Prison of Love

32 Especial do dia dos namorados.


Notas iniciais
FELIZ DIA DOS NAMORADOS GALERAA, YEEY!! bom, capítulo dedicado á você que está solteira, deprimida e sozinha hoje nesse dia que casais ficam mais melosos ainda, amando-se. Heuheuhe algum gato aí se habilita á ser meu namorado? Heuheuh ~~ai parei gente. Boa leitura gatas e gatos!

POV Annabeth ~~Especial Percabeth~~

Entro no quarto (que está vazio) dele.

O moreno vem logo atrás, fechando a porta e sorrindo.

Sorrio junto. Ele é tão lindo, ai meu Zeus.

Ele me olha, passando a mão pela minha cintura para puxar-me.

Ele senta na cama, mas com um erro de cálculo me puxa forte demais, fazendo com que eu caia por cima dele.

Porém ele logo muda isso, ficando por cima de mim.

– Percy – chamo, repreendendo-o de brincadeira.

– Sim? – responde ele, passando á beijar meu pescoço. E quando ele o morde não contenho um baixo gemido.

Ele ri, um som maravilhoso que chega aos meus ouvidos.

Ele apoia-se nos cotovelos, olhando-me intensamente.

– Você é tão perfeita – sussurra ele, acariciando a maçã do meu rosto.

– São seus olhos – sussurro de volta.

Ele ri de novo, descendo devagar.

Depois de um século ele para sobre mim, seu nariz roçando no meu, sua respiração batendo no meu rosto e seus lábios perigosamente próximos.

Ficamos assim por uns segundos, somente olhando nos olhos um do outro.

Finalmente ele me beija.

Um beijo calmo, delicado. Suas mãos descem para minha cintura, apertando-a delicadamente.

Quando ele abre os olhos percebo suas pupilas se dilatando.

“Suas pupilas se dilatam quando você vê alguém que gosta ou algo que goste”, eu li uma vez em um jornal qualquer.

Ele encara-me sem malícia, somente me olha carinhoso.

Vez ou outra acaricia meu rosto, ou aperta minha cintura – mas sem segundas intenções.

E eu acaricio seu cabelo, sentindo-o fazer cócegas em minha mão quando ela passa.

Vez ou outra ele junta nossos lábios também, em beijos calmos.

Depois de uns beijos e carícias, sentamos lado á lado.

– Já volto – sussurra ele no meu ouvido, fazendo-me arrepiar.

– Vai aonde? – pergunto, fazendo bico.

Ele morde meu lábio, rindo em seguida.

– Já volto loira, já disse – responde ele, saindo do quarto.

Deito em diagonal, com a cabeça bem na beirada da cama, de modo que meus cabelos caem soltos.

Suspiro fechando os olhos, esperando por ele.

Como ele disse, ele logo voltou. Ouvi seus passos do corredor.

Abro os olhos, deparando-me com a imensidão verde que me encara divertida.

Sorrio docemente, algo que á muito tempo eu não fazia, devo admitir.

Ele vem até onde estou, sentando na diagonal, de modo que quando eu levanto ficamos frente á frente.

– O que você está escondendo atrás das costas? – pergunto, curiosa.

– A curiosidade matou o gato – cantarola ele, provocando-me.

– Ah, ainda bem que eu não sou gata então – respondo bufando, tentando puxar as mãos dele.

– Na verdade você é bem gata – responde ele, piscando.

– Aii Percy! – reclamo – Me diz o que tem nas suas costas!

Ele ri, tirando de trás de si uma cestinha.

– Satisfeita senhora curiosidade?

Rio, abrindo a cesta.

Tiro de lá morangos, chocolates, calda de chocolate e... pudim.

AI SENHOR ZEUS ME SEGURA, ELE TEM PUDIM!!!!

– Onde desgrama você conseguiu pudim, Perseu Jackson?

– Primeiramente: desgrama não existe. Segundamente: tenho meus contatos.

– Desgrama não existe, nem segundamente – rebato – Desgrama é uma palavra original criada por Annabeth Chase.

Ele ri.

– Ótimo, vou começar a falar desgrama então.

– Ei! Desgrama é MINHA palavra! – objeto. Ele ri.

– Calma, vou te dar os devidos direitos por “desgrama”.

Droga, estou parecendo aquelas adolescentes apaixonadas.

Mas quer saber? Eu não me importo nem um pouco com isso.

Ele pega um morango e mergulha na calda de chocolate, mordendo a pontinha do morango.

