Prison of Love

39 Dear Sister - The Pretty Reckless


Notas iniciais
Heeeey!!! Eu demorei muito? Desculpem, eu tinha três trabalhos para apresentar e ainda tenho um para Segunda... Ah, vocês não querem saber disso. Capítulo para a divaaa linda perfeita goxtosa tesuda e maravilhosaaaa da Lalabeth Jackson *-------* Aproveitem, boa leitura *-*

POV Amanda

– Como assim? – pergunto.

Annabeth limpa algumas lágrimas que escorrem por suas bochechas e meu irmão passa o braço sobre o ombro dela.

Bufo e reviro os olhos.

– Eu... Bem, eu me joguei na piscina funda enquanto estávamos brincando na piscina, Malcom se jogou para me pegar... Ele me pegou, mas eu estava desesperada. Comecei á me debater e a empurrar ele... Ele se afogou.

– E como você saiu de lá, Anna? – pergunta meu irmão delicadamente.

Ela sorri fraco por ser chamada de Anna.

– Eu... Minha mãe pulou na piscina ao ver o que estava acontecendo e me tirou de lá... Ela levou meu irmão também, pelo menos o seu corpo.

Ficamos em silêncio, ninguém sabendo muito bem o que falar.

Eu gosto da Annabeth, é verdade, mas eu tenho ciúmes dela.

Não com Gabriel, isso nunca – sei que ele me ama.

Mas sim com nosso pai... Quando fizemos quatorze, que Annabeth foi morar conosco, ele nos despachou para a casa da nossa mãe para “ficar á sós com Annabeth”.

E a loira é a única pessoa com a qual ele fala com carinho no mundo. Ele não tem orgulho de mim, isso eu sei. Talvez tenha de Gabriel, mas não de mim.

Eu sou a que não deveria nascer, ele nunca quis ter uma menina como filha... Mas com Annabeth foi diferente.

Talvez Joshua pense que o que faltou em mim tinha nela... Naquela época me faltava força, me faltava vontade de aprender á fazer algo das coisas que ele queria me ensinar, e Annabeth... Bem, ela estava disposta á aprender o que ele queria ensinar á ela.

Eu sei que ele pensa em mim como uma decepção de filha... Eu sei que ele não me ama e nunca vai me amar como ama Annabeth.

Na verdade, ás vezes eu acho que Annabeth é a filha dele – pelo menos do jeito que ele fala dela.

E sim, eu sinto ciúmes por isso. Joshua ainda é meu pai. É a mim que ele deve atenção, orgulho, carinho, amor... Não á ela, Annabeth.

Olho para ela, chorando no ombro do meu irmão.

Ah, Gabriel nunca teve que passar por isso. Foi “o homem” da casa desde pequeno, conquistou nosso pai assim que nasceu menino.

Suspiro enquanto olho Annabeth. Eu realmente queria odiá-la.

Queria odiá-la por conquistar o carinho do meu pai de um jeito que eu nunca fui capaz de fazer, queria odiá-la pelo olhar de desprezo que meu pai me dá ao me comparar com ela... Mas eu não consigo.

Não olhando para ela, não conhecendo a verdadeira Annabeth Chase.

Uma menina assustada que perdeu os pais cedo. Uma criança que perdeu sua infância e nunca viveu de verdade.

– Vamos, logo logo será a viagem – diz Biel se levantando e soltando Annabeth.

Ela levanta também e limpa as lágrimas novamente, fungando.

Tiro do bolso um lencinho e estendo para ela.

– Obrigada – murmura ela e eu sorrio como se dissesse “não há de quê”.

Gabriel abre a porta da cabana que estamos e segura para que eu e ela passássemos.

Passamos e ele saí, fechando e trancando a porta.

Ele entra no carro e Annabeth entra atrás.

Sento no banco da frente, suspirando. Encosto minha cabeça no vidro do carro e fecho os olhos – vai ser uma longa viagem.

(...)

Gabriel me acorda quando chegamos.

– Acorda a Annabeth, eu vou ver se dá para entrar pelo muro lateral – diz ele, saindo do carro.

Levando ainda meio sonolenta e esfrego os olhos. Saio do carro e me espreguiço.

Olho o relógio, são 13:45. O passeio é as 14:00.

Abro a porta de trás do carro e entro, deslizando até o lado de Annabeth.

– Anna – chamo delicadamente, sacudindo seu ombro.

Ela abre os olhos meio sonolenta também.

