Psychosocial
8 Capítulo 7
Notas iniciais
AVI: Hentai começando a partir desse capítulo UIIII haha
O capítulo em si não tem um enredo muito produtivo, mas é bem importante pra acontecimentos depois, ok?
- Tenho mais um leitor fantasma [aaaa]
Enfim, como sempre espero que gostem.
Vamos de 7°
xx
Capítulo 7
Suas mãos acaricíavam precisamente minhas coxas descobertas. Nossos lábios já latejavam pela força que ambos se colidiam, tão desesperados e desejosamente. Vi suas mãos se dirigirem até meus cabelos presos em um coque. Ele os soltou, sentindo fanaticamente o cheiro dos meus fios recém lavados. Minhas mãos se decediam entre seu peitoral nu e suas costas. Senti então o fecho do meu sutiã ser aberto, tão sutilmente que nem havia reparado que estava diante daqueles procedimentos. Meu sangue já estava sendo bombeado mais rápido, assim como meus batimentos cardíacos estavam acelerados, ao êxtase com seus toques em meus seios nus. Tiramos então as peças grandes que tanto nos incomodava, e finalmente tívemos o contato fisíco direto que tanto queríamos. Senti então seu membro envolver-me por dentro. Ele havia me penetrado com vontade, já disposto a movimentos intensos. Para conter meus gemidos que já queriam sair por minha garganta, agarrei seus ombros, os beijando languida e calarosamente. Seu abdômen roçava em meus seios conseqüentemente pelos movimentos de vai e vem sobre mim. Já estávamos extasiados, quentes e incapazes de esconder nossos urros de prazer. Por fim, não agüentaríamos mais nos submeter a ele, e chegamos ao nosso máximo, pela segunda vez naquela noite.
Relaxei-me sobre aquela cama espaçosa de casal, olhando o teto sutilmente detalhado com flores em texturas a gesso. Aquele quarto tinha se tornado meu refúgio no fim da tarde e meu paradeiro aos fins de semana. Um mês já havia se passado e eu ainda estava ali, em volta dos braços de Corey. Eu lutei contra tudo que nos levaria a esse caminho, mas não foi tão fácil quanto eu imaginava que seria. Corey tinha um poder, um poder inexplicável sobre mim. Seus encantos eram tão competentes que não demorou muito para me enfeitiçar por inteira. Não havia amor, era apenas uma atração fisíca fulminante. Pura luxuria. Eu ainda não tinha me acostumado com aquela situação, mas também não existia mais inseguranças. Conseguíamos ser perfeitamente iguais quando queríamos.
- O que você acha desse? — o escutei perguntar enquanto saia do closet vestido em um smoking preto.
- Perfeito. — respondi virando-me para enxergá-lo melhor.
- Perfeito é ter uma mulher nua sobre a minha cama. Se vista, não quero me atrasar.
Com um sorriso satisfeito no rosto, me levantei indo até o banheiro tomar um banho antes. Corey tinha uma reunião formal com os gerentes da sua rede de empresas — muito bem distribuídas por Iowa — e eu seria sua acompanhante, como esperado. Um vestido longo, vermelho pousava sobre a cama a minha espera. Fora escolhido pelo mesmo um dia antes; É ele realmente tinha um bom gosto.Vesti o tecido que deslizou perfeitamente pelo meu corpo. O corte em 'v' nas minhas costas vinha até um pouco acima do quadril, deixando o local nu a mostra.
- Sabia que ia ficar lindo em você. — o vi se aproximar, enquanto me infectava com seu perfume de grife extremamente cheiroso... E caro. Terminei meus procedimentos e logo mais estava inteiramente pronta, assim como Corey. Saímos com seu carro para a mansão de um dos seus companheiros financeiros. Quando finalmente chegamos, fomos recebidos por um mordomo educado.
- O Sr. Morgan te espera na sala de reunião junto aos demais. Por favor, queiram me acompanhar .- o velho nos conduziu pelos corredores luxuosos, indo parar na tal sala, onde uma enorme mesa retangular destacava no centro. Já havia certo movimento de homens sentados ali — todos vestidos como o rapaz ao meu lado — bebendo uísque e conversando sobre negócios, provavelmente.
