Proibido
18 Capitulo 18
Eu respirei fundo, sentindo meu coração acelerado, subo as escadas, pego meu celular e desbloqueio o numero do Fernando, ainda tentei lutar contra isso, mas fiz, vou direito para um banho, após isso me deito na cama, tinha mensagem do Fernando, eu mordi o labio, jogando o celular de lado, contei até dez, não resisti e voltei a pegar, só ler não preciso responder.
"Mila gostosa!" Sério? sério que ele me mandou isso? O Fernando não existe,de verdade. Joguei o celular de vez, cerrando os olhos, e arfei ao lembrar das cenas que vinham involuntariamente em minha consciência, do sabor dos seus lábios, daquele gosto saciável, das suas mãos grandes se espalmando por meu corpo, seu toque me causando arrepios insanos, e choques elétricos, ele era uma tentação. Mas eu a 16 anos guardando minha virgindade, pro Fernando? Justo, que eu tenho uma falta de ar, e um constante fogo quando estou com ele. Mas, ele não podia achar que eu era como todas as outras que ele já usou, que ele quer e consegue levar pra cama.Embora, eu quisesse tanto, temia o que poderia acabar sentindo depois, e aquelas historias que falam "Você sempre se apaixona na primeira vez" Se antes mesmo de eu ir pra cama com Fernando, ele me causava tudo isso, imagine se .... puta — que — pariu.
No outro dia, depois de eu ter ficado de sutiã, da putaria das mensagens, ele tentou ser meigo, sério, achei bonitinho o convite. celular tocou…
– Alô?
– Oi gatinha.
– Que foi?
– Nossa como você é amável, por zeus.
– Me atrapalhando agora.
– Mentira, Matheus já voltou da escola, certamente que você também esta em casa.
– E dai ? Isso significa que eu sou uma desocupada? — grunhi — Fala, por que me incomoda?
– Quer almoçar fora hoje?
– Restaurante caro?
– Não, minha casa.
– eu gargalhei — Quem vai fazer comida?
– Seu gostoso aqui .
– gargalhando — Sério?
– Sim.
– Você pirou de vez né? — me deitei sobre minha cama, passando a mão na barriga, percebendo que eu estava com fome, não que faltasse comida em casa, eu só havia enrolado pra almoçar, coincidentemente.
– Por?
– Cade a Raquel? — eu respirei fundo — O que a gente fez ontem, foi errado.
– Errado, errado. Sempre isso Camila! Não fizemos nada, alias. Infelizmente — ele riu — Para de bobeira, e vem logo. Não tem ninguém aqui em casa além de mim, além do mais — pausa — Eu já vi seus peitos.
– Fernando ! — grunhi, ele gargalhou do outro lado — Eu vou Fernando, eu vou, porque acordei muito bem humorada meu amigo.
– Estou te esperando, amiga.
Eu desliguei o telefone e fiquei pensando "Sério que eu vou lá mesmo?". Eu meio que sei que quando a gente se junta não presta muito, porém também sei que adoro quando isso acontece. Não adianta eu negar, não adiantou nada essas duas semanas, não adiantou ter bloqueado ele , porque eu cedi depois .Chegando lá eu bati na porta e ele abriu.
Tá me tirando né? Ele sem camisa, com um pano de pano de prato no ombro, parecia até de proposito, engoli a seco, fechando a minha boca que estava aberta.
–Que foi?
– Precisa ficar semi-nu?
– Tá calor, sabe, vida de chefe.
– Engraçadinho. — Cumprimentei ele com um beijo no rosto, quase escorregou para o lado.
– Vem cá. – ele me puxou pra cozinha
– Eu vou ficar com cheiro de gordura.
– Para, vem logo.
– Sentei na mesa da cozinha — Olha só — avistei uma mesa toda arrumada — O que tem pra nós?
– Macarrão.
–Sério que eu vim aqui pra comer macarrão?
–Para, veio mais pra me ver — ele sorriu, que sorriso lindo.
