Princesa Emily
19 No flagra.
Notas iniciais
A cabeça de Emily doía só de pensar em prova, sim, ela tinha provas também. Mas as provas dela não valiam nota nem nada, mas se ela não se saísse bem, exigiam ainda mais dela, e resumindo, ela se ferrava bonito.
Prova de administração. Assim que a folha foi posta em sua mesa, ela suspirou. Droga, droga, droga.
– Eu preciso fazer isso mesmo? – ela perguntou, não é que ela não sabia nada, é porque estava com preguiça mesmo, muita preguiça.
– É claro que precisa – Sylvia disse – até seu irmão faz essas provas, porque você não faria?
É, Carter também passava pela tortura de provas. Porque afinal, ele era o segundo na linha de sucessão ao trono e tinha que receber o mesmo treinamento que Emily, um pouquinho mais leve, mas era rigoroso para a idade dele da mesma forma.
– Mas o Carter é um gênio! Ele não conta – Emily disse.
– Realmente ele é muito precosse – Sylvia coçou o queixo – mas você também é muito inteligente, agora comece a responder.
Não da pra explicar se a inteligência dos dois era pelo ensino rigoroso, ou não. Emily às vezes ficava impressionada por conseguir realmente conversar com seu irmão, a maturidade dele era de um garoto de 17 anos, e isso era impressionante.
– Porque você não nasceu primeiro, Carter? – Emily perguntou baixinho para si mesma.
. . .
Dylan cruzou o corredor do castelo e viu a ruiva sentada lendo uma revista. Sorriu de lado olhando para os lados, ali não havia ninguém.
Ele chegou sorrateiramente perto dela.
– Oi Princesa.
Samantha levou um susto deixando a revista cair no chão o que fez sorrir.
– Você enlouqueceu? – ela perguntou baixinho – qualquer um pode nos ver aqui.
Ele deu de ombros fingindo que não tinha meso. Ah, ele tinha medo sim, muito medo, nem sabia o que o Rei poderia fazer com ele se descobrisse que ele estava "traindo" sua filha.
– Assustadinha você, hein – ele sorriu e ela revirou os olhos.
Ela se levantou olhando envolta e indicou para ele subir as escadas. Ele foi na frente e depois de alguns segundos ela foi atrás.
Ele parou no fim da escada e ela o ultrapassou seguindo reto, e obviamente ele foi atrás.
Ela suspirou aliviada ao ver que não havia ninguém perto do seu quarto, então o abriu e antes que alguém visse e puxou Dylan para dentro dele junto com ela.
Ele a bateu contra a parede a beijando. A mão boba dele deslizou pelas pernas desnudas de Samantha até pega-la no colo com um puxão a fazendo cercar sua cintura com as pernas.
– Não me provoque, caso o contrário não serei responsável pelos meus atos – ele sussurrou com os lábios bem próximos dos dela.
– Agora que eu quero mesmo provocar – ela sorriu arranhando a nuca dele.
Ele esticou o braço trancando devagar a porta e sorriu para a Samantha beijando seu pescoço.
– Não diga que eu não te avisei – ele disse.
Dylan foi empurrando Samantha até a cama praticamente a jogando ali. Passou o corpo por cima do dela.
– Droga – ele murmurou.
– O que?
– Eu não tenho camisinha aqui.
Samantha sorriu.
– Eu tomo anticoncepcional, idiota – ela o puxou novamente para si.
– Sem é melhor – ele sorriu.
Ele se separou dela tirando seu palitó e Samantha imediatamente segurou o primeiro botão de sua camisa, ele sorriu vendo as mãozinhas ágeis dela desabotoarem rapidamente sua camisa. Ele segurou o zíper de seu vestido o abaixando enquanto Samantha tirava a camisa de seu corpo rapidamente.
– Apressadinha – ele sorriu abaixando o vestido dela olhando fixamente para os seios fartos da ruiva cobertos por um sutiã vermelho sangue.
Lambeu os lábios guloso.
Sorriu vendo seu corpo seminu coberto apenas por aquela sexy langerie vermelha. Saiu do transe sentindo as mãos da ruiva abrirem o cinto de sua calça.
Ela abriu tudo bem rápido e abaixou a calça dele até os joelhos vendo a cueca branca que ele usava.
Dylan se sentou terminando ele mesmo de tirar a calça e a jogando no chão.
Samantha sorriu, que corpinho era aquele?
Ele voltou a beija-la indo direto para a abertura do sutiã de Samantha que logo foi para o chão também. Os lábios dele foram deslizando pelo pescoço dela te chegar em seus seios. Tomou um pouquinho de distancia para admira-los e sorriu avançando no direito sugando-o com força arrancando suspiros e fracos gemidos de Samantha que revirava os olhos puxando o cabelo loiro do garoto que si divertida sugando agora o seio esquerdo enquanto acariciava o direito com a mão.
Ele suspirou descendo os beijos pela barriga lambendo-a e sugando sua virilha. Segurou a barra da calçinha vermelha a abaixando de vagar mordendo o lábio inferior. A tirou e soltou abrindo levemente as pernas dela.
Samantha gemeu quando ele sem avisar se abaixou colocando a cabeça entre as pernas dela beijando a parte inteira de suas pernas até chegar a sua intimidade. Ele podia estar meio afoito, mas sua língua tinha um ritmo lento e delicioso que estava fazendo a ruiva delirar.
Ele apertou a bunda dela com força rodeando sua entrada com a língua e depois a penetrando devagar. Samantha jogava sua cintura contra ele querendo mais, muito mais.
Ele sorriu a penetrando com dois dedos e lambendo seu clitóris estando seus dedos com força a fazendo tapar sua própria boca para não gritar.
