Puro Prazer, Mas Tudo Pode Mudar Não? 3

25 Capitulo 24° – O Amor É Cego


Notas iniciais
Bem vimos que ganhamos algumas recomendações e estamos realmente felizes com isso :) Muitoooo obrigada garotas: Andressa Salvatore, Elizabeth Lucy,
Vitória Karoline, Lyah, Tici Santiago. Tudo de bom para vocês, ficamos muito felizes pela recomendação, muito mesmo! Obrigada.
Boa leitura....

(POV Dede)

-Damon... Eu ainda preciso resolver algumas coisas. Preciso falar com Lorrayne – Falei enquanto me afastava um pouco do seu corpo tão convidativo, acariciei seu rosto delicadamente, olhando em seus olhos azuis. Porque eles me afetavam tanto?

-Andrezza, Andrezza, porque você não me conta logo toda essa historia de pedra, dessa tal mulher que te encontrou na balada aquele dia, do segredo de Andréo. Porque não me diz? – Falou enquanto fechava os olhos e balançava a cabeça levemente.

-Damon sabe que eu não posso, eu não quero, ou melhor, você não pode saber disso ainda. Não posso te envolver nisso... E é algo que não adiantaria nada se eu te contasse, muito pelo contrario, só te colocaria em perigo – Falei desviando meus olhos dos seus – Eu não suportaria ver você ou meu filho em perigo, ainda mais sendo por minha culpa – Senti seu dedo indicador em meu queixo me fazendo delicadamente olhar em seus olhos azuis.

-Andrezza você tem que aprender a confiar em mim, somos um casal, precisamos ter confiança um no outro – Ele falou serio, eu sinceramente adoraria compartilhar meus segredos e medos a ele, mas sabia que isso não era um segredo meu, sabia que isso envolvia outras pessoas, pessoas fortes e que fariam de tudo para ter o poder que a pedra tinha.

-Damon, sinceramente, eu não posso, eu adoraria compartilhar, mas eu não posso. Eu confio em você, com todas as minhas forças, e é com todas as minhas forças que eu nego esse pedido – Me afastei dele, eu pude ver a dor em seus olhos – Me desculpa – Sussurrei enquanto me afastava, corri rapidamente para o meu carro que estava estacionado em frente a casa, destravei e logo arranquei – Damon eu queria tanto te contar, mas eu sei que estaria te metendo em perigo – Sussurrei para mim mesma enquanto acelerava, segui pela tão conhecida rua de Lorrayne.

Entrei no prédio e segui para o elevador, ao entrar apertei o ultimo andar. Já fora do elevador a alguns metros longe da porta, escutei um som de musica vindo do apartamento de Loray.

Bati na porta duas vezes, antes de bater a terceira a mesma foi aberta, revelando Eric que trajava um jeans escuro, sapatos, uma blusa de botões ¾ com os dois primeiros botões abertos e um copo de uísque na mão.

-Olá Andrezza! – Ele disse pegando minha mão e me girando para dentro da casa, o olhei com uma sobrancelha erguida, ele colou seu corpo ao meu e dançou, uma pequena dança, pois logo eu me afastei.

-Eric quem é? – Lorrayne falou enquanto vinha da cozinha, vestia uma camiseta larga e grande, um micro short e estava sem sapatos, quando me viu sorriu e correu até a mim, me abraçando.

-Oi Dede! O que faz aqui? – Ela perguntou empolgada enquanto se afastava de mim e ia até o aparelho de som e abaixava o volume até ficar um leve som no ambiente, a olhei confusa.

-Você me mandou uma mensagem...

-Eu mandei a mensagem – Eric sussurrou em meu ouvido logo se sentando no sofá – Desculpe Loray, você estava tão entretida com Klaus na cozinha que peguei seu celular.

-Além de ta parecendo um sem teto e folgado, vem aqui do nada e age como se a casa fosse sua, e ainda mexe no meu telefone. Tem nada melhor para fazer não? – Lorrayne falou seriamente, Eric estava relaxado no sofá bebendo uísque e às vezes balançava um pouco o copo.

-Ah! Andrezza estava surtando me ligando, e eu já sabia o porquê – Ele me olhou e sorriu divertido – Você perdeu a paciência com Andréo, e eu não acho que sua família iria acreditar em mim, então joguei, se você Lorrayne – Ele apontou para Lorrayne – Mandasse uma mensagem para ela, é obvio que ela viria aqui – Eric falou descontraidamente, então me puxou pela mão me fazendo se sentar ao seu lado, passou o braço por meu ombro e segurou minha mão, entrelaçando-a dele – E você amou né?

