Prison Magic

29 Capítulo 29


Autora: Toynako

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Prison Magic

Capitulo 28 (ou 29, se for no Nyah!)

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Um ser celestial olhava curiosamente de cima de uma branca nuvem, seus cabelos – cor ouro – balançavam tão delicadamente que parecia que era reflexo dos raios solares sobre a nuvem. Seu rosto, portador de uma face tão delicada e afemeninada sorria curiosamente ao observar o mundo humano.

Era um anjo.

Um dos mais lindos e formosos que existiam, mas, assim como todos os outros anjos não possuía orgulho de si, tal pecado era para humanos. Apenas existia – ou nem talvez isso-, curioso a tudo.

Suas roupas, tão brancas e suaves confundiam-se toda hora com a própria nuvem a qual repousava. Suas asas, moviam-se lentamente, apenas como se estivesse animado.

Observava somente, na sua inocência, apenas observava. Sem entender, sem questionar, sem querer. Era um Serafim, nada mais, nada menos. Era assim que fora criado. Era assim que viveria por toda a eternidade.

Ou, quase toda.

Agora os olhos de uma cor castanho-avermelhado tinham algo para se fazer. Haviam achado um ser misterioso que ainda não compreendia. Não sabia o que era, nem o que fazia e muito menos o nome.

Mas o seguia.

Via-o conversar com outros seres – humanos ou de outras espécies – e ficar juntos a eles, fazendo movimentos estranhos e sons mais estranhos ainda. Queria entender o que era aquilo, pois apesar de parecerem sofrendo, aquilo também parecia tão bom...

Fora então que em uma noite ousou. Desceu dos céus, sentindo pela primeira vez em sua existência o chão debaixo de seus pés descalços, estranhando aquela sensação úmida da terra.

Ajeitou os cabelos loiros meio adulados, tal como a franja que tentava cobrir parcialmente seu rosto e fora de encontro a ele, esperou-o ficar sozinho e finalmente fora o ver.

“— Olá...” – Falou, com sua voz baixa, um tanto meiga, parado em frente àquele ser.

“— ...Um Anjo?” – Riu baixinho, levando a mão aos seus cabelos e jogando-os para trás. “— Andei pecando demais para mandarem um Anjo me calar?” – Gracejou, olhando-o de cima a baixo e lambendo os lábios.

“— Não... Eu... Apenas quero saber o que és... Ou quem és...” – Pediu, de uma forma mais decidida, olhando-o fixamente.

“— Sou um íncubo...” – Arqueou uma sobrancelha, rodeando o outro. “— Me chamo Yami.”

“— Um íncubo chamado Yami...” – Murmurou baixinho tentando saber mais daquilo.

“— Se não és um Anjo para me calar. O que queres de mim?”

“— Só queria saber o que és, agradeço pelo seu tempo tomado.”

Dito isso o anjo abriu as majestosas asas e voou para os céus, deixando o demônio confuso ali. Yami, o incubo, olhou atentamente o vôo deste, sorrindo com luxúria para aquele ser.

Não pode deixar de sentir orgulho de si mesmo. Era tão belo a ponto de atrair a atenção de um anjo? Isso sim era um grande prêmio para si, os outros da sua espécie iriam ficar morrendo de inveja de seus feitos.

Um Íncubo e um Anjo.

Sim, sabia que ele queria algo. Sentiu pelo cheiro quando rodeou-o, e apenas aquele ser não tinha se dado conta de tal coisa. Sorriu, balançando a cauda de um lado ao outro, de modo travesso.

Havia encontrado algo bom.

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Novamente o anjo estava a observar, pensava que se soubesse o que ele era, iria parar de se interessar tanto no assunto. Ainda mais quando descobriu que ele era um demônio. Só, que mesmo tais fatores tão grandes ainda não eram o bastante para que deixasse de observá-lo.

Ele era um demônio da luxúria, quem sabe se conversasse com este poderia convencê-lo a seguir um caminho na vida mais digno.

E era por este motivo que descera novamente para a terra, desta vez sorrindo ao esfregar o pé no chão, gostando daquela sensação. Andou até onde tinha visto ele, estranhando outro ser junto ao íncubo.

Ambos estavam sem roupas, onde o que havia conhecido prensava um humano qualquer de encontro a uma árvore, fazendo movimentos estranhos com ele, ao que o homem gemia de dor.

“— O que... Está fazendo?” – Indagou o anjo, parando ao lado dos dois e ficando a ver aquilo.

“— Me... Alimentando.” – Respondeu para este, não se importando em ser visto.

“— O que come...?”

“— A luxúria...”

“— ...” – Ficou sem argumentos.

Não entendeu o que ele quis dizer com luxúria, ainda mais por ele estar fazendo algo estranho com aquele humano que parecia gemer cada vez mais. Parecia que estava o machucando.

“— Ele está sofrendo, pare com isso.” – Disse na inocência mais pura e celestial que poderia existir.

“— Ele está é adorando! Já gozou umas quatro vezes!” – Gracejou, arremetendo-se mais para dentro daquele outro que gemeu loucamente.

“— Não... Parece...” – Recuou um passo, não entendendo.

Sentia um nó na garganta ao ver aquela cena, um estranho rubor nas bochechas, além de uma vontade de fazer não sabia o que. Fechou os punhos com força, sentindo a própria respiração um tanto estranha.

Mas ficou firme, no mesmo lugar, vendo aquilo até que o demônio parou, e pode ver o humano cair no chão com um sorriso estranho de satisfação. Estranhou mais, vendo algo branco escorrer abundantemente de entre as pernas do mesmo.

“— Ficou aí até o final? Que Anjo curioso.” – Brincou com o assunto, ajeitando sua calça.

“— O que fez...? Porque fez isso a ele?” – Recuou um passo, sentindo as próprias asas tremerem levemente.

“— Eu fiz porque ele quis, simples assim. Ele me desejou, assim como você está me desejando.”

“— Eu estou desejando? Você? Como assim?” – Estava extremamente confuso, ainda mais por conta de reações estranhas em seu corpo.

