Notas iniciais
Boa leitura... Vejam as notas finais vão estar importantes!

(PVO Andrezza)

-Esse é o problema amor, você quer abrir mil coisas ao mesmo tempo. Por isso você se irrita! – Respirei fundo, ouvindo Felipe falar. Porque será que eu estava me irritando tão facilmente de uma hora para outra?

-Eu gostei de todos! Então eu irei abrir todos! – Resmunguei teimosa.

-É só ter calma e abrir um por um – Disse ele, encostei a cabeça em seu ombro, fechei os olhos por meros segundos. Logos as imagens que estavam na mente de Julieta, vinham para a minha. Trinquei os dentes, vendo e as revendo na minha mente.

-Você deveria ter me conhecido antes de eu voltar com Andrezza – Damon disse a olhando.

-Acha que poderia me amar? – Ela perguntou toda cheia de segundas intenções – Quer dizer, acha que teria dado certo se eu tivesse te conhecido antes?

-Talvez – Ele deu de ombros – Eu tive vontade de esquecer Andrezza uma época. Talvez daríamos certo.

-Dança comigo – E assim eles dançaram.

Então era isso? Damon teve a capacidade de dizer a ela que ela devia ter o conhecido antes de ele voltar comigo. Assim eles dariam certo. Que amor é esse que ele sente por mim? Amor de vai e vem? Que ele usa como diversão?

-Você deveria parar de ficar investigando a mente dos outro e prestar atenção no presente – Abri os olhos um pouco assustada, olhei para os olhos cor ônix de minha mãe.

-Não estou investigando nada – Murmurei emburrada.

-Não imagina – Tia Rosalie disse baixo, mais eu ouvi.

-Amor eu tenho que concordar, o presente é muito melhor do que ficar investigando o passado – Felipe sussurrou em meu ouvido, revirei os olhos e desliguei o tablet, não ia querer ver mais óculos nenhum.

Olhei para ela, ao lado de Damon conversando com Sthefany e Klaus. Mordi o lábio com raiva.

(PVO Damon)

-Então quer dizer que vocês se conheceram na Espanha? – Klaus perguntou intrigado.

-Sim. Em uma boate. Eu gostei de quando conheci Damon, e gosto ate hoje – Klaus riu, uma risada forçada.

-Você esta gostando de Los Angeles?

-Amando! Além de ter o Damon aqui, ainda tem ótimas boates!

-Você gosta muito do Damon, não é mesmo? – Klaus disse serio, o olhei atento.

-Ohh eu gosto dele sim Klaus. Mas tenho a certeza que ele gosta mais de mim do que eu gosto dele.

Eu podia ver de longe que Andrezza me fuzilava, ela não podia estar tão brava assim só por causa da presença de Julieta, podia?

-Tenho certeza – Klaus disse irônico.

-Você só foi professor da Andrezza mesmo? – Julieta perguntou maliciosa, eu a fuzilei.

-Sim, ele só foi professor dela! – Disse entre dentes.

-E vocês, só são amigos? – Klaus perguntou parecendo não acreditar que eu tenha tido algo a mais com ela.

-Talvez amigos de benefícios – Disse ela pensativa, Klaus me olhou incrédulo.

-Você tem algo com... – Ele não conseguiu terminar a frase.

-Tenho certeza que não – Sthefany o interrompeu, e então me fuzilou.

-Somos amigos, Klaus – Eu disse sem dar ideia.

-Que bom – Murmurou – Já fez amizade com a noiva dele?

-Não tive a oportunidade – Disse Julieta rindo – Ela sempre faz uma ceninha quando estou com ele, acho que é insegurança.

-Não falta motivos para ela – Sthefany disse encarando Julieta.

-Eu sei – Ela disse concordando – Sei que sou gostosa, mais ela também é bonitinha, não precisa ser insegura.

-Olha na minha opinião, se eu fosse homem. Eu pegaria a Andrezza. Ela tem mais personalidade – Disse Lorrayne entrando na conversa.

Peguei Julieta pelo braço, antes que ela levasse uma surra, a tirei de lá, indo para o primeiro andar da casa.

-O que pensa que esta fazendo? – Perguntei olhando dentro de seus olhos.

