Promese U
3 Capítulo 3 - Tudo tem um fim.
Foi então que ela se viu ali, diante do amor de toda sua vida. Parecia inreal, mas tudo estava realmente acontecendo. Ele sorriu para ela brincalhão, sabendo o quando a garota esta desnorteada. Austin, sentia insegurança, mas não podia de deixar de sentir-se completo. O jeito tímido e envergonhado de Ally, o fez perceber o quanto ela estava mais fragil que o normal, e o quanto ele tinha que tomar cuidado.
Caminhavam pela praia, sentiam os dedos doer um pouco, mas a dor não chegava aos pés da ansiedade, caminharam mas um pouco, até atrevessarem a rua e estarem mas um vez na loja. Dez tentava equilibrar-se com violões por tudo que era lugar, não suspeitariamos se tivesse um dentro da cueca. Apesar que não caberia lá! Ninguém sabia o tamanho da cueca do Dez, além dele é claro. Pois bem a cueca é dele... Eu to fugindo muito do assunto, voltando a Ally e Austin.
Trish olhou para a mãe de ambos entrelaçadas, Dez fez o mesmo, Austin e Ally também olharam e fizerem que nem perceberam, o Papá olhou aquilo assustado, o mundo, o olimpo, até Dumbledore olhou. Trish apenas murmurou um "Nunca vou entender esses dois" e saiu dali, Dez tentou fazer um "joinha" discreto, no que resultou em violôes caindo por tudo que é canto, a palavra discreto, não existe no dicionario Dez. Eles correram até o amigo, o ajudaram. Ele deu uma piscadela divertida e saiu. Os dois estavam, meio sobrando naquilo tudo! So podia ser.
- Ally, eu preciso ir, mas tarde agente podia... hm... sei lá... deixa eu ver... jantar? — falou ansioso, seus olhos demonstravam o quanto queria um "obvio" ao invés de um simples "sim"
- Claro. — respondeu corando. Então ele fez o desejado, passou o polegar, pelas bochechas ruborizadas da garota, e selou seus labios. Então sorriu, e saiu dali.
Era um sonho, so podia ser. Ambos não queriam acordar.
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"Querido diario, eu não sei exatamente o que aconteceu, o que vai acontecer, ou derivados. So que parece que o mundo pode acabar e eu não importaria, apenas se pudesse ver o sorriso do pequeno Austin. Ele me maltratou — no sentido figurado, claro. -, e eu mesmo assim cedi tão facil? Vê-lo virando as costas cabisbaixo, por que eu não olhe dei importância partiu meu coração. Mesmo ele ter feito a mesma coisa comigo, ele foi embora com a promesa de manter contato, e não há cumprio, nos esqueceu. Então do nada ele volta, realiza o meu maior desejo e eu cedo tão facilmente?
Deveria me manter forte e decidida, mas é tudo tão impossivel ao seu lado.
Hoje mesmo ele vai me levar para jantar, eu estou preocupada, com a roupa. Estou nervosa, estou hiperventilando, e isso é algo constrangedor para se dizer, mas como ninguém vai ler esse diario, além de mim. Eu digo:
Estou quase tendo um infarte"
Fechou o diario e pois-se a frente do espelho, abriu o guarda-roupa e procurou algo cabivel a situação. Procurou, procurou e depois de minutos, resolveu optar por um vestido azul marinho, com uma alça fina e delicada, com alguns detalhes, escolheu um salta alto, preto e um bolsa da mesma cor. Arrumou seu cabelo, como sempre, fez uma maquiagem simples.
Austin, pegou sua jaqueta branca, estava pronto. Não podia ficar mas bonito. "Sou irresistivel" pensou. Pegou as chaves, a carteira, tudo pronto, so faltava pegar a sua garota. Isso soava tão merecedor aos ouvidos de Austin. Abriu a porta e viu tudo que menos queria ver em toda existencia planetaria.
- Que foi? — seu tom era rude.
- Aonde vai? — ela ignorou seu tom, e pos falar como se estivesse falando um bebê.