- Corey! Estávamos falando de você agora pouco! — um velho de estatura mediana que carregava em sua boca um charuto já pela metade, fez questão de se levantar para nos cumprimentar. O que julguei ser o dono do terreno. — Estávamos falando de como nossos empreendimentos andam crescendo, graças a sua dedicação! Ficamos muito orgulhosos em saber que você não abandonou o que seu avô demorou tanto pra construír.
- Eu nunca faria isso. — respondeu culto, apertando as mãos do homem a sua frente, que não demorou muito pra dedicar sua atenção a mim. — Essa é Emily, Emily Divisio.
- Vejamos... Quem sabe uma futura Taylor?! — perguntou empolgado tirando risos debochados indiscretos de nós dois.
- Quem sabe...
Não enrolamos mais em pé ali, logo já estávamos sentados como os demais naquela longa mesa de madeira impecavelmente envernizada. Tomei liberdade como os outros de acender um cigarro, assim como já estava sendo servida com vinho. Como esperado, nada dali estava sendo de meu agrado. Ambos só sabiam falar de seus interesses financeiros e negócios ( incrível como ambos itens se relacionam tão bem). Corey se mantinha concentrado em todos, como um bom chefe disposto a ouvir seus inferiores. Embora houvesse confessado antes pra mim que odiava comparecer em reunições como aquela, era o único que restara pra cuidar dos bens de seu falecido avô, então não tinha alternativas.
°°°
Já era mais de meia noite, e ainda podia escutar aquelas vozes insistentes em falar sobre os bens espalhados pelo país, o tempo inteiro. Corey por sua vez sempre culto, não fazia muita questão de ficar falando sobre sua vida pessoal, principalmente quando o assunto éramos nós dois. O mesmo conseguira inventar no mesmo instante uma estória maluca de como havíamos nos conhecido, com a qual eu não preciso nem dizer que todos acreditaram.
- Bom, está tarde...Acho melhor irmos. — Corey interrompeu o novo assunto e se levantou da mesa, estendendo sua mão para que eu fizesse o mesmo. — Muito obrigado por ter cedido sua casa pra esta reunião, senhor Morgan. Fico muito satisfeito em saber que tenho excelentes profissionais trabalhando em minha empresa. Com certeza meu avô diria o mesmo. — com apenas um sorriso e aceno de cabeça, partimos novamente por aquele corredor espesso que nos levava até a saída.
- Arrrgh! Não estava mais agüentando aqueles velhos idiotas! — confessou, entrando por um lado do carro enquanto eu fazia o mesmo pelo outro. — Só sabem falar do quanto de dinheiro que tem em suas contas. Tem graças a mim!
Eu estava terrívelmente cansada e não mencionei uma palavra a mais pelo percurso de volta. Corey ainda cantarolava alguma música, animado — com razão — já que tinha fechado um negócio com os empresários de Nova York. Ele era vicíado em dinheiro. Não era bem uma qualidade, mas também não via mal nisso, porque, aliás, ele tinha todo o direito de se sentir assim. Era um dos homens mais ricos de Iowa.
- Pra minha ou pra sua casa? — perguntou. Dei de ombros murmurando um "tanto faz". — Pra minha casa. — afirmou em tom malicioso.
Me joguei na cama simplesmente, tirando aqueles sapatos altos que tinham me dado de presente irritantes dores nas pernas. O vestido encontrou caminho no chão. Peguei qualquer camiseta de Corey, fazendo-a de pijama. Ele por sua vez, não demorou muito para partir pra cima de mim, como tanto gostava de fazer.
- Você está cheirando a cigarros, Emily. — comentou, sentindo meu hálito — realmente — forte de tabaco. Com certeza estaria, entediada consegui fumar uma carteira inteira desses.
- Culpa dos seus amigos bigodudos que se acham os maiorais diante do próprio patrão. — respondi, o escutando rir abafado entre meu pescoço. — Aliás, nunca mais me chame pra ir em lugares como esse com você, Corey! Ao não ser, é claro, que eu ganhe mais Prada... — continuei, tentando me livrar de sua boca.
- Interesseira então? Olha que você sabe muito bem com quem está mexendo.
- Está me ameaçando Corey Todd Taylor?
- Ela sabe meu nome inteiro, que progresso.
- Progresso? Eu apenas li naquele contrato que tive que assinar como testemunha, se esqueceu? Aliás, porque me envolveu naquilo? Você sabe que eu não gosto...
- Fecha a boca, Emily. Chega de falar, quero te beijar. — e então voltou a fazer o que tanto queria.
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