-Amei o que? – Pergunte confusa olhando para ele.

-Ah esquece. Eu sei que você esta querendo surtar comigo... E com tudo que esta acontecendo, então surta agora e bebe ice – Falou tranquilo.

-Eric você esta bêbado? – Perguntei, enquanto ele me dava seu copo de uísque.

-Qual é Andrezza... Acha que se lamentar, sentir raiva vai adiantar algo? Acha mesmo que seus pais acreditariam em mim? Eu estou estressado, e sei como eu fico quando estou assim, não acho que algum humano gostaria de ser alvo da minha ira. Então é melhor eu tentar ser o homem mais calmo e feliz do mundo — Ele sorriu me olhando – Faz isso você também, relaxa garota, você anda muito estressada – Antes que eu pudesse responder, ele correu em velocidade vampiresca ficando atrás do sofá, suas mãos foram para meus ombros, tentando fazer uma massagem – Você anda muito estressada gatinha – Ele falou perto do meu ouvido novamente, bufei e me virei o encarando.

-Como queria que eu estivesse diante dos acontecimentos? Calma? Poupe-me Eric – Falei ironicamente.

-Quem sabe eu possa te relaxar de outra forma. Faço todo tipo de serviço – Ele falou enquanto passava seus dedos por meu braço, sutilmente, afastei-me dele me levantando, antes que eu dissesse algo, Lorrayne falou por mim.

-Quem sabe você não pode oferecer esses tipos de serviços ao Damon e esperar para ver o que ele faria – Falou irônica, enquanto levantava a sobrancelha num tom superior, Eric fez uma careta.

-Vocês estão de TPM? Estão muito chatas, não sabem nem levar na brincadeira – Ele bebeu um pouco de uísque.

-Enfim... Cadê o Klaus? – Perguntei olhando pelos cantos, ele apareceu do “alem” e se sentou na poltrona com um copo de uísque, Lorrayne foi para a cozinha e logo voltou com duas Ice me entregando uma.

-Estou aqui gatinha – Klaus falou ironicamente me olhando.

-Parece que estavam dando uma festinha e nem me convidaram – Disse ironicamente, Loray estreitou os olhos e estirou a língua para mim, enquanto se sentava no braço do sofá onde Klaus estava sentando o mesmo passou o braço pela cintura dela e a puxou para o colo dele.

-Bem... Pensamos que você estava tendo suas festas particulares com o Damon... Afinal agora vocês tem Christopher e só sobra tempo para as festas à noite, não queríamos atrapalhar – Klaus me olhou sorrindo malicioso, senti meu rosto esquentar um pouco.

-Então, porque me pediu que viesse Eric? – Tratei de conversar com Eric, enquanto Loray e Klaus praticamente se comiam no sofázinho.

-Querem transar vão pro quarto, ok? Aqui não. Só curto sexo quando eu faço, e não quando eu assisto – Eric falou enquanto continuava a beber seu uísque.

-Ah! Se for assim, vai para a casa do Damon e leva a Andrezza, vai que vocês fazem uma Ménage à trois – Klaus falou divertido.

-Vai se ferrar Klaus! – O olhei brava, ele riu e entrelaçou a mão na de Lorrayne.

-Iremos nós retirar casalsinho – Klaus falou puxando Loray em direção aos quartos.

-Esperamos que se divirtam bastante, pela noite inteira, para amanha no treino não estarem nessa pouca vergonha – Falei divertida olhando para Loray, ela gargalhou jogando o cabelo para trás.

-O que você esta falando Andrezza? Você e o Damon vivem assim – A olhei inocente.

-Até amanha Lorrayne – Klaus e Eric riram de mim e eles se foram – Então... – Me sentei em posição de índio no sofá e encostei-me ao braço do mesmo, olhei para Eric que estava do outro lado do sofá – O que você queria comigo? – Eric se aproximou, tomei um pouco de ice.

-Eu estava com saudades – Ele sussurrou olhando em meus olhos enquanto enrolava algumas mechas do meu cabelo no dedo. Seus olhos azuis me lembravam de Damon.

-Hm... Só por isso? – Falei baixando um pouco a cabeça pro lado e o olhando com um sorriso nos lábios.

-Vai me dizer que preferia ficar naquele barraco que estava sua casa do que ficar comigo – Fiz biquinho.

-Okay, eu admito você me salvou – Bebi mais um gole de ice, então por fim pulei nele o abraçando, ele me abraçou de volta, me apertando contra seu corpo, suspirei e logo me afastei.

