Procura-se uma esposa
4 Capitulo 4
Notas iniciais
A semana meio que passou rápido, tive um encontro com Walter que foi meia boca ele perguntou como eu estava, mas também deixou bem claro que não era pra lhe trazer aborrecimentos, também tinha chegado a conclusão de que era apenas um office-boy na empresa, apenas tirava copias e entregava no departamentos certos. Até Tommy tinha concordado comigo. Mas agora estava como sempre ouvindo mais ordens do Jonas.
– Garoto, esse documento é do setor de TI, como veio parar aqui?
–Não faço idéia. E já me entregando o contrato para levar. -Claro que não. La estava eu indo para o quinto andar olhando o lugar, aqui era mais em cubículos esse andar. Como eu não sabia em que local deixar o contrato ia deixar em qualquer mesa, até que ouviu alguém me chamar.
–Oliver – Ou quase. Virei e me dei conta que era aquela loira.
– Você encontrou um documento um documento que..
–Ta naquela mesa – indiquei pra com a cabeça e dei um sorriso afetado. — De nada.
Ela me olhou com uma expressão dúbia. – De nada?
–Obviamente você precisa do documento e eu o encontrei. Então, de nada.
Ela sorriu, mas de longe não era um sorriso alegre, e chegando perto de mim. – Ah, entendi. Você quer que eu te agradeça por ter trombado comigo e tirado de ordem um contrato de projeto que passei a manha toda organizando e que você, em segundos, transformou num caos. É isso? – ela perguntou debochado.
– Talvez- o desafiei, empinando o nariz e olhando diretamente nos olhos azuis dela, belos olhos azuis. Ela devolveu o olhar, e um brilho desafiador surgiu em seus olhos. – Então agradeço a ajuda preciosa. Não sei o que seria de mim sem ela. Seu pai deve estar orgulhoso de você porque não é segredo nenhum que ele te deserdou.
– Cala a boca. Gritei, atraindo vários olhares. Sai sem olhar para trás não precisava daquilo. Ela parece confusa com a minha exaltação e se como eu pode-se ler tudo o que se passava nela via arrependimento em seus olhos. – Hã ... olha.. eu não quis dizer. E como se não fosse por falta de sorte Jonas estava me chamando.
–Ah, ai esta você. Que idéia foi essa de fotocopiar sua bunda? E por que tanta demora? Leve esses papeis.
– Não levo e já to cansado disse tudo, eu me demito!!
–Você não pode se demiti!
–Claro que posso, todo mundo pode. E como você já mesmo disse sou igual a todo mundo aqui, posso me demitir quando eu quiser e é o que estou fazendo.
– O dr. Merlin me alertou sobre esta possibilidade. Onde está? Ele revirou a mesa e me entregou um envelope. Havia uma carta nela e com uma letra que eu bem conhecia a de meu pai!
Oliver já está a desistir, quanto tempo passou? Uma semana?
Sei que talvez você esteja com raiva, mas acredite: Só estou pensando no seu bem. Quero que vá para casa agora, respire fundo e volte amanhã. Há um lutador em você. Nesses últimos anos, ele sempre apareceu nas horas mais inadequadas, mas não posso acreditar que tenha desistido agora. Volte amanha e me deixe orgulhoso.
Robert Queen.
Respirei fundo e fui pra casa esfrear a cabeça!
Assim que cheguei em casa, me deparei com Malcolm, não me aguentei precisa esparecer sair dai.
–Onde voce vai Oliver? Não jantou e já esta tarde. Nem me dei ao luxo de responder entrei no carro e liguei pro Tommy.
Ja se pasaram duas semanas que estou trabalhando, a loira bonitinha tinha tentado uma tres abordagens a mim, talvez pra pedir desculpa, mas não dei muita brecha. Estava na hora do almoço e quando vejo Malcolm ao meu lado.