Entendendo a deixa, fico de quatro e me inclinando mordo o morango, comendo um pedaço.

Vou me afastar, mas ele não deixa, puxando minha coluna e fazendo com que eu caia no seu colo e então me beija de novo.

Sorrio durante o beijo, retribuindo-o.

Quando ele me solta sua mão permanece enlaçando minha cintura, de modo que eu fico no seu colo.

Pego um pedaço de pudim, comendo e saboreando-o.

Ele ri.

– Ai Annabeth, você é uma loira estranha.

– Um loira estranha obcecada por pudim que você gosta – respondo, sorrindo e olhando para ele.

– É – responde ele – Uma loira estranha obcecada por pudim que eu gosto.

Sorrio mais ainda (se possível) e ele beija delicadamente minha bochecha esquerda.

Depois beija a direita. E depois beija meu queixo e minha testa de um jeito bem carinhoso.

Então ele beija a ponta do meu nariz, fazendo-me fungar e ele rir.

E por fim ele beija meus lábios, apertando-me contra ele e fazendo-me derreter.

Passo meus braços por seus ombros, deixando minhas mãos se enlaçarem em seus cabelos e acariciarem sua nuca.

Sinto a língua dele passar por meu lábio inferior e abro mais a boca, deixando a língua dele percorrer minha boca.

Suspiro contra seus lábios e ele sorri, fazendo uma carícia que começa nos ombros e descem até minha cintura.

Depois ele começa a mexer no meu cabelo, fazendo com que eu quase ronrone.

Na verdade, acho que eu meio que ronronei mesmo.

– Não disse que era gata? – sussurra ele com os lábios colados em meu ouvido, passando a língua pelo lóbulo da minha orelha e deixando-me totalmente arrepiada, até mesmo as pernas.

– Se eu sou uma gata, você é um cachorro – provoco, sussurrando em seu ouvido também e mordendo o lóbulo da sua orelha, puxando-a.

Ele abafa um gemido no meu pescoço.

– Au au – responde ele.

– Meow meow – respondo, passando meus lábios sobre seu pescoço.

Ele sorri, soltando-me um pouco para servir pudim.

– Aceita?

– Você ainda pergunta? – ironizo, pegando o pudim da mão dele e fazendo-o rir.

Como o pudim devagar, consciente de que ele me observa.

Logo ele pega mais um morango, mergulha no chocolate e come.

Terminamos de ‘lanchar’ e tiramos as coisas da cama.

Deitamos e ficamos conversando besteiras.

E quando o assunto acabou, ficamos apenas nos beijando ali.

E entre esses beijos adormeci, feliz com finalmente ter a sensação de ser amada.

(...)

POV Thalia ~~Especial Nicalia~~

Sinto a porta ser empurrada enquanto ainda estou sentada apoiada nela. Reclamo, xingando a pessoa que esta tentando abri-la (seja lá quem for).

Sinto uma fisgada de dor nas costas.

Acabei adormecendo ali mesmo e isso vai me custar uma bela dos nas costas. Que merda, por que eu tinha que dar uma de adolesceste dramática apaixonadinha que se apoia na porta e chora (sendo que eu não chorei tá?) e fica ali? Agora eu estou com a coluna arrebentada, droga.

A porta é empurrada com mais insistência e não demoram á começar as batidas.

Seria Annabeth voltando ao quarto? Praguejo eternamente, xingando a loira de coisas nada agradáveis e que eu me recuso á repetir por serem... Inadequadas para descrever minha linda e amada amiga que em um momento de fraqueza eu xinguei de palavrões e A á Z que nem eu sabia que existiam e eu sabia (‘sá porra teve sentido? Acho que não, vlw flw).

Levanto devagar, apoiando-me na parede.

– Já vai – reclamo.

E vocês não imaginam o tamanho da minha surpresa ao abrir a porta e encontrar Nico Di Ângelo encarando-me.

– Oi Lia – sorri ele.

E eu, muito inteligente respondi algo como:

– Hãn?

– Posso entrar? – pergunta ele.

Eu, ainda meio desorientada, abro mais a porta e vou para o lado, dando espaço para ele passar.

Ele entra sorrindo.

– Esqueceu esses papeis caídos no chão – diz ele casualmente, estendendo meus papeis.

Pego-os agradecendo.

– Estava dormindo? – pergunta ele – Atrapalhei algo?

– Não – respondo – Quer dizer, sim eu estava dormindo, mas obrigada por me acordar por que eu estava dormindo apoiada na porta e estou com uma puta de uma dor nas costas agora.

