Prongs

19 Única


Notas iniciais
O capítulo anterior foi dividido para que esse fosse exclusivamente sobre o que aconteceu no dormitório de James naquela noite. Eu, sendo quem sou, não ia deixar de escrever =)

Lembrei-me de quando dormimos juntos em sua casa. Ela fez o mesmo naquele instante andando até a minha cama, já descalçando os sapatos e meias. Fiz o mesmo com os meus e, sentado, puxei Lily para mim, para deitarmos. Antes de se acomodar, ela ergueu a varinha para que as cortinas ao redor da cama se fechassem.

Estava escuro, eu mal podia enxergar os detalhes de seu rosto, mas eu podia ouvir sua respiração tão perto da minha, sentir seu leve toque no meu braço. Nós ficamos de lado nos encarando. Seus olhos pareciam sonolentos, mas ela não estava disposta a dormir. Brincou com a minha gravata frouxa no colarinho.

De alguma forma compreendi o que ela queria fazer, então eu sentei com o dorso encostado na cabeceira da cama... ela afrouxou a gravata para tirá-la do meu rosto. O tecido enroscou nos meus óculos e nós dois rimos baixinho, tentando tirar a gravata. Ela tirou meus óculos desajeitados para colocá-los na parte superior da cabeceira. Quando puxou meu rosto para o seu, ela me beijou como nunca fez antes.

Fiquei atento aos dedos dela abrindo o primeiro botão fechado da minha camisa. Faltavam mais dois para abrir quando sua perna direita se ergueu e ela se acomodou em meu colo.

Tirou os lábios só um pouquinho, para observar os próprios dedos roçarem com ternura pela região dos músculos do meu peito e abdômen. Seus dedos estavam quentes e quando se arrastaram pela minha pele, nós dois fervemos.

Encostei meu rosto na curva de seu pescoço quando a ajudei tirar minha camisa. Não sei onde eu a joguei, mas sabia que fiquei aliviado por não ter mais aquela peça me cobrindo.

Fiquei um pouco enlouquecido no momento que os lábios de Lily se desviaram para a minha clavícula. Ela subiu até meu ombro e beijou cada ponto do meu pescoço. Ela não estava esperando que eu me controlasse quando ergueu os lábios para a minha orelha. Aquele era meu ponto fraco, simplesmente era. Quando ela mordiscou fraquinho o lóbulo, eu fechei meus olhos e a ouvi sussurrar:

– Está bem disparado o seu coração, Potter.

Não era só o meu batimento cardíaco que estava reagindo naquele momento. E ela estava sentada em cima.

– Lily – eu disse de um jeito alarmante.

Se ela me impedisse de avançar em algum momento, seria uma tremenda maldade. Eu estava receoso de tentar alguma coisa para depois ser interditado, por isso deixei que ela instigasse o momento. Eu não faria nada que ela não quisesse fazer.

Mas naquela noite, ela quis.

Ela fez.

Desceu aqueles dedos para a fivela do cinto ao redor da minha calça. Ouvir o barulho do metal se abrindo fez minha cueca ficar ainda mais apertada. O couro se arrastou para fora da calça. Lily também não estava respirando com muita tranquilidade e percebi que hesitou por um instante, antes de abrir o botão.

A tentativa fez os dedos dela roçarem o volume da calça. Tentei me controlar, tentei com todas as forças que não ficasse tão visível, mas com um desespero delicioso, ela pousou a mão em cima propositalmente e eu não contive um gemido.

Imediatamente precisei tocá-la, precisei fazer alguma coisa. Apertei a base da camiseta que ela esteve usando todas as noites e ela ergueu os braços para me deixar tirá-la, despenteando seus cabelos. Não tiveram mais segredos, ela estava de sutiã no meu colo, um sutiã preto que me fazia ter a vontade de tirá-lo, ao mesmo tempo em que eu queria passar a noite inteira olhando para eles. Para os seios dela. Tinham o tamanho perfeito, o tamanho perfeito para minhas mãos. Enquanto segurava-os fortemente, Lily se ergueu um pouco e trocamos a posição, comigo deitado sobre o corpo delicado dela.

