Psique Utopia
19 É uma questão de ponto de vista
Notas iniciais
O alvo em questão era um contrabandista que já devia muito dinheiro, além de juros, para a máfia chinesa.
Estava chegando em seu apartamento quando o mercenário já o esperava. A pistola com o silenciador foi sacada quando o contrabandista entrou. Ele encarou o assassino, inexpressivo. Sabia que aquele momento iria chegar. Fechou a porta de costas para a mesma.
—Acredito que não haverá mais acordos e propostas para quitar a dívida. Certo?
—Esta é a última proposta que eles oferecem para quitar.
—Eles sempre cobram assim. Saiba que ainda cobrarão de você da mesma forma.
Aquela não era uma forma de prolongar a vida, era um aviso. Mas já sabia que a máfia nunca deixava pontas soltas. E as parcerias... Sempre presos a eles de alguma forma.
—Estou ciente de como trabalham.
—Então me livre deles. –Então o homem abriu os braços aguardando a última dor que sentiria.
—Ele aceita fácil assim? A morte?
Thomas olhou para amiga, para o computador e, por último encarou as mãos.
—É a única certeza que temos. Na enleada que desenvolvi, ele parece ser o único a aceitar. As pessoas sabem as consequências que sofrerão baseado no que escolheram se envolver. Você entende?
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