Psycho Killer

36 Capítulo Trinta e Cinco


Notas iniciais
Hey, desculpem não ter postado sexta-feira, gente. Esses últimos dias foram uma bagunça só, mas trouxe um capítulo importante para vocês hoje, então espero que gostem. Boa leitura!

Capítulo Trinta e Cinco

Renesmee não era a pessoa mais paciente, nunca foi e duvidava de que se tornaria depois de tanto tempo. Acreditava que nem mesmo uma eternidade a sua frente conseguiria mudar toda sua impaciência e, aquela inquietação da filha, deixava Bella maluca.

— Você precisa se acalmar, Renesmee — Bella disse pela milésima vez, vendo a filha andar de um lado para o outro na sua frente no jardim.

— Calma? Eu estou calma, onde viu que não estou calma? — Renesmee resmungou, parando de andar, então sentando-se diante dos pais, diretamente na grama.

— Claro, é perceptível que está calma. — Edward rolou os olhos. — Não há com que se preocupar, Alec logo estará de volta ao castelo, ele apenas foi caçar. E, está com Jane, o deixe ter um tempo de qualidade com a irmã, depois de passarem tanto tempo afastados.

Alec e Jane tinham saído do castelo ainda naquela madrugada desde a volta de todos para o castelo Volturi. Ele queria caçar, assim como Jane e, Renesmee preferiu ficar com a mãe — como também havia o detalhe de que eles caçariam por humanos e, ela mesmo tendo tornado-se uma Volturi ainda não tinha definido sua dieta —, ali, os deixando sair juntos. Porém, depois de ver Alec quase morto a sua frente, como Jane sendo sequestrada, ela não estava muito confiante com os dois andando sozinhos por ai.

— Sua cabeça parece estar fervilhando — Bella comentou, esticando-se para tocar o rosto da filha. — Tente se manter mais relaxada, Renesmee, você ainda é metade humana...

— Não termine essa frase, por favor — Renesmee pediu, de forma imperativa. — Não sou há muito tempo a garotinha frágil que você viu pela última vez em Forks, mãe. Eu cresci, de mil formas diferentes, então não diga que sou vulnerável.

Bella suspirou, sabia que a filha tinha mudado, era perceptível. Renesmee estava mais ágil, mais forte, tinha um olhar feroz e uma determinação que antes podia existir, mas que tinha sido identificada. Ela sabia muito bem que sua garota não era mais nada frágil, porém, era difícil não seguir seus instintos e querer colocar Renesmee sob sua proteção constante.

— Desculpe-me — Bella pediu, tirando a mão do rosto da filha. — Sei que tenho de parar de subjugá-la.

— Sim. — Renesmee assentiu. — Faça isso, eu já tive de lidar com papai, não me faça ter de provar tudo de novo.

— Só entenda que é complicado, okay? — Os olhos de Bella se encontraram com os de Renesmee, o mesmo tom castanho no olhar da filha eram os de seus olhos quando humana. — Ser mãe é difícil, você saberá disso se essa profecia se concretizar. — Bella apertou a mão de Edward, que prontamente passou o braço pelos ombros dela, a reconfortando.

Tudo ainda era muito novo para Bella, que tinha passado tanto tempo presa.

— Não sabemos se essa profecia vai mesmo se realizar. — As mãos de Renesmee se espalmaram, na grama, começando a cavar a terra, a inquietação lhe deixando nervosa novamente, mas daquela vez por outro motivo.

— Renesmee? — Bella a chamou, mas a filha não lhe olhou, continuava centrada em seu trabalho manual de cavar um túnel no meio do jardim Volturi.

— Renesmee? — Edward também a chamou.

— Renesmee, olhe para mim, agora! — Bella exigiu e, o tom dela foi tão rígido e severo, que Renesmee não teve outra alternativa a não ser voltar a olhá-la, era sua mãe afinal de contas.

— Sim? — Renesmee indagou, como se não estivessem conversando antes. Viu seu pai deixar o jardim sem dizer nada, então sabia que a mãe tinha retirado seu próprio escudo e pedido que ele as deixasse a sós.