-Diga-me como esta o Christopher?

-Porque quer saber dele? – Perguntei confusa.

-Bem... – Ele se levantou e pegou a garrafa de uísque logo voltando para o sofá – Ele é seu filho, eu o acho um garotinho bonitinho e engraçado e eu gosto dele. Mas imagina se fosse o nosso filho? Ele teria cabelos loiros e os olhos como os seus.

-Não começa, por favor – Pedi o olhando suplicante.

-Andrezza... – Ele respirou fundo e então olhou em meus olhos – Não pode agir como se não tivéssemos uma historia juntos – Sussurrou se aproximando novamente de mim, virei meu rosto e ele beijou minha bochecha e riu.

-Eric, por favor, não força... Você sabe que eu... – Ele me cortou.

-Ama o Damon... Eu sei e ele tem sorte – Ele pegou a garrafa de uísque na mesinha e colocou mais em seu copo – Mas enfim... Não foi só por isso que te chamei aqui.

-E para que foi? – Perguntei bebendo mais um pouco do meu ice.

-Você sabe que logo sua vida vai virar um inferno pior que esta agora e você tem que tirar Dilan daqui... Você sabe como você fica quando a pedra esta envolvida...

-Eu sei... – Falei olhando para baixo, seu dedo indicador foi para o meu queixo e ele me obrigou a olha-lo.

-Ele vai voltar Andrezza... É temporário, sabe disso. E ele estará protegido longe de você...

-Eu nunca faria algum mal a ele – Falei o olhando brava.

-Eu sei disso, mas outras pessoas podem fazer e você estará tão cega para proteger todos, que não vai ver varias falhas...

-Eric? Eu sei o que estou fazendo esta bem? Obrigada por se importar comigo, obrigada mesmo, mas por enquanto eu sei o que vou fazer.

-Esta bem – Ele ergueu os braços em sinal de rendição – Vou confiar em você.

-Obrigada.

Começamos a conversa como bons amigos, deixamos um pouco de lado nossos problemas e curtimos o momento, rimos, conversamos, brincamos.

(POV Damon)

Ela era linda, eu tinha que admitir... Era uma vampira extraordinária, ágil, esperta, sexy e sabia lutar. Emmett era muito grande para ela, seus braços quase nunca conseguiam a pegar. Ela era uma excelente lutadora.

-Sabe da Andrezza? – Alice parou ao meu lado no campo de batalha, observando Emmett e Georgina lutarem, ela havia chegado ontem junto com quatro novos vampiros, amigos de Carlisle.

-Sim, ela saiu com Dilan e Renesmee – Respondi sem dar muita atenção a ela, pude a ouvir suspirar alto a olhei intrigado – Algum problema?

-Acho que deve tirar Dilan de perto de Andrezza – Ela falou séria a olhei confuso – Damon você não vê? Andrezza esta completamente fora do controle, ela esta sentindo muita raiva, ódio, ainda não sei como não matou alguém.

-Alice, eu sei que vocês Cullen’s tomam todas as decisões juntos, mas Christopher é meu filho e filho de Andrezza, eu e ela iremos decidir o que faremos com ele. Agora, se você esta falando de ontem, ela deve ter um bom motivo para ter dito aquilo...

-Damon... Eu sei que você a ama, muito. Mas não pode encobertar os erros dela... Andréo nunca faria nada contra nós...

-Eu confio nela, ao invés de vocês – A olhei frio, ela me encarou sem parecer querer se render.

-Se eu dizer que você vai se arrepender de confiar nela, você acreditaria em mim?

-Não – Falei rude voltando meu olhar para a luta.

-Olá Damon – Klaus andou em minha direção sorrindo sarcástico – Se divertindo? – Olhei interrogativo para ele que olhava para Georgina, eu podia ver em seus olhos que assim como eu, ele a achava uma excelente lutadora.

-Me pergunto se você ainda tem algum senso para perceber que eu estou noivo – Ele riu divertido e eu pude perceber que Alice saiu de perto de nós murmurando um “O amor é cego”.

Meu telefone tocou em meu bolso o peguei e logo atendi sabendo pelo toque que era Andrezza.

-Oi.

-Damon, me encontre no shopping ao norte, estou com Dilan, não demore, por favor. Te amamos – Então ela desligou sem mais delongas.

-Olá você deve ser Damon! – Encarei a garota sorridente na minha frente.

-E você deve ser Georgina.

-Exatamente – Ela sorriu para mim – O que achou da luta?

