Proibido Morrer...
1 Prólogo 1 - Versão Maggie.
Notas iniciais
Correria atrás de correria, gente mordendo gente, sangue para todos os lados, pessoas correndo desesperadas. Em meio de tudo isso, estava lá eu dentro da escola, um dos poucos lugares que ainda era “seguro” por causa de seus muros altos e grossos.
Visualizava todo aquele sofrimento em cima do muro. Desci do muro já desesperada, dei um jeito de conseguir um belo de um arranhão, mas isso é o de menos, corro já desesperada para avisar os alunos.
Logo percebo que o Nathaniel está no grêmio e corro em sua direção.
Maggie: Nath me faz um pequeno favor?-pergunto já sem folego com minhas mãos apoiadas em meus joelhos.
Nathaniel: Aconteceu algo Guie? E sim, irá depender do favor... — me olhou desconfiado.
Maggie: Nath eu estava correndo, e você pode deixar que eu anuncie para a escola uma coisa importantíssima!
Nathaniel: Não posso você sabe disso Guie, mas afinal o que você iria anunciar?!- me disse um pouco preocupado.
Maggie: Nathaniel, você precisa acreditar em mim, mas depois desses muros está ocorrendo um apocalipse de mortos-vivos, estaremos protegidos apenas por enquanto- disse já preocupada.
Nathaniel: Você só pode ter ficado mais tarde na biblioteca mexendo no computador, afinal é só isso o que você faz!- Disse o Nath debochando de mim.
Maggie: Você pode até não acreditar, mas daqui á poucas horas você poderá está virando um deles, e não vá dizer que não foi avisado porque depois de mim você foi á única pessoa a ser avisada!- saí daquele lugar já queimando de raiva por causa da idiotice no Nathaniel.
Corri até o muro pra ver se havia algum lugar por onde eu poderia escapar, afinal não iria ficar ali, cercada por idiotas. Vi que Nathaniel havia me seguida, mas o que esse puxa saco quer? Desci do muro, e fui em direção a Nathaniel.
Maggie: O que você quer?- perguntei impaciente, pois estava com pressa, com raiva, um sentimento de querer chorar misturado com desespero.
Nathaniel: Eu quero que você me mostre esses “mortos-vivos” que você tanto falou!- disse fazendo aspas com os dedos.
Maggie: Sobe no muro!- disse a ele já impaciente.
Nathaniel: Você só pode estar maluca! Guie esse muro é muito alto!- me disse fintando o muro do chão para seu termino acima.
Maggie: Você só precisa escalar naquela árvore- disse apontando para a árvore- e quando chegar naquele galho grande você segura aquele tijolo- apontei para tijolo e para o galho.
Nathaniel: Mas... — ele falou analisando cada centímetro daquela árvore.
Maggie: Nath para de frescura e sobe!- disse já irritada, formando a posição para escaldar naquela árvore e Nathaniel me seguindo rapidamente chegou ao topo- Agora você intende sobre o que eu estava me referindo?- perguntei com um olhar distante apenas fitando o olhar assustado de Nathaniel.
Nathaniel: Mas isso é impossível, c-co-como?- ele disse com muito medo em seu olhar.
Maggie: Nesse mundo tudo é possível- ele me fitou assustado- vamos pegar bastões de basebol, alguns bastões de ferros, facas, punhais, suprimentos e roupas- ele assentiu, e juntamos tudo na quadra, ainda me pergunto como ele conseguiu os punhais, mais é o de menos.
Maggie: Vamos avisar os ou... AI!- disse segurando o arranhão que tinha feito mais cedo, ele estava ardendo sem contar que tinha um pouco de sangue.
Nathaniel: Acho melhor você ir para a enfermaria cuidar desse arranhão, aproveita e pega kits de primeiros socorros, remédios para gripe, febre e o que você achar preciso, pega garrafas de água e encha, nos encontramos daqui á vinte minutos aqui- assenti, e fui em direção á enfermaria, a enfermeira cuidou do meu arranhão, e enquanto ela estava de costas peguei o que o Nath havia pedido e enchi as garrafas, no caminho dei um Glória á Deus pelo internato ter muros altos e grossos.
Encontrei-me na quadra, e ninguém havia chegado, então comecei arrumar as coisas, e vi um vulto vermelho...
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