O beijo não era mais doce, aprazível, suave. Era forte, arrebatado, nossas línguas se tocando com urgência e necessidade. Por favor, que ninguém entre agora, que ninguém entre no dormitório. Quis acreditar que eu tinha os melhores amigos do mundo, bons o suficiente para eles nunca atrapalharem aquele momento.

Lily abriu o zíper da minha calça. Sem cortar o beijo, comecei a me livrar da minha penúltima peça de roupa com certo desespero. Ficou enroscada na droga do meu tornozelo, o que me obrigou a parar o beijo para tirá-la. Eu estava quase xingando, quando Lily abriu um sorriso divertido e segurou meu rosto com as duas mãos.

– Calma, eu não vou sair daqui – prometeu.

Estávamos ofegantes.

– Não é isso... e se Remus ou Peter ou Sirius voltarem-

– Bom, acho que eles não vão acordar tão cedo assim...

Olhei para ela estupefato. Admirado. Apaixonado. Louco. O sorriso maroto de Lily Evans foi o que me fez descobrir, entender, que eu queria, precisava, tinha que tê-la para a minha vida inteira.

– Você... não.

– Sim.

– Não, você não faria isso.

– Bom... eu acho que você tem sido uma má influência, então eu acabei fazendo – falou displicentemente.

Eu a beijei com força, minha mão passeando pela curva de seu quadril. Lily arrastava os dedos pela extensão das minhas costas. Sentir a pele dela contra a minha era como tomar a melhor dose de Félix Felices. Mas tive que cortar o beijo para perguntar:

– Mas e quanto ao Remus...? Você não o azararia...

– Absolutamente não. Mas no momento que ele colocar a mão na maçaneta, ele vai ter a sensação de que esqueceu algo muito importante na biblioteca, e vai ter que voltar.

– Você é má, Evans...

Enrolou os braços ao redor do meu pescoço e disse com um sorriso:

– Tenho meus momentos Potter de vez em quando.

– Certamente tem... – sussurrei e, de novo, tive a visão do anel em seu dedo. Foi breve, rápida, um pouco assustadora. Mas eu era corajoso.

Eu a amava e queria ela em todos os sentidos.

Nunca estivemos tão próximos, tão colados. Eu me permiti tirar a saia dela, mas não parei de olhar seus olhos. Verdes. Únicos. Estávamos somente com nossas roupas íntimas, meu corpo entre suas pernas flexionadas em cada lado meu, mas eu não conseguia desviar meus olhos dela, do seu rosto.

– Eu amo você, Lily – falei baixinho. – É sério.

– Eu acredito – ela sorriu.

– Não queria dizer isso só agora... Quero dizer o tempo todo, todos os dias, todas as horas... mas eu acho que nunca vai ser o suficiente. Dizer. Eu não quero dizer

– Então que tal calar a boca e me beijar? – desafiou com certa impaciência.

– Boa idéia.

Mas não quis fazer aquilo apressadamente agora. Eu quis sentir todos os cantos possíveis de seu corpo, de seu peito, de seu abdômen, de seu braço, até do ossinho perto do quadril. Beijei cada pedaço, cada área que ela me permitia beijar, que ela me permitia tocar, naquela noite... uma noite qualquer, uma noite de maio, antes do meu último jogo de Quadribol em Hogwarts...

Ela me tocou também, meus dedos juntos aos delas quando sentiu minha ereção dentro da minha cueca. Eu estava excitado por ela, só por ela, por aqueles dedos. A suavidade como me apertava era deliciosa, delirante, eu queria que ela não ficasse preocupada em fazer algo errado e que apertasse mais forte. Mesmo que eu tivesse deixado sua mão, Lily continuou segurando-me. Se era possível ficar mais duro que isso, descobri no instante seguinte, quando ela mesma me deixou avançar o maior passo de todos, adentrando meus dedos em sua calcinha.

Ela soltou um som surpreso da garganta e, como estávamos de lado, ela colocou a cabeça entre a curva do meu pescoço, parando de me tocar para apertar meus cabelos. Naquele minuto, só demos atenção aquilo...