— Você pede que eu não a trate como uma garota frágil, mas agir como uma garota intocável não é o melhor substitutivo para isso — Bella falou, encarando a filha. — Você está no meio de algo que pode afetar a vida de cada ser humano, vampiro, lobisomem, bruxo e qualquer outro ser que habite a Terra, Renesmee, não aja como senão soubesse dos riscos.

— Eu conheço os riscos, todos eles! — Renesmee exclamou, um lampejo de raiva passando seus olhos.

Ela tinha visto, como Bella reagia ao vê-la citar Alec, ou até mesmo como a mãe parecia furiosa quando ela o beijou naquela madrugada, quando os dois se despediram para que ele pudesse ir caçar com a irmã.

— Então, por que resolveu encará-los?

Renesmee respirou fundo, não queria brigar com a mãe, não depois de ter passado tanto tempo afastada dela.

— Eu o amo, mamãe — foi o que disse. — Amo Alec, mesmo que não entenda o porque deu o amá-lo. Não o amo por ele ser o cara de uma profecia, muito menos por ter sido destinada a ele por uma magia de lobos.

A expressão no rosto de Bella tornou-se fria, soube sobre Jacob na noite anterior, desde então ainda não conseguia acreditar no fato de que tinha perdido seu melhor amigo. Parecia que tudo se tratava de uma piada de mau gosto, que a qualquer momento ele aparecia.

— Jacob te amava de verdade — pontuou.

— Sim, eu sei disso, mas foi o amor que surgiu de uma magia, mãe — Renesmee afirmou. — Jacob me amaria senão fosse por isso? — questionou. — Ele era de uma espécie inimiga, querendo ou não sou metade vampira, Jacob Black não iria me amar senão fosse jogado em cima de mim por conta do imprinting. Eu amo Jacob também, sempre amei, estive com ele em meus braços enquanto morria, eu chorei a morte dele, mas não irei me privar de amar outra pessoa porque ele se foi.

— Renesmee...

— Admita para si mesma que ele não sentiria nada por mim senão fosse o imprinting, ele era seu melhor amigo, mamãe, mas ele teria me matado no mesmo dia de meu nascimento senão fosse o imprinting.

— Como sabe disso? — Bella indagou.

— Eu disse, mamãe. — Renesmee limpou as mãos na calça jeans. — Não sou mais a garotinha tola de antes, sei o que está acontecendo ao meu redor. Sim, eu sei que estar com Alec é arriscado, não só para nós dois, mas para um mundo inteiro, mas eu não ficarei longe dele, nós dois enfrentaríamos isso juntos e, espero que aceite. — Renesmee ficou de pé. — Você largou tudo por papai, por mim, eu farei o mesmo se for preciso.

— Não quero que faça isso, que se arrisque. — Bella levantou-se também.

— Lamento, mãe — Renesmee murmurou. — Eu não irei obedecer todas suas ordens pelo resto da eternidade.

— Pode não haver uma eternidade para você — Bella a confrontou. — Você pode ser morta, só por ser a mãe dessa criança na profecia.

— Se eu morrer a protegendo, ficarei feliz com isso. — Renesmee tinha lágrimas nos olhos. — Eu fui mesmo uma idiota em acreditar que você ficaria ao meu lado, não é? Depois de tudo que enfrentou para me ter, de quase morrer enquanto me gestava, você está contra que eu faça o mesmo.

— Sua resposta está em sua própria pergunta, eu enfrentei até mesmo o homem que amo para te dar a vida, Renesmee. Não quero vê-la morta.

— Então, volte para Forks, você nunca verá meu corpo se estiver do outro lado do oceano. Você morreria por mim, eu morrerei defendendo a criança e o mundo todo se for preciso, apenas lembrem-se de que isso não diminui em nada o amor que sinto por você, mãe.

***

Às quatro da tarde, Alec continuava fora e, Renesmee continuava em seu quarto desde sua conversa com a mãe. Estava lá, rabiscando um desenho qualquer, quando a porta foi aberta, mas não era o Volturi, sim Lucy.