-Você disse que eu poderia vir, eu vim. Eles estão protegendo ela e não vendo seus defeitos. Eu estou apenas... Colocando tudo em pratos limpos. Não tenho culpa se não sou falsa.

-Isso não é uma disputa Julieta – Eu disse me aproximando dela. Ela estava a centímetros de distancia.

-Sua noiva, vê isso como uma disputa. Estou adotando seu método.

-Eu te chamei para vir morar comigo – Eu podia sentir sua respiração contra meu rosto, era palpável sua ansiedade – E não pra arruinar minha vida, se acha que isso é uma disputa para ver quem é a melhor, esta muito enganada – Disse a olhando sombrio – Você não vai querer me provocar, porque não sabe com quem esta brincando – Completei, ela sorriu passando a mão por meu peito.

-Não, não quero acabar com tua vida. Mas talvez com a da sua noiva. Eu não fiz nada para ela e ela já me vem com paus e pedras – Revirei os olhos vendo ela se fazer de vitima, estávamos próximos, mas tão próximos era como se fossemos se beijar.

-Não se finja de vitima, você não é santa – Eu disse apertando seu braço, isso com certeza deixaria marca. – Não me provoque – Ela colocou a mão no meu pescoço e sorriu de canto.

-Prometo ser uma santa – Sussurrou.

-Damon? – Trinquei os dentes – O que pensa que esta fazendo? – Andrezza disse atrás de mim, fechei os olhos por alguns meros segundos e então soltei o braço de Julieta, pude ver que estava vermelho. Amanha estaria roxo. Me virei para Andrezza que me encarou parecendo furiosa.

-Nada.

-Estávamos apenas conversando – Disse Julieta, Andrezza me olhou incrédula.

-Como pode fazer isso comigo?

-Calma, eu não fiz nada – Me aproximei dela, ela se esquivou dando passos para trás em direção a porta de saída.

-Nada? – Ela perguntou cínica – Chamaria isso do que então? – Fiquei serio

-Você esta vendo coisas demais, como sempre! Eu não estava fazendo nada! Se você pensa que eu estava já é paranóia da sua cabeça! – Pude perceber seus olhos, mudarem, de verde claro para escuro e intenso.

-Eu? Paranóica? Você estava me traindo Damon. Deus, seja homem e assuma! – Pude perceber sua frustração – E não foi a primeira vez – Pisquei atônico, ela não estava realmente fazendo isso não é?

-Eu nunca te trai! – Meus dentes estavam trincados – Mas se você pensa assim, esta bem então. Quer cancelar tudo? Acabar o noivado?

-Eu não estou acabando com tudo – Ela disse me dando um tapa na cara – Você quem destruiu tudo!

-E o que isso significa? Que a culpa não é da sua paranóia e sim da minha infidelidade que você imagina que eu tenha? – Perguntei olhando em seus olhos, sua respiração estava acelerada, assim como seu coração.

-Você é um cretino – Ela sibilou me olhando, suspirei e segurei seu rosto entre as mãos.

-Andrezza! Presta atenção esta bem? – Pedi – Porque você não usa seu tão adorável poder para ver o que eu realmente fiz? Antes de sair brigando comigo? Em? Veja o que aconteceu na mente dela, ou ate mesmo na minha – Ela tirou minhas mãos de seu rosto e se afastou – Ou melhor, veja nas duas, assim você pode ter mais confirmações – Suas mãos estavam fechadas em punho, parecendo que estava se segurando para não fazer algo. Vela assim doía em mim, mas doía também sua desconfiança.

-Eu já vi o suficiente na mente dela – Ela murmurou, seus olhos estavam cheios de lagrimas – Se queria me esquecer por que voltou? – Disse e então me deu as costas saindo. Fiquei parado atônico, ela havia visto isso na mente de Julieta. Olhei para Julieta e a fuzilei, fui atrás de Andrezza correndo. Ela já estava na camionete, a parei segurando em seus braços.

-Me solta Damon! – Ela pediu, controlada. A segurei forte, suas costas estavam contra meu peito, suspirei e pude sentir seu corpo relaxar contra o meu, a virei para mim, ainda segurando em seus braços.

