Prison of Love

42 It's Time - Imagine Dragons


Notas iniciais
Olá pessoas do meu coraçãozinho, como estão? ~que tosco, credo~ Boa leitura, shuahsua Ah, capítulo para a divosaaaa da Nai Chase Sardothien, essa gostosa que mandou uma recomendação divina para a fic, te amo sua delícia =3

POV Autor

Annabeth não podia acreditar, se recusava. Como seu pai poderia estar ali?

Não, não mesmo. Ele morrera, era isso que Annabeth não parava de pensar.

Mas, se ele morreu, como está aqui?

E ele estava.

– Filha – disse, descendo do caminhão e indo até Annabeth, com os braços abertos.

A primeira reação da loira, depois do choque, foi se jogar nos braços de seu pai, abraçando-o com força.

Ao abraça-lo, viu Joshua parado no interior do caminhão, e deu um gritinho entusiasmado. Soltou-se de Frederick, que abriu a boca chocado ao ver a filha soltar-se dele para abraçar Joshua.

O homem ajudou Annabeth a subir no caminhão e puxou-a para um forte abraço, como se ele próprio fosse seu pai. Abraço esse que foi bem recebido por parte da Chase, que o abraçou de volta como se não houvesse amanhã.

Algo exagerado e desnecessário, no pensamento de Frederick.

Revirou os olhos e subiu no caminhão, ajudando os amigos da filha a subirem também.

– Como... – começa Annabeth, mas não sabe que pergunta fazer, na realidade.

– Annabeth querida, é uma longa história – responde Frederick, sentando-se.

Todos sentam também, ninguém falando uma palavra, somente observando pai e filha se acertarem.

Annabeth sentia-se feliz, é claro, mas sentia-se muito mais traída.

Como seu pai lhe abandonara daquele jeito? Isso era algo que ela, sinceramente, não sabia se poderia perdoar.

– Sua mãe... me fez fazer isso – diz Frederick.

– A mamãe também... – diz Annabeth, sentindo-se arrasada.

Sentem o caminhão começar a andar com um solavanco. Joshua, sentando ao lado da Chase, passa o braço sobre os ombros dela, que se acomoda.

Frederick sente uma pontada de ciúme, afinal de contas, a filha é sua.

– Explico depois – diz Frederick, fazendo pouco caso com a mão. Annabeth abre a boca incrédula, então ele acha tudo isso uma simples brincadeira? – Bom, vocês vão voltar ao reformatório.

– O que?! – exclama Amanda, se pronunciando – Depois de tudo isso você quer nos mandar de volta ao reformatório?

Frederick olha sério para ela.

– Não use esse tom comigo, Amanda – censura ele – E sim, vocês voltarão, mas voltarão inocentados e com um passe livre.

– Como? – pergunta Thalia, arrumando os ombros e pegando discretamente na mão de Nico.

– Vocês irão como se estivessem indo por vontade própria, semana que vem provavelmente – explica ele – E dirão que foram sequestrados.

– E acreditarão nisso? – pergunta Liz sarcástica, revirando os olhos.

– Sim – responde Joshua, confiante – Por que eu direi que fui eu.

– Mas pai! Você irá preso – contesta Amanda.

– Irei preso para soltar Annabeth – diz Joshua, mas ao ver o olhar estampado no rosto da filha corrige-se: – Quero dizer, irei preso para soltar todos vocês!

Amanda desvia o olhar com vontade de chorar, mas não o faz. Pisca algumas vezes e abraça seu irmão de lado.

Gabriel beija o topo da cabeça da namorada, sentindo certa pena dela. Tudo que ela sempre quis foi a atenção do pai, quando ele só liga para Annabeth.

– Continuando- diz Frederick – Como vocês são quase maiores de idade, como vocês se entregarão de volta ao reformatório com seu suposto sequestrador, isso fará com que eles percebam que vocês mudaram e que já tem maturidade o suficiente para serem soltos por bom comportamento.

– Isso tem sentindo – diz Nico, ponderando.

Annabeth, ainda meio atordoada com a aparição repentina de seu pai, vira-se para Joshua.

– Não vou deixar você ser preso por nossa causa! – exclama.

– E prefere passar o resto da vida lá? – devolve-lhe Joshua, olhando para Annabeth com doçura.