— Oi, você ficou o dia inteiro presa aqui? — Lucy questionou, depositando uma bandeja com comida em cima da mesinha na frente de Renesmee.

— Basicamente, sem Alec por perto não é tão bacana, mas o lado de fora desse quarto não é muito atraente para mim hoje. Não estou nem um pouco afim de treinar depois de combater com todos aqueles vampiros no Texas, muito menos ficar ouvindo Aro falar o quão orgulhoso estar de mim, naquele seu tom de voz repugnante, muito menos brigar com minha mãe novamente.

— Você e sua mãe brigaram? Por qual motivo? — Lucy perguntou, servindo um copo de suco para Ness, estendendo para ela. — Reparei que não tem se alimentado regularmente de comida humana, é bom que não esteja tentando uma dieta louca. — Brincou, fazendo Renesmee rir.

— Obrigada. — Ela aceitou o copo de suco. — Enfim, brigamos por conta de Alec, basicamente. E, toda essa história da profecia.

— Parece sério. — A expressão de Lucy tornou-se rígida. — Ela está indo contra você e Alec?

— Totalmente. — Renesmee assentiu, depositando o copo sobre a mesa. — Eu amo a minha mãe, estava morrendo de saudades dela, mas não posso deixá-la pensar que pode comandar minha vida.

Lucy não disse nada, ela tinha matado a própria mãe quando foi transformada em vampira, não poderia, muito menos sabia o que dizer a Renesmee.

— Eu não sei se estou grávida — Renesmee voltou a falar, depois de um tempo de silêncio. — Mas é possível que esteja — sussurrou. — E, eu não sei com quem Alec e eu poderemos contar no meio disso tudo. Minha mãe não parece que mudara de opinião to fácil, tenho medo de papai acabar ficando ao lado dela, não sei o que pensar do resto da minha família. Jane é a única Volturi que podemos confiar...

— Jane não é a única — Lucy a corrigiu.

— O que quer dizer?

— Que eu estou aqui, Renesmee. — Lucy segurou na mão dela. — Eu estou ao lado de vocês.

— Lucy, não posso pedir que combata contra os Volturi se isso for necessário. Jane é irmã de Alec, mas você não precisa nos ajudar.

— Sou amiga de Alexander — Lucy proclamou. — Ele prometeu cuidar junto de mim com Jane, eu farei isso pela garota que ele ama e pela criança que nascerá dessa união.

Renesmee a abraçou, grata por ter Lucy. Grata por ter mais alguém em quem confiar.

***

Alec chegou de noite, indo direto para seu próprio quarto trocar de roupa, então foi atrás de Renesmee, que estava na biblioteca. Ela estava tão distraída, com o livro dele de feitiços em mão, que não o viu chegando.

— Cantante, eu não queria ser um arruinador de expectativas, mas você pode ser metade vampira, metade humana, porém não é metade bruxa.

Renesmee riu, girando na cadeira até ficar diante dele.

— Senti sua falta. — Alec a pegou no colo, dando um beijo nos lábios da híbrida.

— Você não imagina quanto senti a sua. — Renesmee segurou no rosto dele. — Como foi a caçada? Jane está bem?

— Bem, mais maligna do que antes, se é que isso é possível tratando-se de minha irmã, mas nada fora do comum. Juro que não fui atacado nem nada. — Alec a sentou em cima da mesa, ao lado do livro. — Por que estava lendo isso?

— Estava só decorando a profecia nessa língua estranha. — Renesmee deu de ombros. — Meio que discuti com minha mãe sobre isso hoje, então vim para cá depois de Lucy me alimentar e simplesmente fiquei lendo essa coisa milhares de vezes.

— Quer conversar sobre isso? — Alec perguntou, arqueando uma sobrancelha.

— Não. — Ela colocou suas mãos sobre seus ombros. — Eu realmente não quero falar sobre magia, profecia ou qualquer outra coisa. Vamos para o quarto, preciso de uma dose de você.

— Infelizmente não vai rolar, precisamos conversar. — Jane entrou na biblioteca, seguida por Sofia, que tinha passado o dia inteiro dormindo, se recuperando da viagem e do feitiço que fez para trazer Jane e Bella até a aldeia onde ela se escondia com o resto do seu coven.

