Pulling Me Down
2 Capítulo 1 - Uma nova... amiga?
Notas iniciais
Então... eu tenho algumas notícias pra vocês, e muitas delas não são boas...
Primeiro. Essa notícia é para os leitores das minhas fics em geral, não só pra PMD.
Eu... vou passar a demorar a postar...
É o seguinte. Agora eu tenho hora para digitar. Porque... eu digito bem rápido, e... a minha família tem uma herança genética que estraga as articulações e movimentos das mãos... Minha bisavó tem, minha avó tem e minha mãe tá desenvolvendo. Pela genética, eu tendo a desenvolver também, certo?
Meus pais tão preocupados com isso. E me deixaram ficar apenas uma hora por dia digitando no computador.
Eu estou tão feliz quanto vocês em relação à isso.
A questão é que eu levo... 4 a 5 horas pra fazer um capítulo da OAV. E umas 1:30 pra fazer um daqui... E isso significa que eu vou demorar mais tempo pra postar.
E... eu não vou mais responder reviews.
Seguinte: Os reviews são lindos e enormes, sabem? Eu os amo, de verdade. Só que me toma tempo e trabalho pra responder. Tu demora meia hora pra fazer, eu demoro o mesmo pra responder. Só que isso, multiplicado em vinte. Se vocês quiserem, eu respondo, mas... isso vai interferir na postagem...
Só saibam que eu leio cada review, mais de três vezes, e que pode não parecer, mas eles são realmente importantes pra mim. Me desculpem, ok? De verdade. Mas eu não tenho como reverter essa situação. E... desculpa '-'
Enfim. Vamos nos animar um pouco? POSKAPOSKAPKOAS
COMO VOCÊS FICARAM FELIZES COM O PRÓLOGO!!!!!! kkkk'
A Pulling Me Down é uma idéia antiga, sabem? Eu comecei a escrevê-la cinco dias depois que a OAV acabou PAOSKASP~ÇJS E... ela não ia começar com hentai PJASPÃOJSÇASKASÇJ mas eu achei que ficaria mais emocionante e... novo. APOSKAS já que não existem muitas Joshays assim. E eu percebi, que como eu queria, vocês ficaram confusas. Perfeito!
Gente, olha, nenhum dos personagens aqui são santinhos, tá? Josh, até pode ser, mas ele é mais... tímido, e cheio de princípios etc. Vai ter muito hentai, eu pretendo trabalhar totalmente com os meus hentais aqui. Se não gosta, não leia, simples assim. Certo?
KKKKKK' Sim, olha. Os capítulos também são pequenos. Aliás, nem tanto assim, né. Como a OAV no começo. E isso vai deixar vcs mais confortaveis pra ler e comentar :3 e vai deixar tudo com um ar mais legal. Não reclamem, os capítulos vão ser pequenos, mas bonzinhos. Prometo :3
Vamos ler?
Algumas horas antes...
NYU, 01 Setembro, 2011
O sol estava quente naquele lugar. Pessoas brincavam, riam e andavam por toda a faculdade.
Ah, como aquelas americanas com seus bronzeados perfeitos (conseguidos em terras estrangeiras tropicais, ou mesmo, no Arizona, ou na Flórida) haviam aproveitado o verão!
Claro, ele ainda não havia acabado. Porém, todos eles estavam muito felizes por voltar a sua faculdade e aos seus grupinhos de amigos universitários. Todas aquelas garotas tinham novidades para contar. Amores de verão, as férias maravilhosas, etc.
E até mesmo quem não era uma americana típica, estava feliz em voltar para a faculdade e recomeçar seu ano letivo.
A NYU não possuía muitos intelectuais e estudiosos ao extremo (afinal, todos eles haviam batalhado para ir a Harvard, Princeton ou Yale após o High School), mas ainda assim, existiam aqueles rapazes e moças que davam duro para tirar boas notas e se dar bem na vida. Todos ali estavam felizes por terem entrado na Universidade de Nova York.
Era o segundo ano da faculdade de Jornalismo para Josh. Ele adentrou o campus com um sorriso no rosto, indo em direção ao seu dormitório. Sentia saudades, afinal, do seu colega maluco de quarto.