Amanda revira os olhos e pisca várias vezes, tentando fazer com que seus olhos parem de lacrimejar.

Gabriel aperta ela com mais força, sussurrando um “aguente firme” para a irmã.

Annabeth se cala, e então olha para Amanda. Ao ver o estado da amiga e irmã, afasta-se delicadamente de Joshua, sentando ao lado de Percy.

Amanda olha-a com gratidão estampada nos olhos, e Annabeth sorri como se dissesse “para que servem os amigos?”.

Ficam em silêncio, afinal, não há nada para ser dito.

Annabeth quer explicações, é claro, quer entender por que o pai fez-se de morto e se a mãe realmente está viva.

Quer abraçar com força o pai por voltar, ao mesmo tempo que quer estapeá-lo por abandoná-la em uma fase tão complicada de sua vida.

Mas terão tempo para isso, tempo para tudo. No fim das contas, passarão uma semana juntos.

Fecha os olhos, sentindo uma dor de cabeça dominar. É muita informação para ela.

Até por que, como se sentiria alguém que passou a vida acreditando na morte dos pais e descobre que não só seu pai esta vivo, mas sua mãe também?

No mínimo, teria uma dor de cabeça.

Percy brinca com os dedos da loira, ninguém sabendo o que fazer, na verdade.

Frederick Chase observa com curiosidade Percy Jackson. Obviamente, ele é o namorado de sua garotinha. Mas será que sabia ela o papel que ele realmente desempenhou nesta história toda?

Suspira então.

– Annabeth, podemos conversar? – pergunta.

A loira assente, espantada demais para dizer uma palavra sequer.

Levantam-se e afastam-se um pouco dos outros.

– Desculpe – diz Frederick – Isso foi necessário Annabeth, eu nunca quis deixar você minha princesa... Eu prometo que explicarei tudo o que quiser saber, Annabeth.

– Eu entendo – diz Annabeth, cortando o pai e surpreendendo até a si mesma.

Afinal, quando se ama alguém, não importa a burrada que a pessoa faça, tudo pode ser perdoado.

Ela sorri levemente, sentindo seus olhos inundarem-se.

– É bom te ter de volta, pai – diz, abraçando Frederick.

O homem, chocado pela reação da filha, abraça-a de volta com força.

– É bom estar de volta, minha princesa – responde – Mas... não está irritada com tudo isso? – questiona hesitante.

Annabeth olha nos olhos castanhos do pai, analisando-os.

Tudo que vê é arrependimento por ter deixado ela, por ter abandonado ela.

Então sente um amor forte, sente seu peito inundar-se com aquele sentimento, e tem certeza que já perdoara o pai a muito tempo, mesmo antes que ele aparecesse.

– Estou pai – responde – Mas... é hora de recomeçar, não é?

– Com certeza, minha princesa. Com certeza – então abraça-lhe de lado e beija sua testa afetuosamente, como costumava fazer quando ela era pequena, e Annabeth se sente estranhamente protegida, de um jeito que nunca mais tinha sentido.

Notas finais
PUTA QUE PARIU MANO, 905 COMENTÁRIOS, É ISSO MESMO PRODUÇÃO? MORRENDO AQUI GENTE, MUITO OBRIGADA SEUS GOSTOSOS, AGORA VENHAM AQUI E ME COMAM! ~Zoas, sou muito bem casada tá? Shaushua Gente, sério muito obrigada, nunca que eu esperei chegar tão longe com essa fanfic, eu escrevo tão mal! Quando chegarmos aos 1000 comentários, eu juro pelo Estige que posto um bônus explicando todo o passado da Annabeth ok? Nem que eu precise dividir em dois capítulos (passado complicado) ok? Mas eu posto *-* Shuahsua Vaaamos, comentem bastante para chegarmos aos 1000 comentários e termos o bônus, shuashua Gente, sobre o sorteio, por enquanto quem está são: Carly Valdez, Gabriele Castellan, Katherine Herondale Jackson, Lalabeth Jackson... Acho que só :B Mais alguém quer participar? Se sim, avisa logo, senão eu vou acabar com o concurso e vou sortear logo para ver quem ganha o ÚLTIMO CAPÍTULO DIVOSO QUE ENCERRA A FIC TODA :') Amo vocês tesões, beijo beijo, comentem muito, nos vemos nos comentários *u*