– James – ela murmurou.

Meus dedos tocaram ela. Para falar a verdade, eu não tinha lá muita idéia do que eu estava fazendo... foi um instinto profundo que me fez roçar meus dedos naquela região tão quente, tão úmida. Minha respiração estava pesada, mas não se comparou a de Lily. Teve um momento que ela pousou a mão dela na minha ali dentro. Achei que ia me afastar por não estar gostando, mas na verdade me fez acariciar um ponto que a fazia soltar gemidos baixinhos e reprimidos. Ela estava gostando.

Incrível como eu podia fazer aquilo por horas...

– Não – eu disse com a voz baixa quando ela tentou retribuir, abaixando o elástico da minha cueca. Mas eu a impedi. Se ela me tocasse, eu poderia acabar rápido... Eu queria aproveitar aquilo, aproveitar o jeito que eu a fiz ficar vermelha, sensual, com apenas meus dedos ali.

Melhorou ainda mais quando aproveitei para assoprar seu pescoço. Ela se arrepiou inteira, se já não estivesse... o peito dela subia e descia deliberadamente. Reclamou um pouco quando afastei meus dedos apenas para arrastar a calcinha dela fora das pernas. Beijei sua coxa, delineando um contorno com os lábios sobre algumas sardinhas suaves. Lily arqueou o dorso para soltar o sutiã do corpo e jogá-lo em algum canto do emaranhado de roupas ao nosso redor.

Seu corpo foi feito para mim, eu tinha certeza disso. Quando a vi nua, eu amei de novo.

Fiquei sentado a sua frente, segurando suas duas pernas em meus lados. Ela se inclinou para me beijar. Sentou em meu colo novamente e nossas intimidades entraram em um contato que nos pegou de surpresa.

Os cabelos de Lily estavam jogados em todos os lugares; ela estava corada, ofegante, os lábios tão vermelhos quanto a cor do seu cabelo. Eu podia sentir gotas de suor escorrendo por minhas têmporas. Nossas peles se grudaram e nada, nada foi mais delicioso do que os seios de Lily pressionados contra o meu peito durante aquele beijo. Mordi sua boca para me afastar e perguntar...

Mas ela não me deixou perguntar, colocando um dedo nos meus lábios.

– Faça-me sua, James Potter.

Ela era absolutamente decidida e eu amava isso.

Tirei a última peça que me cobria quando Lily voltou a se deitar. Observei seu corpo mais uma vez antes de pegar a varinha ao meu lado; ela também não conseguiu manter o olhar muito longe de mim. Nós fazíamos feitiços não-verbais e o accio trouxe no máximo uma dúzia de camisinhas para a cama, o que foi completamente inesperado, sendo que eu só estava esperando uma.

Claro que as de Sirius viriam juntas.

Lily e eu nos entreolhamos.

Nós dois estávamos nervosos, talvez tão nervosos, que começamos a rir. A gargalhar, na verdade.

– Eu não tive nada a ver com isso – apressei-me a dizer.

– Devia ter imaginado – ela soltou uma risada olhando para o teto e arrastando o cabelo para trás quando abri uma delas e joguei as outras para fora da cama.

Lily me observou enquanto eu a vestia. Quando voltei a deitar sobre ela, percebi que seu olhar tinha mudado e ela não estava mais rindo. Fiquei preocupado, fiquei nervoso, fiquei acelerado, fiquei afobado. Ela não me impediu de beijá-la, ela não fez nada para me parar. De fato, permitiu. Permitiu que eu aprofundasse nossos lábios, beijasse seu pescoço deliciosamente e guiasse meu sexo para o dela.

Eu me pressionei dentro dela com lentidão. Ela estava me encarando, mas eu olhava o tempo todo para nossos quadris juntos. Tanto que ela precisou segurar meu rosto para que eu olhasse em seus olhos naquele momento em que eu a penetrava.