— É muito importante? — Alec afastou o livro, sentando ao lado de Renesmee.

— Sim. — Sofia ainda parecia exausta, com olheiras sob os olhos e o rosto parecendo mais magro. — É algo sobre magia, então entenderei se quiser ficar de fora, Mestiça.

— Tudo bem, eu fico — Renesmee falou, segurando na mão de Alec.

Jane sentou sobre outra mesa, Sofia preferiu permanecer de pé, ainda que aparentasse que podia cair a qualquer momento.

— Eu preciso explicar o que fiz para conseguir ter acesso ao fato de Jane estar precisando de ajuda. O anel que dei a ela. — Apontou para a joia na mão de Jane. — Está encantada com essa. — Mostrou o próprio anel que tinha em suas mãos. — Quando Jane estivesse realmente ciente do que deveria fazer, os anéis se ligariam e eu seria avisada de que ela estava pronta para ser resgatada.

— Então nos tirou de lá usando o ritual do coven de Violet — Jane falou.

— Sim. — Sofia assentiu. — É algo complicado, exigiu muito de mim, pois eu estava conectada a você e ainda tinha Bella vindo junto, foi mais difícil do que pensei. A questão é que você só conseguiu ativar o anel a primeira vez, para mandar uma mensagem a mim que precisava de ajuda, com sua própria magia.

— Eu também posso — Jane murmurou. — Praticar magia como Alec fez.

— Não foram totalmente honestos com vocês no passado, na verdade esta história de que bruxos transformados em vampiros não poderem mais praticar magia é uma verdadeira lenda para que os bruxos acabem com sua própria vida como este novo ser. Sabem que bruxos detestam vampiros, até mesmo os que sabiam que era só uma lenda, mataram-se quando foram transformados, para não sujarem a espécie. Quantos bruxos que foram transformados em vampiros vocês conhecem? — Sofia perguntou para os gêmeos.

— Nenhum, todos que soubemos que existiam tinham se matado — Alec respondeu.

— Você também usou sua magia, Alec. — Sofia passou a encará-lo. — Agora vocês dois sabem que tem acesso a ela, mas nem mesmo quando humanos foram ensinados a isso, precisam tomar cuidado. — Olhou para Jane novamente. — Mamãe quer vocês junto a nós, em nossa aldeia, junto ao coven que deveriam ter participado no passado.

— O quê? — Alec desceu da mesa.

— Vocês precisam de treinamento — Sofia proclamou. — Para saberem usar seus novos poderes, Alec você teve sorte de não se matar usando um feitiço sem saber o que estava fazendo.

— Eu... — Jane gaguejou, era a primeira vez que Renesmee a via sem falar.

— Não vou fazer isso — Alec anunciou, ganhando um olhar irritado de Sofia. — Eu sou um vampiro, não quero ser um feiticeiro — disse a última palavra com nojo.

— Um feitiço salvou sua vida — Sofia rebateu.

— E um grupo de bruxos que eram do suposto coven que deveria me proteger, deixou com que eu e minha irmã fossemos arrastados para uma fogueira. Eles podiam ter feito algo para deter aquelas pessoas, preferiram ficar de braços cruzados, depois jogaram uma profecia em minhas costas, apenas porque eu não aceitei me matar depois da transformação. — Alec jogou o livro em um cesto de lixo. — Eu não me importo com essa maldita mágica, vou lidar com tudo isso como um vampiro deve fazer, bebendo sangue e matando gente.

— Você está indo pelo caminho errado — Sofia disse entredentes.

— Não, eu estou no caminho certo, ser um vampiro é o que sou. — Alec se encaminhou até a porta, Renesmee estava o seguindo, deixaria com que ele tomasse suas próprias decisões. — O título de Renegado me cai muito bem, ficarei com ele.

***

Renesmee remexeu-se de forma preguiçosa na cama, rolando de um lado para o outro até acordar. Abriu os olhos, para encarar o teto do quarto, a cama estava vazia ao seu lado, então sentou-se em um rompante, apertando o lençol contra seu corpo nu, aliviou-se ao ver Alec sentado a mesinha.