Ele ri levemente, puxando-me para a cama.

– O que diabos... – começo.

– Shiu – cala-me ele.

Ele deita-me de bruços, sentando nas minhas coxas.

Ainda estou confusa quando ele começa a massagear minhas costas, fazendo-me instantaneamente gemer.

Eu não esperava por isso, qual é!

Ele continua a massagem enquanto eu suspiro.

Depois de uns dez minutos massageando minhas costas, ele sai de cima de mim e me vira, deitando-me de lado e deitando ao meu lado.

– Por que você se acha no direito de deitar na mina cama? – questiono, encarando-o com os olhos entreabertos.

Ele ri, fazendo com que eu me arrepie com sua risada grave e totalmente sexy.

Ai merda, por que tão delícia Di Ângelo?

Por que tão gostoso merda?

– Será por que eu acabei de aliviar sua dor nas costas?

Suspiro, resolvendo entrar no seu ‘joguinho’.

– Acho que não – respondo, brincalhona.

– Então por que seria?

Não me pergunte o que deu em mim, mas depois dessa pergunta parece que algo se ascendeu. Como se... Como se acendesse um fogo desconhecido dentro de mim, aquecendo-me calorosamente e dando-me coragem para fazer algo que eu queria mas nem imaginava querer, na verdade.

Olhei bem para ele.

Os olhos negros que encaravam-me tão lindamente. Os cabelos da mesma cor que cobrem sua testa. Sua pele incrivelmente pálida, assim como a minha, dando-lhe um aspecto fantasmagórico totalmente sexy.

Ai senhor, eu já disse o quanto ele é sexy? É, ele é sexy para caralho. E gostoso.

E por fim seus lábios rosados, que pareciam chamar-me.

E então, num impulso, respondo:

– Isso – e então jogo-me contra ele, fazendo-o deitar de barriga para cima e comigo por cima.

Desço meu rosto, encarando-o o tempo todo.

Quase encosto os meus lábios nos dele, mas o olho antes, como se ‘pedindo permissão’.

Em vez de olhar-me de volta ele encara meus lábios.

Em vez de responder-me, ele me beija.

Leva uma das mãos para minha nuca, puxando-me para ele.

Logo ele vira.

– Eu gosto de ficar por cima – sussurro, nos virando.

– Eu também – responde ele no mesmo tom, tornando á nos virar.

– Isso vai dar merda – reclamo, virando-nos.

– Com certeza. Principalmente por que eu provavelmente vou perder, sendo você uma morena sexy, linda, gostosa e maravilhosa para convencer-me – responde ele, nos virando mais uma vez.

Ri, corando levemente,

Peraí, Thalia Grace corando? É o fim do mundo.

– Atá – respondo, rindo – ‘To ficando tonta – reclamo.

Rimos e ele senta encostado na cabeceira da cama. Tão sexy.

Eu, sentindo-me audaciosa, sento-me no seu colo com as pernas cruzando-se em sua cintura.

Ele passa os braços pelo meu quadril, deixando-os apoiar-se ali.

Ele suspira e eu rio.

– O que foi? – pergunta ele, sorrindo.

– Assim eu fico mais alta que você – respondo, sorrindo bobamente.

Ele ri.

– É, assim é fácil ficar mais alta baixinha – responde ele.

Faço um bico, fingindo estar chateada com ele.

– Fica assim não baixinha – pede ele, roçando o nariz no meu cabelo – Você é fofa sendo baixinha.

Sorrio, desfazendo minha cara de chateada e o beijo novamente.

E assim ficamos por um tempo.

Ele sentado. Eu em seu colo. Somente nos beijando, sem nos importarmos com nada.

– Thalia – chama ele.

Olho-o.

– Oi?

– Você – começa ele, envergonhado – Quernamorarcomigo?

– Oi? Não entendi Nico, você disse muito rápido – respondo, sem entender patavinas do que ele disse.

– Você quer namorar comigo? – repete ele, pausadamente. Ele parece nervoso, suas mãos apertam excessivamente meu quadril (e eu não estou reclamando em momento nenhum ok?)

Fico sem reação por um instante. As palavras fogem da minha boce e o ar foge dos meus pulmões, deixando-me sem respirar e sem responder.

– Se não quiser eu entendo é que... –tenta se corrigir ele, corando e super envergonhado. Que gracinha.

Sem capacidade para falar, somente o beijo. Apertando as bochechas dele junto, é claro.