Josh havia se decepcionado um pouco no começo do primeiro ano. Esperava que a faculdade fosse mais madura e puxada, mas acabou descobrindo que era apenas o High School com outro nome e com livros mais caros.
Ele não era um intelectual, ou um nerd. Longe disso, aliás. Ele apenas gostava de aprender. Era comunicativo, amigável, simpático e engraçado, sabendo também a hora de ser sério. Isso faria dele um belo jornalista.
Josh era um homem (faltando 28 dias para completar 21 anos) de princípios. Ele conservava e admirava a verdadeira amizade. Apesar de ter muitos e muitos colegas, tinha apenas três amigos verdadeiros (sendo um deles, seu próprio irmão). Ele não se deixava ir pela cabeça de outras pessoas e tinha sua opinião formada para quase tudo no mundo. Sejam questões éticas e políticas, como... digamos, mas íntimas.
Josh tocava violão com maestria e perfeição. Até os seus quinze anos queria seguir a carreira de músico, mas se deu conta de que não era uma carreira que lhe daria o futuro que queria. Josh queria trabalhar e ganhar dinheiro com o seu suor. Mas um músico nunca tem um futuro garantido, a não ser, dando aulas. E ele reconhecia que era péssimo para ensinar até mesmo uma pedra a cair no chão.
Depois de pensar e muito refletir, decidiu seguir a carreira jornalística, que desde muito tempo admirou. Principalmente, depois que ele se inscreveu para escrever no jornal do High School e conseguiu a coluna mais lida da escola inteira, falando sobre o mundo fora da escola. Ele ficou conhecido e todos os seus colegas e amigos o aconselharam a seguir o rumo de escritor. Josh levava jeito, isso era fato.
Mas mesmo assim não deixou de lado sua música. Ainda escutava todas as bandas (em especial, Blink-182, Jimmy Eat World e Sum 41, suas preferidas desde sempre), e seu violão se encontrava no canto de seu dormitório. O tocava sempre que podia e tinha tempo, ou simplesmente queria se esquecer um pouco do mundo ao seu redor.
E ah! Ia quase me esquecendo.
Ele acreditava, à risca, no amor verdadeiro.
Mesmo nunca tendo vivido algum.
Seus pais se conheceram quando crianças, jogando amarelinha na rua. E estavam juntos até hoje, com um amor inseparável.
Josh acredita fortemente que aparecia alguém feita especialmente para ele. Alguém que ele pudesse contar todos os dias, e amar livremente, sem medo de sofrer. Ele acreditava muito nisso. E esperaria o quanto precisasse para que essa moça um dia chegasse.
Claro, essa moça.
Josh passou a adolescência inteira a idealizando. A imaginando. E fazia isso até hoje, devia admitir.
É claro que ele tivera namoradas. Não, digo, namoradas de verdade. Apenas casos de uma ou duas semanas... apenas por diversão. Mas o fato de não ter uma mulher para beijar todo dia não o deixava incomodado. Por isso, permanecia semanas (e muitas vezes, meses) sem dar um beijo sequer em uma garota.
E por isso... ele ainda era virgem.
Mas como eu disse anteriormente, isso não o incomodava. Seus amigos já haviam parado de caçoar dele por conta disso e aceitaram a opção dele de “amar” apenas a mulher certa. E mesmo que ainda caçoassem, Josh não se importava. Nunca foi de se importar com a opinião dos outros. E sempre que seus amigos brincavam com ele, ele fazia o mesmo. Seja lá brincando com o penteado de Taylor, ou a capacidade incrível que Jeremy tinha para “enfeitar a cabeça”, como Josh mesmo dizia. Culpa toda dele, por querer sair apenas com as mais bonitas e no linguajar dos garotos, gostosas. Como não era só ele que as queria, elas sempre chutavam Jeremy por algum outro cara, mais bonito ou mais rico. Ele acabou se acostumando com isso. Mas ainda era motivo para zoação.
Andou pelos corredores daquele lugar enorme. Enorme comparado a uma casa, minúsculo comparado a New York. Porém o lugar onde se encontravam os dormitórios era quase uma cidade. Eram como casas iguais e pequenas para os estudantes, que tinham seus carros ou motos (alguns, skates) para se localizar por lá mais rápido. Mesmo sendo amplo, tudo fazia parte da mesma universidade.