-Eu tentei te esquecer sim. Mas não consegui, porque eu te amo. Entenda isso! Apenas isso. Eu não te trai. Olha na mente dela você vera! – Ela se debateu e eu a soltei.

-Eu não mereço isso – Ela tirou a aliança, pude sentir o sangue em minhas veias correr mais rápido – Eu não mereço você – A aliança bateu em meu peito e caiu no chão de neve, me abaixei e a peguei. Quando me levantei ela já estava com as mãos na maçaneta da camionete, a virei a segurando novamente.

-Não faça isso! Não seja tola Andrezza! O que você quer que eu diga? Eu estou dizendo a mais pura verdade! Só você não vê! Quer que eu comece a mentir para você? Eu falo que te trai, talvez assim você fica satisfeita com a mentira.

-Não diga nada, apenas... Me solte – Disse sem olhar em meus olhos, mas tentando se livrar de mim.

-Não! – Rosnei – Não vou deixar você ir. Você tem que acreditar em mim! Você me ama! Admita! Pelo amor que sente por mim, faça o que eu peço, você própria acha isso a coisa mais fácil do mundo. Apenas veja a mente dela – Ela se debateu e então me abraçou forte, a abracei de volta, sentindo seu cheiro e como era boa tela em meus braços, pude sentir suas lagrimas em meu ombro.

A afastei de mim, levemente. Ela me olhou, eu a olhei passei o polegar por suas bochechas tirando algumas lagrimas que caíram, mas outras caíram ocupando o espaço, ela suspirou fechando os olhos, aproximei meus lábios dos dela, e então rosei meus lábios nos seus, ela suspirou parecendo estar imersa em pensamentos eu tentei aprofundar o beijo, mas ela desviou o rosto e me abraçou, afundei o rosto em seu pescoço, sentindo seu perfume doce.

-Eu amo você Damon, muito! Mas eu não gosto de você mais – E então ela saiu dos meus braços, e eu me senti incompleto, seus olhos buscaram os meus e para mim ela estava como se sentisse repulsa do que ia falar – Eu desisto – Me aproximei dela novamente, coloquei uma mão em seu rosto e a outra em sua nuca.

-Eu te amo – Sussurrei. Andreazza não podia me escapar, ela virou o rosto e fechou os olhos.

-Acabou...

-Não! – Disse alto – Não faça a mesma coisa que fez no passado! Porque eu te culparei. Eternamente! – Disse serio, mas olhando em seus olhos, eles mudavam de cor constantemente, algumas horas estavam claros, outras vezes verde escuro. Eram inexplicáveis, como ela.

-Me solta Damon – Andrezza me empurrou me tirando do transe.

Soltei ela, pude ver a surpresa estampada em sua face, ela engoliu em seco e se virou sua mão parou na maçaneta da porta da camionete.

-Se você for, será seu erro não meu. Você vai errar pela segunda vez, no mesmo obstáculo – Ela não me olhou apenas abriu a porta e entrou.

A camionete foi ligada, ela me olhou, pude ver dor em seus olhos cheios de lagrimas, mesmo pelo vidro escuro, lagrimas caiam por suas bochechas. Ela deu ré, então foi embora.

-Damon... – Julieta se aproximou lentamente de mim – O que aconteceu? – Me virei para ela podendo sentir o ódio em meu coração.

-Julieta, foi tudo sua culpa! – Segurei seus braços – Você queria detonar com a vida dela. Só que minha vida é ela! – Rosnei.

-Eu nunca quis magoar você... – Ela choramingou.

-E não quero saber! – Rebati – Você vai me dar ela de volta? Não, não vai! Então para de choramingar. A merda já esta feita.

-Não me trata assim Damon – Ela disse me abraçando – Eu não mereço isso.

-Me solta Julieta! – Me desvencilhei de seu abraço – Eu não quero mais saber de você. Eu vou atrás de Andrezza, se eu não a conseguir de volta. Você não queira nem imaginar do que eu sou capaz.

-Espera – Ela segurou meu braço – Eu... Eu não queria isso... Não era para ser assim...

-Era para ser como então? – Cruzei os braços olhando para ela.

