Promise you
12 O amor entre um Anjo e um Dragão
Notas iniciais
Gajeel não demonstrou na hora, mas ouvi-la chamando-o de Senpai já o fez sentir ainda mais vontade de fazê-la dele, de todas as fraquezas que um homem poderia ter, ele era imensamente grato de poder sentir-se assim somente diante da garota que amava, fechou então a porta do quarto com um dos pés, já que as mãos estavam ocupadas nas coxas da moça e caminhou até a cama, onde se sentou ainda com a pequena no colo, não deixando de beija-la nem por um instante sequer.
Levy estava com os dedos emaranhados nos longos cabelos do moreno, que também acariciava os cabelos dela com uma das mãos enquanto mantinha a outra no quadril da moça, por onde pressionava o corpo dela para estar cada vez mais colado no dele. Ela então soltou uma das mãos do pescoço dele para que pudesse assim escorrega-la pelo peito do rapaz desabotoando lentamente a camisa que ele vestia, podendo em seguida sentir o calor de sua pele quando deslizou mais uma vez a mão pelos ombros do mesmo, tirando assim um lado e depois o outro da peça de roupa.
Gajeel sentiu que não poderia ficar para trás, então subiu as mãos pelo corpo de Levy, levando consigo a blusinha que ela vestia, podendo assim unir os corpos e fazer com que o calor da pele de cada um se misturasse em ardentes e apaixonantes chamas. Enquanto se acariciavam e aproveitavam o momento, tiravam calmamente os calçados, nunca deixando que os lábios se separassem, realizando assim uma doce dança entre mordidas leves e o macio toque das línguas, em meio às carícias Gajeel pôde perceber que o corpo de Levy tinha realmente mudado, seus seios agora enchiam as mãos dele, que ficou mais um tempo os apreciando e causando à garota ainda mais arrepios.
Tirados os calçados, Gajeel a virou calmamente sobre a cama e cobriu todo o pálido corpo da pequena com seu torneado e grande corpo moreno, mas antes que eles voltassem a se tocar, Levy desceu as mãos até o cinto do rapaz desabotoando-o e prosseguiu fazendo o mesmo com a calça, sentia seu rosto queimar, pois mesmo que já tivesse imaginado aquilo muitas vezes, essa era a primeira vez dela em uma situação assim, mas tinha certeza do que queria e estava disposta a ir até o fim por amor.
Quando teve a visão do rosto avermelhado e dos olhos brilhantes de Levy a olhá-lo, Gajeel teve que se conter para não enlouquecer e avançar com tudo o que tinha pra cima dela, nem em seus melhores sonhos imaginava em ver algo tão lindo e angelical, mas sentia todo o seu desejo ser novamente despertado, principalmente em ver que ela em nenhum momento pensou em recuar, mas entregava a ele cada centímetro de seu corpo, com todo o seu coração. Ele então a ajudou terminando de tirar a calça e quando menos esperava, ela tomou uma das mãos dele e colocou sobre o fecho lateral de sua saia, como um convite que ele nem de longe pensou em rejeitar.
Após tirar a saia de Levy os dois estavam sentados um diante do outro, com somente uma última peça de roupa cada um e como que em sincronia eles novamente uniram os lábios. As mãos passeavam bobas pelos corpos um do outro e meio que por um “acaso”, a mão dela foi a primeira a esbarrar na box preta dele e depois de instantes somente ela ainda estava com a última lingerie. Gajeel então a puxou para si colocando-a de joelhos entre suas pernas e suavemente desceu as mãos enrolando a pequena peça branca de rendas pelas coxas da garota, que arrepiava e estremecia entre os fortes braços dele.
Os dois estavam mergulhados em uma mistura de desejo e nervosismo, mas apesar de não serem experientes, tudo acontecia tão naturalmente, como se fosse uma história já escrita, como que, mesmo sendo tão diferentes, tivessem encaixes perfeitos e assim aconteceu quando ele novamente se deitou sobre ela e eles definitivamente se uniram. Com muita calma Gajeel foi se encaixando entre as pernas de Levy, que sentia dor, mas também o cuidado que ele tinha com ela em cada um de seus movimentos, porém quando ele finalmente sentiu que tinha tomado todo o interior dela, percebeu que a garota estava se segurando e totalmente tomada pela tensão...
_Eu vou esperar um pouco até que você possa relaxar. – Disse ele tocando o rosto dela com uma das mãos.
_Mas eu estou relaxada... – Retrucou ela ofegante e com o rosto salpicado de suor.
