Prison of Love

27 Uma total reviravolta


Notas iniciais
Oii pessoas lindas que vão comentar muito neste capítulo por que eu amo vocês! Heuehue Cheguei para alegrar suas vidinhas :3 Ok, parei, huehuehue Ah, tem muita gente não entendeu a reação deles por causa da Sally, por isso neste capítulo meio que vão "explicar" pra Annabeth por que disso, ok? Só pra não deixar alguns leitores "boiando" tá? Boa Leitura, nos vemos nas notas finais!

POV Annabeth

A tensão era quase palpável quando Percy foi escoltado para dentro do reformatório.

Olhei confusa para eles.

– Ok — começo — Eu sei que a mãe do Percy aparecer aqui é bem ruim e tudo, tanto é que todo mundo estava preocupado com o babaca lá, mas o que tem demais?

– Annabeth — começa Nico — Quando ele era pequeno, a mãe dele vendeu ele. Para o mercado negro e iam traficar os órgãos dele. Sabe Deus por que milagre o "chefe" de lá resolveu polpar o garoto. Bem, depois de um tempo tendo que conviver com pessoas tendo os órgãos arrancados e traficados, ele conseguiu fugir. Se envolveu com drogas, mas não fumando e sim traficando para poder ganhar algum dinheiro. E foi assim que Percy Jackson veio parar aqui.

– Ah... — respondo simplesmente.

– Olha, vocês querem ficar aqui lamentando pelo Percy ou vamos nos divertir para depois animar o pobre coitado que vai sair de lá arrasado? — pergunta Thalia.

– Vamos nos divertir — responde Luke, rindo.

– Ai amooor — diz Thalia exageradamente melancólica, jogando um dos braços por cima de mim — Ainda temos que organizar nosso casamento!

– Sim, com certeza doçura — respondo, passando dramaticamente a mão pelo rosto dela, como se estivéssemos apaixonadas mesmo.

Todos riem.

– E eu aqui alone — choraminga Liz.

– Querida, você pode aquecer minha cama as noites que Thalia não estiver — sussurro em tom conspiratório, mas alto o suficiente para que os demais possam ouvir — Só não conte á Thalia!

– É O QUE ANNABETH CHASE SUA QUENGA? — grita Thalia indignada, mas logo abaixa o tom de voz, rindo — Nem casamos e já está pensando em me trair porra?

– Não é isso docinho, olhe só que delícia — argumento, apontando para Liz que está começando a corar — Como resistir á uma tentação dessas? — pergunto retoricamente, vendo Thalia se dobrar para se manter séria.

Liz morde os lábios para não rir. Nico e Luke, porém, soltam altas gargalhadas sem se importar em estragar nossa "cena".

– Como Annabeth Chase? — repete Thalia — Como resistir á tentação de uma delícia como a Liz? — repete de novo ela, apontando para Liz.

Solto uma risada baixa e mordo a parte interna da bochecha, segurando-me e contendo uma gargalhada.

– Eu vou te dizer como, sua puta. Com isso aqui ó — diz ela, apontando para si mesma — Quer coisa melhor que eu?

Liz não se aguenta e começa a rir, chegando á cair no chão de tanto gargalhar.

– E se eu quiser coisa melhor que você? — desafio prendendo a risada.

– Querida, nem em um milhão de anos você acharia alguém tão perfeita como eu — diz ela, jogando o cabelo — Aliás, eu sou linda, maravilhosa, inteligente, gostosa, maior delícia.... O que mais alguém pode querer se eu sou simplesmente perfeita baby? — pergunta ela, mandando um beijinho no ar.

– A carne é Friboi Grace? — pergunta Nico, se acabando de rir sentado no banco.

Algumas lágrimas caem pelos olhos de Luke, escorrendo por suas bochechas enquanto ele está vermelho de rir.

Liz, no chão ainda, agarra a própria barriga, gemendo de dor.

E, depois desta pergunta muito comum e discreta do senhor Nico Di Ângelo, também não me aguento e começo a rir desesperadamente.

Thalia, depois de dar um leve tapa na cabeça de Nico, começa a rir loucamente também.

Agora, querido leitor, imagine a linda e adorável cena:

Cinco adolescentes rindo que nem retardados.

Três garotas, dois garotos.

Um garoto com a pele pálida e cabelo pretos, olhos da mesma cor, rindo sentado em um banco enquanto tenta, desesperadamente, respirar e soltando grandes lufadas de ar com suas fracassadas tentativas.

Um garoto loiro com olhos azuis piscinas que tem uma cicatriz sinistra limpando lágrimas de risadas enquanto se contorce, também sentado no banco, e tem o rosto vermelho devido ao esforço de rir.

Uma garota com a pele meio morena e cabelos castanhos claros/loiros escuros de olhos incrivelmente dourados no chão, gemendo de dor enquanto aperta a própria barriga, reclamando.

Uma garota punk, pele extremamente branca e cabelos incrivelmente pretos — ouso dizer que ela parece a branca de neve devido á cor da pele e do cabelo, e que por tudo que é mais sagrado ela não me ouça dizendo isso — e olhos azuis elétricos estilo tempestades e com uma maquiagem totalmente preta (e exageradamente forte) do tipo: "cuidado sociedade, vou matar seus filhos enquanto você dorme" parecendo uma psicopata se acabando de rir apoiada em um poste.

