Promessa de amor - LM

4 Capítulo 4 - A Safira tinha razão...


Maria sentou no pequeno banquinho que ficava diante a sua penteadeira e sacodiu a cabeça sorrindo, pegou mais um pouco de hidratante e passou uma mão na outra, voltou a subir e descer as mãos nas pernas espalhando o hidratante e mantinha seus pensamentos nos conselhos dados por Safira.

— Dou um chocolate por seus pensamentos. — Estevão fechou a porta e abriu o robe, jogou em cima da cama e sentou de frente para ela. — Minha mãe veio aqui?

— Sim, ela veio e saiu há poucos minutos, mas não quero seu chocolate, prefiro te deixar na curiosidade! — jogou o cabelo para o lado, pegou o perfume que ele mais gostava e borrifou duas vezes. — Terminou o que fazia no escritório? Estava com seu pai?

Ele puxou o ar com força, sorvendo mais daquele perfume adocicado e delicado, que era a marca de Maria.

— Estava mostrando ele alguns balancetes da empresa, mas ele estava cansado e preferiu continuar amanhã. — passou o olhar por todo o corpo dela. — Está mais calma?

— Eu estava nervosa? — levantou e olhou ele, suspendendo uma sobrancelha.

— Não, não foi isso que eu quis dizer... — gesticulou vendo ela andar no quarto. — Bom, foi sim, você quase arrancou os cabelos da Ana Rosa, Maria.

— Se arranquei foi porque ela deu motivos, não sou mulher de tomar decisões precipitadas, sei muito bem o que eu faço e como tenho que agir e me comportar diante essas situações. — tirou o robe e jogou por cima do dele, se aproximou da cama puxando o edredom e empinou o bumbum involuntariamente.

— Você estava parecendo uma leoa raivosa, ficou bem sexy, sabia? — Passou a mão no pescoço sorrindo com a vista privilegiada que tinha do traseiro dela.

— Eu apenas defendi o que era meu, acha mesmo que vou deixar aquelazinha te comer e esfregar aquela vagina dela em você? Aquela ali deve estar cheia de DST, sabia? Perereca contaminada! — revirou os olhos.

— Maria, eu só quero a sua perereca, meu amor! Só ela que me interessa, a sua perereca linda, vermelhinha e carnuda. — passou a língua nos lábios.
Maria sentiu o rosto pegar fogo e jogou um dos travesseiros de lado.

— Estevão... — o olhou de relance. — Não fale assim, sabe que eu fico sem jeito e se não quiser levar uns tapas ou dormir na casinha do cachorro, é melhor ficar calado.

— Amor, você é linda assim, toda tímida. — puxou ela pela cintura a fazendo cair deitada na cama e engatinhou subindo em cima de Maria. — Vermelhinha linda, Maria!

— E você é um pervertido, pecaminoso e safado! — Maria disse encarando os olhos verdes dele.

— Eu sou, sou seu pervertido, cheio de pecados por te desejar tanto! — Passou a mão nos braços dela e beijou o ombro de Maria.

Ela mordeu os lábios, soltando um suspiro apaixonado e desejoso, estava louca por ter um momento a sós com ele, estava carente de sentir aqueles toques e aqueles beijos.

— Desde que eu te vi há mais de vinte anos meu coração é só seu, eu só penso em você vinte e quatro horas por dia, Maria! — Disse calmo, descendo uma alça da camisola dela com delicadeza, era daquela forma que gostava de amar Maria.

Ele beijou entre os seios da esposa e desceu a outra alça, observou aqueles dois montinhos que lhe deixavam louco e beijou o seio direito dela, lambeu e sugou ouvindo um gemido baixo da mulher, que alisava a nuca dele e suspirava.

— Você tem que entender que ela merecia aquilo, a Ana Rosa sabe como me atingir... Aaah! — Ela gemeu baixo, envolvida com as carícias dele e arqueou a coluna de leve. — Ela gosta de me provocar, de comprar briga... — Ele colocou um dedo na boca dela em sinal de silêncio.

— Nossos problemas ficam fora desse quarto, Maria! Aqui dentro, entre essas quatro paredes só o que importa é o nosso amor, nosso amor e nada mais! — Desceu a camisola dela e jogou no chão, apertou a coxa de Maria e beijou o colo dela e desceu os beijos até o ventre, fazendo uma trilha de beijos.

Ela virou na cama trazendo o corpo dele junto ao seu e sentou na cintura do marido, fixando suas pernas ali, envolvida pelo cheiro inebriante que ele carregava consigo, deixou que seus cabelos ficassem livres, assim como seus seios e pressionou a ereção convidativa que o marido tinha entre as pernas, logo ouvindo um gemido sofrido que ele soltou.

