Notas iniciais
Olá leitores, esse é um presente de aniversário para minha amiga UzumakiHyuuga17.

Professor/aluna, como ela pediu. É bem clichê, mas acho que todo mundo gosta.

Perdão por qualquer erro.

Sentado em sua mesa, ele corrigia rapidamente todos os deveres da classe. Trabalhava com sua caneta vermelha, no início do ano, quando fez uma avaliação de revisão, para saber em que nível de aprendizado estavam seus novos alunos, teve uma desagradável surpresa, a grande maioria não sabia de absolutamente nada. Hoje, quase no fim do ano letivo, poderia se orgulhar de seu método de lecionar, pois quase todos haviam ido muito bem.

Ajustou os óculos de grau, que usava exclusivamente para ler e agitou a caneta sobre os papeis, mais uma vez. E como sempre, "ela" havia tirado a melhor nota a turma.

O homem era responsável, sério, muito profissional, e acima de tudo, rígido. No entanto, um excelente professor. Conseguia prender a atenção dos alunos, embora, desconfiasse que quase todas as meninas da classe, o fitavam intensamente, por considerá-lo "bonito".

Uzumaki Naruto era realmente belo, apesar de não ligar para sua aparência. O corpo forte sem exageros, olhos azuis e cabelos loiros, fazia tantos as alunas, quanto professoras suspirarem. Todavia, não se importava com elas.

Ele estava acostumado à uma vida solitária. Após a morte dos pais, num terrível acidente de carro, o então jovem de dezoito anos, resolveu sair do país. A dor foi grande demais, para que conseguisse viver na mesma casa e manter a mesma vida, sem Minato e Kushina. Optou por cursar a faculdade de História, se formando com louvor, em Oxford, a renomada Universidade inglesa. Depois de anos morando no exterior, resolveu voltar para o seu país de origem. Na verdade, depois de tanto sua madrinha Tsunade lhe cobrar e perturbar o juízo, ele finalmente decidiu ir para o Japão.

Há quase um ano, era o professor de história, do último ano, na escola Senju. Apesar do colégio ser de sua madrinha, ele fazia questão de não ter privilégio algum. Muito pelo contrário, a entidade é quem ganhava, com um profissional tão qualificado e cheio de boas referências.

- Ei, Hina-chan! Vamos sair hoje? — um jovem moreno de aspecto selvagem, convidara empolgadamente, a colega de classe.

- Algum problema? Está perturbando a Srta. Hyuuga, Inuzuka? — o homem levantou a cabeça e fitou o mais jovem. A sobrancelha loira tremia levemente, demostrando irritação.

- Nenhum, sensei — o Inuzuka respondeu desafiadoramente, estufando o peito.

- K-kiba, pare. P-por favor — a voz doce, fez com que ambos a olhasse. Hinata se manifestou, estava extremamente ruborizada, não só por ser alvo dos dois, como do resto da turma.

A princesa Hyuuga, era um verdadeiro anjo. Doce e gentil, conquistava a todos, com sua amabilidade. Além de ser uma filha exemplar, sempre respeitou e deu orgulho ao seu pai, Hiashi. Amiga exemplar, sempre companheira e ótima ouvinte para Ino. Aluna exemplar, sempre tirando notas excelentes, possuía uma conduta disciplinada, além de participar e incentivar seus colegas nos programas extracurriculares da Senju.

A menina, era popular, mesmo sendo estudiosa e aplicada. No entanto, não gostava de chamar atenção, se sentia totalmente desconfortável por isso. Entretanto, era difícil não ser percebida, pois parecia uma boneca. A pele branca e macia, cabelo negro com um brilho azulado, além dos incomuns olhos de luas, herança genética da família Hyuuga. E claro, seu corpo bem desenvolvido, cheio de curvas, fazia com que qualquer homem, entortasse o pescoço, quando ela passava.

O assédio por parte do sexo masculino era grande. Contudo, a menina não gostava, e deixava claro. Ela iria recusar o pedido de Kiba, obviamente com educação, quando o Sr. Uzumaki interrompeu.

- Sei.... — o loiro retirou os óculos e coçou a barba, que estava por fazer. Pegou um grosso livro em sua mesa — eu quero que você leia esse livro e escreva um resumo de dez laudas, para próxima aula.

Antes que o moreno ousasse retrucar, o Uzumaki lhe dirigiu um olhar de "é melhor você ficar quieto".

