Prison of Love
33 Voltando á normalidade... Ou não
Notas iniciais
POV Percy
Annabeth ria, tentando comer pudim, porém eu não a deixava comer pudim, beijando-a.
– Sai Percy – reclamou ela, rindo – Eu quero o pudim.
– Você prefere o pudim ao gostosão aqui? – pergunto, fazendo-me de indignado.
– Mas é claro! – exclama ela, como se fosse óbvio – Pudim é vida! O pudim é seu companheiro, é muuuiitooo gostoso, tipo, gostoso pra caralho e ainda por cima não de abandona! AH MEU ZEUS, PUDIM É TÃO PERFEITO, PUDIM ME POSSUA! – sim, a louca gritou essa última parte, fazendo-me gargalhar.
Aproveitando a oportunidade, ela nos virou e ficou por cima.
Se esticando por cima de mim ela pegou a droga do pudim. Parte boa disso? Bem, digamos que ela ficou com os peitos bem na minha cara.
Não que eu estivesse encarando-os fixamente ok? Nada disso.
Ela senta sobre minhas coxas, comendo lentamente o pudim e deliciando-se. Não consigo prender a risada, puta que pariu como alguém gosta tanto de pudim?
Depois de uns vinte minutos somente comendo pudim e lambendo os lábios, acho que ela finalmente enjoou de pudim.
Ela solta o pote, sorrindo satisfeita.
– Chega de pudim? – pergunto cauteloso.
– Só se eu puder comer pudim depois – teima ela.
– Ok, você venceu, pode comer pudim depois – digo á contragosto – Mas você pode comer outra coisa agora – termino, sorrindo maliciosamente.
Ela ri, obviamente entendendo o duplo sentido da minha frase.
– Comer outra coisa? – pergunta ela inocentemente.
– Sim, você pode comer outra coisa – afirmo, vendo um sorriso malicioso crescer nos lábios dela. Ela ri, se inclinando e deitando por cima de mim.
Tento nos virar mas ela aperta as pernas em volta de mim, impossibilitando-me.
– Porra, desde quando você é tão forte? – pergunto indignado.
Ela me olha brincalhona e sorri.
– Desde sempre querido – responde ela, começando a morder meu pescoço.
– Isso não é justo – afirmo.
– A vida não é justa – retruca ela, ainda prendendo-me abaixo de si.
Mas que merda, desde quando Annabeth Chase tem mais força que Percy Jackson?
Ela começa a subir os beijos, chegando na minha orelha. Ela morde-a, puxando-a com os dentes enquanto eu suspiro.
Ela escorrega as mãos pelos meus braços, parando-as na barra da minha blusa. Não demora para que ela adentre as mãos pela minha blusa, arranhando-me enquanto puxa minha blusa para cima.
Usando toda a minha força consigo virar-nos, fazendo-a arquear as sobrancelhas, surpresa.
Sorrio, piscando-lhe um olho. Ela ri.
Beijo-a, tirando a blusa dela também.
Logo a blusa e o sutiã dela já estão no chão do quarto.
Ela bufa.
– Que foi? – pergunto, rindo.
– Você tira meu sutiã mais rápido do que eu mesma consigo, merda! – exclama ela, indignada. Rio, negando com a cabeça e ela bate-me fracamente, emburrada.
Mordo o bico que se forma em seus lábios e ela finalmente abre um sorriso, puxando-me pelos ombros para um beijo de tirar o fôlego.
– Percy? – chama ela, ainda beijando-me.
– Sim? – respondo, a voz saindo um pouco abafada por causa dos lábios dela que prensam os meus.
– Nico... Ou Luke... – começa ela, mas tem que interromper a frase para morder os lábios e evitar um gemido quando eu começo a morder, lamber e assoprar seu pescoço.
– Nico e Luke? – incentivo-a a continuar.
– Não podem chegar aqui á... Aaaah... Qualquer momento? – pergunta ela, gemendo.
Suspiro, concordando.
Seguro com firmeza as coxas dela e enlaço suas pernas na minha cintura. Ela passa os braços pelo meu pescoço, segurando-se em mim enquanto eu levanto.
Vou até a porta com ela no colo – não deixo de comentar que o caminho todo a safada ficou me provocando ok?
Finalmente cheguei até a porta e tranquei.
Annabeth ficava passando as mãos por mim, beijando meu pescoço, orelha e bochechas.
Prensei-a na parede, beijando-a com ferocidade.
Com uma velocidade (e habilidade) desconhecida por mim ela arrancou minha calça com os pés e eu logo tratei de tirar seu short também.
Nossos sexos se encontraram, ainda cobertos pela calcinha dela e minha cueca, mas ambos gememos.
Ela, apressada como sempre, foi logo tentando tirar minha cueca.
– Apressada – reclamo na orelha dela.
– Você que é lerdo – devolve ela, rindo.
– Como assim? – pergunto, confuso.
– Aff – bufa ela, revirando os olhos – Esquece Percy.
Logo minha cueca e a calcinha dela vão ao chão. Minha mão desce pela barriga dela, acariciando seu clitóris e a mão dela logo se ocupa comigo, masturbando-me.
Ficamos assim por um tempo, gemendo o mais baixo que conseguíamos para não chamar atenção, afinal, ainda estamos em um reformatório certo?
Parece até que combinamos, mas paramos ao mesmo tempo sem nos aguentar e entrei nela com força.
Ela mordeu meu pescoço para não gemer enquanto eu enterrava o rosto nos cabelos loiros, sentindo seu cheiro de morango.
Cara, como é que ela conseguia ficar com cheiro de morangos sendo que estamos em um reformatório onde não são permitidos cremes e o sabonete tem cheiro de menta?
Suspiro tirando esses pensamentos idiotas da cabeça e concentro-me no seu maravilhoso cheiro de morango que ainda é um mistério.
Depois de uns minutos ambos chegamos ao orgasmo e abafamos os gemidos um do outro com um beijo.
Com ela ainda no colo volto para a cama.
Ajudo-a a se vestir e ela faz o mesmo comigo, sem malícia nenhuma desta vez.
Deitamos cansados.
Ela se acomoda em mim, mexendo distraidamente na minha blusa e eu enrolo uma mecha cacheada dos cabelos dela nos dedos.
Ficamos somente assim até normalizarmos nossa respiração.
– Pudim? – pergunta ela, rindo igual uma retardada.
Começo a rir que nem um idiota junto.
– Pudim – entoo, afirmativo.
Ela ri que nem uma criança e pega um pedaço de pudim.
Pego uma colher e comemos juntos, rindo igual idiotas.
E assim passamos o resto da tarde, comendo pudim e rindo escandalosamente.
Paro para pensar então.
“Você que é lerdo” lembro dela falando... Será que ela queria dizer que eu demoro á entender as coisas?
“PUTA QUE PARIU VOCÊ, PERSEU JACKSON!!!! ISSO É ÓBVIO PORRA!!”
É, meu subconsciente não é lá meu melhor amigo.
E eu também não sou um gênio que é obrigado á entender tudo na hora ok?
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