Puro Prazer, Mas Tudo Pode Mudar Não? 2
5 Capítulo 04
Notas iniciais
(PVO Andrezza)
No capitulo anterior...
Estou lhe prometendo tanto, porque ontem à noite, você me deu esperanças que ainda confia em minhas promessas. Volto a prometer que irei cumprir cada promessa que um dia fiz a você.
Eu sempre serei seu Andrezza.
Eu te amo.
De seu eterno Damon.
Olhei para a carta em minhas mãos, eu já havia lido e relido ela incontáveis vezes. Não sabia há quantas horas ou minutos estava ali parada com ela nas mãos.
Só sabia que um sorriso bobo havia se formado em meus lábios.
Sim eu era uma boba, infantil, iludida... Apaixonada. Por um cara que ao que parece não me ama de verdade. Apenas quer jogar comigo. Eu sabia que Damon era profissional em jogos, principalmente nesses, de conquistar garotas indefesas.
Mas essa carta que esta em minhas mãos agora não era o tipo de carta que Damon Salvatore escrevesse. Ele parecia ter sido verdadeiro em suas palavras, nem parecia àquele cara machão, metido a gostosão. Essa carta era de um homem de verdade.
Eu não podia deixar de temer, que essa fosse apenas mais uma de suas faces, mais um dos seus jogos.
(PVO Lorrayne)
–Porque esta com tanta raiva Klaus? – Perguntei enquanto olhava-o dirigindo. Eu nunca reclamei de uma pessoa andar em alta velocidade comigo dentro do carro, sempre gostei. Mas se a pessoa estivesse sã. Klaus não parecia são.
–O que Andrezza tem a ver com Damon Salvatore? – Ele perguntou me olhando.
–NÃO DEVIE O OLHOS DA ESTRADA! – Mandei ele bufou olhando para frente.
–Não importa isso eu falo com ela depois.
–Klaus para o carro, por favor – Pedi paciente. Ele diminuiu a velocidade até que parou no acostamento.
Suspirei me aproximando dele e então delicadamente o fiz olhar para mim.
–Quer falar sobre isso? – Sussurrei.
–Não.
–Klaus eu sou uma pessoa que gosta muito de você, pode contar comigo – Ele olhou em meus olhos, parecendo procurar algum sinal de mentira ou algo do tipo.
–O quão gosta de mim?
–Muito.
–E então porque sempre foge de mim? Ao invés de se entregar as minhas cantadas? – Ri baixinho, ele havia aproveitado que eu estava prestando atenção em suas palavras e se aproximado mais de mim.
–Porque você apenas me canta, nunca toma alguma iniciativa. – Sussurrei.
–Hmmm – Ele tirou algumas mexas do meu cabelo do rosto colocando atrás da orelha – Você me acalma querida.
–Esta vendo só? Você não toma a iniciativa você diz coisas aleatórias – Ele sorriu parecendo envergonhado.
Olhou para mim por uns segundos e então se aproximou mais ainda, seu rosto cada vez mais próximo do meu, fechei meus olhos ao sentir seus lábios rosarem os meus.
–Então Lorrayne, quer tentar ser minha namorada? – Suspirei abrindo os olhos devagar – Não vai lhe custar nada tentar.
(PVO Andrezza)
Sai do banho e olhei para a bandeja de café da manha intocada em cima da cama, suspirei e vesti uma bermuda e uma regata. Então caminhei até a cama e experimentei um pouco do café já morno pela a demora de eu ter o provado. É não estava ruim não. Estava até que bom demais, para um homem que havia feito.
Peguei a carta novamente e a reli, enquanto experimentava cada coisa que tinha na bandeja.
É Damon não era um mau cozinheiro.
{...}
Fiquei sentada quase o dia inteiro no sofá depois de voltar do passeio com Renesmee, Marcia e Luisa. E de ter ido visitar a todos que eu ainda não havia visto desde quando cheguei de viagem.
Tio Emmett ainda continuava o mesmo Tio Engraçado e cheio de piadinhas, Tia Rose a mesma Tia amorosa e cautelosa – Pelo menos comigo, ela parecia medir cada passo ou olhar que eu dava – Tia Alice a mesma elétrica de sempre, Tio Jasper sempre serio tentando conter todas as emoções de todos.