– Olá Oliver, como está? Eu o mal o vejo em casa, ate parece que nem moramos na mesmo. E como esta o trabalho?. Claro estava passando mais tempo na casa do Tommy que em casa.
– Olha em volta, todos me amam. Isso aqui é o ceu.
– Devem estar com medo de voce, afinal isso aqui sera seu um dia .
– Medo de mim, do herdeiro falido e deserdado.
–Hum, eu tenho uma coisa para voce? Será que seria uma carta a mais de meu pai. Mas era uma caixinha azul. – Mais uma carta?
–Não é, seu pai queria que ficasse com voce, esta fora da herança. Sei que não tem valor comercial, mas acho que voce ira gostar. Vi que era o relogio preferido de meu pai. Segundo ele era seu mais premio. Foi o primeiro bem de valor que ele havia comprado ao começar a Queen Consolidated, apesar de hoje não ter mais valor.
– Obrigada Malcolm, esperai, ele quer dizer não se atrase neh?. Ele riu, sacudindo a cabeça.
– Jonas me disse que voce estava chegando um pouco atrasado, bem desde voce começou a trabalhar.
– Obrigada Malcolm, agradeço muito este jesto. Estava voltando para meu andar quando o telefone toca, era o tommy .
–Cara acho que tenho a solução pros seu problemas, vem direto pra casa conversamos la. Achando que estava a salvo da chatisse do escritorio por ter saido antes do almoço. Sou encuralada pela loira bonitinha.
–Posso falar com voce? Ela me disse em um tom amistoso antes que eu fugisse para minha sala.
– Na verdade estou ocupado agora, deixa pra outra hora. Até mais. Tentei fugir para qualquer lugar que fosse ate perceber que ela esta atras de mim.
– Por favor, espera! Ela pediu, se colocando na minha frente.
– Que foi agora? Não estava com animo para brigar com ela.
–Na verdade vim me desculpar, eu não queria te magoar, voce acabou de perder uma parente e eu fui muito rude com voce. Mesmo que voce seja irritante e mimado, eu não tinha o direito de falar aquilo. Desculpa.
Cruzei os braços algo nessa mulher me deixava inquieto.- Sensacional seu pedido, queridinha!
–Felicity, ela disse. – Hã?
– Meu nome é Felicity. Felicity Smoak.
Fiquei supreso era um nome bem incomum e muito bonito combinava com ela. – É a sua cara!
Ela meio que se desasjutou. – Era o nome da minha mae.
–Sua mae tambem era educada como voce?
– Eu ja pedi desculpa, o que mais voce quer Oliver.
– Tudo bem, eu aceito, se for pra te manter longe de mim.
Ela se indireitou meio que se sentindo rejeitada. – Então não temos nada mais pra conversar.
– Não, não temos! Boa tarde Felicity. Vi algo passar por seu olhos que não pude bem adivinhar o que era, talvez ela quisesse dizer algo a mais não sei.
– Boa tarde, Oliver.
O restante do trabalho foi um horror, Jonas me latia ordens e mais ordens, ao chegar na casa de Tommy ele me falou qual era seu plano, que tive que rejeitar logo de cara.
–Conversei com o advogado e ele me disse que há um jeito de contestar o testamento sem voce perder direito algum. Voce contestaria ao seu pai, dizendo que ele não estava lucido ao fazer este testamento.
–Não vou fazer isso Tommy, não vou denegrir a imagem do meu pai.
–Imaginei que voce diria isso, mas é bom saber para um ultimo recurso.
To cansando, so tem trabalhado. Preciso de diversão.
– O que vamos fazer hoje, afinal é sexta a noite?
– Tomar banho e vamos pra rua. Acabamos na melhor boate da cidade, Verdant, sempre imaginei comprar ela, eu e Tommy em uma sociedade, mas acho que esse sonho estava longe agora. Bebemos algumas tequilas, vodcas, das mais baratas é claro, mas nada parecia me alegrar, quando o dinheiro acabou decidimos ir embora, estavamos prester a ir.
– Oliver?
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