Ela era adoravelmente apertada, quente, molhada, moldada especialmente para mim. Eu não esperava de outra forma, mas fiquei bem preocupado por ver a maneira como ela estava contraindo o rosto, tentando, mas falhando, mostrar que não estava sentindo dor. Eu percebi que eu estava trêmulo, isso, trêmulo, quando Lily mordeu meu ombro sentindo a extensão do meu sexo deslizar inteiramente dentro dela. Eu me xinguei mentalmente por fazê-la soltar um grunhido de dor forte quando comecei a me mover. Apoiou sua mão em meu abdômen de um jeito alarmado, e eu me retirei depressa, notando que eu estava machucando ela. Como ela podia estar sentindo dor se eu estava amando cada sensação?

Eu não podia falhar, eu não podia decepcioná-la, eu precisava ser perfeito nisso agora. Eu era incrível em tantas outras coisas, por que agora eu não seria? Respirei pesadamente. Lily acariciou meu rosto molhado de suor, e isso me tranquilizou. Eu não queria machucá-la. Eu estava suando porque nunca exigi tanto de mim mesmo como naquele momento, eu queria ser perfeito para ela.

Ela notou isso e, ao invés de me empurrar e desistir de fazer aquilo comigo, ela me ajudou, trazendo seu corpo gentilmente para mim de novo.

– Beija meu pescoço, amor...

Fiz o que ela mandou. Aproveitei e comecei a acariciar seu mamilo eriçado com o polegar, depois com minha própria língua. Aliviado e quase desmaiando de tesão, eu tive a sensação de que finalmente estava fazendo algo melhor, algo certo, quando dei atenção a sua pele, aos seus lábios, e não somente ao sexo. Lily finalmente começou a gemer e não era de dor.

– Levanta suas pernas... – agora eu estava pedindo. – Na minha cintura...

Ela entendeu e enrolou as pernas na minha cintura.

– Assim?

– Isso...

Comecei a mover meu quadril devagar, investindo com o melhor desempenho que eu podia fazer. Tentei entender todas as suas expressões... Aos poucos, nossos corpos se moviam com mais facilidade... aos poucos, ela não sentiu mais dor.

– Você é linda – sussurrei, achando uma breve oportunidade de começar a aumentar a velocidade dos movimentos, instigado pelo som que saía da garganta dela. – Não quero outra... nunca...

Chegou um momento que eu não conseguia dizer, somente queria beijar a boca dela e penetrá-la. E ela correspondeu. Apertei meus lábios em seu queixo, entrando e saindo dentro dela, ofegante demais para beijar. Lily começou a sussurrar coisas para mim, coisas meio desconexas, palavras aleatórias, bem no pé do meu ouvido. Eu achei que eu ia explodir, excitado demais. Suas mãos apertavam minhas costas, eu quis ficar assim o tempo todo, dentro dela, deslizando nela, fazendo sexo com ela.

Tentei prolongar o momento, diminuindo o ritmo, parando, apenas para sorrir para ela e ter certeza de que estava tudo bem. Ter certeza de que ela estava gostando... Os olhos dela estavam fechados e a boca entreaberta, linda, encantadora... Beijei a pontinha do seu nariz como ela sempre gostava e ela me abraçou com força. Voltei a mover dentro dela com a cabeça na curva de seu pescoço, fechando os olhos só para aproveitar o melhor momento da minha vida.

Senti a sensação de gozar como jamais senti antes sozinho, arfando e ofegando. Meu corpo imediatamente caiu inerte sobre o dela... eu percebi que eu estava encharcado de suor, nossos batimentos cardíacos se fundindo pela primeira vez. Lily apertou os cabelos molhados da minha nuca. E não dissemos nada por um tempo infinito.

Foi com grande dificuldade que reuni a vontade de sair dela... Quando eu vi o sangue e de onde tinha saído, antes de me preocupar, eu compreendi o motivo. Fui o primeiro dela, fui o único que esteve assim com ela. Isso me deixou satisfeito, quase tanto quanto o orgasmo em si.

E ela me encava como se nunca tivesse me encarado antes. Tinha uma expressão doce no olhar e abriu um sorriso, um sorriso pequeno e desacreditado.