“— Anjo, siga-me...” – Chamou-o.

Este o seguiu lentamente, pensando se já não era hora de subir e sair dali. Sempre lhe disseram para não ficar muito no mundo dos homens, mas nunca perguntou o motivo. Apenas seguiu então, andando por entre as árvores até que o outro parara perto de um riacho.

“— Tenho sede, um instante.” – Disse-lhe, indo para o riacho e bebendo água.

“— Sede... Como é ter sede?” – Indagou-lhe, se aproximando.

“— Quer provar da água?” – Rebateu a pergunta com outra, lambendo os lábios e olhando-o fixamente.

“— Eu posso?”

“— Sente-se.” – Apontou, vendo este obedecê-lo cegamente.

Yami então levou as duas mãos em cuia para o rio de águas limpas, pegando um pouco da mesma e andando até o outro, colocando as mãos perto do rosto dele de encontro aos lábios delicados.

Só que em vez de beber, o anjo acabou fora se molhando todo ao sentir o liquido em sua boca e começar a tossir.

“— Que bagunça... Terei que te dar na boca...” – Avisou, voltando ao riacho e pegando mais água.

Todavia desta vez bebeu esta, deixando-a em sua boca e indo até o outro ser celestial. Segurou-o pela nuca, notando este ficar tenso e as asas mexerem de forma estranha, como se quisesse voar dali para fugir.

Não deixou, aproximou-se lento daquele rosto tão extremamente suave, beijando aqueles lábios tenros, forçando um beijo no outro e passando a água pelo ato. Beijava-o com luxúria, deslizando sua língua pela boca dele assim que este havia bebido toda a água.

Simplesmente aproveitava-se da ocasião, puxando-o pela cintura e fazendo-o se deitar no chão, escutando um murmúrio de dor por conta da má posição em que as asas ficaram.

Mas não importou, atacava a boca dele pervertidamente, insanamente, loucamente, com a luxúria que possuía desde que nascera. A principio o anjo ficara parado, sem saber o que estava acontecendo, mas aos poucos ia repetindo e igualando o ato dele – um tanto tímido e inexperiente ainda.

Era tudo tão estranho para um ser de luz como era, o peso daquele incubo sobre si, as mãos dele pelo seu corpo fazendo uma sensação desconhecida e curiosa trespassar por si, sem contar de seus lábios, que eram tomados de uma forma tão boa, por assim dizer.

Sim, estava achando tudo aquilo bom, maravilhoso. Mesmo sem entender o que era, estava adorando, e em seu interior desejava mais daquilo. As mãos finas e delgadas envolveram os ombros do outro, deslizado dos dedos pelos cabelos revoltosos, gostando da sensação do tato também.

Era tudo novo demais, mas parecia tudo bom de mais.

O que era aquilo?

“— Gostou da água... Ou do meu beijo...?” – Indagou-lhe Yami, finalmente libertando os lábios, agora extremamente inchados, do outro.

“— Água... Beijo...” – Estava estupefato com o que tinha aprendido.

“— Não me respondeu a pergunta.”

“— Adorei a água!” – Sorriu-lhe docemente, tirando os braços dele.

Olhou então para cima, observando o céu. Jurava que este era mais perto, mas agora ele lhe parecia tão longe para si. Deu de ombros para isso, voltando sua atenção para o demônio ali.

“— Pode sair de cima de mim? Minhas asas doem...” – Pediu.

Yami riu baixinho, saindo de cima dele, deixando para se divertir aos poucos com aquele ser. Nem crianças eram tão inocentes assim, e por isso estava gostando de ver aquele anjo.

“— Te verei novamente?” – Indagou o íncubo, tocando o rosto do outro, vendo-o vermelho.

“— Não sei...”

“— Posso te mostrar várias coisas. E por último, te mostro como me alimento.”

“— Me mostra? Era que nem você estava fazendo com aquele homem, não era?” – Sorriu-lhe curioso, levantando-se e batendo nas vestes brancas.

“— Claro. Ou simplesmente fique me vendo... Sei que faz isso.” – Gracejou, vendo o outro corar ainda mais as bochechas.

“— Acho... Que já é minha hora...” – Disse, recuando um passo.

Abriu as assas, olhando de imediato para elas. Pois jurava que tinha umas penas mais escuras. Levou os dedos ali, tocando aquelas penas sem entender o motivo delas terem mudado de cor.

Não devia ser nada, por esse motivo abriu as asas e voou para os céus novamente. Entretanto custou um pouco a chegar neste. Devia ser por esse o motivo de não poder se ficar muito naquele mundo. As asas se sujavam e ficava difícil voar. Sim, devia ser isso.

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E novamente o anjo da classe Serafim descia de sua nuvem, com o motivo de perguntar o que era aquilo que estava sentindo quando o via se alimentando. Era um tanto curioso, sentia partes de seu corpo reagirem de formas anormais.

Por isso teria que perguntar, aquele incubo era o único que poderia perguntar, o único que lhe responderia. Fora de encontro a este, voando sobre as casas de um vilarejo qualquer que este estava, pousando por fim no telhado de uma desta casas.

Olhou para o céu, admirando a lua cheia, apreciando aquela obra de seu criador. Mas sua atenção logo fora voltada para gemidos estranhos e bem altos vindo daquela casa. Voou para a lateral desta, ficando a observar o íncubo e uma fêmea humana juntos em uma cama.

Sorriu para aquilo, sentando-se na grande janela e ficando a ver, balançando as pernas animadamente aos gemidos que ela dava, e misteriosamente prestando mais atenção nos gemidos roucos que ele dava.

Riu baixinho, vendo a cauda deste cutucando a mulher, deslizando pela pele nua dela. No entanto um arrepio se passou pelo seu corpo, vendo este observando-o enquanto se movia com tanto ímpeto de encontro a ela.

Teria até saído dali, se não tivesse visto chama-lo com a mão, para que sentasse ao lado deles e visse mais de perto. Pulou então para dentro da casa, andando lentamente até eles e sentando-se na cama, sabendo que a humana não o via ali.

