Notas iniciais
Shipaddores de ToraxUsui, apareçam ;-; Pessoas que também shippam UsuixHinata, MisakixMaria, SuzunaxUmSorteio e KanouxAoi... ;-; Eu aceito a amizade de vocês. // Ficou.. Romântico demais, eca. ;-;

O colégio Miyabigaoka era um local extremamente respeitável nos turnos da manhã e da tarde. Já, durante a noite, tudo que se podia ouvir eram gemidos abafados.

Não gemidos de prazer, mas de raiva, frustação. Como sempre, Tora Igarashi perdia uma discussão para o maldito Takumi.

Uma silêncio fúnebre tomava a enorme sala do presidente, com vários papéis espalhados no chão. O louro de cabelos esverdeados se encontrava sentado na mesa de madeira, com os dedos tamborilando sobre suas coxas. Um rapaz, não muito maior que si, o prendia ali, com a boca muito próxima à seu ouvido:

– Não toque na Ayuzawa novamente... Kaichou. — A última palavra saíra como um sussurro, seguido de um breve contato entre os lábios frios do Usui contra no lóbulo da orelha do rapaz de cabelos esverdeados.

– Não tente me dar ordens...Takumi. — Um sorriso cínico emoldurou os lábios do presidente, que mesmo levemente ruborizado, mantinha seu orgulho acima de tudo. Ergueu a cabeça, fitando os olhos verdes do louro à sua frente. — Ela é... interessante.

Usui grunhiu baixo, aproximando seu rosto ao do menor. Uma proximidade perigosa. Levantou a mão esquerda minimamente, utilizando-a para tocar a coxa do rapaz abaixo de si, enquanto mordia o lábio inferior de um modo provocante.

As mãos de Usui estavam frias, fazendo o menor soltar um gemido baixo. Para evitar retribuir aos toques do louro, focara sua atenção no teto. Já estava acostumado com o "namorado" da presidenta-demônio o provocando e, aquilo era deveras divertido. Não o amava, mas era um passa-tempo interessante.

Usui também não o amava. Seu coração pertencia a mais velha das irmãs Ayuzawa: Misaki. Mas enquanto a morena não possuía certeza de seus sentimentos, divertia-se com o presidente de cabelos esverdeados.

– Vamos... Eu sei que você gosta. — O rapaz novamente sibilou contra o ouvido de Tora, que se encolheu minimamente. Levou suas mãos ao uniforme de Takumi, puxando-o para mais perto de si. Ergueu a cabeça, enquanto levava sua mão direita à gravata do mesmo, deixando os rostos bem próximos. — Eu não disse?

– Tsc. — Tora uniu seus lábios ao do maior, enquanto Usui colocava uma de suas mãos no rosto do garoto. Com a língua, pedira passagem para adentrar a boca do menor, entrelaçando as mesmas. O menor tentara afrouxar a gravata do louro, desajeitadamente; Porém, com certo sucesso. Começara a descasar os botões da enorme camisa branca de Takumi, que o fizera deitar sobre a mesa.

Passaram alguns minutos apenas contemplando a visão um do outro. Tora não poderia negar, se fosse uma garota, já estaria perdido de amores por Usui.

Desta vez, Usui havia o beijado. Separaram-se apenas quando o ar faltara, com ainda sim, um pequeno fio de saliva ligando ambas as bocas.

O Igarashi, por reflexo, abraçou o louro, fazendo-o deitar sua cabeça em seu peito. Arfavam um pouco e, Tora aspirava o doce perfume do Usui. Afagou-lhe os cabelos louros brevemente, enquanto o maior beijava-lhe o pescoço.

Era bom estar nos braços de alguém.

O relógio badalou, demonstrando ser meia-noite. Usui suspirou, soltando-se do "abraço" do menor. Abotoou a camisa e reforçou o nó da gravata, mas fora surpreendido por Tora, que segurou-lhe a ponta da camisa da branca, como se dissesse:

" Não vá. "

– Tenho que ir. — Usui deixou a cabeça tombar para o lado, dando um sorriso terno. Despediu-se do menor com um selinho roubado e uma carícia na bochecha. — Boa noite...Kaichou.

Tora deixou-se cair sobre a mesa -novamente-, enquanto colocava as mãos atrás da cabeça, voltando a fitar o teto. Ainda sim, não sabia quando começara a desejar o louro. Imagens de noites anteriores vinham à sua mente, fazendo seu rosto arder um pouco e, por fim, sentir uma ereção.

– Merda! — Bufou. Na sua mente, já havia mandado Takumi para o raio que o parta! E para piorar sua situação, Maki batia a porta. Mordeu o lábio inferior com certa força, olhando de relance para sua ereção e para a porta. — Entre.

– Kaichou, eu- Maki iria começar o "discurso", mas fora surpreendido pela vista que teve: Igarashi Tora, a pessoa mais orgulhosa que já havia conhecido, sentado com as pernas cruzadas, fitando-o com um olhar malicioso e com um certo volume entre as pernas. — E-Eu...

– Tenho um servicinho para você, Maki.

Notas finais
Sei que NINGUÉM vai ler, foi apenas um devaneio da minha mente fujoshi, que foi reforçada quando uma CERTA PERVERTIDA ((Liesel)) me disse, sabem? Oi.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!