- Não é da sua conta. — deu as costas e continou andando.
- Eu vou com você. — falou rapida, mas quando Austin propôs intermediar a decissão, apressou-se — Tenho que tomar conta de você bobinho. — o garoto vendo que não tinha saída, a deixou ir.
Austin com toda tédio possivel, foi caminhando até o estacionamento, pegou seu carro, e quando o diabo loiro ia sentar-se ao seu lado, no bando do carona a mandou senter atras, ela ficou enfurecida. Assim que ligou o carro, ouviu um barulho de mensagem. Assim que leu aquilo, quis vomitar, por que ela era tão melosa? Apagou aquilo e continou a dirigir até a casa de Ally.
Ele se lembrava daquele lugar como nunca, a mesma coisa, eram tão boas as lembranças. Saiu do carro e tocou a campanhia. Esperou dois ou três minutos e apareceu uma beldade. Ele não sabia de agradecia a Deus, se a beijava loucamente ou mas optou a mas idiota, ficou olhando ela como um louco sadico. Ally corou, estava um pimentão.
- Você esta linda...não...perfeita. — falou em tom brincalhão e um sorriso maroto formava em seus labios, era tão bom ve-la sem graça quando a tocava, soltava elogios. Ele pegou a sua mãe a conduzio até a porta, abriu e voltou ao seu ligar.
Ally então percebeu que não estavam a sos, e ficou um tanto chateada por ser uma menina, e envergonhada, por não saber o que fazer.
- Ally essa é a minha babá, não ligue para ela. — ele falou em um tom de desdem. Ally procurou não se importar.
Lizzy vendo aquilo se sentiu por fora e queria não estár ali, mas tinha um missão, ou achava que tinha. Pediu a Austin que a deixasse em qualquer canto, que ela seguiria até um bar. Ele fez de bom grado, quase poulou. Então quando ela desceu, e viu que o carro estava em uma distancia boa. Pegou seu celular e ligou para quem Austin não queria ver nem, pintada de ouro.
- Oi, é a Lizzy..."Oque aconteceu?" — o tom de voz era nada amigavel. — O Austin ta saíndo com uma garota qualquer, você tem que vir pra cá. — então ela contou os detalhes, aonde ela estava hospedada. Conserteza nada legal iria acontecer. — Você so pode vir pra cá depois de duas semanas? é muito tempo, ele pode te deixar. "É eu sei, mas corro esse risco, não posso sair"
Então se despidiram.
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- Você nunca mas deu noticias, você tinha prometido manter contato. — Ally falou, mordendo seu cachorro-quente. O jantar foi agradevel, mas nada satisfatorio, então depois de muita insistencia de Austin a pagar a conta Ally cedeu e eles começaram a andar, pela cidade.
- Eu sei, mas depois que eu entrei em contato com a minha produtora, eles me obrigaram a mudar tudo, eu tava sempre sob vigilância. — respondeu meio triste, era dificl pra Austin saber que as pessoas que ele tanto conviveu, tinham perdido a confiança nele.
- Eu pensei que você havia mudado.
- Hey, eu nunca mudei, continuo sendo o Austin de sempre. — deu uma risada gostosa, que fez ali fazer o mesmo, a animação de Austin era contagiosa. — Para de rir de mim.
- Não seu boboca.
- Não sou boboca, você é.
- Não sou.
- É sim.
- Não sou.
- É sim.
- Nos somos.
- Nos somos.
Então a empurrou até a parede e a olhou nos olhos com toda profundidade, ela sorriu lindamente. Então tomou a iniciativa, selou seus labios, os tocando levemente, o beijo começou doce, ela cedeu e então o beijo se tornou mais urgente, as linguas travavam uma batalha, não era nada brusco, era um beijo com toda paixão. Ela envolveu o braço sobre seu pescoço. Ele colocou a mãe na cintura fina e delineada, acabando com todo o espanço entre ambos.
Era mágico.
Notas finais
Gostaram? Por favor comentem (: xx
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