Professor Edward C.! Matéria Biologia
4 Capítulo Quatro
Notas iniciais
|Capitulo Quatro|
- Você poderia ficar mais um pouco Srta. Swan? – levantei o rosto para o seu e engoli em seco.
- Eu?
— Sim, precisamos conversar.
Arregalei os olhos assustada, enquanto meu coração batia fortemente contra meu peito. Pisquei algumas vezes para ter certeza de que tudo aquilo era real.
- Bella. Você esta bem? – perguntou preocupado, se sentando ao meu lado.
Assenti positivamente e ele suspirou aliviado.
- O que quer conversar comigo? – perguntei em um sussurro.
- Como sabe eu dei uma olhada nos cadernos e eu encontrei algo nele. – respondeu ele sério, me deixando ainda mais nervosa.
- Er...eu...ai meus deus eu...- tentei dizer, mas eu nada conseguia falar.
- Não precisa ficar nervosa. Eu entendo, é algo normal de se acontecer. – disse ele com um sorriso gentil, mas parecia haver preocupação e medo em seus olhos.
- Olha aconteceu algo parecido na escola que eu dava aula antes e eu fiquei feliz de ajudar a aluna. – meus olhos se arregalaram com essa possibilidade, se bem que dava pra entender que outra aluna tinha atração por ele. Todas as alunas tinham, mais saber que outra escrevia sonhos pervertidos e ele achava super normal me preocupou.
- Mesmo? – falei um pouco cética e ele sorriu.
- Acontece mais do que você imagina. – eu realmente não podia acreditar nisso.
- Eu... eu... – eu não conseguia manter um pensamento coerente, ele suspirou e tocou meu ombro.
- Não se sinta culpada Bella. Estou aqui pra você.
- Está?
- Claro. Sei que nessas situações ficar sozinha é o pior. Você já contou aos seus pais?
- Nem pensar. – ele suspirou.
- Eles tem o direito de saber.
- Eu acho que não. – murmurei pra mim mesma e ele se levantou e me olhou serio.
- Eu sei que é uma situação complicada. Mais se você quiser, eu posso contar junto com você. – meus olhos saltaram fora das órbitas.
- O que?
- Sei que vai ser difícil para seus pais aceitarem, mais não é tão ruim assim.
- Não é?
- Não. Como já disse aconteceu com uma aluna. E com um pouco de apoio, ela se saiu muito bem.
- Como? – eu não podia imaginar Edward contando ao meu pai sobre meus sonhos. E por que diabos ele estava encarando tudo como se fosse à coisa mais normal do mundo. Ele havia enlouquecido?
- Nós fomos ao medico.
- Acha que eu preciso de um medico?
- Com urgência. Seu caso precisa de acompanhamento medico. – ele queria que eu fosse para um psiquiátrico. Eu o entendia.
- Eu não sei... – eu torci minhas mãos nervosamente e senti suas mãos em meus braços.
- Bella, sei que está com medo. Mais... – ele não terminou de falar, pois a porta foi aberta por Emmett.
- Hey.
- Emmett, estou ocupado. – vi Emmett sorrir maliciosamente para Edward e corei.
- Aposto que está.
- Emmett! – Edward repreendeu e ele riu.
- Ok. Você me pediu para vir.
- Claro. Havia esquecido. Bella podemos falar no final das aulas.
- Ok... – falei incerta e ele suspirou.
- Não se preocupe Bella. Vamos resolver o seu problema.
Assenti nervosamente e sai apressada da sala. Andando pelos corredores em vez de ir pra próxima aula corri para minha picape. Acho que ia desmaiar.
Edward sabia e queria me internar?
Nunca pensei que isso chegaria a esse extremo, pensei que ele me odiaria e mandasse eu ficar longe dele, mas me internar?
Senti meu celular vibrar no bolso da minha calça, e o peguei vendo que eu recebera uma mensagem.
Dê: Alice
Para: Bella
Onde você está? Você não apareceu na aula até agora, to muito preocupada, o Edward lhe fez alguma coisa ??? Me responda, to aguardando.
Bufei meio irritada e comecei a lhe responder.