“— Irei gemer para você, olhando você, pensando em você.” – Falou Yami, com a voz rouca pela excitação que estava, não parando de se mover.

“— Em mim?” – A voz saiu tão baixa que nem sabia se tinha falado ou pensado.

Os olhos curiosos se fixaram naquele par de olhos púrpuras, brilhando no pecado da luxúria. Mas não conseguiu desfocar sua visão dali, observava-o, via este gemendo, olhando fixamente apenas para si também.

E novamente aquela sensação estranha tomou posse de seu corpo, levou a mão ao colo apertando com força o tecido fino de seus trajes, agoniado por não saber o que tinha. Iria perguntar a ele, assim que terminasse de fazer aquela coisa que não sabia ainda o que era.

No entanto, sendo olhado tão fixamente por ele, lhe fazia sentir-se mais estranho, juntou as mãos sobre sua intimidade, apertando aquela coisa que ficara anormal em seu corpo, apertou-a, e acabou gemendo baixinho por isso.

Levantou-se as pressas da cama, chocado com aquela sensação tão breve que tinha sentido, levou ambas as mãos ao rosto, tampando a visão, não aguentando mais ver aqueles belos olhos roxos em direção a si, e muito menos fitá-los.

Ficou apenas a escutar, ainda sentindo algo estranho entre suas pernas. Mas não queria ver, então ficou parado em pé, com as mãos no rosto, aguardando. Só parou quando escutou um gemido mais alto da parte do íncubo, só assim tirando a mão e observando-o.

Viu-o ofegante, com o rosto vermelho e a mulher com o mesmo sorriso satisfeito que vira no homem daquela outra vez. E, como na outra vez também, havia um líquido branco saindo das pernas dela, do mesmo orifício.

“— Terminei...” – Disse Yami, soltando um suspiro satisfeito e saindo da cama, vestindo apenas suas calças.

“— Acho que... Devia ter vindo outra hora...” – Disse meio encabulado, sem nem saber o porque.

“— Anjo, siga-me.” – Pediu novamente.

E, como da outra vez, o louro seguiu o outro, andando por dentro da casa indo para outro quarto da mesma. Olhou estranho para o íncubo, sem saber o porque de ele ter lhe trazido ali.

“— Sente-se estranho?” – Indagou de imediato, fechando a porta.

“— Sim.” – Respondeu alegre, vendo que este iria solucionar o mistério. “— Porque isso está acontecendo? O que estou sentido? Como faço para passar?”

“— Não tem como explicar com palavras...” – Sorriu de lado, querendo brincar com aquele ser. “— Mas sei a forma de fazer passar, queres isso?”

“— Quero sim.”

O moreno não perdeu a oportunidade, enlaçou a cintura do anjo trazendo-o para si, olhando-o de cima, já que este era menor que si — ainda mais por possuir quase dois metros de altura. Lambeu os lábios sensualmente, deslizando as mãos pelo corpo do outro, sentindo-o tremer.

“— Para fazer passar, tem que sentir tudo... Irei te fazer sentir bem...” – Sussurrou-lhe como se fosse pecado.

“— Sentir... Sentir o que?”

“— Logo saberá...”

Riu baixinho, beijando lentamente o pescoço branco daquele ser, deslizando a língua com luxúria por este, enquanto uma mão encalçava a cintura dele –para não fugir -, ao que a outra descia pela coxa com perversão.

Puxou um pouco as vestes deste, aquele manto tão branco, burlando-o por baixo e tocando na pele delicada que possuía. Notava perfeitamente este tremendo em seus braços, não entendendo tudo aquilo, mas sentindo que era algo novo.

Inexplicavelmente bom.

Deslizou mais os dedos, em um toque gentil para não afastar aquele alimento tão peculiar de suas mãos, até que chegou ao tecido que cobria a intimidade dele. Passando a mão por ali e percebendo um volume.

“— Você sabe porque está assim...?” – Indagou para o Anjo, brincando de apertar de leve aquilo.

“— Ahnmmw...” – Gemeu arrastadamente, envolvendo seus braços no pescoço do outro. “— Não, por favor, por favor me diga porque estou assim.” – Pediu manhoso, tentando saber que sensações eram aquelas

“— É desejo, você me quer. E eu irei saciar isso.” – Respondeu-lhe, abaixando a peça íntima e tocando diretamente naquilo.

“— Ahnn!?” – Gemeu mais alto, em dúvida por tudo. “— Isso... Hn... Yami...”

O íncubo sentiu-se jubiloso ao ter seu nome sibilado daquela forma tão carnal por um anjo que era tão puro – algo que não seria mais depois que se alimentasse dele. Percebia as asas dele – fechadas – tremendo levemente, bem como todo o corpo dele. Mas na asa podia ver uma peculiaridade engraçada.

As penas.

Tão brancas, tão belamente intocadas, se tornando aos poucos mais negras, mais sujas com o pecado que estava fazendo com ele e nem este sabia. Não se importava, alimento era alimento, se ele havia caído de mão beijada quase no seu colo, iria saboreá-lo até o limite.

Envolveu mais a mão naquilo, movendo-o lento, em um sobe e desce angustiante para o Anjo. Era estonteante ver o caimento daquele anjo em seus braços. Sabia que depois que este provasse do pecado, o céu não lhe seria mais permitido. Entretanto a vida seria bem mais animada do que ficar tocando harpa sabe-se lá onde.

“— Eu... Sinto-me mais estranho!” – Falou entre gemidos, tentando fechar as pernas.

“— Calma, segure-se em mim... Verá que será bem melhor depois...” – Sibilou lento, ao pé do ouvido deste.

Sorriu de lado, sentindo o ser celestial segurar-se em si como se sua existência fosse se extinguir a cada instante. Já o anjo, não compreendia-se. Não entendia em nada o que era aquilo que sentia.

Só sabia que era ótimo... Delicioso... Perfeito.

Era um pecado.

