Princesa de Vidro

6 Sonhos Revelam Nossos Desejos Proibidos


Notas iniciais
(segunda-feira, 6 de julho de 2015, às 2 da manhã) Meus desejos proibidos tem vozes em sonhos, mas eu ainda quero seguir em frente.

Meu desejo era estar aí, esquecendo qualquer circunstância ou briga que nos metemos há um tempo atrás.

Minha mente transforma simples pensamentos em grande sonhos. Neles, nossas mãos estão entrelaçadas, e meus lábios colados aos seus. Queria meus dedos percorrendo em sua pele fria. Tocando seus ossos, a fazendo estremecer. Queria olhar no fundo seus olhos e saber que seu amor flameja neles. Observar seu rosto, e aí resolver o mistério que parecia durar uma vida. Quem é você? Ainda não tenho certeza.

Me sinto flutuando em plena imaginação, vivendo o impossível, recebendo provas de um amor que durou pouco.

Em sonhos, você sente a minha falta, se dá para mim. Pede para eu voltar e promete que nunca mais me deixará ir. Mas aí eu acordo, caio na dura realidade. Dou de cara com promessas quebradas e palavras vazias. Depois desse sonho, olho em volta e me perco na escuridão. Tudo continua igual. Pegarei o celular para iluminar ao redor como sempre e verei que você está seguindo sua vida, sem mim. Não procura vestígios de uma história de amor trágica, e quando os encontra espalhados por aí, não se importa. Isso é bom, eu também penso não me importar mais, não guardo rancor.

E também penso não perder mais a minha vida por um direito meu, o direito de saber quem você é. O lugar reservado para a resposta do seu ser foi deixado pegando poeira por muitos anos, e agora eu o preencho devagar com pequenas partes de mim. As partes que se separaram e eu as juntei, me recompondo e me tornando outra pessoa quando fui embora. Você não tem a mesma intimidade para invadir meus sonhos e me desnortear a cada manhã. Quero seguir, ser livre e leve do peso das decepções que você me deu. E no final, não precisa sonhar para que saiba que eu te desejo o melhor. Mesmo que o melhor seja eu...

Notas finais
A cópia de livros na íntegra é crime, previsto na Lei Federal nº 9.610/98 (Lei de Direitos Autorais), de 19 de fevereiro de 1998.