Notas iniciais
Nem todas aparecem, fiz o máximo pra ficar legal. Pra vocês verem como eu estou, com maquiagem do casamento que fui ontem, dor nas pernas, sem uma lente de contato. TÔ MALLLL =CC
Enfim, ai está, espero que goostem.

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Aos 18 anos, a rainha de Arcmey, Fellow, foi forçada a se casar com o príncípe de Faragún. Desse casamento nasceu a pequena Samantha, mais não como estão esperando. A pequena Samantha nasceu do amor deles, que se amaram com o passar dos anos. Quando a princesa fez alguns meses de vida, uma bruxa, Valerye, tomou conta de três reinos, inclusive um reino dos três grandes. A bruxa jogou uma praga, que a todas as princesas que quando completassem 6 meses seriam obrigadas a viver no mundo real. Os reis e rainhas, que esperavam um filho, não sabiam o que fazer.

P.O.V Samantha Wabber.

Todos estavam desesperados com o que iria acontecer:

- Samantha, acorda garota, não tenho tempo pra te esperar.

"Nova York, Manhattan"

- Oi? Pai, você falou Nova York??

- Claro que não garota, não começa com as suas brincadeiras idiotas. — Tá bom papai. Eu vou na casa da Ann hoje, tudo bem?!

- Isso! Se quiser se mude pra lá.

- Falta de Opção.

- O que disse, sua inútil?

- Preciso de uma mão.

- Pra que?

- Pronto, pai. Uniformizada. Gostou do meu uniforme novo, customizei com florzinhas.- eu falei saindo do meu quarto.

- Tá parecendo uma pavão ambulante. — ele disse. Respira Samantha, hoje é um novo dia.

Coloquei meu cabelo pra trás, peguei cereal, e desci as escadas do prédio marrom mal pintado. Entrei no carro do meu pai, e ele me deixou na escola. Chegando lá, eu tive que achar a Ann, que andava pra todo o lugar, só não andava onde eu estava. Achei ela na diretoria, ela tem vários problemas, com isso. Saimos dela e ela me disse que foi pegaespiando o vestiário dos garotos. Nós rimos e o dia se seguiu normal. Quando estava saindo da minha última aula, vi um coelho, branquinho e pequenino, mostrando um relógio. Nessa hora já estava sozinha, e ninguém poderia ter visto. Ele estava seguindo pra minha casa. Quando ia chegando, tinha uma encanação fora da rua. Tinha vários pedreiros em volta, e eu sou curiosa e resolvi dar uma olhadinha.

- O que aconteceu? — perguntei pra um pedreiro.

- Acho que um coelho entrou na encanação.

- E ele estava indo pra onde?
- Você me perguntou isso, rosinha? Tem certeza?
- Arrogancia na sua casa é prato cheio, não é?!
Sai de perto e quando fui entrar em casa a calçada rachou no meio.

P.O.V. Kristin Thonpson

Eu acordei com o som da gravadora do meu pai muito alto no andar de baixo. Ele trouxe uns garotos pra assinar um contrato. Eu ouvi ele subindo as escadas e agora ele está girando minha maçaneta de ouro:

- Meu amor, vamos descer. Você vai conhecer seu futuro lá embaixo, sua gravadora.

Eu já cansei de falar pra ele que quero fazer moda. É tudo o que eu quero na vida. Só isso. Então, desde ontem eu estou bolando algo como fugir do meu pai. E é hoje que vou fazer isso. Pego minha mochila e escalei a cortina, que deixei pra fora, até a árvore da sacada de baixo. Saindo de lá passei pelo portão e sorte minha, o porteiro, Sr. DooDley está dormindo.

Depois de umas horinhas no apartamento do meu amigo, procurando alguma coisa em Manhattan (N/a: A autora aqui, amoooou conhecer. Pena que estava frio.) Achamos e meu amigo me deu carona até lá. Na frente de um dos prédios, uma calçada estava rachada ao meio, com várias pessoas em volta. Um repórter dizia:

- Samantha Wabber, saia da escola ás 15:00 do dia de hoje, e quando foi subir as escadas a calçada de repente se rachou, e a garota caiu lá dentro. O buraco foi muito fundo, e lá pode ter estalactites e estalagmites. A garota caiu uns 40 metros abaixo e dois corajosos socorros desceram até um certo ponto.

O buraco não tinha nada em volta, e é lógico, com minha extrema curiosidade, eu fui ver o que acontecia. Cheguei até um certo ponto perto do buraco. E bem nesse certo ponto, o buraco abriu mais.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH

P.O.V Victoria.

Acordo do meu sono, da tarde. O barulho está enooooorme, Manhattan é uma bosta ás seis da tarde. Mais enfim, tenho que fazer o café da minha tia antes que ela chegue do tabalho.

A TV tá ligada e meu irmão já está assistindo a TV, no canal de notícias sobre NY.

- O que tem de bom pra comer?
- Eu comi o Doritos seu e o meu.

- Ei. Seu esganado. Peste Fedida.

- Já me cheirou?

- Cala a boca Adam. — digo pegando um doritos caido no chão e me sentando ao lado dele. — o que é isso? — aponto pra TV.

- AH umas duas garotas cairam num buraco, uns 40 metros.

- Nooooooossa, mais são duas antas. Né?!

- Desculpa, mais elas não são você pra serem anta.

- CALA A BOCA, IDIOTA.

Eu falo e saio da sala.

Quando estou terminando de fazer o café da minha tia, a própri chega flando:

- Por mim vocês dois estariam naquele buraco a anooos.

- Que horror — eu digo

- Melhor do que aqui — diz Adam e eu não escondo minha risada.

- Parem de rir. Cadê meu café?

- Está na mesa.

- O Adam lava a louça.- minha tia disse. Ela nunca faz nada.

- O que? — eu e meu irmão falamos juntos.

- Isso mesmo. E você, Victória, lava a minha roupa de ginástica

- Tá ok, cow.- eu digo

- Oi?

- Nada.

Eu começo a alavar a roupa e quando vou pendurar, alguma coisa faz meu chão tremer, olhei pra baixo e nada.

E tremeu mais três vezes. Na quarta eu achando que não era nada, um buraco gigante me engole com prendedoores na mão.

P.O.V Clara Sunders

Estou no velória da minha mãe, não tão mãe assim, mais mãe. É em Chicago, num lugar todo gramado com um grande caixão no meio. Que lá dentro tem o da minha tia e de mais uma mulher. Minha família não teria dinheiro pra comprar um caixão inteiro pra ela.

Eu sempre fui apaixonada pela história de Alice, e o enterro tá parecendo. E para completar, eu vejo um coelho. Saio correndo atrás, com todos olhando.

Vou seguindo ele por todas as roseiras amarelas e brancas e chego num bosque, com árvores gigantes. E o coelho entra num buraco. Eu o sigo e como está anoitecendo, eu estou com uma lanterna na mão. Eu procuro o tal do coelho até anoitecer pelo buraco. Quando anoitece, me enfio mais lá dentro pra achar o coelho, a lanterna vai junto. Chegando mais fundo que meu pulmão aguenta eu vejo o coelho. E sigo ele mais pra frente, até tudo ficar preto e eu cair com tudo.

Notas finais
Desculpa não apresentar todas, mais tá caindo a luz de casa, por causa da vizinha e seu secador do seculo 20, ARRRRRRRRRRRRG!
Enfim meus amoooores, kissus
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.