Mudei de canal tentando encontrar alguma coisa que me interessasse para assistir. Até que meu celular tocou ao meu lado, atendi sem olhar quem era.
–Oi baby! – Mordi o lábio ao escutar a voz de Eric.
–Oi lindo.
–Eu te liguei para saber se chegou bem de viagem, mas o celular só caiu na caixa postal.
–Desculpe-me, eu deixei-o em casa depois de ser obrigada a ir em uma festa de boas vindas lá do hospital.
–Tudo bem. Estou feliz em ouvir sua voz, mais ainda estou com saudades.
–Eu também.
–Espero lhe ver logo anjo, não vejo a hora de ter seu corpinho junto ao meu novamente e seus lábios nos meus.
–Hmm então não demore com sua casa ae.
–Estou tentando ser o mais rápido possível.
–Só não seja muito rápido e menos cauteloso, não queremos que a casa desabe com pessoas dentro. Isso levaria pacientes ao ex-hospital que eu trabalhava – Ele gargalhou.
–Pode deixar tomarei cuidado, então como esta indo tudo ai?
–Bem, hoje eu sai com minhas primas e com a minha irmã, vi minha família e então agora estou sozinha no apartamento, pensando se alugo algum filme para assistir, não tem nada que me interesse na TV.
–Queria estar ai, você não precisaria alugar filme algum. Eu lhe distrairia rapidinho – Disse com uma voz pervertida, sorri de canto.
–Tenho certeza que sim.
–Vou deligar agora minha linda. Espero falar com você logo, ou melhor, tela em meus braços logo. Beijos estou morrendo de saudades.
–Beijo também estou com saudades – Então desligamos.
Era incrível que em toda a conversa nenhum de nos mencionou que amava um ao outro.
Mas falar com Eric me fez lembrar-se de Klaus. Eu ainda tinha que falar com ele, mas não queria procura-lo, afinal isso mostraria o quão de medo eu estava sentindo dele ir correndo contar ao Eric que eu protegi Damon. Mais afinal, o que tinha de ruim nisso? Eric e Klaus não sabiam do meu relacionamento com Damon. No final de tudo eu só quis proteger uma pessoa indefesa.
Tim dom.
Olhei para a porta onde a campainha tocava, suspirei me levantado com a maior preguiça e me conduzindo ate a porta e abri logo me deparando com minha mãe.
–Então acho que precisamos conversa – Ela entrou e eu fechei a porta me virando e a encontrando já sentada no sofá me chamando. Caminhei ate o sofá e deitei com a cabeça em seu colo, deixando-a mexer no meu cabelo.
–Hoje você não estava tão animada, e parecia longe. Logo deduzi ser por causa do Damon – Fechei os olhos suspirando.
–E é por causa dele.
–Fale comigo – Pediu.
–Ele diz que não me traiu.
–E você?
–Estou confusa mãe.
–Você o ama Andrezza.
–Eu que perdi alguma coisa na sua fala, ou você apenas esta fazendo uma confirmação?
–Não perdeu nada, apenas fiz uma afirmação meu amor.
–Ok eu o amo, mas não consigo perdoa-lo!
–Por ter um ego muito grande – Ela disse! Sim ela disse isso, é ela jogou isso na minha cara e eu já sabia disso.
–Tá, mas mesmo que eu tente o perdoa-lo é difícil.
–Você precisa de tempo Andrezza.
–Oito anos se passaram.
–Mas nesses oito anos ninguém ficou lhe pressionando para perdoa-lo.
–Esta me confundindo.
–Minha filha, Damon voltou. Pelo que eu vi, ele pretende te ter de volta. Nesses oito anos que se passaram a única coisa que eu vi você fazendo é tentar esquecer que ele te traiu ou qualquer outra lembrança boa ou ruim que você teve com ele. Você o evitou até em sua mente Andrezza. Nunca tentou perdoa-lo.
–Porque eu nunca pensei em perdoa-lo.
–Eu sei o quão difícil é perdoar alguém...
–Papai nunca lhe traiu, traiu? – Ela sorriu de canto.
–Não. Pelo menos não que eu saiba.
–Meu Pai te ama.