Em sua mente passou a vaga ideia de que aquilo era errado, de que sentir tais sensações não era algo que tinha privilégio. Mas por quê? Se era tão bom, porque era privado daqueles prazeres carnais?

Não queria saber, queria sentir mais daquilo, mais da mão do incubo deslizando pelo seu corpo, mais toques estranhos que lhe deixavam tão eufórico.

“— Mais...” – Pediu desejoso, sentindo seus olhos úmidos.

“— Geme meu nome... Que te darei mais...” – Instigou-o.

“— Yami...”

E novamente o sentimento de satisfação correu pelas veias do demônio, afinal, qual outro íncubo teria conseguido atrair a atenção de um anjo para si? Ainda mais possuindo um sabor tão delicioso.

O pecado dele era tão delicioso, que dava vontade de saborear aos poucos. E era isso que faria, iria ficar apenas com o tira gosto por hora. E, era este o motivo, que movia sua mão lentamente, ficando a beijar os ombros pálidos daquele ser, escutando mais de seu nome sair naquela voz suave e sensual.

“— Ahnhmmw!” – Gemeu mais alto o anjo, despejando sua semente nas mãos do outro.

“— Já?” – Dava para notar a incredulidade na voz dele.“— Que rápido foi...”

Tirou sua mão de onde estava, levando os dedos aos lábios e lambendo um por um, saboreando de forma ímpar aquele gosto celestial. Ao que a outra mão, segurava a cintura fina e delgada, para não o deixar cair no chão.

“— Yami... Yami... Yami...” – Ofegava o nome dele, sentindo as pernas fracas.

“— Pronto... Passou...” – Agora o tom estava mais alegre, vendo que tinha capturado de vez um alimento para a eternidade.

Ajudou-o a caminhar até a cama do quarto, deixando-o sentado na beirada e ficando a olhá-lo de pé. Vagou os olhos roxos por todo ele, analisando melhor os contornos delicados que possuía, quase femininos até.

Os cabelos levemente adulados na coloração loira, caindo por seus ombros e tampando um pouco a face, mas dava para se notar as maçãs do rosto extremamente coradas, bem como os lábios entreabertos onde o ar saia de forma desritmada e acelerada.

Aquele anjo era uma tentação. Por pouco não o estava empurrando de encontro a cama para tê-lo logo para si.

“— O que...” – Uma pausa, feita pelo anjo para respirar fundo. “— Foi isso...?”

“— Isso?” – Lambeu os lábios, levando uma mão aos cabelos e jogando-os para trás. “— Quer mesmo saber? ”

“— Sim... Por favor, Yami...” – Olhava para o outro ser com um desejo que nem sabia que demonstrava.

O anjo não entendia nada, mas estava querendo aquilo. Queria por mais, seja lá o que fosse. Encolheu-se um pouco, abraçando-se e ficando apenas a olhar aqueles olhos chamativos na cor púrpura, aguardando que aquela pausa dramática dele acabasse.

“— O pecado.” – Respondeu-lhe após um tempo, vendo-o arregalar os olhos. “— A luxúria, o mais delicioso pecado.”

“— Não...” – Sentiu um calafrio subir por sua coluna o fazendo sentir nojo de si mesmo.

“— Anjo, o que acontece?” – Riu baixinho, virando-se. “— A pouco estava se deliciando desta luxúria...” – Gracejou.

“— Não... Não... Então... Isso é a luxúria para os homens...?”

“— ...” – Continuou mudo, deixando apenas a cauda ondulando de um lado ao outro.

Yami virou-se e sorriu mais, mostrando-lhe os dentes levemente pontudos que possuía. Olhar o desespero dele estava bem delicioso, tanto quanto o gosto que ele tinha. Mas, sabia apreciar tudo aos poucos, da forma como aquele anjo estava ele iria ter um gosto de fel ao comê-lo.

“— Até mais então, Anjo.” – Disse-lhe, dando passos até a saída.

O ser celestial ficou lá na cama, sem saber o que fazer vendo o outro sair. Olhou para suas asas, vendo-as quase que completamente negras. Sentiu um nojo absurdo daquilo. Chegando a arrancar algumas de suas penas.

Por fim, desistiu disso, chorando baixinho por mesmo saber que o que estavam fazendo era o pecado da luxuria, ainda queria aquilo. Queria saber se era tão bom quanto o que sentiu quando ele o tocou naquele lugar que desconhecia. Queria saber se ele faria consigo que nem fez com os humanos cujo se alimentou.

Queria saber. Sim, queria muito saber, experimentar, sentir...

Coisa que nunca lhe fora permitido de onde viera.

No entanto, levantou-se decidido a outra coisa. A esquecer de tudo, a voltar para o seu reino celestial. Arrumou suas vestes, um tanto ressentido por tudo que tinha acontecido. O melhor definitivamente esquecer de tudo.

Andou até a enorme janela que tinha naquele quarto, abrindo-a e olhando fixamente para o céu. Estava longe, e muito, quase inalcançável. Mas sabia que conseguiria voltar, aquela lá ainda era sua casa.

Pulou para fora da casa, abrindo as asas e rumando para cima. Faria de tudo para voltar para aquela paz. Aquela mesmice celestial.

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Yami, o íncubo, andava tranquilamente pelas ruas de uma cidade quase que deserta. Logo iria sair daquelas terras abandonadas e ir para um lugar mais animado. E, é claro com mais comida.

Radiance era para poucos, sabia muito bem disso. Mas, não era nenhum demônio do caos ou coisa desse tipo. Queria apenas diversão e alimento. E, talvez com isso poderia se dar bem naquele reino. Além do mais, a Rainha ainda estava viva, o que significava que a barreira não era das melhores em volta do reino.

Por isso, fora logo para o lugar cujo estava vivendo – uma casa abandonada afastada da vila, arrumando suas coisas, entretanto acabou parando de fazer isso ao sentir uma aura de luxúria forte, uma vontade quase insana de provar do pecado.

Fora então para a frente de sua casa, guiando os olhos para cima, vendo o Anjo pousar ali no chão.