Eu gargalhei alto, acho que alto demais até, ele franziu a testa pra mim, com os olhos estreitos — Desculpa — eu ri de leve, colocando o cabelo pra trás.
– Chata.
Comecei a observar ele fazendo as coisas, juro que imaginei ele todo lindo casado comigo. Ai eu me lembrei, que ele já era prendado assim , porque PORRA, ele já é casado, e essa casa, ele tem graças a sua mulher.
– To com fome. — disse batucando a mão em cima da mesma, com uma careta no rosto, eu estava mesmo com fome, e receosa de que minha barriga fizesse um barulho alto e constrangedor.
– Calma, quer doce?
– Antes do almoço?
– Para né? nós somos errados mesmo né Camila? — ele abriu a geladeira e me deu um chocolate, prestígio, meu favorito.
– Huuum.
– Tá gostoso?
– Muito. — dobrei minhas pernas, ele se aproximou.
– Deixa eu provar?
– tirei um pedaço pra ele — Tó.
– Não, eu quero da sua boca.
– Se toca Fernando — ele apertou a minha coxa, droga.
– Vai Mila — mordeu meu lábio.
– Sai daqui, vai fazer seu macarrão.
– ele se afastou — Chata.
– Cara, você não tem muito jeito não — suspirei, ele virou a cabeça pra mim com um olhar confuso no rosto — nem me arrepiei quando você chegou perto. — me levantei e fiquei na pia.
Ele me olhou com uma cara — Como é? — ele veio em minha direção.
– Que foi? — mordi meus lábios controlando uma risada, enquanto olhava fundo em seus olhos.
– Repete na minha cara o que você falou.
Aproximei meus lábios do ouvido dele, sussurrei — Você não tem jeito, não senti nada por você.
Ele sorriu que nem canalha, ou melhor, tipo dele — Será? — ele entrelaçou os dedos dele entre os fios do meu cabelo, automático, mordi os lábios, arrepiei. Eu realmente estava com um fogo em meu interior estrondoso.
– Para eu quero meu macarrão — ouvi a água fervida derramar no fogão.
– Nossa você provoca e corta qualquer clima em morena.
Sorri — Vamos meu macarrão — fui tentar da um selinho nele.
– Não gata, só depois do macarrão — ele piscou pra mim.
Droga, ele me deixou com gostinho de quero mais, olha que eu queria provocar ele, tipico dele, canalha completo.
Fernando colocou a vasilha com o macarrão sobre a mesa, me sentei sobre a cadeira, e comecei a me servir, em seguida ele fez o mesmo. Peguei, o ketchup em cima da mesma e pus sobre minha massa.
– Quanto ketchup — ele arregalou os olhos
Rimos
– Eu amo ketchup
–Mas o almoço é macarrão, e não ketchup com macarrão.
– Fernando, cala boca — grunhi, levando o garfo a boca, e sentindo o sabor da massa.
– E então? — Arqueou a sobrancelha, com um sorrisinho de lado.
– Olha, estou impressionada, está ótimo — sorri.
Ele deu de ombros, com um sorrisinho timido no rosto, quis morder ele nesse momento, por algum motivo, me impressionei ainda mais ao não ver ele se exibir. Ele encheu os copos com refrigerante.
– Fazendo massa pra mim, servindo refrigerante. Além de gorda me quer com celulite ?
– Te quero de todo jeito — ele piscou, dando um gole no seu refrigerante.
– Não foi bem isso que eu quis dizer — mordi o labio sem graça.
– Mas foi o que eu quis dizer — sussurrou.
Engoli a seco — E então, porque não optou por um cerveja gelada? — mudei de assunto.
– Porque acordei de ressaca, por conta da noite passada — ele riu
– Que fraco Fernando.
– Você tem que parar de falar assim comigo — ele me fuzilou — OH, deixa eu limpar aqui — ele se aproximou, passando seu polegar no contorno inferior dos meus labios, eu tremi por dentro. — Acho que ainda não limpou direito, ele se aproximou de mim, juntando nossas cadeiras, e puxou meu cabelo passando os labios sobre os meus.