A aula continuou sem mais problemas.

Pouco tempo depois, o alarme soou anunciando o fim das aulas.

Como de costume, praticamente todos os alunos se foram, restando apenas Hinata. A jovem, como representante de turma, poderia auxiliar os professores. E como o Uzumaki solicitou a ajuda da estudante, há meses a Hyuuga ficava depois das aulas com o homem.

Ele rapidamente foi a porta, e se certificou de que ela estivesse trancada. O loiro se aproximou da jovem, segurando a cintura fina por trás, já que ela estava em pé e de costas para ele.

Ao sentí-lo, Hinata deixou os papeis que lia, escorregarem de sua mão.

O homem encostou seu corpo mais perto ainda, o nariz dentro da cascata azulada, onde pôde sentir o cheiro delicioso, do shampoo usado pela perolada, tinha o poder de acalmá-lo. Retirou as mechas, expondo o lado esquerdo do pescoço feminino, e deu um selinho.

A jovem fechou os olhos e suspirou pelo contato dos lábios quentes em sua pele fria.

Ninguém suspeitaria que por trás do excelente profissional e da aluna exemplar, existia um casal ardente e apaixonado.

Naruto sabia que era, supostamente errado, sabia que era antiético, sabia que poderia perder seu emprego, sabia que se fossem pegos, tudo estaria a perder. Mas ele não se arrependia, e aproveitava cada minuto, com sua "aluna favorita".

Não que ele fosse um canalha e tratasse Hinata apenas como diversão. Pelo contrário, o Uzumaki lutou bravamente contra aquele sentimento, tentou ser racional. Um professor com uma aluna, um homem de vinte e cinco e uma menina de dezessete, não era o "certo". Mas aquele rosto de anjo, a voz doce, a timidez, dedicação e movimentos delicados, foi impossível não se apaixonar. A Inocência daqueles olhos perolados, lhe atraíam como imã, só assim sua alma ferida, encontrava conforto e paz.

Ele custou aceitar seus verdadeiros sentimentos, tentou até pensar que só sentia uma atração passageira, que seria sanada com o tempo e muitas duchas de madrugada, após sonhos impróprios.

No entanto, nada daquilo adiantou e ele acabou ali, rendido e totalmente à mercê de Hinata. Ele necessitava dela, como de ar para respirar após uma corrida, e água para beber nos dias de verão. Ela era seu delicioso vício, a melhor parte do seu tedioso dia. O Uzumaki amava se perder nas sensações causadas pela jovem de olhos de lua.

Quem diria, que a pequena filha estranha dos Hyuuga, se tornaria, tão importante, a pessoa mais importante na vida de Naruto?

Hinata também sabia que tudo aquilo era indecoroso, contudo, assim como Naruto, não se importava. Ela o amava há tanto tempo, talvez o loiro nem suspeitasse. Mas o amava, desde sempre. Quando ainda era uma pequena criança, sentia seu coraçãozinho bombear e as bochechas corarem, só pela menção do nome dele, ou quando via seu vizinho, a menina saia correndo. Ele, com certeza, lhe achava estranha. Exatamente, os Uzumaki's foram vizinhos dos Hyuuga's durante anos.

Por isso, a azulada, literalmente, não sabia o momento exato em que se apaixonou. Mas desde sempre, amava se afogar naqueles mares límpidos e cristalinos. Pela janela de seu quarto, o via quase todas as manhãs e acompanhou o crescimento dele.

O Uzumaki, nas poucas vezes, em que a menina não conseguia fugir (por estar tão nervosa, que as pernas não saíam do lugar), lhe tratava muito bem. Claro, como no máximo, uma irmã mais nova. Isso já era o suficiente, para que ela se sentisse feliz.

A menina tinha uma ótima relação com Kushina, mesmo a mulher nunca insinuando nada, sabia que a menina nutria sentimentos pelo filho. Hinata também gostava da companhia de Minato, visto que, tinham personalidade parecidas.

Mesmo com onze anos, sofreu pelas mortes prematuras dos dois. Pior, sofreu por Naruto. Queria consolá-lo de alguma forma, na melhor das intenções, foi tentar se aproximar dele. No entanto, o jovem lhe tratou mal. Ele ainda anunciou que estava indo embora. Aquilo a feriu demais. Foi a última vez que se viram, mas isso não a impediu de cultivar seus sentimentos por seis anos.