Este mantinha os olhos fechados, e rosto abaixado, tentando a todo custo conter o choro. Não conseguira resistir depois de tudo.

“— Anjo... Digo, Caído, quer provar do pecado?” – Mudou a forma de chamá-lo, já que ele não era mais um ser celestial, a prova estava nas asas negras que possuía.

“— Yami...” – A voz ainda era melodiosa, suave, como um coral de anjos. “— Eu o desejo.” – Falou sua própria sentença, deixando a última lágrima cair de seu rosto e erguendo-o para o íncubos.

“— Venha... Te farei gemer.” – Avisou, virando-se e voltando para a casa que estava, sabendo que seria seguido.

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Cain acordara aturdido da cama no quarto que estava naquela embarcação. Seu peito subia e descia sem ritmo, ultimamente sonhara bastante com o passado de Yami mas, todos os sonhos levavam a ele e mais alguém na cama.

Isso já o estava perturbando.

“ Que foi hospedeiro? Não gostou de me conhecer mais? ” – Gracejou o parasita na mente de Cain, com um tom completamente irônico.

“— Para de me fazer ter esses sonhos, não aguento mais.” – Pediu, respirando mais calmo.

“ Quer criar os seus próprios sonhos assim, não é? Com um certo vampiro.”

“— Cale a boca... Estou cansado... Cuide do corpo.” – Avisou, pendendo este novamente no colchão, desmaiando ali mesmo.

Demorou alguns minutos para Yami conseguir o controle do corpo. Sabia que Cain estava ficando fraco demais, era muito para um humano dividir o corpo consigo, ainda mais com a sua energia maligna que crescia cada vez mais.

Se Veck estivesse ali, pelo menos o príncipe estaria bem...

Levantou-se então, passando as mãos pelos cabelos e jogando-os para trás, sorrindo amargurado por aquilo. Era um demônio da luxúria, mas não conseguiria fazer nada se o dono do corpo continuasse virgem.

Aquela castidade o enojava e o encantava.

Aqueles sentimentos o dominavam.

Abraçou-se, tentando se aquecer perante ao frio que estava naquela manhã, desde a última semana estava ficando cada vez mais gélido o clima. Agasalhou-se mais, se arrumando um pouco e saindo do quarto.

“— Yaminho...” – Guille o chamou assim que saira. “— Estamos quase chegando, Nyha disse que a irmã avisou.”

Yami voltou sua atenção para o caçador ali, vendo-o todo coberto de peles de urso branco, em uma roupa que parecia ser feita mais para se mostrar do que para se cobrir. Mas, o que o mesmo tinha dito ecoou em sua mente, o fazendo fechar os olhos fortemente por uns instantes.

“— Chegando?” – A voz saíra mais alegre, olhando para o loirinho com contentamento, era Cain que tinha tomado subitamente o corpo de volta por causa daquela simples noticia. “— Quando chegaremos? E Veck? O castelo do Mestre dele é perto?”

“— Cainzinho...” – Abaixou o olhar, notando que este ‘mudara’ de lugar só em mencionar o assunto. “— Não é melhor deixar o Yami no controle...? Você anda cansado ultimamente.”

“— Não quero Guille, logo desembarcaremos, não é?” – Sorriu mais, respirando fundo, como se um peso enorme saísse de seus ombros. “— Não aquento mais ficar quieto.”

“— Sim, entendo... Eu também desejo ver alguém..”

“— Quer falar com seu pai?” – Estranhou o loirinho, que de uma hora para outra ficara triste. “— Desculpe eu...” – Sabia que o assunto era delicado para se falar, por isso desculpou-se e deixou como estava.

Afinal...

Depois de longos meses, anos, finalmente estavam naquele lugar branco, sem cor alguma. Andara com o outro até a proa, vendo um porto já próximo. Cain olhou para o céu, estendendo uma mão – com luva -, e notando um ponto branco pousar sobre esta. Onde só agora percebia que nevava fracamente ali.

Era frio, congelante, ainda mais para alguém que vinha de um lugar quente como era Radiance. Mas mesmo assim, sentia-se ansioso demais, mesmo agora com seus vinte anos sentia-se como uma criança quando iria receber um presente.

Se bem, que não era para ter tal sentimento afinal. Não iria se divertir ali, tinha uma missão, salvar o amigo e ponto final.

Já iria ajudar os homens de Luna, se esta não tivesse aparecido ali também, olhando friamente para todos.

“— Vocês três, para minha cabine. Agora.” – Mandou a capitã, apontando com desleixo para Cain e Guille.

Esta sorriu de lado, dando as costas para eles e indo até sua cabine, esperando que os mesmos entrassem para que fechasse a porta. Apontou para a mesa, onde nesta já estava sentado Nyha, esperou os que tinha chamado se sentarem e iniciou o discurso.

“— Os inúteis vão ficar no navio, só o que é útil merece vir comigo.” – Avisou, lambendo os lábios perfeitamente pintados de vermelho.

Cain e Nyha se entreolharam de forma curiosa. Os que já conheciam a elfa, como era no caso destes dois, estavam achando a mesma estranha nestes últimos anos. Cain até relevava o comportamento agressivo para com sua pessoa, mas o irmão desta não estava mais aguentando tal comportamento vulgar.

Ainda mais, com aquela competição que ela e o loirinho tinham travado naquele navio, para ver quem ficava com mais durantes estes anos.

“— Deixe-me ver se entendi... Está se referindo a mim?” – O elfo olhou com desprezo para a irmã.

“— Nyha, você é inútil, irá ficar.” – Sentenciou ela, sorrindo futilmente para o irmão.

“— Que!?” – Este levantou-se, batendo as mãos na mesa ao fazer isso. “— Eu irei salvar Vectorius.”

“— Já disse que és inútil, pirralho!” – O olhar azul ficava mais gélido, a medida que o irmão recusava obedecê-la. “— Você irá se machucar, não quero que isso aconteça contigo.” – Abrandou a voz, tentando formar um argumento decente.

