Punishment Of Loki

41 O Mistério da Pérola Negra


Notas iniciais
*Aviso* : Contém duas frases em inglês, é só botar no google tradutor. Depois do review que recebi, prometi que ia avisar. Agora, ás notas propriamente ditas. Esse foi custoso de fazer! Bom espero que esteja livre de erros, e dessa vez tem trilha sonora. Serão músicas mais melancólicas, pois este é um capítulo muito triste gente, afinal, o nosso morto (ou mortos) está nele, aqui, e agora. Boa leitura, e aqui vai a lista para ser escutada: (É tudo da mesma banda me perdoem, mas acho que combinou) Memphisto http://www.youtube.com/watch?v=K0WFRV37oRM Moonlight Sonata (composta por Beethoven, perfomance de Alan Wilder) http://www.youtube.com/watch?v=jxXZwkk1Ne4 I Want It All http://www.youtube.com/watch?v=lxtMY0WixBg

Depois que Hulk e Loki abandonaram a Torre Stark, e depois da queda do Helicóptero, as sirenes de polícia, bombeiros e ambulância eram ruídos distantes e insignificantes perto dos gemidos de medo, desespero, e lamentação dos convidados e vingadores. Natasha berrava, abraçando a cabeça de seu marido, Clint. Ele estava segurando firme, mas não se sabia por quanto tempo. Outro homem também havia sido atingido na barriga, e era acudido por colegas. Pepper era mais uma em situação delicada. O tiro que atingiu a clavícula saiu pelo outro lado, mas a outra bala ainda estava alojada em sua coxa, e se tivesse arrebentado uma artéria, seria uma questão de minutos até que morresse. Tony ainda vestia armadura enquanto ficava ao lado da mulher que amava. Restava aos vingadores remanescentes, Steve Rogers e Thor, decidir como proceder.

Todas as equipes de emergência de Nova York e proximidades estavam concentradas no entorno da Catedral Saint Patrick, e as vítimas no topo do edifício precisavam de atendimento imediato. Maria Hill estava com o celular em mãos, pedindo reforço médico à S.H.I.E.L.D. . Recebeu um sinal positivo com a cabeça de Rogers, que estava ao lado de Thor e Jane Foster:

_ O Helicarrier está a caminho. — anunciou Maria.

_ Ótimo. — Steve suspirou.

_ Acho que Gavião Arqueiro e a esposa de Tony não suportarão esperar, Capitão, sinceramente. — Thor tinham o semblante sério.

_ O que sugere?

_ Uma ajuda asgardiana, pode ser muito útil. — O loiro ergueu um braço para cima.

Logo, seu fiel martelo veio de algum lugar do universo e parou em sua mão. O filho de Odin fechou os olhos e usou Mjolnir para clamar o nome de alguém de confiança, que entenderia a gravidade dos acontecimentos. Uma série de símbolos e códigos nórdicos rachava e marcava o piso duro de concreto, até fecharem em um círculo. Jane sorriu esperançosa, sabendo quem estava por vir. O fenômeno proporcionado pela Bifröst nunca falhava em encantar a pesquisadora. Aos poucos, e descendendo de um brilho dourado, muito diferente da forma como Loki e Grace haviam aparecido ali, Frigga materializou-se. Ninguém ousou exclamar nada, apenas observavam, maravilhados, e tomados por uma sensação de paz. Thor, nervoso, dispensou o abraço da mãe, e ela entendeu. Precisavam ser ágeis.

_ Você sabe que não posso curar a todos completamente. — Frigga ajoelhou-se ao lado de Barton. Natasha não achava palavras para se expressar, apenas chorava e sussurrava preces em russo. — Querida, me dê sua mão.