E, por fim — mas nunca menos importante — uma garota loira, pele clara e olhos totalmente incomuns — cinzas. Sim, cinzas, algum problema? — rindo igual uma retardada tentando parar de rir. Devo ressaltar, eu acho, que a garota loira não está obtendo sucesso nenhum em parar de rir.

Depois de mais uns dez minutos desesperadores em que todos perdemos o ar devido ás incansáveis risadas e mais cinco minutos tentando loucamente respirar e ofegantes, conseguimos finalmente parar de rir.

– Cara, nós somos péssimos amigos — diz Luke, de repente.

Liz senta no banco entre Nico e Luke e Thalia senta entre ela e Nico.

– Nem tem espaço pra mim, seus gordos — reclamo.

– Vem meu amor — cantarola Thalia, puxando-me para o colo dela.

Sento-me de bom grado.

– Ai sua gorda! — reclama ela de brincadeira.

– Calada que em nossas maravilhosas noites juntas você não reclama quando eu fico por cima, né safada? — provoco morrendo de rir.

– É diferente — se defende ela — Você está fazendo algo... Interessante para mim nos momentos de nossas noites, docinho. Agora, você só está fazendo peso em minhas pernas — reclama ela.

– Que isso Lia, sou 'mó delícia — argumento.

– Se não quer eu quero Lia — brinca Liz e todos rimos de novo.

– Que isso! Saí fora, abusada! — reclama Thalia, rindo — Ela é minha e ponto. Minha, minha, minha e minha. SÓ minha! — exclama ela e nós rimos mais.

Depois que a nova crise de risos passou, Thalia pergunta:

– Por que somos péssimos amigos Luke?

– O Percy lá, falando com a mãe dele, provavelmente sofrendo — sentiu o drama da criatura? — E nós aqui, nos divertindo!

– Mas temos que nos divertir para que possamos animá-lo depois! — contradiz Liz e por fim Nico e Luke concordam.

Continuamos rindo de nossas palhaçadas até que por fim vemos uma movimentação nos portões.

Instantaneamente nos calamos, afastando qualquer vestígio de risada.

Dos portões saem uma mulher com cabelos pretos que tem alguns fios grisalhos.

Tem traços delicados e é bem bonita considerando sua provável idade.

Olhos esverdeados... Não, são castanhos/mel. Não chegam á ser verdes, mas é fácil reconhecê-la como a mãe do Percy.

Seus olhos estão vermelhos e pequenas lágrimas escorrem por suas bochechas.

Meu coração se despedaça ao ver a expressão de pura tristeza e dor em seu rosto e em seus olhos.

Todos encaram ela com certo nojo, mas eu a encaro com compaixão.

Tenho certeza que ela amava Percy. Não sei como, mas sei que sim. Ela não fez o que fez por querer, posso sentir isso.

Faço menção de me levantar para ir consolar a mulher. Parece ser mais forte que eu, um sentimento de carinho por ela que faz com que eu me lembre de minha própria mãe quando era viva.

Sinto uma pontada no peito e decido ir até ela para consolá-la.

Thalia aperta os braços ao redor da minha cintura. Olho para ela.

Percebo que ela está encarando a mulher com certa compreensão também, não com o nojo que Luke, Nico e Liz encaram ela.

Suspiro, entendendo o recado. Não seria realmente nada inteligente ir lá e abraçar a mulher.

Primeiro que eu nem conheço ela.

Segundo que meus amigos ficariam com raiva de mim.

Olho, sentindo-me totalmente desprezível por não ajudá-la, enquanto ela caminha para fora do reformatório. Dois guardas a acompanham.

Logo, Percy também sai da sala.

Mas não caminha até nós.

Vai para a "florestinha".

– Ele quer ficar sozinho — diz Nico, segurando Liz que já começava a se levantar — Devemos respeitar isso.

A mãe do Percy olha uma última vez para o filho. Seus olhos bondosos se enchem com mais lágrimas e ela se afasta com uma expressão de pura angústia e sofrimento.

E, para mim, mesmo sabendo das coisas que ela fez para o filho, foi horrível vê-la partir sem nem mesmo tentar ir consolá-la.

Notas finais
O que acharam? Comentem ok? Tipo, o que acham da Sally? Do bem ou do mal? Heuheuh, nem adianta me perguntar que eu não vou dar spoiler ok? :3 Gente, é de total importância pra mim que vocês comentem, por favor! Tipo, pra mim saber se gostam ou não da história e tudo o mais! Tipo, capítulo passado eu recebi uma boa quantidade de reviews ok? Nesse vamos comentar também? Dependendo da quantidade de comentários, posso postar Quinta. Ou quem sabe amanhã mesmo, que eu tenho a tarde livre? Pessoas que comentam uns capítulos e não comentam os outros :::: são tão ruins Pessoas que comentam todos os capítulos estão na minha lista dourada *-* Pessoas que recomendaram também *-* Gente, eu, por exemplo, quando leio uma fic comento todos os capítulos dela! Tipo, é o que um escritor espera, na verdade. Quer entrar pra minha lista dourada? Comente todos os capítulos ou recomende a história *-* Heuheuhe, comentem para eu poder postar. Eu amo postar para vocês, mas só posso fazer isso se receber reviews.... Beijos, amo vocês, vejo vocês nos comentários *--*