— Eu adoro quando me domina assim, quando deixa a vergonha de lado, Maria! Eu adoro! — Suspirou segurando os seios dela, que tinham um encaixe perfeito em suas mãos e apertou sentindo aquele movimento de vai e vem gostoso que ela fazia.

— Eu te adoro por inteiro, mesmo quando brigamos, você ainda sim me consegue fazer molhar a calcinha. — Inclinou o corpo para frente e sussurrou perto do ouvido dele, enquanto abria botão por botão da camisa do pijama dele.

Ele riu alto jogando a cabeça para trás, apertou a cintura dela contra sua ereção e tirou a camisa, junto a calça com pressa, estava louco no corpo de Maria, precisava entrar na sua "casinha" como costumava chamar, precisava sentir aquele prazer intenso que chegava como uma onda de felicidade e os faziam esquecer os problemas ou qualquer outra coisa.

Ela beijou o peitoral dele, cheirou e foi descendo até chegar na cintura dele, desceu a cueca do marido lentamente, deixando o membro ereto e duro como uma rocha livre, sentia os olhares flamejantes dele em cima de si e deu um sorriso de canto, abriu as pernas dele ficando entre elas e abocanhou o membro dele, lambeu e sugou, demonstrando o conhecer que tinha sobre o corpo do marido.

Ele segurou os cabelos dela em um rabo de cavalo, uivou como um lobo sedento de desejo e sentiu a mordida leve que ela deu, Maria alisou a perna dele e sugou com mais intensidade, fazendo alguns barulhinhos e sentiu ele se derramar em sua boca dentro de alguns minutos, ele sorriu satisfeito sentindo o coração palpitar e ela sentou na cama limpando a boca com um sorriso sapeca.

— Maria, quem te ensinou essas coisas, mulher? Quem? — Puxou ela ficando por cima da esposa, sem colocar seu peso em Maria e passou o membro na entrada dela devagar, afastando a calcinha de renda branca que ela usava.

— Vinte anos casada com você, queria que eu fosse o que? Uma freira? — Sorriu entrelaçando uma perna a cintura dele, aproximou seu rosto do dele e puxou os lábios do marido com os dentes. — Vai amor, vai Estevão! — falou manhosa acariciando as costas dele.

— Não uma freira, mas você não é mais aquela menininha tímida toda desastrada que usava óculos, minha vida! — Tomou os lábios dela em um beijo carinhoso e cheio de amor, aos poucos ia se colocando todo dentro de Maria e sentia as unhas dela em seu braço, seguido de alguns gemidos baixos e sofridos.

— Você acaba comigo, meu amor... — Suspirou e beijou ele com sofreguidão, sentindo o roçar de seus seios no peitoral dele e se arrepiava com aquele contato. — Me deixa sem nem conseguir sentar direito! — Riu baixo, apoiando o queixo no ombro dele, ele abriu um pouco mais as pernas dela e arremeteu para dentro de Maria com mais força, gemeu e cheirou os cabelos dela.

— Eu te carrego, te levo pra cima e pra baixo, te levo pra onde você quiser!

Ele soltou o ar e abraçou o corpo dela, passando os braços pelas costas da esposa e sentou, colocando Maria em seu colo, seus movimentos eram lentos e fortes, ele queria que ela sentisse aquele prazer também, que ela disfrutases daquele momento tanto quanto ele.

Ela fechou os olhos, enfiando o rosto no pescoço dele e deu um chupão com força, deixando sua marca ali, mexeu sua cintura e ele aumentou o ritmo dos movimentos aos poucos, Estevão segurou a cintura dela com uma das mãos e a outra desceu até o traseiro de Maria, o barulho do encontro dos corpos era mesclado aos gemidos altos e cortados dos dois, mais uma vez aquelas quatro paredes eram testemunhas daquele amor, que entre muitas promessas estava cada vez mais forte.

Maria apertou o ombro dele, inclinando a cabeça para trás, seu rosto estava vermelho e tinha alguns fios de cabelo grudados pelo suor. Ele juntou mais ainda seu corpo ao dela e sentiu Maria vibrar em seus braços, colocou a cabeça dela em seu peitoral, acariciando os cabelos dela e em uma arremetida só, se derramou inteiramente dentro da esposa e soltou um suspiro cheio de prazer, abraçando e aninhando Maria a seu corpo.

— A Safira tinha razão... — Maria sussurrou e riu beijando o ombro dele. — Te amo, meu grandão, te amo!

— Eu também te amo, e como te amo! — Beijou a testa suada dela, tirando alguns fios de cabelo do rosto de Maria.