Ela chegou ao ápice causando um enorme sorriso orgulhoso em Dylan que parecia se divertir com a situação.
Ele subiu a cabeça até a dela, o peito de Samantha arfava com sua respiração pesada. Uma visão privilegiada pela ele.
Dylan sorrindo beijou a bochechinha levemente avermelhada da ruiva subindo até a boca dando vários selinhos e um beijo lento e delicioso.
Não demorou muito para ela recuperar suas forças e dar um giro ficando por cima dele.
– Minha vez – ele disse sedutoramente.
A língua macia da ruiva deslizou lentamente por seu pescoço descendo pelo peito, abdômen, virilha... cueca.
Ela olhou mordendo a boca para a volumosa cueca branca. Apertou o membro duro dele por cima da cueca a Dylan gemeu colocando as mãos na cabeça.
Ela sorriu vendo a reação dele e abaixou sua cueca a tirando. O membro dele estava semiereto e pulsante, ela lambeu os lábios gulosa o segurando e começando a masturbá-lo lentamente.
– Ah Samantha... – ele gemeu não muito alto, mas ela conseguiu ouvir perfeitamente.
Ela se inclinou lambendo a glande bem devagarzinho, Dylan revirou os olhos de prazer olhando para ela que estava oculta embaixo dos cabelos alaranjados.
Os prendeu em um rabo com sua mão para poder ver o rosto dela. Samantha continuava o masturbando agora chupando a glande olhando para Dylan que fica ainda mais excitado com aquele contato visual tão sexy.
Ela colocou o membro dele na boca até onde conseguir e começou a movimentar a boca junto com a mão.
Dylan gemia abafado por se segurar. Ela tirou as mãos do membro dele escorregando por seu peitoral e abdômen.
– Chega – ele murmurou a puxando para si se colocando por cima dela de novo.
Eles sorriram e Dylan segurou seu próprio membro o estimulando enquanto as línguas dos dois dançavam rapidamente sedentas uma pela outra.
E sem nenhum aviso ele a penetrou com força e rápido. Samantha soltou um grito que Dylan logo abafou com um beijo começando a se movimentar devagar dentro dela.
Ela gemia contra os lábios dele e ele suspirava com os arranhões nas costas que Samantha com suas compridas unhas executava.
Os corpos dele se chocavam e Samantha até tentava manter o contato visual, mas fechava os olhos de tanto prazer.
Os dois chegaram ao ápice juntos amolecendo um em cima do outro. Dylan se jogou ao lado dela na cama com um sorriso enorme, ela era muito boa.
– Wow – ele disse sorrindo.
Samantha sorriu de volta.
– É, eu sei – ela disse metida.
Ele se virou para ela tocando seus lábios nos dela.
. . .
Carter estava sentadinho em sua carteira como de costume, o palitó cinza estava pendurado ao seu lado. A gravata preta listrava estava perfeitamente colocada e as mangas de sua camisa estavam dobradas até os cotovelos.
Ele anotava tudo o que sua professora falava sobre a economia de Gardênia. Ele realmente achava tudo muito interessante, mesmo não tendo realmente um motivo para aprender aquilo, era ótimo saber mais sobre o lugar onde vivia.
– Está entendendo tudo, Carter? – ela perguntou parando de explicar um pouco para ver se ele estava mesmo entendendo já que estava tão quietinho.
– Perfeitamente – ele sorriu desviando os olhos do caderno para olhá-la.
A professora sorriu e voltou a explicar.
Depois de meia hora ela encerrou a aula, Carter agradeceu cordialmente, se levantou pegando seu palitó, o segurou por cima do ombro e com o caderno na outra mão se dirigiu até seu quarto em passos elegantemente másculos.
O quarto do pequeno Príncipe era provavelmente o quarto mais organizado de todo o castelo (sem exageros). E com isso não quero dizer que era apenas arrumado, ele literalmente era organizado, ele e o dono dele.
Tinha gavetas para tudo, separava seus ternos e roupas por cor e as gravatas e meias também. Seus livros eram por ordem alfabética e sua cama era arrumadíssima.
Ele fazia questão de arrumar tudo, sem dúvida era um garoto perfeccionista.
Ele se sentou em sua poltrona preta relaxando um pouco esquecendo porque havia ido para seu quarto. Fez uma careta arrumando seu cabelo, não lembrava mesmo.
"Porque eu vim para o quarto?" ele se perguntou, não achou a resposta então se levantou e saiu.
Os vários guardas pareciam estátuas em suas posições e ás vezes isso o assustava um pouco.
Ele passou pelo corredor de hospedes para se dirigir a sala de vídeo (um pequeno cinema) já que não tinha nada melhor para fazer.
Um grito.
Ele parou imediatamente de andar e franziu o cenho olhando para os lados.
Outro grito... mas meio diferente.
Ele olhou para os lados novamente e viu a porta do quarto de Samantha, será que ela estava bem? (não que ele ligasse).
Era meio errado, mas ele decidiu ouvir o que estava acontecendo.
Colocou o ouvido na porta ouvindo alguns gruídos e o barulho de um colchão de mola como se alguém estivesse pulando nele repetidas vezes sem parar.
– Ah, Samantha – ele pode ouvir, ele já havia ouvido aquela voz, tinha certeza disso.
Seria um dos 15? Os dois não estariam... ah meus deus!
HAVIA UM GAROTO TRAINDO A SUA IRMÃ?
Seus punhos se fecharam e ele quase arrombou a porta, mas não, se segurou o bastante para não fazer isso.
Mas ah, ele iria descobrir quem era, e quando descobrisse tanto ele quando Samantha iam se ferrar bonito com ele. O Príncipe podia ser pequeno e novo, mas era bem equivocado e sabia muito bem aonde chutar para imobilizar um homem.
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