– Chegamos – digo sorrindo.

Ela sorri também.

– Ah, obrigada Amanda – diz ela me estendendo o lencinho.

– Mandy – digo-lhe.

– Obrigada, Mandy. Sem ressentimentos?

– O que?

– O... seu irmão me contou por que você tinha uma antipatia comigo enquanto você dormia – diz ela, meio envergonhada.

– Sem ressentimentos, Anna – respondo.

– Hm... Podemos ser “irmãs” ou seria forçar demais a barra? – pergunta ela hesitante.

Olho em seus olhos cinzas, e tudo o que eu vejo é a menininha que matou acidentalmente seu irmão e que precisa de conforto, seja de quem for, só precisa de um carinho e alguém em que confie.

– Irmãs – confirmo, sorrindo-lhe docemente.

– Vamos meninas, tem como entrar – diz Gabriel aparecendo.

Annabeth solta o cinto de segurança de desce do carro atrás de mim.

Ela passa o braço pelo meu e eu rio.

– Meu Zeus, eu só andava assim com as minhas amigas quando ia para a escola – digo, sorrindo.

– Ai senhor, eu também! – exclama ela, rindo junto.

Gabriel arqueia as sobrancelhas para mim, sorrindo satisfeito. Ele sempre quis que eu e Annabeth nos déssemos bem.

Sorrio-lhe de volta.

Gabriel passa na nossa frente e abre uma porta, entrando no reformatório.

Passamos por uns corredores atrás de Gabriel e logo estamos no corredor dos dormitórios.

– Vou indo – diz Annabeth, abraçando-me brevemente e beijando a bochecha de Gabriel.

– O que fez você mudar de ideia em relação á Annabeth? – pergunta-me ele quando estamos sozinhos.

Passo a braço pelo dele igual Annabeth fizera comigo e sorrio.

– Percebi que somos, de certa forma, iguais. Duas garotinha que apenas precisam de conforto, Gabriel – respondo.

(...)

– TODOS PARA O PÁTIO! – berra Ares ao passar pelos alunos.

Como todos querem muito sair um pouco deste inferno que é o reformatório, todos os alunos se agrupam rapidamente e organizadamente no pátio.

Annabeth, Percy, Nico, Thalia, Liz e Luke ficam do nosso lado.

Percy passa o braço pelos ombros de Annabeth e ela sorri radiante.

Não consigo esconder um sorriso ao ver minha irmã feliz deste jeito.

Ele levanta um potinho, acho que é pudim, e Annabeth quase grita ao pegar e realmente devorar o negócio.

– Ai meu Zeus!! Percy, onde você conseguiu essa divinidade dos deuses? – pergunta ela, deliciando-se ao lamber os lábios.

– Furtei a cozinha, meu amor – responde ele piscando para ela.

Ela rouba um selinho do namorado e ele ri.

– Vamos lá pirralhos – a voz grave de Ares ressoa pelo pátio – Vamos começar o passeio.

– Srtª Chase – chama o professor de ciências – E seus amigos, perto de mim.

Thalia, Nico, Liz, Luke, Percy e Annabeth vão.

– Vem, mana – chama Annabeth.

Sorrio e vou para o lado dela, puxando Gabriel.

É tão bom ter uma irmã – uma que sabe exatamente o que eu sinto.

Notas finais
~~Antes de tudo, um obrigadinha á Nai Chase Sardothien e á Gaby Castellan pelas recomendações divosas, os próximos capítulos são de vocês meninas~~ Beeem, obrigadaaaaa de novo para a gatoona da Lalabeth Jackson, espero que tenha gostado do capítuloo!! Gente, prometo não demorar á postar!! O que acham da Amanda e do Gabriel agora? Vou confessar: eu já estou apaixonada pelos dois, esses fofos. Altas tretas na viagem mano, altas tretas virão... hu3hu3hu3 Acreditam que minha mãe disse que eu nasci para ser nerd? E que minhas amigas agora me zoam por isso? Trágico... Sabem por que? POR QUE MEU SIMULADO (todas as matérias, quatro questões de cada) É DIA 15 DE AGOSTO. Então você se pergunta: "mas o que tem dia 15 de Agosto?" É O MEU ANIVERSÁRIO! PASSAR O ANIVERSÁRIO FAZENDO PROVA É FODA!! Credo, nasci para ser nerd mesmo, só pode. Bom, beijoos, amo vocês demaaaais e nos vemos nos comentários meus gatos e minhas gatas =3