– Fernando — disse separando os nossos labios — Estamos almoçando — eu sorri.
Ele me deu um selinho prolongado, eu retribui.
– Tudo bem, mas depois vamos terminar o que começamos ontem — ele voltou a mastigar.
Eu afastei o prato, cruzando os braços.
– Ai meu pai, o que eu fiz dessa vez ? — soltou o garfo me fitando.
– Então foi só pra isso que me trouce aqui né Fernando? Pra me comer? — Me levantei furiosa
– Ei, Mila, não — ele veio atrás de mim, me puxando.
– Camila — retruquei.
– Olha — ele suspirou, acariciando meu rosto com uma mão, enquanto tocava meus dedos com a outra — Claro, que se acontecesse seria ótimo, mas eu não lhe convidei aqui com essas intenções. Eu juro! Eu gosto de você Camila, não lhe considero uma qualquer, eu gosto de estar com você, você me faz bem, você me traz felicidade, me traz tesão tambem, confesso. E eu não estou mentindo, porque sinceramente? Se você fosse outra e estivesse assim de cu doce que nem você, eu já teria caido fora a muito tempo. Não ia ficar correndo atrás, eu nunca corro, não estou falando da boca pra fora — ele bateu a mão na parede com força, me prendendo — Acredita Camila, olha .... eu nem sou disso, ficar me humilhando pra você — disse zangado, nunca vi Fernando assim.
– Fernando — trinquei os dentes, batendo em seu peito — Me poupe, você não se humilhou e melhora essa cara
Ele sorriu — ótimo, a senhorita pode fazer e acontecer, e eu não posso.
– Que bom que sabe — pisquei
Ele gargalhou em meu ouvido, colando seu corpo no meu, e beijando meu pescoço — Camila — sussurrou, eu murmurei um som com a boca de volta, estimulando que ele continuasse — Para de negar, eu sei que assim como eu, você tambem quer — ele passou a lingua sobre minha orelha, enquanto me segurou firmemente com uma mão pelo quadril, juntando nossos corpos, foi beijando meu rosto, até nossos olhares se encontrarem, senti minha respiração fora de foco, e meu coração sem rumo — Assume vai, Mila — ele sorrio de lado.
Puxei seu rosto com as duas mãos, e o beijei, fechando os olhos, até que ele entreabriu os labios e invadiu minha boca com sua lingua, me beijando e explorando cada canto de mim, eu suspirei sobre seus labios, enquanto ele segurou no colo, me levando vai saber pra onde. Abri os olhos, quando minhas costas se chocaram com um almofado. Abro os olhos, vejo que estamos no sófa. Começo a arranhar as costas de Fernando, enquanto ele revesa entre beijos e chupões por meu pescoço, orelha e clavicula, suas mãos dedilhando cada centímetro do meu corpo. Arfo, sentindo o membro do Fernando roçar na minha intimidade, fecho os olhos, fungando em seu pescoço, sentindo o aroma de seu perfume invadir meus pulmões, seus beijos seus toques, eram tão cheios de meiguisse, que me faziam acreditar no que ele dizia, ele parecia ser tão cuidadoso.
– Você me enlouquece Camila — ele sussurrou entre meus lábios, enquanto nossas linguás se tocavam. Ele apertou com força minha coxa, e puxou meu cabelo, mordendo meu labio, senti meu corpo todo se arrepiar, eu me ver entregue a ele, chupei seus lábios, o abraçando, tentando saciar cada pedaço daquele corpo maravilho.
Fernando começou a subir minha blusa, e eu ajudei ele a fazer isso, ele me mediu como um animal selvagem e sorriu, desfazendo do meu sutiã, seu sorriso ficou ainda maior, senti minhas bochechas ferverem junto com todo meu ser que corou, eu sorri timidamente, sentindo meu coração quase sair pela boca.