-Era para... Ser diferente – Disse meio gaguejando.

-Você queria que eu a traísse as escondidas, e todos ficariam felizes? – Eu não faria isso com ela – Disse sarcástico – Não com ela – A olhei frio.

-Porque você não simplesmente não aceita? – Ela chorava e isso me deixava nervoso, porque ela estava chorando!? Ela já não havia conseguido o que queria? – Porque tem que ser ela? Por que não eu? Não entende? Você nunca vão ficar juntos Damon. Nunca! Esse é um amor impossível entende? – Respirei fundo, tentando controlar minha raiva.

-Eu a amo Julieta acima de tudo. Ficaremos juntos, e eu vou provar isso para você. Não pode ser você porque é esse o destino, esses são os planos. Andrezza criou isso, ela me fez amá-la. Ela me conquistou entende?

-Ela te manipulou! Você não a ama, coloca isso na sua cabeça! Você apenas se atraia, pelo desafio de tela. Você sabe que todas caem aos seus pés, mas ela não. Ela é a impossível, ela dita as regras. Isso faz com que você sinta o prazer do desafio.

-Você não sabe de nada! – Ela bufou parecendo nervosa, lagrimas ainda desciam por seu rosto.

-Quero ir para casa – Disse limpando as lagrimas, tentando que fazer com que ela parecem de cair.

-Vai, eu não vou te levar. Do mesmo modo que veio você vai – Caminhei para o meu carro, entrei e liguei. Ela ficou parada lá, e me viu partir.

(PVO Andrezza)

Olhei para a cidade lá embaixo, da onde veio a minha idéia de subir aqui eu não sei. Só sabia que era bom estar sentada em cima de uma das letras grandes da palavra Hollywood, tinha que admitir que estar aqui no escuro não era uma boa coisa. Mas eu não me importava, não agora.

Eu só queria que tudo fosse apagado da minha mente, queria que minhas lagrimas não tivesse o motivo que tinham. Queria estar nos braços de Damon agora, ouvindo seus sussurros de que me amava. Eu não queria que o motivos de minhas lagrimas, fossem Damon.

Eu deseja, ansiava por poder esquecer tudo, ansiava para que tudo fosse mentira, um pesadelo ou ate mesmo uma ilusão. Só que tudo se passava de coisas verdadeira, eu poderia fechar e abrir meus olhos quantas vezes eu quisesse e tudo estaria como esta agora. Nada mudaria.

A única coisa que eu poderia fazer agora, era ser masoquista o suficiente e me com ele. lembrar do passado, do como era bom estar em seus braços.

Flashback ON

Eu estava assustada, meu coração batia a mil. Meu pai havia descoberto tudo, ele nunca aprovaria Damon como meu namorado. E eu não viveria sem Damon. Isso era um martilho.

-Damon vamos fugir! – Pedi a ele que me olhou por alguns meros segundos, lagrimas embaçavam minha visão, mas eu podia ver dor em seus olhos.

-Não, iremos enfrentar seu pai Andrezza – Damon parecia quer me dar coragem, mas eu não estava confiando nem em mim mesma nesse momento. Eu sentia que nada seria como antes. Que meus planos todos iram por água abaixo.

-Ele nunca vai permitir que fiquemos juntos você sabe disso! – Balbucie tremula.

-Farei de tudo para ficar com você – Sua voz saiu voraz enquanto ela parava o carro em uma rua deserta, ele limpou as lagrimas que estavam em meu rosto, e então o segurou entre suas mãos, seus olhos pararam nos meus – Eu te amo Andrezza, não como uma menina que vi crescer desde os 14 anos, mas sim como uma mulher, como minha amada – Quantos anos eu esperei por isso sem saber que esperava? Meu coração era dele, mas eu nunca imaginei isso, sempre pensei que tinha o controle de tudo que acontecia em minha vida. Mas agora, ouvindo ele dizer que me amava, fazia com que meu coração desse batidas falhas, as lagrimas que antes caiam de tristeza, caíssem de felicidade. Seus lábios cobriram os meus e eu o beijei de volta, com suas palavras sendo repetidas em minha mente “Eu te amo”, “Eu te amo”.