–Damon aparenta te amar.
–Então porque ele me traiu?
–Porque não o deixa se explicar? – Ela retrucou.
–Esta protegendo ele, ou do lado dele?
–As duas alternativas não daria na mesma coisa?
–Sim daria. Acha que devo lhe dar mais alternativas?
–Acho que deve me deixar falar, antes de ficar baseando minhas opiniões em coisas da sua mente.
–Desculpe-me – Fechei os olhos sorrindo de canto.
–Tente conversar com ele Andrezza. Sem deixar que seu ego interfira na conversa.
–Como sabe que eu deixo meu ego interferir na conversa?
–Quando discuto com você, da para reparar. Ou quando estamos em apenas uma conversa normal, você deixa seu ego interferir mesmo que não precise.
–Detalhista.
–Verdadeira.
–Tentarei fazer o que esta pedindo.
{...}
Acordei, tomei meu café da manha, tomei um banho vesti uma roupa descente e então peguei minha pasta logo descendo para o estacionamento do prédio.
Peguei meu carro e fui para o hospital. Logo que cheguei encontrei Damon, parecendo me esperar na porta do hospital.
–Bom dia Dra. Cullen – Ele disse parecendo presunçoso ao dizer.
–Bom dia Dr. Salvatore.
–Eu sempre soube que você se formaria em medicina – Ele comentou enquanto entravamos no hospital.
–Sempre?
–Claro, uma garota com os pais que tem não daria outra.
–Renesmee poderia ser medica.
–Renesmee é muito delicada e fofa para isso.
–Esta me chamando de selvagem e puta?
–Não – Ele me olhou parecendo chocado – Só quis dizer que Renesmee não toma as decisões rapidamente você já sim. Essa é uma das características de um medico.
–Hmmm – Suspirei.
–Então por onde começo? – Caminhei ate a sala ao lado da minha com ele ao meu alcanço.
–Essa será sua sala.
–Pensei que trabalharíamos em equipe.
–Exato! Trabalharemos em equipe, quando precisar. Quando não precisar, cada um em sua sala.
–Onde é a sua sala?
–Ao lado da sua – Apontei para a porta com marfim com o meu nome. Ele olhou para a porta da sala dele onde já tinha escrito “Dr. Damon Salvatore. Pediatra” – Já ate tem plaquinha.
–Cudy é rápida com as coisas, ela sabia que você chegaria.
–E você não sabia?
–Eu estava na Austrália.
–Você esta diferente hoje – Ele comentou.
–Impressão sua. Porque não vê sua sala? – Ele sorriu de canto e entrou – Aceita ser minha primeira paciente? – Se sentou na cadeira de couro preta atrás da grande mesa.
–Você é pediatra Damon.
–Não é porque me especializei em pediatria, que eu não posse ser seu ginecologista por algumas horas. Posso tirar todas suas duvidas Andrezza, e satisfazer todos seus desejos – Disse ele, com um sorriso perverso no rosto.
–Você não muda né.
–Claro que mudo! Quem você acha que escreveu aquela carta para você? O papa!?
–Com certeza o papa não falaria sobre o que eu estava vestindo.
–E que roupa indecente em? Não sei como consegui me segurar para não pular em você.
–Eu durmo com aqueles tipos de roupas seu imbecil.
–Uiii já esta ficando agressiva, acho melhor você dar uma voltinha. Para se acalmar – Ele piscou.
–Cretino.
–Também te amo Andrezza.
–Só para você saber, a sala em que nos reunimos é ao lado da sua, quando formos nos reunir esse aparelhinho que esta ai encima da sua mesa ira apitar, então você lê a mensagem. Bom trabalho – Dei lhe as costas e já ia saindo quando ele me chamou.
–Hey! O que achou do café da manha? – Olhei para ele que engoliu em seco quando meus olhos param na direção dos dele.
–Estava muito bom. Obrigada.
–Não a de que.
Sai da sala e então meu dia começou. Consultas e mais consultas. Não vi Klaus por um bom tempo, e muito menos Lorrayne. Onde estariam esses dois?
Caminhei ate a sala de minha mãe para lhe passar uns papeis de uma paciente que seria dela agora, de longe a vi conversando com o neurologista Fernando.
