Notas iniciais
Boa leitura...

(PVO Andrezza)

Mordi o lábio deitada no sofá, Damon fechava a porta e não tinha como eu não sorrir com seu jeito todo sexy e feliz.

-Vai demorar muito para fechar essa porta Sr. Salvatore? – Perguntei.

-Na verdade eu já ate fechei, só estou conferindo Sra. Salvatore – Piscou para mim. Agora sim eu estava feliz, iria me casar com o homem que eu amo.

Ele se virou e eu sai do sofá, ele ergueu uma sobrancelha e eu corri para o quarto podendo ouvi-lo atrás de mim, pulei na cama e logo ele entrou tirando a camisa.

Assoviei – Que vampiro mais gostoso que eu arrumei – Ele gargalhou engatinhando ate a mim na cama.

Sua mão passou por minha coxa, barriga, busto ate chegar em meu rosto e afagar minha bochecha, fechei os olhos deixand0-me sentir a caricia.

-Obrigada – Sussurrou, pude sentir sua respiração em meu rosto.

-Pelo que? – Perguntei sorrindo de olhos fechados – Eu quem deveria... – Ele me calou pressionando os lábios contra os meus.

-Obrigada por me escolher.

-Não foi uma escolha. Já estava na hora de eu parar de mentir a mim mesma – Senti seus lábios em meu pescoço e então bochecha e boca.

Ele deitou ao meu lado me puxando para seu peito, fiquei em cima dele com o queixo em seu peito enquanto o olhava de olhos fechados e fazia desenhos em seu peito nu.

-Então eu estive pensando, nesse fim de semana é a pascoa – Sorri travessa.

-Eu amo chocolate! – Ele riu abrindo os olhos.

-Eu sei... Que ovo você vai querer?

-Não sei. Você vai me dar um? – Perguntei tentando soar o mais desentendida possível.

-Claro que vou lhe dar um ovo!

-Então você que ira escolher. Só peço que não seja amargo – Ele gargalhou.

-Certo. Já estou pensando nele – Fez uma cara seria, beijei seu peito e então fui mais para cima deixando minha perna roçar seu membro, então baixei o rosto beijando seus lábios.

-Eu te amo – Sussurrei contra seus lábios, ele sorriu de ponta a ponta mordendo meu lábio inferior e então deixando-os escorregar por seus dentes lentamente.

-Eu também te amo minha adorável aluna – Então ele nos virou na cama me deixando por baixo.

-Aluna? Pensei que tinha me formado – Riu rouco.

-Mas que aluna mais ansiosa.

-O que preciso fazer para me formar professor? – Perguntei de um jeito sexy.

-Precisa se casar comigo antes – Disse pensativo – Então você ganha o porto de formada.

-Há eu já estou noiva. Não posso me formar, não? – Fiz biquinho.

-Claro que não Sra. Cullen! Você é uma futura formada e futura Salvatore! Que é que é isso? Já viu algum aluno se formar antes dos três meses da data marcada!?

-Hey! Iremos nos casar antes de três meses – Bati em seu braço de leve.

-Você só se formara quando se casar comigo, não adianta nem insistir – Ele disse me beijando enquanto mordia meu lábio de leve e então distribuía beijos por meu rosto.

-E oque eu vou ganhar no dia da formatura? – Perguntei ansiosa.

-Eu! Obviamente – Com essa eu tive que gargalhar.

-Acho que esta se esquecendo de um pequeno detalhe querido – Ele ficou serio e pensativo.

-Qual seria?

-Você já é meu – Ele riu de baixo e então começou a falar.

-Então... Seu presente vai ser Puro Prazer por todos os dias – Riu safado.

-Hmm é um bom presente – Coloquei a ponta do dedo na boca mordendo de leve, tentando fazer uma pose sexy.

-E oque eu vou ganhar?

-Nada obviamente, eu que sou a aluna você é o professor – Disse de modo esnobe.

-Não vai me dar nada? – Beijou-me de modo tentador, mordendo meu maxilar e então voltando para minha boca e passou a língua – Tem certeza? – Fechei os olhos tentando recuperar meu juízo completo.

-Não, não vou – Murmurei rouca tentando soar determinada.

Ele me olhou com uma carinha de cachorro sem dono – Eu não mereço nada? – Era impossível negar alguma coisa a ele quando ele fazia essa carinha.

-O que você gostaria de ganhar? – Perguntei tirando uma mecha do seu cabelo da testa.

-O que acha que eu mereço? – Ele pegou meu dedo e o colocou na boca depois o puxou devagarzinho. Respirei fundo e então sorri fraco.

-Não sei. Eu poderia te dar varias coisas, por exemplo, uma viaje a Rússia com tudo que você tem direito ao meu lado.

-Porque você já não começa a me dar tudo que eu tenho direito ao seu lado agora? – Damon me deitou na cama e subiu em cima de mim, com um sorriso sujo no rosto ele começou a me beijar.

-Que professor mais ansioso – Eu disse rindo.

