Prison of Love
19 A Melhor Noite.....
Notas iniciais
POV Annabeth
Chegamos na festa e as meninas começam a me dar bebidas.
Bebo coisas alcóolicas roxas, azuis, laranjas, verde, amarelo..... Até mesmo preto!
Olho bem ao redor e posso jurar que eu vi um coelho me olhando com um relógio.
PORRA, É O COELHO DA ALICE! ELE VEIO ME BUSCAR CARALHO!! AAAH, PARTIU PAÍS DAS MARAVILHAS, FODA-SE O MUNDOO!!!
Quando estou indo atrás do lindo coelho, que eu me apaixonei por ele, sou bruscamente puxada pelos ombros e não tenho dúvidas que são Thalia e Liz.
Que merda, elas acabaram com meu momento paixonite com o coelho da Alice. Será que a Alice ficaria com ciúmes?
Olho para Liz. Que merda de bebida é essa cor de rosa na mão dela?
Ah, foda-se. Dou de ombros e pego dela, virando na boca com uma rapidez inimaginável.
Liz resmunga algo e Thalia ri. Elas me puxam por uns corredores estranhos, acho que eu nunca vim aqui.
Elas me param em frente á uma porta. A porta é de madeira é tem um tom claro de marrom.
Será que o coelho está aí? Ah, se ele estiver eu vou amar eternamente minhas amigas. Quem saiba eu e o coelho possamos ter uma família? Imaginem, vários coelhinhos loiros de olhos cinzas, que meigos.
Poderíamos chamá-los de, sei lá, CoelhaBeth ou AnnaElho.
Awn, como eu sou foda pra inventar nomes. Me amem.
Elas finalmente abriram a porta e me empurraram para dentro. Caí de cara no chão. Vacas.
Ao olhar pra dentro, percebi que não tinha coelho ali. Que merda. Eu queria o coelho.
Naquele mini quarto (que era tão pequeno que só cabia a cama de casal que tinha nele, e ainda sim a cama ficava meio apertada) nem tinha armários. Somente a cama.
Poxa, se tivessem armários eu poderia ir pra Nárnia que nem a Lucia. Seria foda. Quem foi o viado que projetou erra merda de quarto sem armário? To chateada.
Bem, mas ali na cama estava sentado Percy Jackson. Sim, ele mesmo.
Ele estava com as costas apoiadas na parede, e de onde eu estava ele ficara de lado. Sua blusa de botões azul estava totalmente aberta e ele estava com uma das pernas encolhida, apoiando o cotovelo que apoiava a cabeça.
Porra, acho que eu nunca vi ninguém tão sexy na minha vida.
Ele se virou um pouco e pareceu me ver pela primeira vez. Ele fez um sinal com a cabeça, indicando o lugar do seu lado.
Andei até a cama e engatinhei até sentar do seu lado. Ele me ofereceu a garrafa que estava na mão dele.
Acho que era whisky. Não me importo. Aceitei e bebi um gole.
Ficamos nisso até a garrafa acabar.
Olhei para ele ao mesmo tempo que ele me olhou. E começamos a rir que nem dois retardados.
Não sei nem o que eu estava fazendo. Tudo roda.
Passo uma das minhas pernas por cima dele, sentando no seu colo.
Ele parece assustado primeiro. Depois surpreso. E por fim, ri malicioso.
Eu rio também e continuamos rindo como retardados.
– Annabeth? – chamou ele. Sua voz não passava de um sussurro, o que tornava tudo mais sensual. Bem, acho que tudo com Percy Jackson é sensual.
– Sim? – respondo com uma pergunta, também sussurrando
– Me beija logo porra – ordena ele.
Como eu, uma simples garota de dezessete anos, bêbada, que está no quarto com um garoto super gostoso que está acariciando minha cintura e meu quadril e me deixando super excitada, me diga como eu, uma garota de dezessete anos excitada poderia negar um pedido desses? Impossível. Só se você for lésbica. Aí sim tem como recusar. Mas aí você não seria uma garota de dezessete anos excitada, e sim uma garota de dezessete anos enojada, por que você gostaria de mulher. Ah, foda-se.
No instante seguinte eu já estava com meus lábios colados com os dele. Nos beijávamos ferozmente, como se o mundo fosse acabar amanhã.
As mãos dele, que estavam no meu quadril, sobem, tirando minha blusa verde.
Logo, minha blusa estava jogada em qualquer canto daquele minúsculo quarto.
Ele abriu o sutiã com uma facilidade que nem eu mesma tenho. Sempre me enrolo toda com o caralho do sutiã. Ah, mas ele vai me ensinar a tirar sutiã rápido assim. Depois, mas vai.