— Ei, quem lhe deu permissão de sair da cama? — Renesmee indagou, vendo Alec debruçado sobre seus desenhos. — Ainda nem amanheceu — completou, vendo o céu ainda escuro pela janela.

Alec sorriu, virando-se para ela.

— Estava consertando um de seus desenhos.

— O quê? — Renesmee pulou da cama, ainda com o lençol em volta de seu corpo. — Quem pensa que é para consertar um de meus desenhos? — Sentou no colo dele.

— Ah, vamos lá, Cantante — Alec beijou o ombro dela. — Admita que mesmo sendo muito boa em desenhar, você é péssima com desenhos de estrutura. — Pegou o desenho dela onde reproduzia o castelo Volturi. — Está muito diferente do original.

— E esse é o seu? — Ela pegou o novo desenho. — Ele pode estar perfeito como representação do original, mas o desenho em si não tem emoção. — Renesmee fez uma careta. — Fique longe da minha arte — ralhou com Alec, inclinando-se para beijá-lo.

— Mas que bom que acordou cedo, lembre-se que irá caçar com Rosalie hoje, você não pode mais protelar isso, está há tempo demais sem caçar — Alec falou, puxando Renesmee mais para perto de si.

— Você também, tem duas semanas que não sai para caçar, deveria ir com Jane e Lucy.

Fazia duas semanas desde que Jane e Bella fugiram da prisão que Eleanor lhes colocou, duas semanas desde a proposta de Sofia para que os gêmeos fossem com ela para treinarem seus poderes. Alec e Jane tinham se recusado — ainda que a vampira parecesse confusa —, então Sofia partiu para bem longe de Volterra.

Aqueles dias tinham sido extremamente calmos, Alec e Renesmee estavam a quase todo tempo juntos. Seja no quarto, ou no centro de treinamento, a colocando cada vez mais a altura de uma combatente Volturi. Jane era quem lutava com ela, alegando que o irmão não agiria da forma certa com medo de machucar Renesmee e, a ex Cullen gostava daquilo, Jane não tinha pena o que a fazia treinar para valer.

— Eu estou bem, não se preocupe com isso — Alec falou.

— Se quiser, meu sangue está ao seu dispor. — Renesmee levantou-se.

— Eu não voltarei a beber do seu sangue, aquilo foi um erro — Alec anunciou.

— Já fizemos muitas coisas erradas, não vamos nos deter a isso. — Renesmee sorriu. — Você poderia conversar com minha mãe.

— O quê? Por quê? — Alec questionou confuso.

— Mamãe e você tem de se dar bem, Alec. — Ela tocou nos cabelos dele. — Eu não quero que se odeiem pelo resto da eternidade.

Bella não tinha voltado atrás com sua ideia de que tudo que a filha estava fazendo era totalmente errado, ainda assim, ela permanecia no castelo com todos os outros Cullen e, estava sempre que possível junto de Renesmee. Porém, Bella sempre se afastava quando Alec estava perto, claramente o odiando tanto que era incapaz de permanecer no mesmo cômodo que ele.

— Acredito que isso não será algo que eu possa reverter.

— Só tente ser simpático — Renesmee pediu, caminhando até o banheiro.

Encarou-se no espelho diante de si, deixando o lençol cair no chão. Foi quando sentiu a tontura, tentou-se segurar em algo, mas quando se deu conta já estava caindo no chão, rastejou até o vaso, vomitando ali de forma que só lhe fez sentir pior.

Chocada por aquilo, tendo sido pega de surpresa, Renesmee encarava o piso. Seu corpo todo tremia e, foi com a mão trêmula que tocou em sua barriga, sentindo algo ali.

— Renesmee? — Alec estava parado na porta do banheiro, a encarando com olhos arregalados.

Ela sussurrou apenas duas palavras:

— A profecia.

Notas finais
BUUUM! A bomba explodiu povo, vamos todos nos acalmar que o bebê tá vindo ai hahaha Comentem, okay? Beijos! Lola Royal. 09.05.16