–Esta me evitando ou é apenas impressão minha? – Parei ao ver Klaus ao meu lado.
–Apenas impressão sua querido.
–Pensei que viria falar comigo no domingo.
–Pensei que você não mandava recados – Ele sorriu de canto.
–Pensei que estivesse com medo de eu ir contar ao Eric sobre você ter protegido seu queridinho – Voltei a andar.
–Não tenho o que temer. Você apenas queria matar uma pessoa indefesa, estava apenas o protegendo, não tenho nada com ele – Parei na frente de minha mãe – Agora ela é sua Dra. Cullen, ela tem câncer, você vai ver pelos raios-X.
–Pode deixar, ela ficara em boas mãos.
–Sei disso – Sorri de lado.
–Olá Isabella. Agora posso saber de onde veio a beleza de Andrezza – Disse Klaus olhando para um ponto fixo atrás de minha mãe e então desviando o olhar rapidamente para ela e sorrindo. O olhei confusa – Os olhos verdes eram seus quando humana? – Minha mãe sorriu sarcástica?
–Não, era do pai dela. Quer conhece-lo? Acho que ele adoraria saber que você acha a filha e a esposa dele bonitas – Segurei o riso, mordendo os lábios.
–Claro eu adoraria – Ela revirou os olhos e então eu e Klaus voltamos a andar.
–Se Damon Salvatore não fosse nada para você e você não tivesse nada com ele. Você não pularia na frente dele e não me enfrentaria com tanta... Coragem. E se você realmente não tivesse nada com ele. Ele não estaria sentindo ciúmes de você agora mesmo, por eu ter falado que você é bonita ali agora com sua mãe – Ele parou na minha frente, olhei para trás dele e vi Damon com uma carranca.
–O que quer Klaus?
–Sou seu amigo Andrezza tanto quanto de Eric. Não quero que nenhum de vocês dois se machuque. Então resolva seu problema com seu ex-namoradinho ou largue de Eric.
–Han? Como sabe...
–Apenas resolva, ou eu irei interferir. Eric não merece isso que você esta prestes a fazer.
–Você não manda em mim Klaus e muito menos na minha vida – Ele riu.
–Eu esperava isso de sua parte. Espero que resolva Andrezza, apenas isso que lhe peço – O parei ao meu lado, olhando para ele.
–Esta querendo jogar algum tipo de jogo comigo?
–Quem sabe? Eu sempre amei jogos – Disse irônico e então saiu me deixando sozinha ali.
Suspirei. Como ele sabia sobre eu e Damon? Eu não havia dito nada a ele... Mas Lorrayne sim! Ela gostava dele. Tudo se encaixava. Eles haviam saído juntos da festa. Rosnei baixinho, ela não tinha o direito.
Virei no salto e me encaminhei para a escada. Eu TINHA que falar com Lorrayne, ela havia ficado louca ou oque? Subi as escadas rapidamente. Eu podia ir de elevador, mas queria-me por em andamento, ficar parada só me deixaria mais brava. Logo que cheguei ao corredor da sua sala, vi ela se despedindo de uma paciente e então entrando em sua sala. Caminhei rapidamente e então abri a porta de sua sala furiosa.
–COMO VOCE PODE FAZER ISSO LORRAYNE?! – Ela me olhou parecendo assusta, fechei a porta atrás de mim.
–O que foi?
–Como pode contar para Klaus sobre eu e Damon?
–Andrezza... Eu não contei nada!
–Ah não? Então como ele sabe sobre o assunto?
–Não sei.
–Tem certeza?
–Não mencionei quase nada sobre você nem quando estávamos no carro dele e nem na manha seguinte.
–Dormiu com ele!? – Passei a mão no cabelo irritada.
–Her... Sim.
–Lorrayne...
–A única coisa que falei sobre você a ele, foi a resposta sobre a pergunta dele.
–Que pergunta?
–Ele perguntou o porquê de você ter ido fazer faculdade tão longe de sua família e amigos. Ai eu disse que você teve uma desilusão amorosa.
–MERDA Lorrayne! – Esbravejei!.
–Não vou medir meus passos porque você não consegue se conter ao estar perto do Damon! – Ele esbravejou.
