilar, segurando sua mão, realizando por ela o movimento da forma correta e, criando um clima na cozinha que incomodou José, parado na porta observando a cena. José se aproximou tomando cuidado para não ser escutado e soltou de uma vez em uma voz bem firme.

–Boa noite, gente! — Os dois na beira do fogão pularam de susto, logo se afastando um do outro, criando um clima de constrangimento imenso.

–Ah... ah! oi José- gaguejou Pilar.

–Então, o que vocês estão fazendo? – perguntou ele com curiosidade.

–Estou cozinhando pra ela — Disse Pedro com um sorriso no rosto de orelha a orelha.

–Cozinhando “PRA” ela, ou cozinhando “ELA”?- balbuciou José.

–O quê?- Perguntou Pedro confuso.

–Ah, nada. – respondeu José irritado.

–Então... quer que eu faça algo pra você também, cara? – perguntou Pedro tentando ser gentil.

–Quero! Morra!- Respondeu José baixinho.

–O quê?- perguntou Pedro.

–Quero sopa, eu disse – respondeu José

–Assim. Já fica pronta — Pedro retornou a mexer na panela, enquanto isto Pilar evitava encarar José nos olhos extremamente constrangida.



2h:00

Todos já estavam dormindo. No quarto de Thayza tudo estava calmo, até que barulhos do quarto ao lado a acordaram, pancadas leves na parede a acordaram, já que Thayza tem o sono leve. Levantou-se, pôs seu roupão, calçou suas pantufas e foi até o corredor, porém não havia mais som.

Mas, ao entrar no seu quarto escutou o som mais uma vez, ficou parada no meio do cômodo, concentrada em escutar o que se passava, a batida aconteceu mais quatro vezes, deduziu ela então que não eram batidas e sim passos. Thayza franziu as sobrancelhas e tentou escutar mais atentamente, os passos aumentaram, pareciam estar chegando cada vez mais perto, como se estivessem vindo em direção a ela. O frio do quarto deixou seus dedos dormentes, seu corpo imóvel reagia a cada som, a corrente de ar frio que soprava em seu pescoço dava a sensação de que alguém estava atrás dela, sua respiração foi desacelerada para tentar não fazer barulho. Os passos vinham aumentando, porém não vinham das paredes, vinham do chão, de baixo do chão, seus olhos arregalaram-se. Mas seu corpo continuou imóvel, a sensação era de que a qualquer movimento brusco algo iria lhe atacar, de repente o barulho sessou, houve um grande silêncio, sua respiração estava presa, o silêncio continuou, a sensação havia mudado e, agora era de que aquele que fazia os passos havia percebido sua presença. Lentamente, Thayza puxou seu celular de seu bolso, o embrulhou firme no punho fechado, a corrente fria soprou seus cabelos, o quarto gelado e o silêncio absoluto... uma respiração pode ser escutada próximo ao canto mais escuro do quarto, seu coração bateu tão rápido que parecia que ia saltar, seus olhos já não podiam se abrir mais do que já estavam abertos.

–Ei — disse Bernardo abrindo a porta, o que causou um susto tão grande em Thayza, que a fez arremessar seu celular de encontro a cabeça de Bernardo — “aaaaa” meu Deus!! Por que você fez isso? O que eu te fiz?- O desespero foi grande, Thayza correu para pedir desculpas. Ele gritava e questionava enquanto ela histericamente pedia desculpas.

– Ai meu Deus! — Thayza parou por um momento.

–O que foi?- Bernardo perguntou assustado com o jeito que ela lhe fitava. A garota apontou para sua testa e gritou chorando.

– Tá sangrando!!!!! – disse Thayza desesperada.

–O quê ? Ah meu Deus. Eu vou morrer, eu vou morrer – disse Beh em desespero.

–Me desculpa, eu não queria — E assim os dois começaram a chorar e a gritar um com o outro. Matheus chegou correndo no local, Bernardo tampava a ferida com as mãos e Thayza chorava pedindo desculpas.

–O que tá acontecendo aqui?-Perguntou Math assustado com os gritos.

–EU.. eu... eu- Thayza tentou falar mas, conseguiu apenas chorar mais ainda.

–Matheus, eu não quero morrer. Eu não quero – disse Beh com as mãos cheias de sangue.

– Calma Bernardo. Para de coisa, você não vai morrer. O que foi? Se feriu? Deixa de frescura, menino. Nem deve tá tão feio assim, me deixa ver — mais calmo com as palavras do amigo, Beh retirou as mãos do ferimento — Ai meu Deus, Beh. Você vai sangrar até a morte — Gritou Matheus assustado com o machucado, desencadeando gritos, choros e lamentações dos três. A este ponto todos já estavam descendo as escadas apressadamente.