Natasha fez o que lhe foi pedido. A rainha de Asgard colocou a palma de sua mão no peito do marido, onde fica o coração, enquanto pressionava as dela sobre os ferimentos. Recitando encantamentos em uma linguagem arcaica e desconhecida, a magia fez com que toda área ocupada pelas mãos de Frigga e de Natasha brilhasse de forma irritante e incandescente. Assim que terminou o feitiço, já era possível notar mudanças. Clint estava respirando com menos dificuldade. A Viúva Negra sentiu uma leve fraqueza.

_ Me desculpe, eu fiz uso dei um pouco da sua energia. Pode ficar tranquila, ele viverá.

Frigga fez o mesmo com o outro homem também baleado no abdome, e depois seguiu para a direção de Tony Stark e sua preciosa Pepper. O caso dela era menos complicado que de Clint, e não precisou drenar energia de ninguém para curá-la. O empresário respirou aliviado e agradeceu á deusa com muita comoção. Thor e Steve aguardavam. Quando o Helicarrier se aproximou, pairando sob o prédio, Jane Foster tomou as mãos do magnata:

_ Eles precisam de você. — Jane referia-se aos dois vingadores. — Eu vou cuidar de Pepper, não sairei do lado dela.

_ Vou ficar bem, Tony. — reforçou a própria Pepper, de voz fraca, mas sorrindo.

Stark beijou-a e virou-se para seus companheiros heróis. Todas as pessoas estavam entrando à bordo do Helicarrier.

_ Loki, Fury, e Banner estão lá embaixo, na Saint Patrick, de acordo com Jarvis.

_ Precisamos capturar Bruce. — Steve estava preocupado.

_ Eu e ele estamos trabalhando em um dispositivo com esse propósito já faz um tempo. Não foi testado ainda, e essa é a hora. Podem ir na frente,eu preciso buscá-lo no laboratório.

_ Eu vou com vocês! — gritou Grace, que apareceu de repente. — Eu estou bem.

_ Senhorita Buckley, peço que fique, não é seguro.

_ Listen here, Captain Shit, when I decided I wanted to stay with Loki, I knew what I was getting into. Don’t tell me where I should be, I do what I want.

_ Vá com Stark. — Thor pediu, colocando as mãos grandes nos pequenos ombros da professora.

_ Encontre-o. — respondeu ela, abraçando o loiro.

Os policiais abriram espaço quando o deus do trovão e Capitão América, ambos uniformizados, apareceram. Roger tossiu, havia muita poeira no ar. O veterano não fazia a menor ideia de por onde começar, mas Thor estava concentrado. Ele caminhou dentre os escombros e montes de concreto, devagar, e parava constantemente. Em certo ponto, agaichou, cobriu os dedos de pó acinzentado, e aproximou-os do nariz para sentir o cheiro. Loki estava lá, e por Grace, era seu dever achá-lo. Sem avisar Steve, pulou numa pilha de destroços e foi retirando placa por placa, sem ter cuidado com a direção para qual as atirava. Tony e Grace não demoraram muito para chegar e se agitarem. Buckley ficou horrorizada com a cena. Parecia um filme de guerra, como se uma bomba nuclear tivesse varrido a catedral do mapa.

Thor parecia um cachorro tentando desenterrar um osso. Seus olhos estavam atentos, vívidos, cheios de esperança. Ele vibrou quando pensou ter visto um braço de Loki, vestido com seu traje asgardiano de couro e metal típico, que sempre usava em batalhas. Quando esticou a mão para tirar o irmão dali, sem saber se ainda estava respirando, uma grande quantidade de blocos debaixo de seus pés começou a se mexer muito, até que atirou Thor para trás. Hulk estava inteiro, e cheio de raiva, apesar dos esforços de Loki.