– É bom te ver de novo — ele sussurrou, olhando pros meus peitos. Ele era um babaca, precisei rir, ele riu de volta, enquanto segurou um dos meus seios, e me olhou presunçoso. Subitamente, levou sua lingua até o mesmo e começou a suga-lo. Drogaaa, se seus labios em minha boca, eram ótimos, nos meus seios era uma ternura, arfei, mordendo meus labios, sentindo meus mamilos enrijecidos, e minha intimidade pulsando a cada segundo por seu corpo. Sua outra mão se encontrava massageando meu outro seio, levei minhas mãos até a cabeça do Fernando, o incentivando, bagunçando todo aquele cabelo loiro escuro, ele mordeu o bico do meu peito, e foi beijando minha barriga, até chegar ao botão do meu short, foi desabotoando, e eu fraquejei. Subi meus joelhos, arregalando os olhos.
Ele se deitou em cima de mim, acariciando meu rosto.
– Eu sou virgem Fernando — engoli a seco
– Sério? — ele não parecia tão surpreso assim. Eu assenti positivamente umedecendo os labios. — Eu prometo que serei cuidadoso minha linda, você vai sentir muito prazer — sorriu, beijando meus lábios com delicadeza.
Ding dong
Fernando se remexeu em ciam de mim, saindo de cima do meu corpo, soltando uns palavrões, eu arregalei os olhos pegando minhas vestimentas.
– Quem é? — Fernando gritou.
– Sou eu, Ingrid
Meu Deus, era a loira do outro dia, a irmã de Raquel.
– Raquel não esta !
– Tá escondendo o que Fernando? . Abre a merda da porta.
Eu já me encontrava vestindo minhas peças. Fernando olhou preocupado pra mim, e segurou em minhas mãos me levando até a escada.
– O que vai fazer ? Vai me esconder? — ele apenas me levava, até chegarmos no corredor, ele abriu a porta — Fernando?
– Fique aqui tá? Não sai dai. Eu vou fazer ela sair logo daqui — disse com a mão na maçaneta
Eu assenti, suspirando. Ele soltou a maçaneta, e veio em minha direção segurando em meu rosto e beijando meus labios. Sorri alegre, ele sorrio sem dentes de volta e fechou a porta.
Revirei os olhos, ainda com o sorriso no rosto, mas apaguei o mesmo do meu rosto ao notar que estávamos no quarto DELES, tinha um quadro embutido na parede de moldura branca e enorme, uma foto dos dois sentados no sofá da sala, onde a gente acabará de se pegar, sorri de novo. Sentei sobre a cama, e ao imaginar os dois juntos naquela cama, me arrepiei, levantei e fiquei andando de um lado para o outro, não ia bancar a enxerida e mexer em nada né? Mas vi que havia um espelho grande, com maquiagens e joias de Raquel. Já estava cansada de esperar, agoniada com a situação, senti uma dor na barriga, e um frio na espinha.
Como eu sempre digo, e como ele bem sabe, o que esta acontecendo É ERRADO, mas eu realmente.... não, não que eu tenha saído de mim, eu estava consciente de tudo que fará a alguns minutos atrás, eu realmente estava completamente atraída por Fernando, de uma forma assustadora, mas quando estava com ele, eu não pensava muito, não raciocinava em nada, me via entregue a ele, afim de senti-lo, e de te-lo. Relembrei do seu discurso, se ele tinha sido mesmo honesto comigo? Vou confessar que não cai cem por cento, e nem que me iludi, e que quase transamos por conta daquilo. Realmente ajudou, admito, que fiquei feliz demais. Mas só ajudou, eu já estava a beira disso a tempos, não á como negar.
Agoniada de tanto esperar, vou dedilhando com a ponta dos pés, até o começo da escada, me escoro sobre a parede pra ouvir os dois.
– Será que ela vai demorar? Vou esperar — indagou Ingrid
– O que ? Acho que ela vai demorar.
– IH, Fernando, eu já sou de casa meu bem. Agora deixa eu beber um copo d' água, que estou cheia de sede.
Inclinei a cabeça, e vi Fernando a seguindo coçando a cabeça.