Lá fora o sol despertava em meio às nuvens nubladas, o clima frio dificultava as pessoas a levantar da cama, gotas se formavam nas pontas das plantas que enfeitavam a janela da cozinha, onde Jéssica e Stefane preparavam um rico café da manhã. Com seu top preto e um short, Jéssica fritava ovos com queijo derretido por cima. Stefane preparava a mesa, colocando pratos, copos e sucos em cima. O primeiro a chegar à cozinha foi Raildo, com seus cachos escondidos em uma toca preta, com seu fone de ouvido pendurado em seu pescoço e sua pantufa de tigre, pôs seu Iphone sobre a mesa, sentou-se, e apoiou a cabeça sobre a palma das mãos.

–Já tem café? – perguntou ele com a cara ainda de sono.

–Já. Só colocar o ovo no pão e comer, guri – respondeu Jeh.

–Affs. Ainda tem que se servir, é?- Disse em forma de piada.

–Mas é folgado mesmo. Além de fazer, ainda tem que servir- Stefane deu um tapa de leve nas costas do garoto.

–Claro. Tem que fazer o serviço completo e não pela metade- os três caíram em uma pequena risada em conjunto, mas logo foram interrompidos pelo ronco do motor que ecoou no lado de fora da casa. Jeh pôs a cabeça para fora da janela, “curiando” para ver o que se passava, Raildo comia seu pão, sem se preocupar com oque acontecia lá fora. Era Celo, estacionando um eclipse preto, que puxava uma moto especial para “motocross”.

–Que é isso Celo?- Gritou Stef.

–São meus brinquedos para passar o mês aqui — Disse ele enquanto desligava o carro.

–Onde foi que tu roubou isso?- Comentou Raildo após uma mordida no pão.

–Isto é fruto do meu trabalho — A risada de Celo era tão contagiante quanto uma doença, todos caíram na gargalhada junto com ele.



Pilar correu e pulou em cima de Lari que estava sentada no sofá.

–Ai, sua gorda! – disse com seu jeito brincalhão

– Como foi ontem com o Bryan? – Perguntou Pilar interessada no assunto.

–“Shhhhhhhiiiu”- Lari tampou a boca de Pilar com as mãos — fala baixo, pirralha! Como tu sabes?- sussurrou.

–Eu vi quando ele entrou no seu quarto — respondeu Pilar a conversa em sussurros.

–Ai! Sua bisbilhoteira – respondeu Lari o um sorriso meio torto.

–Mas, então estão de volta para o passado? – perguntou Pilar

–Não... O que passou, passou! Foi só uma noite... – Respondeu Larissa com grande exitação.

–“Harram” ,sei — Pilar jogou sua ironia.

–E você e o Pedro? — A pergunta de Sandra corou as bochechas brancas de Pilar.

–Ah... Ele é legal e tudo mais... Mas não faz meu tipo... Sabe, sem cabelo — Disse despertando risadas.

–E o Josephi faz?- Houve uma pausa, uma longa pausa antes da resposta.

–Talvez — O “talvez” de Pilar deixou Lari boquiaberta, mas antes de arrancar mais algum argumento, Bernardo se jogou em cima das duas.

–Oi meninas! – disse ele, já se jogando em cima delas.

–Ai Beh! — Gritaram em um uníssono.

–Do que estão falando? – perguntou ele com um pouco de curiosidade.

–De relacionamentos – Explicou Lari, enquanto analisava os 3 pontos que Bernardo levou na noite anterior.

–“Vish” , vou nessa então — Tentou se levantar mas foi puxado pela gola da camisa.

–Fique aqui, você também tem muito o que falar – Insistiu as duas meninas.

–Tipo o quê? – perguntou ele com um pouco de desprezo.

–E a Elizandra?- Perguntou Pilar.Bernardo corou, porém logo fechou sua expressão, levantando sem mais nem menos. Se retirando do local, deixando bem claro que a pergunta não lhe agradou.



Todos já estavam descendo para o lago, menos José e Bernardo, que ainda estavam terminando de se arrumar, no mesmo quarto, conversavam e jogavam conversa fora enquanto jogavam roupas dentro da mochila. “TUM” fez uma batida na porta, estranhando por não ter ninguém na casa, Bernardo se aproximou com cautela, girou vagarosamente a maçaneta, “THICKT” fez o barulho na tranca da porta se abrindo, saiu pelo corredor, porém não havia ninguém do lado de fora. José observava a cena de dentro, com os olhos atentos, até se assustar, a porta fechou, e Bernardo parecia lutar com alguém do lado de fora. José paralisou de medo, suas pernas se recusavam a se mexer e sua cabeça se recusava a raciocinar, até que os barulhos cessaram, foi quando seu corpo exalou medo, era possível sentir e ouvir seu coração pulsar no peito. “THICKT” fez a porta destrancando, os olhos arregalados de Josephi fitavam a fechadura, uma pequena brecha foi aberta, então um vulto passou por ela, atirou algo em seu pescoço, José desmaiou.

Notas finais
Mais uma vez, obrigado por ler até aqui! desculpe qualquer erro, espero que esteja de seu agrado, que tal coentar ? Obrigado!