Dê: Bella
Para: Alice
Eu estou no meu carro no estacionamento. E Edward não me fez nada, mas aconteceu algo que eu prefiro falar pessoalmente.
Apertei em enviar e uns minutos depois recebi outra mensagem.
Dê: Alice
Para: Bella
Como assim aconteceu alguma coisa? OMG ele descobriu não foi? O que ele te disse? Melhor, o que ele fez? Já sei....ele te encurralou na parede e lhe tascou um beijo.
Quem me dera ter acontecido isso. É muito melhor do que ser chamada de louca.
Dê: Bella
Para: Alice
Sim ele descobriu, mas não fez nada do q disse, foi pior, muito pior, ele quer me mandar para um psiquiatra.
Dê: Alice
Para: Bella
O que? Putztabrincando...OMG... Num acredito... Droga eu não posso continuar a conversar agora, pois a professora ta de olho em mim aqui depois do meu berro, então na próxima aula nos falamos, pois a professora não veio e ficaremos sem aula....e quero saber TUDO hem. BjosLice.
Sai das mensagens e joguei meu celular no banco ao lado. Fechei meus olhos e tentei me concentrar em algo que não me lembrasse a Edward, mas logo os abri epus-me a escutar música, mas não adiantou muito.
Fechei novamente meus olhos e relaxei no acento do carro, enquanto uma música relaxante começava a tocar. Minha mente foi invadida pelo toque suave da música, enquanto eu involuntariamente soltava um bocejo. Senti meu corpo pesar e minha mente vagar, esquecendo completamente de onde eu estava e o que havia acontecido. Logo minha mente vagou para o mundo dos sonhos e então tudo aconteceu....
- Adoro seu corpo Srta. Swan. – ele sussurrou em meu ouvido, enquanto prensava meu corpo contra a porta, suas mãos em meus quadris e minhas pernas em volta dos seus.
- Sr. Cullen... – sussurrei rouca sentindo sua dura ereção me cutucando e causando uma excitante fricção.
- Tão fodidamente sexy. – ele sussurrou, suas mãos subindo pelas laterais do meu corpo, e levando minha camisa junto, chegando aos seios que ele massageou e apertou, e terminou de tirar minha camisa.
Levantei os braços para facilitar seu trabalho e mordi os lábios vendo suas mãos grandes segurar meus seios, me encarando com luxuria, ele abaixou a cabeça e senti sua língua no mamilo duro, seus dentes mordiscando, enquanto sua boca chupava.
- Oh... Deus... – eu gemi sem ar e senti ele soprar meu mamilo e voltar a chupá-los com fome.
Me esfreguei nele querendo mais fricção e ele gemeu e desceu a mão entre nossos corpos e a colocou sobre meu sexo, suspirei jogando a cabeça para trás, sentindo ele afastar minha calcinha e roçar seus dedos em meu centro.
- Edward... – ofeguei e ele pressionou meu clitóris.
- Não, não Srta. Swan. É Sr. Cullen. – sussurrou contra minha pele enquanto me penetrava com dois dedos, meu corpo arqueou contra o dele, e o senti sorrir contra meu pescoço, e começar a espalhar beijos atrás da minha orelha.
- Sr. Cullen... – falei sem fôlego e ele riu baixinho.
- Isso Srta. Swan deve respeito ao seu professor. – falou enquanto acrescentada mais um dedo em meu sexo ardente e pulsante.
Desci minhas mãos por seus braços, sentindo seus músculos se retesando aos meus toques, minhas mãos afoitas continuaram descendo até sua calça e desabotoei, ele me parou e me fez soltar dele e me virou me prensando contra a porta. Senti seu peito contra as minhas costas e gemi baixo.
Minhas pernas pareciam gelatinas, enquanto ouvia ele abrir a calça e em seguida sentir seu membro pressionado contra minha bunda.
- Empina essa bundinha. – ele falou rouco em meu ouvido e gemi sem forças, senti sua mão grande segurar meu quadril e puxar meu corpo de encontro ao seu pau.
Ele me penetrou rápido e forte, meu núcleo recebendo seu membro pulsante, latejante e quente. Sua boca encostou em minha orelha e chupou o lóbulo antes de sussurrar.