-Cala a boca e me beija – Ele tirou minha blusa de frio e depois a regata, as jogou para longe e sorriu parado me olhando apenas de calça jeans e sutiã.

-Você é muito gostosa – Beijou meu pescoço.

-Digo o mesmo – Murmurei nos virando, sentei sobre suas pernas e passei a mão pela beira de sua calça, então sobre seu membro por cima do pano. Ele me olhou com os olhos cheios de desejo.

-Usa e abusa amor – Riu irônico – Sou todo seu.

Joguei a cabeça para trás rindo, mordi o lábio e comecei a desabotoar o botão de sua calça devagar, então desci o zíper, ele me ajudou com a calça levantando o quadril. Assoviei o olhando apenas de Box vermelha.

Ele me virou na cama e começou a tirar minha calça, a jogou em algum canto qualquer e tirou minha calcinha com os dentes a rasgando.

-Você vai me dar outra Salvatore! Igual por sinal.

-Você adorar rasga-la de novo – Sorri com a calcinha entre os dentes

Revirei os olhos e o puxei pelo quadril com as pernas e ele caiu em cima de mim, o beijei e descia mão por seu corpo tirando sua Box, retirei com os pés o resto do percurso que minha mão não alcançou, então senti seu membro em minha coxa. Puxou me sutiã rapidamente o rasgando também e o tacando bem longe, então começou a beijar todo meu corpo.

Damon olhou envolta do quarto e eu logo capitei oque ele queria, abri a gaveta ao lado da cama e então chacoalhei a camisinha na minha mão. Ele riu para mim e eu coloquei a camisinha em seu membro e por fim o puxei beijand0-o. Senti seu membro me invadir aos poucos, lentamente me torturando aos poucos.

-Damon... – Gemi seu nome alto.

Olhei em seus olhos enquanto seus movimentos aumentavam aos poucos, ele sorria sabendo que estava sim me torturando.

Se eu dizer que minha noite foi longa você vai acreditar? Bem se não acreditar já não é problema meu, afinal só me responsabilizo pelo que eu digo não pelo que as pessoas entendem.

{...}

Mexi no cabelo e então arrumei minha jaqueta na frente do espelho. Hoje era pascoa e estava nevando, oque resultava eu feliz! Eu adorava a neve, Damon nem tanto, ele acha que a neve atrapalha ele correr com o carro. Eu não acho isso, pois não ando com o velocímetro nos 320 que nem ele.

-Ainda acho que você não devia ir sozinha – Olhei para ele pelo espelho, ele estava lindo como sempre. De calça jeans preta, uma camisa branca de gola V de lã colada no corpo e um casaco preto por cima.

-Bebe eu só vou no hospital e vou direto para a casa de Tia Rose prometo – Ele me olhou desconfiado.

-Promete ir direto para a casa de Rosalie? – Perguntou se aproximando de mim sorrateiramente, sorri de canto e senti suas mãos passarem por minha cintura e então seu corpo colado no meu.

-Prometo – Me virei em seus braços ficando de frente para ele.

-Eu te amo, não vai esquecer isso? – Sorri negando.

-Eu também te amo – Sussurrei chegando meus lábios perto dos dele, que sorriu satisfeito e me beijou.

-Aproposito você esta linda toda de branca – Se afastou e me fez girar na sua frente.

-Obrigada, mas eu sempre estou de branca no hospital – Ele revirou os olhos me roubando um leve selinho.

-Sempre esta de jaleco, não esta com uma calça jeans agarrada e uma jaqueta – Roubei um beijo dele e respondi.

-Obrigada Sr. Salvatore, você esta muito gostoso – Ele riu.

-Obrigada Sra. Cullen – Piscou para mim

-Agora tchau – Dei um selinho rápido nele antes de sair do banheiro e ir para o quarto, peguei meu celular e meus documentos e joguei dentro da bolsa.

Acabamos que descendo juntos para o estacionamento do prédio, dei lhe um ultimo beijo antes de entrar na camionete e então sair do prédio.

Não demorei muito no hospital, apenas assinei alguns papeis aprovando que os pacientes saíssem do hospital pois já estavam suficientemente bens para não estar mais aqui, e então sai descendo para o estacionamento.

Não sei como não tive um ataque cardíaco, Eric, sim Eric estava encostado na minha camionete. Ele sorriu ao me ver e eu parei a alguns metros da camionete e dele. Eu deveria ter aceitado que Damon viesse comigo. Ele me olhou de um jeito que me assustou bastante, mas eu não poderia admitir isso e muito menos demonstrar.

-Oi amorzinho. Estive pensando, quer sair comigo? – Engoli em seco.

-Oi Eric – Sussurrei, segurei o celular em minhas mãos com uma força exagerada.

-Você esta assustada? – Perguntou irônico.

-Não? Porque pensa isso?

-Talvez seja pela sua cara de pânico – Ele riu – Relaxa Andrezza – Pediu.

-Feliz Pascoa Eric – Sorri forçado.