“— Mentira! Você quer ser a salvadora da pátria novamente!” – Exasperou-se, fechando os punhos. “— Quer que ele tenha aquele sentimento de obrigação em dormir contigo!”

“— Seu pirralho mimado!” – Bufou, se esticando e segurando uma mexa do cabelo vermelho dele.

“— Você não tem o que ele quer!” – Dera um tapa na mão da irmã, que soltara seus cabelos. “— Ele é meu!”

“— E, um garoto mimado como você acha que sabe usar isso por acaso?” – Alfinetou-o de forma soberba, apontando para o baixo ventre dele.

Os dois elfos já iriam começar uma nova discussão, mas pararam de fazer isso, desviando sua atenção para o moreno que estava gargalhando perante a situação. Era Yami que tinha aparecido e agora ria desenfreadamente do quão patético era aquela briga.

O olhar ametista intenso, focou-se nestes, assim que parou de rir. Estes brilhavam em uma selvageria que estava controlada, mas escutar eles discutindo por conta de algo que era seu não o agradava em nada. Lambera os lábios lentamente, apenas por estarem secos por conta do clima.

“— Vão ficar discutindo mesmo algo que...” – Apontara para Luna. “— Um teve por obrigação...” – Apontara em seguida para Nyha. “— E o outro nunca terá?” – Indagou-lhes afiado, com os lábios curvados em um sorriso provocativo. “— O vampiro é meu...” – Desviara os olhos dos dois por um instante, murmurando algo baixo, como se conversasse com Cain. “— Veck é nosso amigo, quis dizer...” – Refez a fala por ter sido obrigado pelo hospedeiro.

Aquilo só fez o clima ficar mais tenso, porque os elfos estavam mais raivosos por conta do que o humano tinha dito.

“— Gente, calma... Não é bem assim...” – Fora a vez do loirinho tentar apaziguar as coisas. “— Porque não podemos ir os quatro?”

“— Negativo. O Elfo fica, digo, meu irmão fica!” – Rebateu ela. “— Alguém tem que cuidar do navio na minha ausência.”

“— Fique você! Você que é a capitã!” – Voltou a gritar para a irmã.

“— A fêmea tem razão...” – Yami respirou fundo. “— Esta sabe como passar pela floresta ao redor do castelo. Está decidido então.”

“— Não pode decidir por mim!” – Protestou o elfo, franzindo o cenho para o moreno.

“— Ele não pode...” – Parou, brevemente ela, sorrindo vulpinamente. “— Mas eu sim. Nyha Lunnarian não sairá deste navio. Tenho dito. ” – Realçou o que o amaldiçoado tinha falado, sorrindo triunfantemente agora.

“— As coisas vão ficar assim mesmo...?” – Muxoxou Guille, olhando emburrado para o lado. “ Tenho que arrumar isso... ” – Pensou.

“— Arrumar como?” – Ela indagou de súbito, olhando para o loiro.

Este piscou os olhos dourados, olhando para a mulher, poderia ela ter imaginado o que pensava? Desviou seu olhar então, aturdido com essa hipótese. Já que ao assunto estava encerrado ali, era melhor não provocar mais na hora.

Levantou-se, pegando a mão do elfo e saindo da cabine, arrastando-o bem dizer até seu quarto e jogando-o na cama, ignorando uns risinhos pervertidos dos outros homens pelo caminho que fizera. Não se importava, era até melhor que pensassem que iria se deitar com aquele elfo e nada mais.

“— Gui, que fogo é esse?” – Indagou o ruivo, sentando-se na cama e olhando para o outro, que os trancava no quarto.

“— Sem bobagens Ny! O assunto é sério.” – Falou raivoso, andando de um lado ao outro no quarto.

“— Qual o drama todo? Eu que estava sendo alvo na cabine, eu que devia estar reclamando.”

“— Quieto, deixe-me pensar!” – Andara até a cama, sentando-se ao lado.

“— Está assim por causa da decisão da minha irmã?” – Acariciou-lhe os cabelos loiros suavemente.

“— Sim! É culpa daquela meretriz!” – Exclamou exasperado.

“— Aquela fútil... Quer o meu Vectorius...”

“— Exato! Você tem que fazer algo com relação a isso...” – Aproximou-se mais, empurrando-o para a cama e sentando-se sobre o baixo ventre dele.

“— ... Eu tenho...?” – Não tardara em levar as mãos ao quadril dele, movendo-o sobre si e notando que este colaborava. “— Fazer o que...? Ela não me escuta, está pior que antes.”

“— Mate-a...” – Sentenciou Guille, sorrindo marotamente.

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CONTINUA...

20/12/10

Nota da autora:

Primeiramente, me desculpem pelo CAP curto, mas eu irei compensar com um pequeno ‘banco de dados’ que fiz a um tempo para que saibam melhor sobre cada personagem do PM.

Eu não quis colocar lemon do Yami e do Caído, achei que o sonho estava fofo do jeito que estava (Podem surtar a vontade). Se querem mais lemon no PM, vão ter que mandar reviews! *fazendo greve*

E, me mandem um grandinho de natal? *-*

É um pedido de uma escritora, não custa nada, só um tempinho de vocês.

Bem, deixando isso de parte, o que acharam da ideia do Guille? Será que o Nyha vai aceitar matar a própria irmã? O que será que vai acontecer, hein? E quanto ao Shisue que saiu de Even sem avisar onde ia e o Richard está deixando o castelo de pernas para o ar?

Hohohoh~

Só ano que vem agora para saberem o que acontecerá.

(Foi um bom presente de natal esse ‘Mate-a’ do Gui né? Agora é ver no que dá)

Comentário da beta:

Pera, pera, pera… Esse é o melhor presente de natal que eu poderia receber (além do PM/DN, claro)… GUILLE, PELA PRIMEIRA VEZ NA VIDA, EU ACHO QUE AMO VOCÊ!!! Claro que ele tem que aceitar matar a oferecida da Luna, mas o problema é que não podem fazer isto agora, se não, como chegar ao castelo? Não sei… Não sei, não gosto desta ruiva maldita mas acho que ela é essencial. Para mim, Shisue que deveria matá-la, apesar de o Nyha fazê-lo ser uma ideia tentadora.