- Quero você Isabella. Mais não em sonhos.
- Bella! Bella. – ouvi gritar ao meu lado, me fazendo pular do banco e bater minha cabeça com tudo na picape.
Gemi de dor e acariciei o local dolorido.
- Opa desculpa, você estava sonhando né? – disse Alice ao meu lado.
- Sim eu estava sonhando.
- Desculpe atrapalhar, mas eu chamei e como você não respondeu fiquei preocupada. – respondeu ela com os braços cruzados nos peito.
Suspirei cansada e sai de dentro da picape.
- Você não devia estar na aula Alice? – perguntei enquanto pegava meu material.
- A aula acabou há 15 minutos atrás. – respondeu ela com um olhar preocupado. – Bella você realmente esta bem?
Assenti com a cabeça e comecei a caminhar em direção a escola.
- Aconteceu algo a mais com Edward? – perguntou ela já ao meu lado.
Bufei meio irritada e comecei a andar mais rápido para dentro do prédio, enquanto Alice andava meio correndo atrás de mim.
- Você vai me contar? – perguntou ela.
Assenti e a puxei para dentro do banheiro que tinha ali perto.
- Ai Alice eu nem sei como dizer isso. – comecei meio nervosa.
- É algo pior do que querer lhe mandar para o psiquiatra? – perguntou ela chocada.
— Sim, ele quer contar aos meus pais. Se isso chegar a acontecer, meu pai me manda para um colégio interno na Rússia. – gritei.
- Ta brincando. Ele é louco? Seu pai o mataria se ele contasse que você tem sonhos pervos com ele.
- Eu sei, sem contar que na antiga escola dele havia uma aluna que passou pela mesma coisa que eu...
- Não brinca... A garota tinha sonhos com ele também?
- Tinha Alice, e ele a mandou para o psiquiatra e contou pros pais dela. – respondi nervosa.
- Oh meu deus, Edward é louco. Precisamos fazer alguma coisa para que ele não conte aos seus pais...
- Como assim fazer alguma coisa? – perguntei assustada.
- Podemos ameaçá-lo. – disse Alice empolgada com a idéia.
- Ameaça-lo?
- Sim, podemos dizer que ele fica dando em cima de você e que você é apenas uma pobre aluna que caiu nos encantos dele e pronto, você fica aqui e a gente pode ser feliz. – respondeu ela animada, enquanto eu balançava minha cabeça negativamente.
- É melhor do que você ir pro colégio ou pro hospício.
- Hospício? Como assim hospício? – gritei assustada.
- Eu assisti um filme outro dia, que a garota estava apaixonada pelo patrão do pai e aí ela começou a seduzi-lo, o pai na menina descobriu e a tirou de perto dele, aí ela começou a ter alucinações com o homem e psicólogo algum conseguiu ajudar a garota, então os pais a internaram no hospício. Foi assustador. – disse Alice com a mão no coração, me deixando assustada.
- Alice, para. Você esta me assustando.
- Oh desculpa. Mas pode vir a acontecer, então acho melhor a gente ameaça-lo. – continuou ela me deixando perplexa.
- Claro que não. Eu vou falar novamente com ele e pedirei para ele não contar nada e sei lá eu vou me afastar. – disse triste.
- E o que fará com as cartas que lhe mandam? – perguntou ela de repente, fazendo-me lembrar da carta que eu pegara hoje.
- Ai Alice, nem me lembre disso agora. Preciso pensar no que farei, eu nem sei como encarar o professor depois dessa, ele agiu tão normal que eu quase achei que ele fosse gay. – respondi com os olhos cheios de lágrima.
- Ai miga, não se preocupe ok. Vai dar tudo certo. — disse ela enquanto me abraçava.
A porta atrás da gente se abriu, e Lauren com suas duas capangas entraram do banheiro. Assim que elas nos viram reviraram os olhos e fizeram cara de nojo, indo em direção ao espelho do banheiro, ignorando totalmente a mim e a Alice.
Alice que estava ao meu lado revirou os olhos e mostrou o dedo para elas, me puxando logo em seguida para fora dão banheiro, enquanto eu a olhava perplexa.
