Notas iniciais
Aqui está para vocês uma versão mais macabra minha. Hehe. Espero que gostem, boa leitura a todos!

Um sorriso cruel dominava meu rosto e minhas mãos formigavam com o prazer. Minha vítima estava cada vez mais próxima, isso eu sabia.

Trovões rugiam ao longe, mas eu não tinha reação nenhuma. Nada me importava, eu não era nada.

Eu gostava do barulho dos trovões e das gotas frias que a chuva me causava. Era tão... Prazeroso!

Meu humor ficava mais aguçado, minhas ações ficavam mais concretas. Gostava de realizá-las na chuva, pois a água poderia lavar o sangue e os trovões poderiam abafar os gritos.

Minhas vítimas eram escolhidas a dedo, mas ainda assim, eu gostava disso. Não poderia negar. A morte me atraía. O assassinato me chamava. A psicose... Me dominava.

Andei sob a chuva, assobiando alegremente, a procura da próxima vítima. Geralmente, eu gostava de pegar jovens mulheres, que estavam em formação. Elas eram... Uma delícia.

Eram três da tarde. Horário perfeito para encontrar a próxima vítima.

Chegando a entrada de uma escola, avistei uma garota, de aproximadamente treze anos. Ele parecia mais velha para a idade que tinha, mas o seu rostinho tão angelical não permitia que fizessem jus a sua idade.

Chegando até a escola, eu observei a menina. Ela estava frustrada por ter que ir embora na chuva, sua mãe não poderia vir buscá-la.

Ah, mamãe, Eu pensei com um riso de prazer. Que pena que não pode vir buscar a filhinha. Agora, ela é minha.

Comecei a ver a menina se afastar. Era a hora perfeita. Andando lentamente até ela, comecei a seguir a pequena figura, que em breve, estaria em meus braços.

Ela ia virando esquinas, e eu não tinha pressa. Ela não ia chegar até a sua casa. Eu não permitiria.

Queridinha, queridinha, cantei em minha mente. Vou cantar essa musiquinha. Vai andando até a sua casinha, e quando perceber estará... Mortinha.

Não consegui segurar o riso. Aquilo era tão... Incrível.

Minha vítima começou a andar mais rápido, as gotas de chuva molhando seu casaquinho e marcando-o em seu corpo.

Minha excitação foi aumentando. Mulheres... Quando precisamos de mulheres se temos... Crianças.

Fui andando em direção aquela criaturinha, sorrindo sem pressa. Ela poderia levar o tempo que fosse. Seria minha de qualquer jeito.

Ela virou a última rua e começou a atravessá-la para ir até a sua casa.

Era a hora.

Correndo até ela em um átimo, envolvi a sua cintura com meu braço e sussurrei em seu ouvido:

- Acabou o jogo, minha flor. – Eu disse, roçando meus lábios em sua orelha. – Você é minha agora.

A garota começou a gritar, mas logo seu grito foi abafado por minhas mãos. Com facilidade, levantei a menina nos braços e correndo, levei-a o mais longe possível daquele local.

Ela gritava muito, estava aterrorizada. Sentia suas lágrimas em minhas mãos, e o prazer me dominava. Adorava quando elas gritavam, quando elas choravam, quando imploravam por suas vidas.

Chegando ao local onde eu desejava, coloquei a menina no porta-malas de meu antigo carro. Um Camaro, 1976 clássico. Se tinha alguma coisa que eu amava mais do que tirar vidas... Era aquele carro.

Dirigindo em alta velocidade, levei a garota até a uma parte afastada da cidade. Chegando em um local abandonado, parei o carro em direção a uma cabana abandonada, perfeita para serviços como aqueles.

Desci do carro assobiando novamente, estava tão feliz naquele dia!

Abri o porta-malas e olhei a menina deitada em posição fetal, chorando como um bebê. Não consegui me controlar e dei uma gargalhada ruidosa.

Eu amava aquelas cenas, eram tão maravilhosas. Peguei-a em meus braços, e apertei contra o peito. Eu teria o dia inteiro e a teria a noite toda. Poderia me divertir a hora que quisesse, sem me preocupar com mais nada.

Andei lentamente com a garota em meus braços. Ela parara de lutar, percebera que não tinha mais chance.

Com uma última lágrima de dor, a menina se entregou. Percebeu que seu fim chegara.

Limpei a lágrima com meus lábios. E depois segurei seu rostinho mínimo junto ao meu.

- Não chore, meu anjinho. Você não tem mais saída. Chorar não irá ajudar em nada.

E, chutando a porta com meu pé, ela fechou-se com um ruído.

Assim como a esperança de viver no coração daquela jovem.

Notas finais
E aee? Gostaram? Seria pedir demais um reviewzinho alheio, para uma miserável escritora? *---*
Até mais pessoal, espero que tenham gostado! Beeeijos e até a próxima.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!