Não havia mais esperança para Nova York. A população estava fadada a mais um massacre. Nem mesmo Thor queria continuar a combater Banner. Ele sabia que era inútil e só o deixaria ainda com mais raiva e vontade de destruir. O loiro continuou sentado onde caiu, sem reação. Naquele mesmo momento, Tony Stark sobrevoou o vingador asgardiano, e ficou atrás do Hulk. O Homem de Ferro tinham em mãos uma arma que chamava a atenção por se parecer uma pistola na base, mas de cor branca: o gatilho era um botão, e a mira automática. A parte de cima continha um aro metálico e uma série de outros plugs, ligados por fios microscópicos. Tony sentiu medo antes de disparar a arma. Era um protótipo desenvolvido em laboratório com Banner, e nenhum teste havia sido feito anteriormente. Tony poderia ser eletrocutado, ou simplesmente o efeito desejado não seria alcançado, que era neutralizar a transformação.

_ Espero que funcione, meu amigo. — disse Stark, antes de apertar o gatilho.

A matemática e a física do disparo foi perfeita, tanto na angulação quanto velocidade. O aro metálico encaixou-se precisamente na nuca de Hulk, e os pequenos plugs acoplaram-se ao longo das costas do monstro seguindo a linha de sua coluna vertebral. Aqueles eram pontos anatomicamente estratégicos para apagar Banner, libertando-o do acesso de raiva destrutivo com uma poderosa descarga elétrica. Hulk não conseguia mais se mexer, mas berrou, enquanto a transformação regredia, fazendo Bruce voltar ao normal. Ele caiu de joelhos, nu e exausto, antes de não aguentar o peso de sua própria cabeça e desmaiar. Os bombeiros ofereceram um cobertor a Tony, que correu em direção ao vingador amigo, para levá-lo embora. Deixou Thor, Capitão América e Grace no local.

_ O que vocês dois estão esperando?! — Buckley esbravejou, lembrando os dois que Loki ainda estava debaixo dos destroços.

Thor continuou a explorar onde tinha visto o braço do irmão. Hulk havia remexido os blocos quando surgiu. Steve Rogers, por sua vez, estava em um local completamente diferente, mas concentrado na sua função. O deus do trovão conseguiu, após poucos minutos, retirar o corpo de Loki e arrastá-lo para perto de Grace. Estava azulado, na sua forma original de Jotun, e completamente inerte. Thor sabia que não havia vida no coração dele, e tomou distância quando Grace se aproximou. Ela ajoelhou-se diante de Laufeyson, e colocou sua cabeça em cima da coxa. Sua barriga encostada numa face do deus desfalecido. Ela chorou:

_ Ele está morto, Thor?

Thor não precisou responder. Uma lágrima rolou no rosto do loiro. Grace debruçou-se sobre Loki, derramando toda a sua tristeza, lástima, e arrependimento sobre ele. Todas as brigas que já tiveram, principalmente a que tiveram naquela manhã, pesaram sobre seus ombros. De repente, ela sentiu algo tocando-a na cabeça. Eram as mãos delicadas de Frigga. Grace fitou-a por alguns instantes:

_ Eu sei que você não pode fazer nada por ele. Não depois de ter curado Barton e Pepper. Além disso, Odin não aprovaria.

_ Eu não posso fazer nada, mas você pode.

Frigga estava arrasada também, Loki sempre seria seu bebê, mesmo que não fosse de sangue. Sua sabedoria e compreensão da morte faziam com que ela controlasse seus sentimentos em relação á recente perda.

_ Você pode fazer alguma coisa se assim achar sensato. — a rainha desamarrou o colar com a pérola negra de Grace e exibiu-o diante dos olhos turquesa da professora. — Loki deu a vida dele para que você e seu filho sobrevivessem. Ele sabia que não merecia estar vivo, depois de tudo que fez. Depois de fazer tantas pessoas sofrerem. As únicas coisas boas que aconteceram a partir do nome Loki foram você e esta criança, Grace Buckley. Ele pensava assim.

_ Então eu tenho que escolher entre minha própria vida, do meu bebê, e a vida de um deus que causou discórdia, e ainda causaria enquanto existisse. — Grace tomou o colar das mãos de Frigga.