-Eu também te amo – Sussurrei, eu podia sentir a emoção de estar dizendo essas palavras, podia sentir meu sangue correr por minhas veias mais rápido, podia sentir a vontade telo somente para mim, multiplicar.

Flashback OFF.

Talvez não fosse destinado que fiquemos juntos, talvez tudo que eu sempre quis não fosse um desejo possível.

Pulei de lá de cima caindo na grama, eu tinha sorte de ter tirado os saltos quando subi lá. Desci a montanha indo para o meu carro, eu arrumaria um jeito de esquecer tudo, por pelo menos hoje.

(PVO Damon)

Eu iria matar aquela vadia, podia sentir o gosto de uísque ainda em minha boca, eu me sentia quente. Eu queria descontar minha raiva, e a cada vez que o carro se aproximava mais de minha casa eu apertava mais o volante.

Ir ate a casa de Andrezza e não acha-la foi frustrante, fez minha raiva aumentar.
Quando cheguei deixei o carro do lado de fora, na neve. Sem me importar em guarda-lo, abri a porta e acabei me deparando com uma cena bizarra. Julieta estava com uma fantasia de coelhinha e dançava alegremente a musica Never Again. Ela me viu e sorriu.

-Oi amor – Veio ate mim sorrindo – Porque demorou tanto? Eu já estava ficando preocupada – A olhei chocado e inesperadamente ela me abraçou. Bufei a empurrando.

-O que você pensa que esta fazendo!? – Rosnei e a prensei na parede, coloquei a mão em seu pescoço de leve como se a enforcasse – É muita coragem ainda estar aqui, ou talvez muito burrice.

-Sei que ela não ira voltar pra você – Disse seria – Ela não perdoara, não dessa vez – Passou a mão por meu rosto. Trinquei os dentes apertando a minha mão um pouco em seu pescoço, me aproximei dela e sussurrei em seu ouvido.

-É uma pena você não viver tempo o suficiente para ver o quanto esta enganada.

-Vai me matar? – Fez biquinho – Não seja cruel Damon. Ela é a errada. Não vê? Ela viu coisas demais, bancou a mimada como sempre.

-Deixa eu adivinha – Olhei dentro de seus olhos – E você bancou a vadia? – Ela deu de ombros.

-Eu ate ia tentar ser amiga dela. Mas ela não deixou, não quis.

-Eu acho que não te avisei, mas eu regularmente me canso das pessoas – Ri demoníaco – E eu me cansei de você – Apertei minha mão sobre seu pescoço. Ela se debateu contra mim, parecia tentar dizer algo, bufei e soltei um pouco seu pescoço, apenas um pouco, eu ainda pretendia mata-la.

-Me matar!? – Disse sufocada – Vai mesmo querer isso? Eu sou quem posso te ajudar a tela de volta. Ela nunca ira acreditar em você e no que tem na sua mente – Ri diabólico e soltei seu pescoço passando a mão pelo seu rosto “acariciando”, desci a mão ate sua nuca e depois puxei seus cabelos, me aproximei de seu rosto como se fosse beija-la.

-Eu gosto de você, é uma garota esperta, sabe o que quer – Disse bem devagar – Seu único erro, foi ter mexido com o cara errado...

-Não me mate, antes de eu poder dizer as ultimas palavras – A olhei curioso – Eu te amo, talvez seja cedo. Mas a única coisa que eu queria era que eu pudesse por pelo menos um dia ser Andrezza e ter tudo que ela tem. Seu amor.

-Você não parece ter medo de morrer – Me afastei dela.

-Não, não tenho – Sussurrou – Não tenho medo de morrer, mas sim de perder alguém que amo – Disse com determinação na voz.

Ela caminhou ate mim e então sorriu me empurrando para o sofá, cai sentado e ela se sentou no meu colo. Seus olhos brilhavam, ela sorria, mas porque eu só imaginava Andrezza fazendo aquilo?

Pisquei confuso e então senti sua boca na minha. Puxei ela pelos cabelos a afastando de mim.

-Não vou fazer isso com Andrezza.

-Ela não esta aqui, ela meteu o pé no balde. Agora esqueça e cale a boca! – Mandou, ante de cobrir meus lábios com os seus, sua mãos desceu arranhando meu peito por cima da camisa.