– Isso foi um sim? – arrisca ele no final do beijo.

– Sim – sussurro, sorrindo abestalhada.

Ele sorri em parte aliviado em parte feliz. Seus olhos negros cravam-se nos meus azuis e assim ficamos, sorrindo abobalhadamente.

Roubo-lhe um selinho, fazendo-o rir.

– Minha pequena – sussurra ele contra minha orelha, lançando um bafo quente agradável sobre ele.

– Meu grandão – respondo, abraçando seu pescoço, mais feliz impossível.

(...)

POV Liz ~~Especial Lizke~~

Me olho uma última vez no espelho, terminando de passar o delineador.

Saio do quarto suspirante.

Ninguém merece passar o dia dos namorados solteira e deprimida.

Ando pelos corredores sem rumo definido quando mãos me puxam por trás, fazendo um desespero repentino bater em mim.

Tento gritar assustada, mas a pessoa cobre minha boca com a mão.

Sinto a pessoa me segurar contra seu peito, me impedindo de ver quem é.

Desespero-me mais ainda, tentando espernear loucamente e estapear quem quer que seja.

Mas ao sentir bem o cheiro de eucalipto paro, reconhecendo meu “sequestrador”.

Deixo-o me puxar, quase rindo.

Logo estamos no gramado, entre as árvores.

Ele me vira e encontro seus olhos azuis piscina. Contenho um suspiro, mordendo o interior da minha bochecha.

– Oi – diz ele como se não tivesse acabado de me ‘sequestrar’.

– Oi?! – exclamo, fazendo-me de irritada – Oi tua mãe, Castellan. Eu quase morri, pensei que iam me estuprar. Você não tem noção do quanto eu fiquei assustada, seu idiota!! Eu estava sendo sequestrada e...

Antes que eu termine, ele me rouba um selinho.

– Calma aí estressadinha – diz ele, piscando.

Não contenho uma risada que logo que se torna uma gargalhada.

Ele me acompanha.

– Por que me trouxe aqui? – questiono, olhando-o intensamente.

– Feliz dia dos namorados – responde ele, entregando-me uma rosa que ele deve ter pego na parte florida do gramado.

Olho a rosa e ofego ao perceber que é dourada.

– Você pintou?

– Hm?

– A rosa Luke. Você pintou ela?

– Sim. Para parecer seus olhos – responde ele, meio envergonhado.

– Obrigada por tudo Luke, mas eu não sou sua namorada – digo com sinceridade.

Afinal, por que ele me daria ‘feliz dia dos namorados’ se não somos nada?

– Mas eu gostaria que fosse – rebate ele, aproximando-se perigosamente de mim.

Lembro-me que antes ele estava com um ‘rolo’ com a Thalia e irrito-me subitamente.

– Vai dar a flor de presente pra Thalia – reclamo, saindo de perto dele e me encostando em uma árvore.

Ele me olha confuso, como se não acreditasse em algo.

Então ele sorri malicioso, me olhando encantado.

– Que foi? Perdeu algo na minha cara? – pergunto grossa, bufando.

– Você tá com ciúmes – afirma ele.

– De você? Eu com ciúmes de você? – reviro os olhos – Ah, por favor Castellan, me faz rir assim.

Ele sorri.

– Eu não tenho nada com a Lia, Liz – afirma ele.

Olho-o confusa.

– Não?

– Não – reafirma ele.

Ao ouvir isso meu coração bate descompassado e uma alegria serena toma conta de mim.

Suspiro, de um jeito ou de outro, aliviada por isso.

Olho para ele.

Ele sorri.

– Os nomes dos nossos filhos podem ser Luis e Louise – arrisca ele, rindo.

Ah, que sorriso.

– Hãn? – pergunto, arqueando as sobrancelhas, mas com um sorriso.

– Ideia da Thalia – se defende ele, levantando as mãos em sinal de “eu me rendo”.

Rio mais ainda, sentindo lágrimas inundando meus olhos.

Ah, droga de TPM que me deixa emotiva.

Sorrio mesmo assim, fungando.

– Ela só nos deixaria por esses nomes – digo, sentindo as primeiras lágrimas escorrerem – Se ela fosse madrinha – finalizo.

Ele sorri.

– Ela poderia ser madrinha – afirma ele.

Sorrio, sentindo-me desabar.

Lágrimas incontroláveis escorrem dos meus olhos, caindo pelas minhas bochechas, borrando meu delineador preto.