Mas bem, voltando aqui ao foco de que Perseu Jackson está tirando a minha roupa, meu sutiã logo se junta a minha blusa.
Ele aperta tão forte minha cintura que eu tenho certeza que amanhã vai estar roxa.
Não que eu esteja reclamando. Eu com certeza não estou reclamando.
A boca dele desce em direção aos meus seios.
Bem, continuando, ele colocou meio seio direito na boca enquanto massageava o esquerdo.
Ele passou a língua pelo mamilo e depois assoprou, fazendo-me arrepiar.
Ele continuou lambendo e assoprando. Lambendo e assoprando. Lambendo e assoprando.
Até que, quando ele viu que meu seio já estava vermelho, ele parou e começou a fazer com o esquerdo o mesmo que fez com o direito.
Lambe e assopra. Lambe e assopra. Lambe e assopra.
Estou gemendo que nem uma cabra parindo. Será que eu estou gemendo alto demais? Percy ri fraco.
Quando ele termina, ele nos vira, ficando por cima, fazendo com que eu reclame um pouco.
– Eu estava gostando de ficar por cima – reclamo, fazendo birra. Ele ri. Mas é um viado mesmo.
Tá, ele tá prestes a me comer e eu chamo ele de viado.
Foda-se a lógica nessa merda.
Ok. Foco Annabeth, foco. Tem um cara que é o maior gostoso tirando sua calça e você fica falando em lógica?
Peraí porra, ele tá tirando minha calça? Ui, me dei bem.
Ele termina de tirar minha calça e joga em qualquer canto do quarto, que nem minha blusa e meu sutiã.
Depois de rasgar minha calcinha com a boca, sim, ele rasgou minha calcinha com a boca. Isso vai dar merda depois, mas agora foda-se.
Eu to tão, tipo: “Foda-se” hoje. Será que é efeito da bebida? Não, acho que não. Que nem o coelho da Alice não era. AH SENHOR O COELHO! DEPOIS EU PRECISO ACHÁ-LO E TER COELHINHOS COM ELE! EU TENHO OS NOMES PERFEITOS PRA ELES!
Esses meus pensamentos loucos que envolvem coelhos acabam quando eu sinto que ele está com a cabeça entre as minhas pernas.
É quando sinto a língua quente dele pressionando meu clitóris. Meus olhos se reviram de prazer.
Se antes eu estava gemendo alto, agora eu estou gritando. Espero que ninguém escute.
Acho que se eu quero que ninguém escute eu deveria gemer mais baixo certo? Mas eu não consigo.
Maldito seja, Perseu Jackson. Maldito seja.
Ele me penetra com a língua e usa os dedos para esfregar meu clitóris, masturbando-me lentamente.
Solto um gemido mais alto ainda.
Uma das minhas mãos puxa o cabelo dele e a outra aperta com força os lençóis.
Sinto ele rir e puxo mais forte seu cabelo. Ele ri mais. Que desgraçado, rindo com a minha tortura.
Ele continua me chupando, ora penetrando-me com a língua e esfregando meu clitóris com os dedos, ora pressionando a língua meu clitóris e penetrando-me com os dedos.
Não demorou muito para que eu chegasse ao orgasmo.
E mesmo depois disso ele continuou me chupando. Ele teve que segurar minhas pernas, pois eu ficava tentando fechá-las.
Ele se levantou e deitou ao meu lado, lambendo minha orelha.
Soltei um gemido vergonhoso. Ah, não me julguem, orelhas e coxas são o meu fraco.
Percy riu e eu bati fraco nele.
Quando me recuperei, rolei para cima dele e comecei a desabotoar a calça dele, mas ele riu e segurou meus pulsos, invertendo novamente nossas posições.
Olhei para ele confusa. O que diabos ele estava fazendo?
Ele se inclinou por cima de mim, até que sua boca estava grudada no meu ouvido.
– Você acha que manda aqui? – perguntou ele com um sussurro que fez com que eu me arrepiasse. Depois ele lambeu o contorno da minha orelha.
Se ele está querendo que eu perca o controle, é com enorme pesar que eu anuncio que está dando certo. Muito certo.
– Não, não acho – digo com a voz trêmula, fingindo estar com medo. Percy ri – Eu tenho certeza que eu mando – respondo firme, virando-nos e ficando por cima.
– Ah tá – diz ele irônico.
– Estou dizendo – digo mais firme ainda.
Ele me empurra, fazendo-me girar e ficar de bruços. Sinto ele sentar nas minhas coxas.
– Quem manda aqui, Annabeth? – pergunta ele, debochando de mim.
– Eu – respondo confiante.