Josh estava no saguão principal, onde se encontravam algumas secretárias e alguns seguranças, que barravam os estudantes.
Sorrindo, pegou sua carteira de estudante já a mão, com sua identidade e passaporte. Apresentou-se para a volta às aulas e entrou dentro da NYU.
Após autorizado, ele colocou-as de volta na mochila que carregava consigo. Decidiu, antes de entrar na fraternidade da escola, ir tomar um gole d’água na máquina que se encontrava no canto esquerdo do saguão.
Distraidamente, ele prendeu a perna no pé de um banco, sendo levado para frente e tropeçando. Não chegou a cair por ter se apoiado em um dos muitos estudantes que haviam ali.
Josh, envergonhado, olhou para quem havia empurrado e viu que era uma garota. Torceu os lábios, preparado para ouvir os insultos da garota.
Ela o olhou enfurecida e abriu a boca, para dizer o que Josh jurava ser um “son of a bitch!”
Porém ela fechou a boca ao vê-lo e bufou, mais calma.
Josh apressou-se para se desculpar.
— Nossa, desculpa! Cara... desculpa, sério. Eu tropecei. — Ele se abaixou para pegar os livros da menina que haviam caído no chão.
— Não esquenta. — Ela respondeu. — Também sou meio desajeitada em relação a isso. — Ela disse apanhando um marcador de texto.
— Não mais do que eu, acredite. — Ele disse, sorrindo.
— Não discuta comigo. Eu sou mais desastrada. É sério, meu apelido é Sra. Hematoma de tanto que eu tenho.
Josh gargalhou e pegou um livro (que percebeu ser de partituras) no mesmo momento em que ela colocou a mão nele. Ele levantou o rosto e o seu olhar se encontrou com o dela.
Ficou tão maravilhado pela sua beleza que mordeu o lábio inferior sem perceber.
Ela era tão linda! A pele era branca (diferente de quase todas as garotas daquele colégio), seus olhos eram perfeitamente grandes e verdes, e os seus lábios, carnudos e vermelhos. O seu rosto parecia ter sido feito e moldado com perfeição. E para completar, aquele cabelo vermelho alaranjado estridente que chamaria a atenção de qualquer um.
Ela era... perfeita.
Ela sorriu e colocou uma mecha de cabelo atrás da orelha, puxando o livro para o seu colo, ainda no chão.
— Então... Sra. Hematoma... partituras? — Ele perguntou, também sorrindo.
— Sim... estou fazendo música. — Ela também se perdeu em seu sorriso e seus olhos perfeitamente castanhos e cativantes.
Ele apanhou o último livro e se levantou. Ela fez o mesmo.
— Incrível. Eu também quis estudar música por um tempo, mas acabei seguindo outra carreira. Não queria me dar mal, sabe... ficar sem trabalhar...
— Gosto de correr o risco. — Ela sorriu.
— Isso não é o que pessoas desastradas deveriam dizer.
— Desastrada, insistente e sonhadora. — Ela disse ainda sorrindo e abrindo sua bolsa.
— E a Sra. Hematoma-Desastrada-Insistente-Sonhadora tem um nome? — Ele sorriu novamente.
Ela estendeu sua mão.
— Hayley Nichole.
Josh apertou sua mão.
— Josh Farro. — Disse.
Ela puxou a mão dele e lhe deu um abraço. Separou-se dele.
— A gente se vê, Josh. — Disse ainda sorrindo encantadoramente, agora afastando-se e indo em direção a uma loira que a esperava. Seu cabelo só não era mais malucamente colorido do que o de Hayley. O da garota loira tinha as pontas verdes. Ela também tinha um sorriso engraçado. Pareciam melhores amigas.
Josh fez que não com a cabeça ainda com a imagem da mais nova... amiga? em sua mente.
Notas finais
Bem, como notaram, o capítulo tá pequeno. E como notaram novamente, eu não mostrei como eles chegaram -lá-. Apenas como se conheceram. :3 Enfim.
Comentem! Tentarei não demorar, afinal, o segundo capítulo já tá pronto. Beijos ;*
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