-Você é uma ótima lutadora – Sorri de lado para ela.

(POV Andrezza)

Entrei no escritório do meu pai que estava sentado em sua poltrona com mamãe atrás dele, eu tinha um sorriso irônico nos lábios e não estava com a mínima vontade de falar com eles. O que os dois haviam feito ontem havia me deixado com uma raiva imensa e admito, eu havia ficado sim com ciúmes. Qual é? Eles são meus pais!

-Qual o problema? – Perguntei indiferente.

-Porque você acha que tem um problema? – Minha mãe ergueu uma sobrancelha.

-Porque é claro que vocês não me chamariam aqui para me encher de elogios não é mesmo? Vocês poderiam fazer isso em qualquer lugar, afinal até para me criticarem vocês podem fazer isso em qualquer lugar – Falei sarcástica.

-Tem que admitir que estava errada, na verdade você nunca admite que esta errada – Meu pai falou sereno.

-Vai logo ao assunto – Pedi impaciente.

-Primeiro, senta e iremos conversar...

-To bem assim – Falei me encostando-se à parede.

-Nathália ainda não acordou, estamos preocupados...

-É Tia Rosalie me disse logo que cheguei.

-Enfim, sua mãe gostou dela...

-É ando reparando que você anda gostando mais dos outros do que de sua própria filha – Falei irônica, ou eu estou realmente louca ou eu realmente vi um sorrisinho divertido nos lábios de minha mãe.

-Meu amor, não a motivos para ciúmes...

-Não estamos falando dos meus ciúmes excessivos... Estamos falando de vocês acreditarem, mas em um bastardo do que em mim. Filha de vocês.

-Andrezza olha como você fala, Andréo é nosso filho, como você e Renesmee são. Ele faz parte da família agora.

-Ahh é? Filho? Que lindo! Esplêndido! – Meu tom era cínico e eu estava pouco me importando pelo que eu estava falando, eu só queria dizer tudo que eu queria desde ontem à noite – Geralmente encontra-se bebes que pais jogam nas portas e outros criam juntos aos outros filhos. Agora, não encontram qualquer um por ai e ainda por cima despreza a filha de sangue pelo bastardo. Posso muito bem deixar de ser uma Cullen e deixar a vaga só para ele. E olha que fofo, um casalzinho, sonho de qualquer casal apaixonado que quer filhos – Eles ficaram quietos, parecendo não acreditar no que eu havia dito, revirei os olhos e me virei de costas, já com a mão na maçaneta ouço a voz de meu pai.

-Dando uma de ingênua e santinha... Não pensou isso quando bebeu o sangue de pessoas inocentes não é Andrezza? – Suas palavras rudes me fizeram parar.

Encarei a porta pasma, soltei o ar dos meus pulmões devagar analisando cada palavra que havia saído de sua boca, por fim engoli em seco e me virei os encarando. Meu pai tinha um olhar furioso enquanto minha mãe segurava o seu braço.

-Não sei do que esta falando – Falei meio que tropeçando nas palavras.

-Ahh não? Tem certeza? Acha mesmo que não desconfiamos do seu comportamento Andrezza? Seus olhos, seu modo de agir? Não me venha dizer que não sabe do que eu estou falando, sou mais velho que você e já tirei diploma do que você esta fazendo – Respirei fundo antes de responder.

-E se eu tivesse? O que vocês têm a ver com isso? Você próprio não me pode dizer nada sobre isso, porque você fez exatamente igual, se eu fiz ou não, eu segui seus passos... Agora, seu queridinho toma sangue humano quando ele quiser e vocês não ligam, então não sejam hipócritas.

-Andrezza você esta passando dos limites, acho que não te disciplinei assim, respondendo a nós e muito menos julgando as pessoas. E ainda por cima alguém que é um irmão para você – Ele falou mais alto, seus olhos demonstravam sua fúria.

-Não confunda, ele pode ser seu filho... Mas não é meu irmão... Eu não estou julgando apenas sendo realista. Não se faça de santo, pois é algo que você não é. E diz que não deve julgar e esta julgando que eu tomei sangue humano. Belo exemplo.

Em um milésimo de segundo ele estava na minha frente, segurando meu braço rudemente.

-Antes de tudo aprenda a me respeitar – Ele falou cada palavra lentamente – Eu não estou te acusando estou afirmando, e não venha me contradizer, eu sei muito bem que você bebeu sangue humano – Ele falava como se tivesse lidando com uma criança de cinco anos.