– Eu fui a sua primeira, James?

– Promete que não vai... se sentir única... se eu disser que sim?

Ela me beijou apaixonadamente, como se essa informação tivesse sido muito reveladora para ela. Beijou-me para dar embalo para dizer:

– Eu te amo. Nem acredito nisso.

– Pois eu acredito... Sou algo meio irresistível, não é culpa sua...

Ela deu um empurrão no meu ombro de brincadeira, girando os olhos, mas também não abandonou tão rápido o sorriso no rosto. Eu a abracei e ela deitou com a cabeça no meu peito.

Eu nos limpei com feitiços, porque parecia errado sair de perto dela depois do que fizemos para ir ao banheiro. Ficamos abraçados na cama, embaixo do lençol, esquecendo o resto do mundo, só concentrados em nós mesmos. Aos poucos voltei a respirar normalmente, enrolando uma mecha do cabelo dela no meu dedo indicador. Só havia o nosso silêncio quando ela perguntou:

– Você gostou?

– Bem – falei ironicamente pensativo. – Ainda é cedo para afirmar, precisaria fazer mais algumas vezes...

Ela riu quando eu disse aquilo encontrando a pele do seu pescoço, querendo ela novamente. Mas Lily tirou suavemente a minha mão de seu seio e entrelaçou nossos dedos.

– Você tem que se concentrar para o jogo amanhã, Capitão.

– Essa é de fato a melhor concentração de todas, não acha?

– Sem dúvida alguma. Mas é a terceira vez que vejo você bocejando, e eu não quero ser a culpada por fazer o apanhador cair da vassoura por ter dormido no meio jogo.

– Queria que pudesse passar a noite aqui – eu disse vendo-a colocar seu sutiã.

Ela sorriu e ia dizer alguma coisa, mas as vozes de Remus, Peter e Sirius ecoaram pelo quarto.

– Eu tenho certeza que esqueci alguma coisa, mas já é a terceira vez que eu volto da biblioteca...

– Nunca tive tanto sono... acho que não devia ter comido tanto no jantar...

– Epa. Tem algo estranho aqui. Por que a cortina da cama de Prongs está fechada?

O que foi aquilo?

– Deve ter sido a Lily embaixo da Capa da Invisibilidade.

No próximo segundo, os três abriram a cortina estupefatos. Só me viram sozinho na cama. Eu estava sem a camisa, coberto pelo lençol.

– Aquilo que saiu do quarto agora foi Lily Evans embaixo da Capa da Invisibilidade?!

– DETALHES, PRONGS! AGORA!

Joguei uma azaração em cada um deles. Sorri tranquilo, jogando os braços atrás da minha nuca, enquanto eles voltavam para suas camas exclamando, mas sem realmente sair som algum de suas bocas. De algum modo, em todas as vezes que sonhei em transar com Lily, eu me via compartilhando cada detalhe com eles. Mas eu não tinha palavras para começar a descrever depois que aconteceu. Só queria ter um momento sossegado para poder pensar nela.

Eu ainda estava entorpecido, sonhando acordado, o cheiro de Lily impregnado no meu travesseiro, no meu lençol, no meu colchão, em mim, quando fechei os olhos e dormi a melhor noite de toda a minha vida.

Notas finais
"E foi assim, Harry, que sua mãe conheceu a Capa da Invisibilidade!" Passei horas me perguntando que tipo de garotas James transaria e a resposta estava sendo difícil de imaginar, porque, no final, a garota teria que ser a Lily. Só a Lily. Escrever sobre ele não é como escrever sobre um Malfoy pegador, por exemplo, e eu gostei de sair desse costume de escrever personagens assim. Sempre imaginei que, quando esse momento chegasse, a primeira vez deles, James ficaria mais nervoso do que Lily, exigindo o melhor de si mesmo em algo que eles adquiriram experiência juntos ao longo dos anos. Espero que tenham gostado! Se gostaram, não deixe de compartilhar por aqui. Obrigada pelos comentários, amo vocês! :)