_ Meu pai acha que Loki vai abandoná-la, assim como fez com Sigyn. Ele destruiu a vida de Sigyn, Grace.

_ Eu não sou Sigyn! — ela silenciou o deus — De qualquer forma, a tentativa de Loki me salvar não segue as condições propostas pelo rei de Asgard. Ele quer jogar, certo? Se é meu destino morrer, que assim seja, mas não vou deixar que Loki leve a culpa. Eu tenho plena consciência dos meus atos, espero que todos vocês entendam isso, principalmente seu pai, Thor.

Grace não tinha nenhum tipo de formação mágica, mas instintivamente sabia o que fazer. Ela pressionou a pérola negra, repleta de energia, contra o peito de Loki. A magia de Frigga era pura e suave, transmitia paz e serenidade quando utilizada. A magia de Loki, muito pelo contrário, era suja, pesada, e dolorosa. Grace sentiu a palma de sua mão queimar quando o material sombrio da pérola desmanchava-se em pleno ar, enquanto uma aura deixava a minúscula esfera, dançando em volta de Grace e Loki. Thor, assustado, tentou correr para tirar Buckley dali, mas sua mãe o segurou. Iria ser gravemente ferido se fosse até ali no momento. Frigga ficou extremamente surpresa com o fato de Grace suportar toda aquela dificuldade para unir a energia a Loki novamente, devolvendo-lhe o que era dele desde o princípio. Quando o encanto terminou, fumaça saía da palma esquerda de Grace. Ela segurou os punhos, e gemeu de dor. Sua pele ardia inteira, mas ela estava bem, apesar tudo. Mal podia acreditar no que havia acabado de fazer.

Thor rasgou uma tira de sua capa e a enrolou na mão e punho de Grace. A essa altura, Frigga tinha ido embora. Nem Thor entendeu a pressa.
_ Não está acontecendo nada. — disse Grace.

_ Espere só mais um pouco, vai funcionar.

Foi dito e feito. Quando Buckley voltou seus olhos para Loki, ela percebeu que o peito dele se expandia e retraía. Estava respirando, e aos poucos omitia a sua origem de Jotunheim, adquirindo olhos e pele da cor da qual todos já estavam acostumados. Grace segurou as duas faces de Loki e aguardou até que ele abrisse os olhos. Quando moveu os braços pela primeira vez, eles foram ao encontro do ventre inchado, e o afagavam. Ela cobriu o deus de beijos.

_ I love you Grace, I love you. – ele esticou as mãos para enxugar as lágrimas da namorada, mas foi aí que notou a ausência do colar. Ele ajoelhou-se de frente para Grace. — Onde está a pérola?! Onde está o presente que lhe dei?

_ Aqui dentro. — Grace colocou a mão sobre o coração de Loki, desolado.

_ Não era para ter sido assim, Grace. O que mais vamos fazer?

_ Vamos fazer o que Odin quiser. Não adianta trapacear desta vez.

Thor fez uma reverência rápida e saiu. Não queria interferir após tanta comoção. A última coisa que Loki precisava era Thor reduzindo sua paciência, sabendo como as coisas seriam fáceis para ele e não para a sua preciosa Grace. Loki queria ir para casa, não iria à escola no dia seguinte. Steve Rogers não teve tanta cautela ou respeito em relação a isso, mas seus olhos estavam arregalados desde o momento em que Grace fez o que tinha feito. O vingador preferiu manter apenas em pensamento o comentário de que eles foram feitos um para o outro, mas sua mente foi lida por ambos, sem que percebesse. Loki e Grace levantaram-se, e estavam cobertos de poeira.
_ Senhorita Buckley, Maria acabou de me pedir para avisar que vai precisar que compareça ao Helicarrier amanhã à noite. É muito importante. Os líderes mundiais querem um relatório final da situação de Loki, e mesmo que não reconheçam a tentativa dele de parar o Hulk, quero dizer que eu reconheço, e que direi bem ao seu respeito amanhã.

