Purificação
1 Purificação
Notas iniciais
Então, caso vocês encontrem as poesias por lá, não pensem que estou copiando
de outra pessoa. :)
Coloquei no próprio fotolog um selo do Nyah! Fanfiction para comprovar.
Purificação
Tire seus olhos dos podres do mundo
E prepare a sangria dos vermes que te comem
Abra a tampa de seu poço profundo
E encare a vida com os olhos de um homem
Desfaça-te deste teu ser moribundo
E reveste teu corpo com firmeza e coragem
Use sabiamente cada segundo
E transforme teus medos numa miragem
Liberta-te ó ser vivente!
Deixe morrer o sol poente,
E aproveite a noite escura
Para curar tua alma doente
Que grita, aflita, carente,
Por renascer, mais uma vez, pura...
(Por Suzana Leifer)
Contexto:Eu sou fã de sonetos! Os da Florbela Espanca, então... Acho que é o ritmo que me atrai. Sem contar as rimas, é claro.... Mas não escrevi muitos sonetos nessa minha vida. Só li! (risos).
Eu lembro que tive inspiração para este soneto quando vi uma imagem um tanto que... grotesca. Não cabe descrevê-la aqui; basta dizer que a primeira estrofe do poema dá uma boa ideia.
Foi pensando sobre a morte, estampada naquela imagem infeliz, que lembrei-me que, através da roda da vida, — o constante ciclo de morte e renascimento — temos a oportunidade de purificar nosso espírito e evoluir. O que parece ruim aos ollhos, pode não ser tão ruim assim, afinal...
Notas finais
Esta poesia me pertence. Plágio é crime federal previsto na Lei 9.610/98.
Se quiser publicá-la, total ou parcialmente, me consulte para obter autorização.
Grata,
Suzana Leifer
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