–Esta bem Lorrayne esta bem! Tenha um ótimo dia! Tenho mais oque fazer do que ficar discutindo com você. – Sai de sua sala.
Respirei fundo algumas vezes antes de entrar no elevador e apertar o botão do terceiro andar. Encostei a cabeça na parede fechando os olhos. Eu estava ferrada, se alguma coisa saísse da linha. As portas se abriram e eu caminhei ate minha sala, onde provavelmente já teria um paciente me esperando.
Foi como eu esperava. Era Eleonora, minha paciente desde quando eu me mudei para Los Angeles há um mês, eu era psicóloga dela e ela parecia confiar em mim ao contar-me toda a sua vida. Abraçou-me logo quando eu entrei, ela estava chorando.
–Calma, calma – Tentei acalma-la enquanto ela chorava copiosamente em meus braços.
Preciso dizer que demorei dez minutos para deixa-la em um estado que daria para eu falar com ela?
–Precisa me dizer, o que aconteceu? – Ela se deitou no sofá onde havia na minha sala e eu fiquei na poltrona.
–Meu marido me traiu – Disse com a voz falha, então era isso? Apenas um homem sendo igual a quase todos os homens.
–Me conte sobre isso.
–Cheguei a algumas horas em casa, feliz por saber que tirei férias do trabalho e então finalmente poderíamos ter a nossa tão sonhada viagem. E então o encontrei com outra, fiz o barraco. Não consegui evitar, minha visão ficou vermelha. Ele parecia meio fora de si. Disse que me amava, e que não era o que eu estava pensando.
–Você quer ficar com ele?
–Eu o amo Dra.
–Sem formalidades comigo Eli – Disse a chamando pelo apelido.
–Eu o amo Andrezza – Me olhou, os olhos ainda um pouco vermelho por causa do choro. Não pude evitar comparar seu caso ao meu. Eu amava Damon, e mesmo não admitindo, eu o queria de volta. E era claro que ela queria seu marido com ela também.
–Já pensou em perdoa-lo?
–Você perdoaria? – Engoli em seco.
–Estamos saindo do foco.
–Eu não sei se devo o perdoar.
–Volte para casa, Eli. Ele ainda esta lá não esta? – Ela assentiu – Volte e se você realmente achar que ele merece de uma segunda chance – Ela sorriu de canto se levantando.
–Tentarei.
–Volte aqui logo que tudo se resolver. Ou se não se resolver, irei estar disponível sempre que precisar para ajuda-la a resolver.
Logo que ela saiu eu sentei na poltrona. Ela havia me dito que ele estava meio fora de si. Se ele estava com outra na cama não era para ele estar fora de si, era? Me levantei da cadeira rapidamente e então sai atrás dela, logo a encontrei já estava prestes a sair do hospital.
–Espera! – A segurei.
–Sim Andrezza?
–Quando me disse que ele estava fora de si, não me disse como ele estava.
–Ele parecia confuso e meio zonzo – Ele podia estar drogado não podia?
–Mudança de planos. Va para casa e o traga aqui, por favor.
–O que acha que ele tem?
–Ele podia estar drogado, ou alguma coisa do gênero. Levando-o a ter alucinações, zonzeira... Ele pode ter lhe confundido com ela. Por causa do efeito da droga, preciso fazer os exames. Você pode estar desperdiçando seu casamento por um mero mal entendido – Pude ver um brilho de esperança em seu olhar.
–O trarei aqui.
–Tem que ser antes de vinte e quatro horas.
–Ele vira – Sorriu e então saiu eufórica.
De certa forma eu também estava com esperanças nesse caso. Acho que se desse positivo no sangue dele o sinal de drogas eu ficaria feliz, talvez estivesse me deixando levar e pensar que com eu e Damon também poderia ter sido um mal entendido.
{...}
–Você esta ansiosa – Disse minha mãe na lanchonete do hospital, tomei meu suco de maracujá.
–Você me deu esperanças ontem, quer que eu fique como depois dessa mulher? – Ela riu revirando os olhos.
–Mandei conversar com ele, não ficar juntando esperanças em uma base que afundara se quando aquela mulher trouxer aquele homem e o teste der negativo.