_ Onde está Nick Fury? — Loki foi curto e grosso, pensou que ele havia escapado com sucesso.

_ Err… Bem… Eu acabei de retirar o corpo dos destroços. Nick está morto. — Rogers não parecia tão abalado porém. — O funeral será na terça-feira se tudo for resolvido até amanhã. Maria e eu temos muito o que fazer. Sem Fury, ela vai precisar da minha ajuda para reorganizar tudo na S.H.I.E.L.D. e além disso ela era o ombro direito dele. Muitas outras pessoas também morreram e isso é muito para ela lidar sozinha.

No cair da noite, Steve encontrou Maria Hill na sala de controle do Helicarrier. Ela estava usando o uniforme da S.H.I.E.L.D., o cabelo estava preso em um coque, e seus leves ferimentos no rosto estavam limpos e bem cuidados. Ela caminhou até a vidraça de observação direta. A porção de Nova York destruída pela segunda vez estava logo abaixo. Ela se culpava por tudo aquilo, inclusive pela morte de seu superior. Steve a abraçou por trás. Não tinham porquê se esconder agora que Nick Fury não estava mais lá.
_ No que está pensando agora? — ele perguntou, aquecendo-a com seu abraço.

_ Em quem eles colocarão no lugar de Fury. Isso será feito após o relatório de Loki.

_ Não se preocupe, vai dar tudo certo.

_ Estamos indenizando a prefeitura da cidade em milhões. Acreditam que mais de 20 pessoas morreram. A S.H.I.E.L.D. desencadeou a transformação de Banner. É nossa responsabilidade. — ela segurou o choro.

_ Era responsabilidade de Nick, Maria. Estas pessoas estavam apenas cumprindo ordens. Ele morreu com as consequências do que causou.

Loki não queria admitir, mas no fundo, a morte de Nick Fury tirou um peso enorme de suas costas. O fez se sentir aliviado, pois mesmo tentando ajudá-lo a se salvar, não queria vê-lo nunca mais. Não queria que ninguém vigiasse Grace e intrometesse em sua vida, numa fase tão importante e delicada. Tony Stark não estava nem aí, abriu uma garrafa de champagne no quarto de recuperação de Pepper, comemorando a morte do diretor. Clint e Natasha, lamentaram em silêncio, e dormiram agarrados nos aposentos destinados a Barton. Bruce Banner passou a madrugada escrevendo uma longa carta. Ele fez suas malas, colocou tudo no conversível que ganhou de Stark e partiu. Era o melhor que podia fazer no momento.

Loki e Grace voltaram vagarosamente para a casinha da professora. Ela fez chocolate quente e os dois assistiram a um filme velho com Marlon Brando. A vontade de Loki levar Grace consigo para Asgard aumentou em um nível absurdo, mas apenas ela poderia tomar essa decisão. Ele estava cada vez mais ansioso com fim da gravidez. Normalmente, pais ficam loucos para conhecer o rosto de seus bebês. Loki não sabia nem se chegaria a esse ponto. Na cabeça dele, Grace já estava sentenciada, mas talvez a estivesse subestimando demais. Ela havia acabado de realizar uma manobra sem instrução alguma envolvendo magia negra. Era um bom começo, e acendeu uma centelha de esperança no coração de Loki. A noite passou silenciosa. Os dois precisavam viver um dia de cada vez, até o grande dia chegar.

Notas finais
Captain Shit :P Gostaria de saber o que acharam, e relembrar que a fanfiction está em estágio final. Vai demorar alguns capítulos para fechar tudo devidamente, mas direi mais uma vez, quando a Grace entrar em trabalho de parto, preparem seus corações. Eu tenho muito medo do que vou fazer com essa fic e a forma como vou terminá-la. Acho que vocês não vão me perdoar, mas eu estou decidida. Até o próximo capítulo, e aguardo reviews.