- Desde quando você mostra os dedos para as pessoas?-perguntei.
- Desde o dia em que uma vaca como aquela deu em cima do meu Jazz. — respondeu ela dando de ombros, enquanto eu ria da situação.
Ouvimos o sinal do intervalo tocar e corremos para o refeitório, encontrando Emmett no caminho que vinha todo alegre pelos corredores.
- Uau, o que aconteceu para você estar todo feliz? — perguntei sorrindo e aliviada por poder esquecer um pouco do acontecido de mais cedo.
- Encontrei a mulher dos meus sonhos.- respondeu Emmett com cara de bobo.
- AAAHHHH que bom Emm, fico tão feliz. – gritou Alice ao meu lado, chamando a atenção de algumas pessoas a nossa volta.
- Obrigado Lice. – respondeu ele todo sorridente, puxando-a para um abraço, o que resultou em uma queda feia no chão, esparramando todo o material de Emm pelo corredor.
Todos a nossa volta riram e eu não pude deixar de rir da situação, ainda mais por Alice estar sendo esmagada pelos braços de Emmett.
- AAAHHH, saia de cima de mim.- gritou ela, recebendo várias gargalhadas das pessoas a nossa volta.
Agachei-me e comecei a pegar todo o material de Emmett, revistas, revistas eca pornôs, cadernos, papel de cartas e... espera... papel de cartas?
Olhei atentamente para os papeis que estavam na minha mão e constatei que eles eram iguais aos das cartas que recebia. Olhei assustada para Emmett que ria da cara que Alice fazia.
- Emm...porque você tem papel de cartas na sua mochila? – perguntei um pouco séria, fazendo sua atenção ser voltada para mim.
- Hã? Ah, são do Edward. Ele me mandou comprar e eu esqueci de dar os papeis para ele, porque a pergunta?
Edward? Será que ele é o meu... não, não pode ser, se fosse ele não iria querer me mandar para o psiquiatra.
- Ah nada não. Curiosidade, afinal você não gosta de mandar cartas, prefere e-mails e eu fiquei curiosa por isso. – respondi com um sorriso amarelo, enquanto ele dava de ombros e se levantava.
Terminei de guardar o material e entreguei a Emmett.
O intervalo e as aulas se passaram normalmente. Eu me esquecera totalmente de Edward e o hospício, quer dizer o psiquiatra, mas quando o ultimo sinal bateu meu coração começou a bater fortemente em meu peito e o nervosismo voltou surpreendentemente pior.
- Bella, tem certeza que não quer que eu vá com você? – perguntou Alice pela milionésima vez.
- Tenho sim Alice. Terei que encarar isso e serei forte. – respondi fingindo uma confiança que eu não tinha.
- Certo. Vou esperar você lá fora. – assenti para ela e comecei a andar em direção a sala de Biologia.
A maioria dos alunos já havia saído, o que era bom, pois eu não precisaria encarar alguém depois da conversa com o professor.
Assim que cheguei à porta ela se abriu, revelando um Edward muito preocupado.
- Oh Bella. Ainda bem que veio, pensei que havia fugido. – disse ele nervoso.
Dei um sorriso fraco e entrei, abaixando a cabeça ao passar por ele.
- Professor eu... quero lhe pedir para não contar aos meus pais, pois não acho que ele irá encarar isso de uma forma boa.
- Eu entendo, mas você deve dizer a verdade a eles. Não pode ficar escondendo isso. – disse ele enquanto erguia minha cabeça com sua mão, me fazendo tremer com esse pequeno contato.
- Eu estarei do seu lado Bella. Não terá problema algum pra mim. – continuou ele sorrindo.
Arregalei os olhos assustada. Ele é louco? Como ele pode querer mostrar meus sonhos pervertidos com ele para meu pai?
- Eu não posso Edward, isso é um assunto grave e eu não posso contar isso...
- Eu entendo de verdade, mas estar grávida não é algo fácil Bella... – dizia ele, mas o interrompi irritada.
- Não importa, meu pai não pode saber que eu estou.....O QUE? O que foi que você disse? – gritei assustada quando suas palavras foram processadas na minha mente.