_Se enfiar as unhas nas minhas costas e torcer os lençóis na outra mão fossem seu jeito de relaxar eu até entenderia, mas eu posso sentir o quanto você me aperta com as pernas a cada investida minha. Então vou esperar até que você se acostume comigo. – Disse ele sorrindo de uma forma irresistível para ela.
_Você tá acabando comigo... – Disse ela rindo e admitindo que realmente não estava fácil – Mas eu te amo tanto... E amo tanto essa sua boca...
Ao dizer essas palavras ela soltou os lençóis e passou a abraça-lo enquanto que ele, nem teve tempo de dizer que também a amava, pois os lábios sedentos dela colaram nos dele, os dois então voltaram a se acariciar e trocar mais e mais beijos, que agora estavam mesclados com sorrisos e pouco a pouco Levy foi permitindo que Gajeel pudesse voltar a se movimentar. Lentamente eles foram se envolvendo, logo as investidas dele provocavam mais prazer do que a dor que antes ela sentia e quando menos perceberam já estavam entorpecidos de desejo ardente um pelo outro.
Quanto mais Gajeel se aprofundava, mais gemidos e estalos de línguas se podia ouvir, o prazer era tamanho que não demorou em que Levy pudesse deixar de impedir as investidas dele e ao invés disso, pedir por mais, já que ele mal se encostava a ela na intensão de não machuca-la, porém ele tinha medo de atender aos pedidos da pequena...
_Eu quero o seu corpo bem junto ao meu... – Dizia ela corada como que está embriagada.
_Mas se eu fizer isso vou acabar te machucando, quando você estiver bem acostumada comi... – Dizia ele quando ela o interrompeu:
_Mas eu quero te sentir inteiro... Senpai.
Aquelas palavras ecoaram profundamente nos ouvidos dele e correram como uma descarga elétrica até a sua mente, era como se um enorme dragão há muito tempo adormecido tivesse acordado e incendiado todo o seu corpo. O rosto corado e a voz fraca e rouca dela o enlouqueciam e ele já não podia mais se conter, então se lembrou de que já tinha sentido isso antes na vez em que foram pegos por Laxus na biblioteca, naquela vez ele não pôde terminar os “assuntos” que tinha com ela, mas agora ninguém poderia chegar e interferir, então ele finalmente se deitou totalmente sobre ela e passou a ir mais fundo, com os movimentos carregados de desejo, como se estivesse atacando sua presa.
Para controlar os gemidos que agora tinham se intensificado, Levy afundou os lábios no pescoço dele mordendo-o de leve e isso fazia com que ele perdesse ainda mais o controle, ao vê-lo desesperado daquela forma, ela sentia muito mais prazer e mal podia respirar já que nem mesmo sua mente se mantinha em plena sanidade ao ver aqueles olhos , seu corpo estava totalmente entregue diante de tais avanços.
Naquele momento eles se olharam ofegantes e totalmente desarmados, simultaneamente perceberam qual era o “encaixe” dos dois, pois ele se perdia no jeitinho frágil dela e ela enlouquecia com os ataques agressivos dele. Passaram então a abusar da fraqueza um do outro e como resultado disso, não puderam mais resistir diante da paixão delirante que sentiam e mergulharam de vez sentindo o clímax tomar conta deles.
_Senpai espere... Eu vou... – Dizia ela quase ultrapassando seus limites.
_Então vamos juntos... – Respondeu ele em seguida tomando os lábios dela com um beijo abrasador enquanto dava suas últimas investidas.
Um quarto, uma cama e dois corpos inertes, isso foi tudo o que restou de todo aquele ato desesperado e ardente de alguns instantes atrás. Reunindo suas últimas forças, Gajeel se virou trazendo Levy para cima de seu corpo sem que a “ligação” entre eles se desfizesse, estavam trêmulos, banhados em suor e com a sensação de que nunca tinham sentido nada parecido, demorou ainda alguns minutos para que eles voltassem à realidade, afinal tudo ainda parecia ser um sonho bom.
A garota somente colocou os braços sobre o peito de seu amado e apoiou o queixo neles para poder admirar o rosto do moreno que mais parecia ter sido derrotado em uma luta, porém trazia nos lábios aquele sorriso bobo que ela tanto amava, ela então sorriu de volta tendo a certeza de que, quem o tinha derrotado era ela. Sim, Levy tinha descoberto uma nova habilidade até então oculta: A pequena tinha o poder de tirar as forças daquele grandão.
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