Rosnei e em um movimento vampiresco a deitei no sofá, fiquei por cima dela, me afastei um pouco e puxei o zíper de sua fantasia.

-Você esta ridícula.

-Não me importarei nenhum um pouco se tirar ela para mim – Me olhou perversa. Sorri e então rasguei sua fantasia.

Beijei seus lábios, suas mãos desceram por meu peito ate o botão de minha cala, ela desabotoou.

-Te darei prazeres inesquecíveis essa noite – Sussurrei em seu ouvido, ela riu e me beijou.

(PVO Andrezza)

Já era muito tarde, eu estava frustrada, com raiva. Eu me sentia quente, minha jaqueta estava jogada no banco de trás da camionete, eu sentia o sangue correndo por minhas veias. Tudo estava quente, mas era claro que estava tudo quente, doses e mais doses de vodka e uísque me deixariam quente... E claro... bêbeda. Se eu matasse alguém com minhas altas doses de álcool no sangue, seria crime não seria? Acho eu não, afinal eu estou bêbada. Não seria crime seria?

Parei a camionete e desci, o vento gelado bateu contra mim. Mas eu me senti apenas mais quente, caminhei e então bati na porta da casa dele. Alguns minutos depois ele abriu, lá estava ele apenas de Box vermelha, um Deus grego na minha frente.

-Andrezza o que faz aqui? – Eric perguntou surpreso, eu estava na duvida, ente dois caras lindos e gostoso. Mas eu escolho o Eric porque eu não gosto do outro cara.

-Você esta sozinho? – Perguntei tentando ser sóbria.

-Sim, algum problema? – Perguntou parecendo preocupado.

-Problema nenhum – Entrei e fechei a porta ele se afastou parecendo ainda surpreso, revirei os olhos e fui ate ele. Sem dizer nada o beijei.

Ele correspondeu ao beijo, passando a mão por minha cintura, e com a outra segurando em meus cabelos. Senti suas mãos descer e então ele me pegar no colo em uma velocidade que eu julgo ser a da luz.

Eric me levou para algum lugar com a velocidade da “luz”. Me senti no chão depois de alguns meros segundos. Me afastei dele e tirei minha blusa, ele me olhou confuso.

-O que esta fazendo? – Perguntou me olhando de cima abaixo, demorando um pouco nas partes descobertas.

-Porque não age ao invés de me fazer perguntas?

-Isso é uma pegadinha? – Perguntou rindo – Cadê o Damon?

-Ele deve estar fudendo muito aquela vadia da Julieta – Disse seria olhando para seus olhos azuis, porque eles me faziam lembrar de Damon!? – E ai? Vai ficar parado? Quer dizer, eu estou aqui, quase nua na sua frente – Ele sorriu, um sorriso sujo. Caminhou ate a mim, devagar.

-Não vai se arrepender amanha?

-A nunca coisa do qual me arrependo, é de ter deixado você – O puxei beijando-o – Eu preciso de um homem, não de um moleque.

Ele me jogou na cama e então engatinhou ate mim, ficando sobre mim, me olhou e então sorriu.

-Farei você esquecer tudo que quiser esta noite – Sussurrou em meu ouvido – Serei o homem do qual você precisa...

Notas finais
Oiii Tudo bem com vocês? Gostaram da nova capa? Ficou bonita né? As damas do photoshop que fizeram:)
Então... Vamos ao falatório.
Eu e a Bruna, não dizemos nada a vocês, mas esse é o penúltimo capitulo da fanfic. Tão bravos? Furiosos? Desculpem... Mas! Calmem! Terá uma Terceira temporada. Tão bravos? Furiosos? Eu to curiosa para saber...
Bem de qualquer forma, vocês querem nos matar não é? Tipo "Como assim eles se separam?"
Mas calmem, o próximo já esta sendo escrito...
Queria fazer uma pergunta, cade os nossos leitores que sumiram? Tivemos poucos comentários, fiquei triste... Não nos abandonem amores...
Bem... Comentem, e dão uma recomendada também... Oque custa?
Ate a próxima.
Amamos vocês...