-Eu não bebi e não lhe devo satisfações, pode me soltar? Assim pode voltar para o filho exemplo – Em nenhum segundo da conversa eu aumentei a voz com eles, posso ter sido cínica, irônica, mas não aumentei a voz, enquanto ele já quase gritava.

-Ironia comigo Andrezza? Sim você me deve satisfações sou seu pai. E você é minha filha do mesmo modo que Andréo é.

-Em tão pouco tempo Andréo já é o filhinho queridinho, você se comove pelos adotados – Soltei sem pensar, vi seus olhos dourados escurecerem, esse foi o momento que eu percebi que eu iria me ferrar. Mas eu não estava me importando, se ele preferia a Andréo a mim, tudo bem... Eu seria compreensiva.

-EU ESTOU CHEIO DISSO ANDREZZA! ACHA QUE O MUNDO GIRA EM TORNO DE VOCÊ? NÃO GIRA! ACHA QUE DO MESMO JEITO QUE VOCÊ JULGA AS PESSOAS ELAS NÃO TE JULGAM. EU NÃO ACREDITO QUE VOCÊ E RENESMEE SÃO IRMÃS, POIS SÃO COMPLETAMENTE DIFERENTES – Ele gritou cada palavra carregada de raiva, respirei fundo, eu não iria chorar na frente dele.

-Desculpa se eu não sou a garota perfeita, vai lá brincar com sua linda família perfeita... Enquanto eu sou a ovelha negra, a partir de hoje me recuso a ser um Cullen, e principalmente sua filha, não quero estragar o belo quadro da família exemplo. Ele não tem espaço para mim – Eu fui suave em cada palavra que pronunciei e olhei em seus olhos enquanto elas fluíam. Seus olhos se suavizaram, ele afrouxou o aperto em meu braço e estava prestes a me abraçar, mas eu abri a porta em disparada e sai. Corri o máximo que podia aonde ele havia apertado havia deixado uma marca roxa e estava ardendo. Ao chegar à escada vi Dilan, seus olhinhos verdes me encaravam e ele sorriu a me ver.

-Mamãe aonde vamos? – Dilan perguntou enquanto eu descia as escadas, suspirei e forcei um sorriso.

-Em um lugar fantástico! – Falei animada, ele pulou de excitação e eu sorri, um sorriso que havia um motivo. Meu filho.

-Esta tudo bem? – Renesmee olhou para o meu braço, revirei os olhos e peguei minha jaqueta que estava no sofá da sala a colocando.

-Depois conversamos Renesmee – Falei calma, ela ergueu uma sobrancelha – Depois – Falei baixo – Vamos amor? – Sorri para Christopher.

-Tchau titia! – Dilan deu um longo beijo na bochecha de Renesmee que o abraçou – Eu vou dar tchau para a vovó e para...

-Não, eles estão ocupados e a gente esta com pressa. Vamos Christopher – Eu já estava na porta, ele ficou entre mim e a escada. Eu podia ver claramente que eu estava o fazendo escolher entre mim e os avos, mas eu sabia que ele sempre me escolheria. Eu era a mãe dele.

-Mas...

-Christopher Dilan, agora – Falei séria, ele me olhou parecendo surpreso. Eu nunca havia sido ríspida com ele e havia acabado de me arrepender de ter sido, ele baixou os olhinhos e então correu para mim e me deu a mão.

"Que a minha loucura seja perdoada, pois foi uma maneira que encontrei para extravasar tantas emoções represadas"

Notas finais
N/A >> Bkristene
Oiii Meus amores!!!! Tudo bem com vocês? Como estão indo de Carnaval? hehe Para mim é só mais uma dada que me faz ter dias para escrever hehehe e acordar tarde.
O que acharam do capitulo? Ficou tenso Dede e Edward hen? Não acharam? Cadê o Damon agora para consolar a Dede? Esta com a Georgina pelo que podemos ver... Hmm, não sei se a Dede vai gostar. Mas enfim... Amores olham, podem desabafar nos comentários, eu acho que vocês estão com raiva da Dede, só acho... Tipo, ela ficou lá com o Eric, mas eles apenas conversaram, ela deixou o Damon na vácuo, ela discutiu com o Edward... Enfim... Falem o que acharam, eu não to com raiva dela, mas okay, eu só acho que vocês estão... hehe estou confusa.
Enfim... Por favor, digam o que acharam nos comentário. Tata e eu amamos os comentários de vocês. Mesmo! Ela vive me falando dos comentários e eu fico lendo e relendo eles hehehe são muito bons :) Amamos o carinho de vocês ;) Obrigada
Grande beijo, meu e da Tata >)