Ele bate na minha bunda e depois na minha coxa. Quando ele bate na minha coxa eu tenho que morder a língua para não gemer vergonhosamente. Ah, eu já disse que coxas e orelhas são meu fraco. Não me julguem, sociedade.
– Quem? – pergunta ele de novo, divertindo-se com a situação, aposto.
– Eu – respondo menos confiante que antes.
Desta vez, o barulho do tapa ecoa pelo pequeno quarto. Não consigo segurar um gemido e afundo a cabeça no travesseiro.
– Sério? – debocha ele.
– Sim – respondo.
Sinto ele deitar sobre mim, abrindo minhas pernas.
Uma de suas mãos vai pro meio das minhas pernas e a outra aperta minha coxa.
Puta que o pariu, vou acordar toda roxa amanhã.
Não que eu esteja reclamando ok? Eu não estou reclamando. Estou apenas relatando os fatos.
Bem, ele começa a massagear meu clitóris devagar, uma tortura lenta e deliciosa.
Solto um longo gemido. Ele ri.
Ele continua á me masturbar bem lentamente, fazendo com que eu o xingue muito em pensamento.
Quando sinto meu corpo começar a tremer, indicando que eu estou perto do orgasmo, ele para.
Simplesmente afasta os dedos. Mas continua apertando minhas coxas.
Depois de uns minutos, ele volta á me masturbar. Começo a gemer de novo.
Quando estou quase gozando de novo, ele para. Merda. Ele sabe que eu estou perdendo o controle e está se aproveitando disso.
Quando ele começa de novo e está prestes á parar ao ver que eu vou gozar, eu interfiro.
– Você – digo, suspirando. Ele continua a esfregar meu clitóris usando dois dedos.
– O que? – pergunta divertido. Finalmente ele me deixa gozar.
– Vooooooocêêê – respondo gemendo quando chego ao orgasmo. Ele sorri satisfeito e afasta dos dedos, trazendo-os á boca e lambendo.
Com essa visão do paraíso, de Percy Jackson lambendo os dedos do meu prazer, eu solto outro gemido.
Giro na cama, ficando por cima dele.
Tiro a calça dele e a cueca de uma vez. Desta vez ele não me impede.
– Apressada – cantarola ele.
– Calado – respondo simplesmente.
Fico mais do que satisfeita ao ver seu membro já duro.
Porra, ele é grande. Deve ter, sei lá.... Eu chuto que tenha uns vinte e poucos centímetros.
Vinte e cinco talvez? Trinta? É por aí.
Coloco o que eu consigo na boca, e o que eu não consigo eu masturbo com uma das minhas mãos. A outra massageia os testículos dele.
Quando o moreno começa a gemer eu sorrio. Ele puxa meus cabelos em um rabo de cavalo improvisado.
Tiro o pênis dele da boca e masturbo ele enquanto chupo seus testículos. Depois, lambo toda a extensão, terminando por chupar com força a cabecinha.
Achato minha língua contra a glande dele e ele solta um gemido mais alto.
Quando torno a colocá-lo na boca, Percy agarra meus cabelos e passa a ditar os movimentos.
Depois de um tempo, ele goza e eu engulo.
Ele ri fraco. Apoio-me nas mãos e deito do lado dele. Ele fica por cima de mim, ofegante ainda, e começa a lamber meu pescoço.
Ele lambe, depois morde.
É, amanhã eu vou precisar de muita maquiagem pra esconder isso.
Foda-se.
Antes que ele entre em mim, já que ele já está ficando duro de novo, eu empurro ele, fazendo-o sentar na cama e sento nele.
Quando seu pênis se afunda em mim nós gememos juntos.
Comecei a rebolar e as mãos dele instantaneamente foram para a minha cintura, ajudando-me com os movimentos.
Ele me apertava com força e eu arranhava os ombros dele.
Nenhum de nós nos importávamos mais com os gemidos altos. Mas eu não sei quem gemia mais, eu ou ele.
Acho que os dois.
Continuei rebolando e ele começou a mordiscar meus mamilos.
Depois, ele começou a lamber minha orelha.
Aí eu não aguentei mais e gozei.
Continuei rebolando e não demorou muito para que ele gozasse também.
Saí de cima dele e deitei-me ao seu lado.
Ele passou o braço pela minha cintura. A outra mão acariciava meus cabelos, molhados por causa do suor.
– Tenha bons sonhos princesa – disse ele com suavidade
– Obrigada – sussurrei fraco
– Pelo que?
– Pela melhor noite da minha vida, Perseu Jackson.
– Então eu que agradeço – retrucou ele.
Sorri suspirando e apoiei a cabeça no ombro dele.
E esta seria a primeira vez que eu dormira nos braços de Percy Jackson.
Eu só espero que não seja a última. Realmente espero que não seja.
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