Notas iniciais
Este capítulo contém: —Fogo (Sentido literal) —Um bar Uma mesa —Uma mesa de bar —Guardas

Pocuo a pouco os membros daquele salão começaram a exibir os punhos erguidos. Cada guarda começou a inspecionar os punhos, esporadicamente um deles dizia “sem tatuagem” ou algo do genêro, um dos guardas estava alcançando a mesa onde Hatur e seu companheiro estavam.

O que cê tá esperando, mostra a porra do punho ou eles te arregaçam — Disse o bêbado.

Hatur permaneceu de braços cruzados, as longas mangas da túnica esfarrapada tapando-os. Os guardas começaram a alcançar a mesa deles. O Bêbado levantou os punhos, mostrando-os ao guarda que se aproximava, ele deu um olhar a Hatur, e caso não estivesse tão ébrio juraria que viu sua tatuagem brilhar em um tom de laranja como se estivesse em brasa.

O Guarda alcançou a mesa deles, e deu um olhar de repulsa em direção a Hatur, que permanecera sentado, com ambos os braços cobertos sobre as mangas da túnica

Que se pagar de espertinho né? Mostre os punhos agora. — Ordenou o guarda. O outro guarda tinha acabado de revisar a parte leste do bar e agora aguardava seu parceiro terminar a revisão.

Hatur levantou e mostrou os punhos, porém virados na direção dele, o seu colega de bebida deu passos para trás, não que a situação cujo Hatur tinha entrado não era perigosa suficiente, mas porque a tatuagem que estava virada na direção deles estava emitindo fumaça, como se estivesse em ebulição, o ambiente abafado do bar evitava que outras pessoas mais longe notassem isso. Mas mesmo para alguém alterado como ele talvez fosse uma boa ideia não ver a tatuagem.

Tá o esperto, vire o braço — Disse o guarda, irritadiço.

Faço questão que você vire — Respondeu Hatur. Todos as pessoas do bar, tanto bêbados quanto sóbrios seguraram a respiração. O que aquele cara tinha bebido para desafiar a guarda local?

O guarda impulsivamente pegou o braço de Hatur e virou, mas teve que soltar no primeiro contato. O punho dele estava quente como metal incandescente. O que aconteceu em seguida durou questão de segundos, Hatur aproveitou a surpresa do guarda e pôs a outra mão na face do guarda. O último rugiu de dor e começou a cambalear para trás. Cheiro de carne queimada e fumaça saíam da face dele, enquanto isto ocorria o outro guarda desbainhou a espada e estava indo em direção do colega. Hatur empurrou o guarda queimado para trás, que estava desesperadamente gritando por água, e sacou uma adaga, aguardando a chegada do outro. Os membros do bar desesperadamente corriam para saída, tropeçando em outras pessoas ou nos bancos caoticamente espalhados. Hatur fixava o guarda, posicionando a adaga paralelamente à tatuagem, a faca ganhava um cor alaranjada, estava sendo aquecida por ela.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.