–Então Doutora, quando começamos? – Olhei para o lado um pouco assustada devo admitir.
–Acho que eu mesmo posso fazer o teste! – Disse Damon aparecendo do nada, me levantei.
–Não. Eu faço o teste.
Então eu fui para a minha sala com o homem, sozinha. Ele parecia mesmo um pouco zonzo e confuso.
–Tirarei um pouco de seu sangue, para fazer alguns testes – Disse pegando a seringa.
–Acha que minha mulher vai me entender? – Disse parecendo não ligar para a picada da agulha. Também ele era um homem né Andrezza, não uma criancinha em defesa.
–Não sei, veremos.
Logo que retirei o sangue levei para o laboratório, deixei com Robert e ele prometeu me entregar logo que o resultado saísse o que demoraria duas horas depois.
{...}
–Você esta ansiosa – Disse Damon parando ao meu lado.
–Já é a segunda pessoa que me diz isso no dia.
–Você saia a sete da noite, já são nove.
–Não me importo.
–Sei que esta comparando o caso daquele casal com o nosso.
–Por isso acha que se der negativo o sinal de drogas ou algo do tipo no sangue dele...
–Você pensara que não foi um mal entendido nosso caso – Ele completou me interrompendo. Suspirei e então pude sentir meu coração disparar ao ver Robert vindo para nossa direção com papeis em mãos.
–Eu abro! – Disse Damon tomando a frente, Robert desviou dele e eu peguei o papel.
–Como medica dele eu abro – Ele bufou irritado.
Abri o papel devagar, como se aquilo dependesse de minha vida. Olhei para o final até ver a palavra: Positivo. Sim ele estava com drogas e álcool no sangue.
–Então? – Não pude evitar sorrir.
Deixei Damon e Robert lá e caminhei até o casal que estava sentado na sala de espera.
–Fico feliz por vocês. O senhor terá que ficar aqui no hospital pelas próximas horas tomando soro para tirar, todo álcool e droga de seu sangue – Eli sorriu aliviada.
Por certo lado eu também estava aliviada. Meu caso com Damon poderia apenas ter sido um mero mal entendido.
{...}
Suspirei enquanto caminhava para a porta de saída do hospital, ia para casa precisava de um tempo com a minha felicidade.
–Hei Andrezza! – Parei ao ouvir a voz de Damon, olhei para trás e ele sorriu parando em minha frente.
–Aquele café da manha estava bom mesmo? Ou só quis me agradar?
–Estava uma delicia Damon – Ele sorriu parecendo feliz.
–Se quiser não me importo em ir para sua casa hoje, posso fazer outro como aquele para você amanha de manha – Suspirei, ele estava me induzindo a convidar ele para ir dormir lá.
–Quem sabe outro dia?
–Eu vou amar.
–Tenha uma boa noite Damon.
–Tenha bons sonhos Andrezza – Se aproximou de mim e então me beijou a bochecha – De preferencia comigo e com nossa futura casa de férias – Sussurrou e então saiu me dando as costas e voltando para o hospital.
Respirei fundo e sai indo para o estacionamento. Damon estava me conquistando novamente. E eu não estava nem conseguindo evitar.
–Então o qual foi o resultado? – Minha mãe apareceu andando ao meu lado.
–Positivo.
–E agora?
–Estou pensando nas possíveis drogas que um vampiro como Damon pode usar que o faça ficar louco, confuso e confundir as pessoas com outras – Ela gargalhou parando ao lado de seu carro que estava ao lado do meu.
–Porque não vai para a casa comigo? Poderíamos ter uma noite entre meninas, você, eu, Renesmee, se quiser suas tias e suas primas. Seu pai e seus tios foram caças, Carlisle e Esme foram ter uma noite juntos e Jacob esta trabalhando. Podemos ajuda-la a resolver o assunto.
–Eu vou amar – Ela sorriu de canto e entrou no carro.
É eu não me importaria de compartilhar minha felicidade com elas.
Notas finais
Não vou falar muito estou caindo de sono aqui.
Só espero que voces tenham gostado e que tenham ficado feliz por eu ter postado logo
Damon já esta conquistando nossa Andrezza em. haha
9 Comentarios para o proximo.
Amo voces.
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