– Ta comendo por dois ?
– Háah, Foi o Matheus, que almoçou comigo ai depois ele saiu — Depois de alguns minutos em silencio ele disparou.
– Atá, você esta estranho.
– Não estou — contrariou
– Esta sim, eu hein — replicou mais uma vez, percebi ela voltar pra sala novamente, me escondi atras da parede novamente — Eu vou embora então, mas tarde eu volto.
Ouvi o barulho da porta se abrindo, os dois se despedindo, e respectivamente, o som da porta sendo trancada. Suspirei aliviada. Volto correndo para o quarto, e fico lá me remexendo de um lado para o outro, a porta se abre, o olhar de Fernando paira sobre o meu, ele também parece estar com um peso fora das costas.
– Cara, foi por pouco, muito pouco — colocou a mão na cabeça
– Foi né? — eu ri — Melhor eu ir embora, antes que mais alguém apareça
– Nãaao — berrou, me agarrando pela cintura — Fica vai, estava tão bom — balbuciou em meu ouvido, enquanto entrelaçava seus dedos no meu cabelo.
Eu sorri, beijando seus labios. Ele segurou em meu rosto, olhando subitamente no fundo dos meus olhos, começou a acariciar minha face com seu polegar, como se examinasse cada canto de mim, senti meu rosto corar, sorri timidamente.
– Ah, eu quero muito você, Camila — Juntou seu corpo no meu, e antes que eu pudesse responder, foi me calando com um beijo calmo e profundo, suas mãos alisando o interior do meu corpo, e tudo se retomando como um Replay, mas de preferencia, sem pausa! Fernando foi subindo minha blusa, e depois arrancou a sua, voltou a unir nossos labios com um menas cautela dessa vez, sua lingua ia massageando a minha, enquanto acariciava minhas costas, até o fecho do meu sutiã, que sem delongas, ele o retirou. Foi retirando minha peça, e mais uma vez, corei, bati os cilios, e ele olhou novamente pra mim, me deu um selinho longo e segurou em meus seios, era ótimo, novamente. Depois de me agradar mais um pouco, foi se desfazendo do meu short, e eu o ajudei a retirar. Pegou em minha cintura, e me segurou em seu colo, fazendo minhas pernas se entrelaçarem em sua cintura.
– Minha linda — ele disse, enquanto passava a lingua em meu pescoço, e alternava entre chupões e mordidas na região.
Arfei, ao constatar, que MERDA, estávamos na cama deles dessa vez, meu coração bateu mais forte, acho que tão forte, que Fernando era capaz de ouvir os batimentos irregulados do meu coração.
– Você precisa relaxar esta bem ? Não se preocupa — chupou meus labios, e foi beijando todo o meu corpo, resolvi lutar contra essa agonia martelando dentro de mim, afinal os beijos dele em meu corpo, estavam me trazendo sensações incríveis. Foi quando ele se ajoelhou em minha frente, e começou a retirar sua bermuda, nem sei no que eu senti no momento, eu só sabia, que bem ... ERA AGORA.
Admirei aquele volume ainda coberto pela boxer preta do Fernando, mas já era possível admirar as entradas do mesmo, não disfarcei meu olhar espontâneo de desejo, me vi mordendo os labios, ele sorrio pra mim e novamente pesou seu corpo sobre o meu, comecei a arranhar seus braços, seus ombros, suas costas, ficava indecisa em que tocar, sua pele tinha um cheiro tão forte e bom, minha vontade era de grudar em seu corpo, e não desgrudar mais, nossas linguas se tocavam, em um beijo mais feroz, o quadril de Fernando começou a se mexer, tocando meu intimo, ele foi abrindo minhas pernas devagar, e começou a rebolar em mim, com os olhos cerrados, só conseguia senti-lo e murmurar vez ou outra seu nome, puxei seu cabelo, enquanto nossos labios não se distanciavam, meu corpo seguia seus movimentos, e sua mãos apertava minha bunda, acho que ambos estávamos no limite, principalmente ele, então ele retirou de vez minha calcinha, deu um beijo na mesma, e passou sua linguá de cima pra baixo.