Feliz Natal pessoas!!! Comentem, comentem! Eu achei tão fofo o caído e o Yami…~

O que vocês acharam? AH, que coisa… sem vilõs nesse cap – cry – eu quero Shisue!!! Volta Shisue!!!! T.T

Até ano quem vem, pessoas.

By: Toynako

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[Banco de dados do PM]

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Nome: Cain Eucaristia Radiance.

Apelido: Cainzinho, por parte do Guille apenas.

Raça: Humano.

Idade: 18/20.

Cor dos olhos: Roxo.

Pedra relacionada: Ametista.

Cor do cabelo: Preto.

Família: A mãe morrera no parto de sua irmã e o pai em uma guerra no reino.

Coisa que mais gosta de fazer: Ajudar o próximo.

Coisa que mais detesta: Escravidão. Que falem que ele é ingênuo.

Comida favorita: Bolo de morango.

Cor favorita: Roxo, preto e dourado.

Tipo que lhe atrai: Cabelo grande, educação.

Personalidade: Ingênuo e puro. Tenta com todas as forças consertar a realidade no qual estão. Um herói demasiadamente inocente.

Altura e peso: 1.72 e 80 kg. (Dados de 18 anos)

Especialidade: Esgrima.

Historia: Era um príncipe que acabou se amaldiçoando para poder salvar o reino de Radiance, partindo assim para uma possível cura para esse mal.

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Nome: Vectorius Razard.

Apelido: Veck

Raça: Meio-Vampiro, Classe B até o capitulo nove; adiante é um Classe C.

Idade: 324/326

Idade que aparenta: 17 anos.

Cor dos olhos: Verde intenso; quando bebe sangue, a íris fica na cor vermelho.

Pedra relacionada: Esmeralda.

Cor do cabelo: Prateados; quando bebe sangue, as pontas ficam de coloração carmesim.

Família: Órfão.

Coisa que mais gosta de fazer: Atualmente, morder o Cain/Yami.

Coisa que mais detesta: As torturas de seu Mestre.

Comida favorita: Energia maligna.

Cor favorita: Verde e prata.

Tipo que lhe atrai: Fofos e ingênuos.

Personalidade: Masoquista. Gentil, cuidadoso, educado. Às vezes cínico ou irônico. Não ama ninguém alem da utopia da Lucy. Mostrou-se um amigo atencioso, que sabe distinguir personalidades distintas como Cain e Yami.

Altura e peso: 1.70 e 60kg.

Historia: Vivera junto com Lucy sua primeira amiga e seu primeiro amor. Teve aulas de magia negra com Shisue quando criança, e aos seus dezessete anos fora vampirizado, matando sem querer a namorada.

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Nome: Guille Abyssinian.

Raça: Caçador.

Idade: 814/816

Idade que aparenta: 16 anos.

Cor dos olhos: Dourado,

Pedra relacionada: Citrino.

Cor do cabelo: Louro.

Família: Seu pai assassinou seu irmão gêmeo e mãe.

Coisa que mais gosta de fazer: Promiscuidade.

Coisa que mais detesta: Ser domado, controlado.

Comida favorita: Todas para si são boas.

Cor favorita: Rosa, amarelo, laranja, azul-bebê, vermelho, lilás.

Tipo que lhe atrai: Submissos.

Personalidade: Calculista, vingativo, orgulhoso, falso.

Altura e peso: 1.67 e 58kg.

Especialidade: Ótimo cozinheiro.

Historia: Era um garotinho comum que vivia brincando com seu irmão bi vitelino. Mas ainda criança teve sua mãe e irmão mortos por seu pai. Por este fato acabou virando um escravo sexual. Onde só depois de anos descobrira que era um Caçador, indo atrás de sua vingança.

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Nome: Shisue Abyssinian.

Raça: Vampiro Puro Sangue.

Idade: Mais de 2000.

Idade que aparenta: 26 anos.

Cor dos olhos: Negros.

Pedra relacionada: Ônix.

Cor do cabelo: Preto.

Família: Matou seus pais assim que teve a oportunidade, segue o ramo Abyssinian dos vampiros, cujo todos são homens.

Coisa que mais gosta de fazer: Torturar e elaborar planos.

Coisa que mais detesta: Coloração azul em uma íris.

Comida favorita: Coisas doces e sangue.

Cor favorita: Verde e preto.

Tipo que lhe atrai: Olhos verdes, e de preferência com idade inferior a 18 anos.

Personalidade: Cínico ao extremo, tal como irônico em demasia. Sádico e um tanto masoquista também. Não fará nada que não siga seu próprios planos, nada que lhe é útil, tem valor.

Altura e peso: 1.85 e 90 kg.

Especialidade: Magia negra e necromancia.

Historia: Um Puro Sangue que fora rejeitado por seus pais por não ter a coloração azul nos olhos, por este fato matou-os quando pode. Controla tudo, nada lhe passa despercebido. É o lado ‘Vilão’ do Prison Magic.

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Nome: Oroi Takada.

Apelido: Oroizinho, por parte do Guille e Doce Criança, por parte de Shisue.

Raça: Vampiro Nobre.

Idade: 17.

Idade que aparenta: 16 anos.

Cor dos olhos: Verdes, numa tonalidade escura, quase musgo.

Pedra relacionada: Jade.

Cor do cabelo: Preto azulado.

Família: Mãe e pai foram asssassinados de forma semelhante a um suicídio em conjunto.

Coisa que mais gosta de fazer: Obedecer a seu mestre. Cozinhar. Ajudar os outros.

Coisa que mais detesta: Ver seu mestre dando mais atenção a outros servos que a si.

Comida favorita: Bolo de morango.

Cor favorita: Preto, Verde, roxo e azul acinzentado.

Tipo que lhe atrai: Sádico e masoquista. Gentil quando possível.