Por fim, foi um choque muito grande, no início do ano letivo, vê-lo adentrar a porta e anunciar ser o novo professor de história. Pensou que seu coração não fosse aguentar, teve vontade de chorar. Porém fez um esforço sobre-humano, para que isso não acontecesse.

Ela o reconheceu assim que o viu. As orbes de safira e cabelos dourados, eram inconfundíveis. Todavia, ele estava mais bonito e másculo, além de sério e triste. Em nada, lembrava o Naruto que conheceu. E isso lhe doeu, porque ele deve ter sofrido tanto e só.

A azulada também teve receio de que Naruto não a reconhecesse, e mesmo sendo natural que acontecesse,ela sentis um terrível incomodo pela ideia. Porém, quando o homem fez sua primeira chamada. Ao pronunciar seu nome, ele a fitou, e no mesmo momento, Hinata soube que foi reconhecida. Havia uma expressão de incredulidade, que o loiro fez questão de disfarçar. Claro, ela estava muito diferente do que há seis anos atrás. Entretanto, o homem nunca fez menção de tocar no assunto.

Foi uma grande surpresa, após meses ficando depois da aula com o professor, o ajudando, receber um beijo doce e depois totalmente necessitado, além de um pedido de desculpas, pela última vez em que se viram. Ela já havia beijado poucas vezes antes, mas nada comparado aquilo.

Desde então, eles vivem esse sentimento, dessa forma secreta.

- Detesto ter que ver outro dando encima de você — ele disse possessivo. Levou a mão grande em torno do seio farto, que mal conseguia segurar, e apertou — tive que me controlar para não matá-lo — sussurro rouco no ouvido dela.

- N-naruto-kun... você p-pode se p-prejudicar — ela respondeu ofegante.

O homem a virou, deixando de frente. Segurou o rosto feminino com as duas mãos.

- Isso não importa mais — então a beijou, completamente necessitado — eu estava com saudades.

Nos últimos dias, eles não puderam ficar juntos. Portanto, Naruto precisava provar do doce sabor que o havia enfeitiçado. Apesar de Hinata ser mais contida, devido a sua timidez, também se encontrava num estado parecido ao do loiro.

Ele por sua vez, colocou a jovem colada no grande quadro, enquanto esfregava sua ereção nela:

-Olha como você me deixa — rosnou.

Mesmo já tendo se entregado ao amado intimamente várias vezes, isso não impedia Hinata de corar graciosamente, na visão do Uzumaki. Isso só servia para deixá-lo ainda mais louco.

- Huuunnn — ela gemeu baixinho.

A perolada, geralmente, não tinha tanta iniciativa. Mesmo assim, ela não tinha do que reclamar, seu amado sempre foi muito paciente consigo e só fazia aquilo que ela permitia, jamais fez algo que pudesse machucá-la ou sem seu consentimento.

Entretanto, ela queria fazer algo diferente. Retribuir, pelo menos um pouco, de todo prazer que havia recebido. Para isso, a Hyuuga engoliu toda vergonha que sentia, e perguntou a amiga Ino, que tinha muita experiência. E mentiu até para amiga, quando lhe questionou o motivo da dúvida.

A azulada levou suas pequenas mãos por dentro da camisa do homem, acariciava levemente cada músculo do abdomên e também as costas.

O loiro suspirou contra seu pescoço, onde ele beijava com cuidado, para que não ficassem marcas.

No entanto foi parado, pois a jovem havia se abaixado. Ele não tinha entendido muito bem, até vê-la corada e um tanto exitante.

- Não precisa fazer se não quiser — ele disse com dificuldades, engoliu em seco. Tinha ficado feliz por tamanha ousadia e iniciativa, por parte dela. Mas não queria que fosse por obrigação.

Diante das palavras do loiro, Hinata reuniu toda coragem que tinha e abriu o fecho da calça jeans, puxou a cueca boxer e enfim libertou o membro duro. Era a primeira vez que ficava tão próxima dele. Tinha medo de errar ou machucar seu amado. Então, delicadamente o envolveu com as mãos. Tentou ficar calma e se lembrar dos ensinamentos da amiga, contudo, decidiu agir por instinto.

