Projeto Sete Minis

7 Capítulo 7 - Inimigos


Notas iniciais
Olá leitores... Esse é loko... Eu nem costumo escrever coisas assim (a não ser no Ask Us de BE e num capítulo de CPOSP), então gostei bastante de dar uma variada... É sempre bom tentar coisas novas... Fica a dica pra quem nunca deu uns garro em alguém do mesmo sexo... Kkkkkkkkkkkkk... Mentira, gente, só faça o que tiver vontade... Enfim, boa leitura...

7 — Inimigos (https://fanfiction.com.br/u/548728/)

Era uma linda tarde de sol, a grama era verde e bem cuidada o moro estava cheio de sepulturas com frases como "A Vida é curta — Tiago 4: 13-14" e ao longe um grupo de pessoas vestidas de preto choravam e olhavam para um caixão marrom e bem polido com uma rosa azul por cima.

Quem está no caixão?

Sou eu, Carly!

Observo minha mãe chorar e meu pai tentando consolar, minha avó com o seu belo chapéu preto e meus tios e tias que até agora não acreditavam no ocorrido.

Uma brincadeira que saiu errado?!

ESSA E A HISTORIA DE COMO MORRI!!!



(névoa branca)

— Nós não podemos armar pra Carly Williams, ela vai retalhar e será muito pior. — Murmurou Shelbey para os outros quatro na sala.

— E se fizermos no último dia de aula? Depois do ano que tivemos, a Queen Bitch merece ao menos UMA brincadeirinha. — Dan sugeriu entredentes, pois era o que mais odiava a garota.

— É uma boa ideia. — Kath concluiu depois de pensar um pouco.

— Tá, tá. E o que vamos fazer? — Charlotte bateu palmas, empolgada como sempre.

— Tenho uma ideia. — Mike tomou a palavra. — Vocês já assistiram Rebelde?

(névoa branca)

Carly estava sentada no canto da última sala do terceiro andar, do outro lado do cômodo havia uma mesa com quatro recipientes cheios de bichos.

No papel amassado na mão trêmula da garota lia-se “A chave está com as baratas. Ou será que está com as aranhas? Ou seria nas larvas? Não, deve estar com as formigas? Desculpa, nós não conseguimos nos lembrar, então acho que você vai ter que descobrir, senhorita Williams. — Atenciosamente, The New Five.”

Esse grupo poderia ser qualquer um, já que Carly zombava de todo mundo da escola. Porém as aulas haviam acabado e não precisava se preocupar em descobrir quem tinha feito aquilo, só deveria se manter sã até amanhecer e algum funcionário chegar para tirá-la dali.

Mal ela sabia que no andar de baixo, a fiação antiga começava a dar defeito e em poucos minutos um incêndio começaria, se espalhando facilmente pelo material inflamável do prédio.

Carly viu a fumaça começar a entrar por baixo da porta e o calor aumentar consideravelmente. No desespero, ela até conseguiu enfiar a mão nos recipientes de vidro e descobrir onde estava a chave, mas não tinha para onde correr, o fogo já estava em toda parte.

(névoa branca)

— Eles estão aqui! — Cuspi as palavras com raiva quando o homem alto e elegante ao meu lado cumpriu sua promessa de mostrar os responsáveis. — Estou morta por causa desses desgraçados e eles tem coragem de vir ao meu enterro?

— E sentaram perto da sua mãe. Claro que parecem sentir bastante remorso, mas… Você está morta, querida. Culpa não deve ser o suficiente na sua concepção, aposto. — Ele falava de forma indiferente sem nem ao menos olhar pra mim.

— Óbvio.

— Eu posso te deixar aqui e dar alguma habilidades para que você possa fazer o que bem entender com The New Five, mas… — Seu tom grave era muito assustador, entretanto era o triplo sedutora. — Ficará me devendo um favor, querida. E eu não pena de cobrar. — Seus olhos vermelhos finalmente me encararam.

Hesitei por um segundo, mas vi um dos garotos abraçando minha mãe. — Eu topo.

— Então temos um trato, querida. Uma vez aceito, não dá para voltar atrás.

O homem alto e elegante sumiu.

Olhei para The New Five.

Se achavam que em vida eu era ruim, meus queridos, na morte eu sou muito pior.

A brincadeira de vocês deu errado, a minha vai dar certo.

E será muito, muito mais divertida.

Nunca mexam com a rainha do baile.

Notas finais
Uuuuuuuuuuuuuuuuuuu... E aí? O que acharam? Parece um prólogo, né? Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk Mas é só uma one... xoxo Atenciosamente, Leoa A. Santana...
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!