Personalidade: Gentil e calmo. Extremamente masoquista, sádico quando lhe convém. Tenta a todo custo ajudar os outros, submisso.

Altura e peso: 1.59 e 43 kg.

Especialidade: Guardião.

Historia: Fora um garoto normal que tivera os pais assassinados e em seguida seu amor tirado de forma tão cruel quanto os pais. Fora encontrado e adotado por seu mestre e atualmente o obedece cegamente, fraquejando diante de algumas tarefas que julga cruéis demais.

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Nome: Vitor Áster.

Raça: Vampiro Classe B.

Idade: Mais de 130.

Idade que aparenta: 22 anos.

Cor dos olhos: Verde claro.

Pedra relacionada: Quartzo.

Cor do cabelo: Amarelo.

Família: Esposa e tecnicamente um filho que nunca chegou a nascer.

Coisa que mais gosta de fazer: Ficar sem fazer nada.

Coisa que mais detesta: Ser domado, controlado.

Comida favorita: Sangue.

Cor favorita: Vinho e azul escuro.

Tipo que lhe atrai: Os que precisam de proteção.

Personalidade: Odeia os humanos, por conta de um acontecimento em seu passado. Pode parecer frio, mas na verdade tem zelo por tudo que lhe rodeia. Exceto com quem pegou inimizade no primeiro olhar.

Altura e peso: 1.79 e 75kg.

Especialidade: Bom com a boca.

Historia: Era uma pessoa comum. Vivia uma vida pacata, entretanto ao descobrir que a mulher por qual tinha tanto amor o traia, acabou perdendo a cabeça. Principalmente ao pega-la no flagra com um amante, acabou por matando ela e um possível filho que esta carregava em seu ventre.

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Nome: Yami; não lembra seu sobrenome.

Raça: Íncubos

Idade: Desconhecida.

Idade que aparenta: 19 anos.

Cor dos olhos: Roxo

Pedra relacionada: Ametista.

Cor do cabelo: Negro; com uma peculiaridade nas pontas, ao sol elas ficavam vermelhas quanto que a luz da lua azuis.

Família: Desconhecida.tt

Coisa que mais gosta de fazer: Se alimentar.

Coisa que mais detesta: Desconhecido.

Comida favorita: O Rei ruivo de Radiance.

Cor favorita: Marrom, preto.

Tipo que lhe atrai: Difíceis de se domar.

Personalidade: Cínico, orgulhoso, desafiador.

Altura e peso: 2.00, peso desconhecido.

Especialidade: Desconhecido.

Historia: Aparentemente não se sabe muita coisa, só que fora um íncubos e que por causa de uma briga entre dois alimentos seus, acabou ganhando uma maldição perpetua.

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Nome: Nyha Lunnarian.

Apelido: Ny, por parte do Guille apenas.

Raça: Elfo.

Idade: Aproximadamente 97.

Idade que aparenta: 17 anos.

Cor dos olhos: Azul claro,

Pedra relacionada: Aquamarine.

Cor do cabelo: Vermelho.

Família: Pai de origem desconhecida, mãe e duas irmãs; é o filho mais novo.

Coisa que mais gosta de fazer: Ser mordido por um vampiro.

Coisa que mais detesta: Todos que ficam entre ele e Veck.

Comida favorita: Frutas.

Cor favorita: Vermelho e azul.

Tipo que lhe atrai: Vampiros.

Personalidade: Facilmente influenciável. E possui um vicio próprio em querer ser mordido por Veck, mas suspeita que pode ser por qualquer vampiro que passar por sua frente.

Altura e peso: 1.72 e 75kg.

Historia: Crescera no lado da vila dos elfos cujo só existe homens. Aprendeu magia Elemental um pouco, mas não se interessa muito nesta.

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Nome: Luna Lunnarian.

Raça: Elfo.

Idade: Mais de 500.

Idade que aparenta: 18 anos.

Cor dos olhos: Azul escuro.

Pedra relacionada: Safira.

Cor do cabelo: Vermelho.

Família: Pai de origem desconhecida, e mais dois irmãos, uma irmã mais velha e um irmão mais novo.

Coisa que mais gosta de fazer: Controlar, ter o poder sobre algo.

Coisa que mais detesta: Ser domada, ficar em um único canto por muito tempo.

Comida favorita: Peixe.

Cor favorita: Azul e prata.

Tipo que lhe atrai: Os que precisam de cuidados e aparentemente rebeldes, mas que são dóceis.

Personalidade: É durona quando precisa, e gentil quando lhe convém.

Altura e peso: 1.72 e 58kg.

Historia: Nunca gostara de ficar em um lugar só. Desejava mais que tudo ser livre e navegar pelos sete mares. Até que um dia lhe fora dada a permissão para isso. Logo juntou uma tripulação grande e começou a navegar. Como chegou a conhecer o Veck ainda é um mistério.

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Nome: Tamako Eucaristia Radiance.

Raça: Humano.

Idade: Aproximadamente 13~15

Cor dos olhos: Marrom escuro.

Cor do cabelo: Preto.

Família: Nunca chegou a conhecer a mãe pois morrera no seu parto, perdera o pai em uma guerra e não sabe mais o paradeiro do irmão.

Coisa que mais gosta de fazer: Costurar, cozinhar.

Coisa que mais detesta: Discriminação. Que a julguem só por ser uma princesa, sem ao menos conhecê-la.

Comida favorita: Pratos requintados feito por especialistas.

Cor favorita: Rosa e amarelo.

Tipo que lhe atrai: Ainda não sabe, mas gosta de sentir-se protegida.

Personalidade: Calma, educada ao extremo, porem e as vezes sapeca.

Altura e peso: 1.60 e 46 kg.

Historia: Nunca teve um exemplo de mãe, mas nem por isso ficou menos feminina. Obedecia a tudo que seu irmão lhe dizia, por isso sua educação foi impecável. Sua preparação fora para ser a Rainha por ordens de sua mãe antes de morrer. O motivo disto só o Rei sabia.