Dava leve apertadas em toda extensão, também deu atenção ao saco, ele tinha pêlinhos dourados, que ela adorou. Ousou levantar o olhar, fitou o professor com o maxilar travado, olhos serrados.

Naruto estava na expectativa. Deus! Como era bom. Sua Hinata lhe tocando daquela forma que nunca havia feito antes. E foi impossível, não soltar um gemido grave, quando ela começou a movimentar as mãos, em torno do seu pedaço pulsante e quente.

Um tanto incerta do que fazer, a Hyuuga pôs o pênis na boca, ele era grande, por isso não cabia por inteiro. Tentou chupá-lo como se fosse um picolé. Distribuiu saliva por todo ele, para facilitar. Por fim, acariciava a glande com a língua, enquanto usava as mãos como apoio.

O Namikaze mandou todo autocontrole para o inferno. Aquilo era uma tentação. O rostinho inocente e corado lhe fitando e aquela boquinha tomando seu pau. Ele colocou as mãos na cabeça dela, ditando um ritmo que melhor lhe agradava.

Hinata descobriu que era maravilhoso, ver seu homem à sua merce, rosnando e murmurando coisas incompreensíveis. Sem falar, na sensação gostosa de formigamento, que sua boa se encontrava. Contudo, foi surpreendida, quando Naruto lhe afastou, puxou pelos ombros até que se levantasse, e em seguida, a suspendeu pelas nádegas. Ela só entendeu, ao sentir a tampo da mesa do professor, nas suas costas.

- Eu não aguento mais, preciso de você — o loiro disse desesperado.

- E-eu também, "sensei" — ela não sabia de onde havia tirado tanta ousadia, ao provocar seu Naruto dessa forma.
Essa fala da menina, serviu como gasolina num incêndio. Ele afastou as pernas dela e se acomodou ali. Levou as mãos de encontro a camisa social que ela vestia, abriu os botões rapidamente. Suspirou. Ela usava um soutien rosa, que mal tapava os seios fartos, agradeceu mentalmente pelo fecho ser na frente, lhe poupando trabalho.

Afastou o maldito pedaço de pano, e enfim pôde desfrutar deles, que amava tanto. Acariciou os dois pedaços cheios e macios, sem dó nem piedade, mordeu e chupou os biquinhos rosados. O gosto da pele feminina era doce e único, ali ele podia marcar e extravasar seu desejo e paixão arrebatadores. Prova disso, era a pele antes branca, marcada por hematomas roxos mais antigos e novos avermelhados.

A menina gemia delicada e puxava os fios loiros. Sua intimidade incomodava, ela queria alívio. Então quando sentiu as mãos do homem percorrerem sua barriga, deviar para as coxas e sumir até o quadril e puxou as tiras da calcinha. Retirou e levou ao rosto, cheirou e depois guardou no bolso.

Do outro bolso, Naruto retirou um preservativo, rasgou o pacote com pressa e envolveu seu pênis no latex.

A expectativa era grande para ambos, eles precisavam se unir. Portanto, quando o loiro penetrou sua amada, os dois gemeram, foi como uma viagem ao paraíso.

Aqueles momentos eram únicos e especiais. Para eles, não apenas sexo, mas uma forma de tentar demonstrar o amor que sentiam fisicamente. Eles se doavam de corpo e alma, perdidos nas sensações magníficas.

Para Hinata, não havia nada melhor do que ser preenchida por seu homem, sentí-lo invadí-la. E com prazer, o recebia.

Para Naruto, não havia nada melhor do que estar dentro de sua mulher, ser acariciado pela gruta apertada e quente. E com prazer, a invadia.

Os movimentos do professor eram rápidos e precisos e em meio calor, suor, juras de amor e palavras desconexas, eles alcançaram o prazer máximo.

O homem se retiriou com cuidado, acariciou a face suada e ruborizada. Ambos respiravam fortemente, tentando normalizar seus corações. Ela abriu os olhos, então as luas refletiam nos mares. Não foi preciso dizer nada.

Mesmo que não fosse "correto" e bem visto pela sociedade, eles se amavam. Sabiam que futuramente, teriam que lutar bravamente por aquele sentimentos. No entanto, por enquanto só queriam aproveitar e se amarem secretamente, às escondidas. E também não poderiam negar, proibido é mais gostoso.

Notas finais
Espero que vocês tenham gostado.

Deixem um review, não custa nada.

Beijos até a próxima.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!