Nossa, eu devo estar linda mesmo hein?

– O que foi? – pergunta Luke subitamente preocupado, chegando perto hesitante e me envolvendo em seus braços.

Deixo ele me abraçar, passando os braços por sua cintura e apertando ele.

– Nada – responde fungando – Só a TPM que me deixa emotiva.

– Aah – responde ele simplesmente, abraçando-me.

Depois de um tempo, quando paro de chorar nos afastamos.

Ele me olha.

– Eu devo estar linda – reclamo, passando a mão pelas bochechas e tirando um pouco do borrado.

Ele ri, se aproxima e passa as mãos por minhas bochechas diversas vezes, tirando o borrado para mim.

– Você é sempre linda – diz ele – E agora está parecendo um panda – sorri ele.

Sorrio junto.

– Ai – reclamo rindo, tentando tirar os restos da maquiagem.

Ele ri.

– Não – diz ele, puxando minhas mãos – Você está fofa.

– Eu devo estar horrível – reclamo.

– Você parece um panda – repete ele, sorrindo mais ainda.

Ele beija minhas bochechas com delicadeza e depois sopra a ponta do meu nariz, fazendo com que eu gargalhe.

Finalmente ele me beija, um beijo que eu esperava á muito tempo e não sabia.

Deixo-me levar, retribuindo.

É, acho que não vou mais passar o raio do dia dos namorados tão sozinha e deprimida assim.

(...)

POV Piper ~~Curta Especial Jasiper~~

Sinto-me ser puxada para uma sala e olho para o loiro que me puxa.

– Jason – reclamo.

Ele não me olha, continua puxando-me simplesmente.

– Jason – chamo de novo.

Ele entra em uma sala, olha para os lados e tranca a porta.

– Jason! – exclamo, já irritada.

Ele finalmente me olha.

– Oi? -pergunta ele inocentemente.

– O que está fazendo? – suspiro cansada.

– Isso.

E me beija. Um beijo cheio de paixão.

Tento resistir no início, empurrando seu peito e tentando soltar-me, em vão.

Entrego-me á ele, beijando-o com a mesma intensidade dele.

Ai droga, esse garoto ainda vai ser minha perdição.

(...)

POV Frank ~~Curta Especial Franzel~~

Hazel me olha intensamente com aqueles seus misteriosos olhos dourados que eu aprendi á amar.

– Feliz dia dos namorados – diz ela timidamente, entregando-me um bolinho.

– Feliz dia dos namorados – respondo, entregando-lhe uma rosa branca que eu achei andando por aí.

Ela sorri.

– Acho que eu amo você – diz ela.

– É muito cedo para responder que eu tenho certeza que amo você? – pergunto, olhando-a.

– Não, não é – responde ela, jogando-se sobre mim e beijando-me.

(...)

POV Leo ~~Curta Especial Caleo~~

Ando distraidamente, tombando com uma garota.

Ela é branca e tem longos cabelos castanhos, olhos da mesma cor.

Não sei o que me dá, mas á beijo.

Bom, eu beijo quase todas as garotas que conheço mesmo.

Não sei por que, mas ela corresponde.

Surpreendo-me, puxando-a mais para mim.

Ela sorri entre o beijo, apertando meus cabelos.

Nos soltamos. Ajudo-a a pegar seus livros.

– Á propósito sou Leo Valdez e estou solteiro – digo, piscando-lhe.

– E eu Calipso Atlas e estou namorando – responde ela, piscando de volta.

Fico atordoado. Namorando e me beija?

– Nos vemos por aí, Valdez – diz ela, passando por mim e batendo na minha bunda.

Abusada.

Notas finais
O que acharam? Desculpe ser tão curtos os Jasiper, Franzel e Caleo, mas é que eu to sem ideia '~' Heuheuhe PERAE, QUERO FAZER UMA DEDICATÓRIA Á MINHA SUPER AMIGA MINA DO JACKSON:: (nossa conversa que eu xonei *-*) Ela: "Eu não sou amável, nem fofa e muito menos adorável." Eu: "Você é tudo isso comigo e muito mais :3" Ela: "Você é fofa cara" "É impossível não ser fofa com você" "É como estar chutando um urso panda" Aii sem or *------* Little Cat minha gata, te amoo demais cara *--* Te amo, te amo, te amo sua fofa *--* (e sim, para mim você é super fofa e eu te amo) *-* To emotiva hoje, não liguem, huehuehu Beijo, amo todos vocês, comentem lindjos e lindjas do meu core