Descontroladamente soltei um urro de prazer, sentindo minhas pernas tremerem, ele ao notar minha satisfação, continuou o agrado, e isso de fato estava me relaxando e me deixando louca, fui puxando seu cabelo com mais precisão, incentivando seus movimentos que eram otimos, seu toque em mim era um paraiso, ele me seguva, e me penetrava com sua lingua. Fernando voltou seus labios para meu pescoço, e clavicula, beijou meu rosto, e entrelaçou nossos dedos, eu sabia que agora não tinha escapatória, ele abaixou sua boxer, e CÉUS, tudo naquele homem era lindo, tudo mesmo. Fechei bem meus olhos, e senti a investida. Aquela dorzinha Filha- da puta -, deixei um gritinho escapar dos meus labios, e sentir Fernando tirar e olhar pra mim, eu assenti com a cabeça para que ele prosseguisse, e ele investiu novamente, foi fazendo isso até eu me acostumar, até que foi melhorando, Fernando ia rebolando em mim devagarzinho, enquanto seus lábios tocavam os meus com sutilezas, ficamos acariciando um outro, e soltando gemidos abafados, sem deixar de tocar nossos lábios, ele foi acelerando o movimento, apertando minha coxa, e investindo intensamente numa força incrivel, suportável, deliciosa, senti uma onda de prazer incrível. Mas todo mundo dizem que é quase impossível ter orgasmo na primeira vez...
Pois bem, nada é impossível quando falamos do quesito " Fernando". Eu jurava, que eu ficaria bem mais nervosa, que iria dar merda, que eu iria sangra rios, mas ao contrario disso, foi tudo tranquilo e tão bom. Os gemidos foram saindo instantaneamente dos meus labios, e eu ia arranhando todas suas costas sem dó, arranhões de carinhos. Ele sendo cuidadoso ao máximo, e não deixando de beijar meu pescoço, minha clavicula e meus labios, era tão otimo ver ele soltando aquele gemidinho rouco, entre meu pescoço, ele mordeu meu ombro sem parar de se movimentar em cima de mim, enquanto minhas mãos percorriam todo seu corpo, ele tinha que ser tão perfeito? Enrosquei firmemente minhas pernas em sua cintura, e começamos a nos movimentar juntos desta vez mais rapido, e bem ... Chegamos lá! Senti minhas pernas tremulas, e meus olhos se revirarem de tanto prazer, exclamei seu nome extasiada, ele se deitou ao meu lado. E depois que normalizamos a respiração eu disparei.
– Fernando, e a camisinha ?
– Eu gozei fora, relaxa. — Me assegurou, alisando meu cabelo.
Eu fiquei pensativa, porque não havia me tocado de nada, estava muito desligada pra notar sua ação.
— Você ainda pretende fugir de mim? — Perguntou. Seus lábios macios vibraram contra a pele sensível do meu pescoço, fazendo com que um arrepio percorresse minha espinha. Me encolhi mais em torno de seus braços, inalando o cheiro de loção pós barba que ainda parecia fresco em seu rosto.
– Acho que já fugi o bastante — Assenti, ouvindo-o soltar um riso baixo.
–Foi a primeira vez que uma mulher me deixou sozinho na cama — Ele disse se referindo, a nossa noite interior, daquela nossa pegação, onde estávamos muito bêbados, pareceu ofendido, mas havia um tom brincalhão em sua voz.
— Na verdade, foi em um sofá — adverti — Oh, o quão cruel eu aparento ser após essa sua grande confissão? — Falei sarcástica, mordendo seu queixo e prendendo meu olhar ao dele.
— Você vai aparentar ser mais cruel ainda agora… — Ele sussurrou sério, sem desviar seu olhar do meu — Quando eu disser que também foi a primeira vez que eu senti vontade de sair correndo atrás de alguém e implorar de joelhos para que não me deixasse ir embora.
Ele era o errado, mais certo do mundo.
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