-Feliz pascoa Andrezza – Mordi o lábio ansiosa – Eu pensei em lhe trazer um ovo, mas vai que você pensa que esta envenenado e então joga fora? Seria dinheiro jogado fora.

-Eu nunca faria isso – Murmurei caminhando ate a porta do carro.

-Tsc...Tsc...Tcs... – Ele balançou o dedo – Vem dar uma volta comigo – Pediu.

-Onde pensa em me levar? – Perguntei colocando a mão na maçaneta da porta do carro de costas e o observando.

-É um lugar legal – Ele pegou minha mão, fiquei sem reação – Relaxa Andrezza, vamos – Mais que droga, porque ninguém aparecia e me ajudava?

-Eric é melhor deixar para outro dia, tenho um encontro agora – Ele me lançou um olhar frio.

-Com o Damon?

-Com minha família.

-Não vai demorar – Ele me puxou devagar – Qual é, não precisar ter medo de mim. Vamos – Ele disse autoritário – Péssima ideia vir no hospital sozinha.

-Eric eu não quero ir – Sussurrei.

-Você esta com medo?

-Não, sei que não vai me machucar – Eu disse quase em pergunta.

-Não eu nunca lhe machucaria – Sorriu confiante.

-Me diz primeiro onde é – Pedi.

-Há não estrague a surpresa, ela é de matar – Ele riu.

-Fala como o Iscar – Ele ergueu uma sobrancelha.

-Quem é esse?

-Um personagem de um filme infantil.

-Esses tipos de personagens não deveriam ter em filmes infantis não concorda?

-Verdade – Afirmei.

-Então vamos indo, assim você volta mais rápido – Piscou me puxando.

-Espera... Tenho que avisar minha família – Peguei meu celular.

-Eu acho melhor não – Disse serio.

-Então eu não vou – Disse tentando soar determinada.

-Andrezza, acha mesmo que eu faria algum mal a você? Depois do tempo que ficamos juntos?

-Só uma ligação, eles vão ficar preocupados – Pisquei sobre os cílios.

-Só uma.

Liguei para Damon, o telefone tocou varias e varias vezes e então caiu na caixa postal, trinquei os dentes nervosa.

-Não posso atender agora, deixei seu recado – Ouvi sua voz, foi um alivio, mas eu sabia que era apenas uma mensagem.

-Acho que já perdeu a chance já – Ele disse pensativo.

-Calma eu não falei com ninguém ainda.

-Te dou mais uma chance – Disse me encarando.

Liguei para Tio Emmett, que logo atendeu.

-Alo?

-Tio Emmett, vou sair com o Eric – Minha voz saiu meio que esganada.

-Eric? Como assim Andrezza Cullen? Para onde vocês vão? – Perguntou meio rápido demais.

-Eu não sei. Ele disse que é um lugar de matar – Sussurrei, ele gargalhou no telefone, então escutei alguma coisa se quebrar do outro lado da linha.

-Andrezza, para de gracinha. Vem logo se não começamos sem você. Tenho que desligar, acabei de quebrar uma vasilha que sua tia adora! – Então o telefone ficou mudo.

-Pronto eles já estão avisados, vamos embora – Eric abriu a porta do carro e meio que me empurrou para dentro.

-Espera, ele não acreditou – Falei em pânico.

-Não, não você só tinha mais uma chance Sra. Cullen – Piscou para mim colocando a chave no contato do carro. Então meu celular começou a tocar desesperadamente, era o Damon. Fui atender mais o Eric tomou o celular da minha mãe e disse.

-Sem celulares agora Dede – Ele riu.

-Mas...

-Nada de “Mais” Andrezza. Não tem uma terceira escolha – Disse duro.

-Eric é pascoa – Sussurrei.

-Ahh é claro – Ele olhou para o banco de trás do carro e então colocou no meu colo um ovo de pascoa, ligou o carro e saiu do estacionamento.

-Abra e coma – Me olhou mandão, eu o olhei sem saber oque fazer, e se estivesse envenenado?

-Eu não quero comer.

-Não vai fazer essa desfeita né Andrezza? – Disse irônico, tomei coragem e disse.

-Não – Então abri o ovo, era chocolate preto, eu preferia o branco, mas quando se esta no inferno abrace o capeta. Quebrei um pedaço e o levei na boca, ele sorriu me olhando, eu apontei com o dedo para a estrada. Eu não morreria em um acidente de carro.

Se eu morrer, estás perdoado. Se eu me recuperar, então veremos.

Notas finais
Olá meus amores! Tudo bem com vocês?
Vou ser rápida hoje, to atrasada para a escola.
Então gostaram do capitulo? E agora em? Onde o Eric vai levar a Dede? uiiii.
Bem espero que tenha ficado bom... Eu a Bruna rimos tanto de escrever esse capitulo que vocês nem imaginam, ele seria maior, mais então resolvi dividir em duas partes...
Esse capitulo é dedicado todos vocês, eu amei todos os comentários, assim como a Bruna, então não conseguimos escolher um especifico.
Beijos comentem. xoxo