Notas iniciais
(Fiz um poema superficial e sarcástico, por ter gastado meu tempo com "Condolências" e ter recebido um "legal" do Indolente.) A Psicofofa se apaixonou por um garoto que a tratava como um pedaço de bolo, e contrabandeia objetos, alimentos e roupas no hospício. Ela vai perguntar para a companheira de quarto dele - Psicolouca -, sobre o mesmo, mas eles nunca se falaram. Ele a rejeita, mas ela ama a dor da rejeição.

Você é intocável, o inalcançável
O destemido, o temido
Você me fez sentir viva
Quando eu queria estar
Morta e enterrada

Eu teria suas condolências
Condo, lê, lê, lências?
Pois eu já estou cheia
Da sua indolência
Indo, lê, lê, lência

Você nunca se machuca?
Imune ao meu charme
Eu adoro a sua indolência
Indo, lê, lê, lência

Seja mais do que o garoto
Do último nível de insanos
Que me dá bolinhos
Para a sobremesa

Beba essa poção do amor
Deixe-me quebrar seu coração
Estilhaça-me, faça doer
Sou sua, inteiramente sua

Seja mais do que a pessoa
Que me traz jaquetas de couro
E que acha que sou idiota
Por gostar da dor da rejeição

O amor está no ar, e a máscara de gás
Esconde seu rosto angelical
Fugindo do estado da sedução
Se esquivando das flechas
Encantadas pela Deusa do Amor

Quebrou a princesa de vidro
Pisando em mim, sem sangrar
Derreteu a princesa de gelo
Se mantendo congelado
Mesmo com seu intenso calor

Nós dois somos cuidadosos até demais
A masoquista se apaixonou pelo indolente
Sua barreira é mesmo inultrapassável?
Eu quero te fazer meu e depois jogar fora
E você sairá ileso desse jogo, indolência

Notas finais
"Eu amo tudo o que você faz. Até mesmo quando me chama de burra pelas coisas estúpidas que eu faço. Quero andar com você em minha bicicleta, completamente despida, sem rodinhas de treino."