- Que star grávida não é algo fácil e....
- Eu não to grávida. – respondi assustada, enquanto ele arregalava os olhos.
- Não está? Tem certeza disso Bella? – perguntou ele agarrando fortemente meus braços.
Assenti ainda em choque e ele me largou, começando logo em seguida andar que nem doido pela sala, murmurado algo que eu não podia compreender.
- O Sr. esta bem? – perguntei preocupada.
- Estou perfeitamente bem. – respondeu ele sorrindo.
- Por que achou que eu estivesse grávida?
- É que eu encontrei um panfleto de gravidez na adolescência em seu caderno e como uma aluna já passara por isso, imaginei que estivesse mesmo grávida. – respondeu ele ainda sorrindo, com ar mais aliviado.
- Que estranho. Não me lembro de panfleto algum.
- Bem... já que não esta grávida, o que era então que você tem tanto medo de falar para seus pais? – perguntou ele de repente, me fazendo corar.
- Éh... não é nada não. É de um problema que tive e meus pais não sabem. Então não se preocupe. – respondi com um sorriso amarelo.
- Problema? É algo que eu possa ajudar? – perguntou ele preocupado novamente.
Sim, é só me jogar na gaveta me abrir e fechar quando quiser.
- Acho que não... por enquanto. – eu disse em um sussurro a ultima parte.
- Certo. Já que está tudo resolvido, pode ir, pois seus pais podem ficar preocupados. – disse ele com o sorriso torto de sempre, fazendo minhas pernas tremerem.
- Certo. Até amanhã professor.
- Até Isabella.
Virei-me em direção a porta e sai, suspirando aliviada e com o coração calmo que nem uma tartaruga.
Sai correndo pelos corredores, já que não havia professor chato nenhum para me encher. Assim que sai, avistei Alice encostada no meu carro com uma cara bem preocupada.
Assim que ela me viu correu na minha direção, assim como eu da dela. E bem não deu isso muito certo, não conseguimos parar a tempo se Puft, fomos direto pro chão.
- Ai meu deus. Quando você vai pro internato? – perguntou ela pulando em cima de mim, me fazendo agradecer por eu já estar no chão e não levar quem sabe um tombo pior.
- Ai Alice. Você não acredita....
- OMG... você vai pro hospício? NÃO, não vou deixar irei fazer greve de fome, de shopping, e não deixarei você ir. – gritou ela me assustando.
- Não é isso Alice... ele...
- Oh meus deus, ele é gay e disse que prefere queimar rosca? – gritou ela novamente, em quanto eu fazia uma careta de nojo.
- Putz, deixa eu falar. – gritei para ela, colocando-me em cima dela e tampando sua boca, antes que alguém a ouvisse.
- Eu entendi errado... tudo errado. O Edward não sabe de nada, de nada. – eu disse animada, enquanto ela me olhava perplexa, tirado minha mão de sua boca.
- Não brinca... então o que aconteceu realmente?
- Ele encontrou um panfleto de gravidez no meu caderno e achou que eu estava grávida, foi tudo um mal entendido... ele não sabe....ele não sabe. – gritei animada, enquanto ela ria.
- Do que está rindo? – perguntei curiosa.
- É que....eu....eu coloquei aquele.... pan... panfleto no seu caderno, porque eu ganhei ele na rua e aí o Emmett tava chegando e eu não podia deixa-lo ver, se não a coisa ia ficar feia pro meu lado e eu esqueci de tirar ele. – disse ela gargalhando, enquanto eu a olhava sem acreditar.
- Sua doida... por sua culpa quase conto pro Edward o que eu sinto. Você ficou doida? – gritei irada, fazendo-a rir mais.
Ouvimos um pigarreio atrás de nós e olhamos assustada para a origem do som, encontrando um homem meio baixo, careca e com um bigode horrível na cara.
- Perdoe-me senhoritas, mas acho que vocês deveriam terminar isso em um motel.
Olhei chocada para a Alice que parecia que ia ter um ataque a qualquer minuto. Olhei para nós duas e notei que estávamos numa posição nada elegante, que me fez arregalar os olhos e sair de cima dela.
- Senhor. A gente não tem nada, nós somos amigas e gostamos de homens. – eu disse, mas não pareceu ajudar muito não, pois ele balançou a cabeça negativamente e saiu de perto de nós.
Alice que ainda estava no chão, se recuperou de seu choque e levantou correndo, olhando assustada para mim, me fazendo rir da sua cara.
- Para de rir Bella. Isso foi constrangedor... Ai vamos embora daqui. – disse ela envergonhada.
Ri mais um pouco dela e caminhei em direção picape, com ela em meu encalço.
Entramos dentro do carro e abri minha mochila para pegar a chave, encontrando a carta de hoje cedo.
- Putz, eu me esqueci da carta.
- OMG...é mesmo, você recebeu uma carta...abre ela aí. – mandou Alice animada, como se nada tivesse acontecido agora pouco.
Revirei meus olhos e peguei a carta nas mãos, mas não tive coragem de abri-la, o que incentivou Alice a pega-la da minha mão e abri-la por si mesma.
Assim que ela tirou ou papel de dentro da carta eu o puxei de sua mão e comecei a ler, fazendo-me arregalar os olhos.
Ele deu beijos molhados por todo o meu corpo, suas mãos grandes segurando minha cintura, enquanto a boca devastava meus seios, senti seus dentes entre o bico do seio e tremi.
Guiou uma das mãos até meu centro e pressionou o clitóris, meu corpo quase caiu da mesa, mas ele me manteve firme e a sua boca começou a descer por meu corpo, a língua rodeou meu umbigo e desceu mais.
Senti seu hálito em meu clitóris e tremi, sua língua passou por minhas dobras e senti meu corpo arquear em direção a sua boca.
- Adoro o seu cheiro. – ele sussurrou contra meu centro e tremi.
- Edward... – minha voz sumiu quando sua língua mergulhou em meu calor....
Eu particularmente adoro esse sonho.
Mas vamos ao que interessa. Dessa vez foi melhor, mas precisamos que você faça Edward te notar.
Terceira dica: Use roupas mais provocantes, saltos deixam a mulher muito mais sexy. O provoque cruzando as suas lindas pernas.
Boa sorte.
- OMG que sonho foi esse? – perguntou Alice quase em cima de mim.
- Alice sai de cima de mim. – pedi, enquanto a empurrava.
- Desculpa, mas fiquei curiosa com a carta já que a tirou da minha mão. E já que não vai me responder do sonho, quero saber se fará o que a carta pediu. – disse ela emburrada.
- É claro que não. Você viu o rolo que deu hoje, já pensou no rolo que dará.
- Mais você não pode desistir assim tão fácil.
- Eu... Não Alice. Tudo da sempre errado. – falei chorosa e ela arrancou a carta das minhas mãos.
- Nem tudo. Eu concordo com a dica do seu “amigo”. Se você chegar toda poderosa, ele vai te notar. – arquei uma sobrancelha.
- Você ta tirando com minha cara? Onde eu vou ser toda gostosa, eu sou sem graça, e magrela. – murchei e Alice rolou os olhos.
- Deixa de ser dramática. Você coloca um sutiã levanta tudo, uma saia curta, arrumo seu cabelo, e coloca um salto matador e Edward vai ficar aos seus pés.
- Ou vai me dar uma detenção por eu parecer uma vadia. – resmunguei e ela riu.
- Ok, esquece a saia, mais o sutiã e o salto definitivamente vão ajudar. – ela parecia tão confiante, mais eu ainda estava temerosa.
- Eu não sei... – Alice não me deixou terminar e me agarrou pelos ombros me chacoalhando.
- Escuta mulher, se você quer esse homem, para de ser medrosa e corre atrás. – fique um pouco assustada com ela, mais suas palavras eram verdadeiras. – Então levanta a cabeça, e coloca seus sonhos pornográficos em ação.
- Alice!
- Desculpa. Me expressei mal, coloca as dicas em ação.
- Eu... – ainda estava meio hesitante, mais Alice segurou minhas mãos.
- Não se preocupe Bella. Com a minha ajuda você vai arrasar.
Sorri ainda temerosa, só esperava que desse certo.
|Continua|
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