P.O.V. Alec.

Ela estava certa em dizer que o Mestre Aro não deixaria isso barato. Mas, ela também não estava sozinha.

Renesmee tinha uma legião de apoiadores. Nem eu sabia que ela tinha tanta gente do lado dela.

P.O.V. Aro.

Eu vim confiante na vitória. Mas, quando eu vi o tamanho do exército dela... meus olhos até se esbugalharam.

Ela deu um sorrisinho sacana.

—E tem alguém que tá afim de mudar de lado? Fale agora, ou cale-se para sempre.

Perguntou ela.

Pude reconhecer alguns dos rostos. Garret, Tanya Denali, Katherine Denali... todo o clã Denali. O clã egípcio. E até mesmo os Cullen.

—Vá embora Aro. Ou você vai morrer aqui. Dessa vez de vez.

Haviam humanos. Alguns estavam armados, outros não.

—Você devia escutá-la Aro.

—Seu pequeno traidor.

—Não sou traidor.

—Então Aro, vamos fazer uma contagem básica.

Enquanto ela ia falando ia apontando para os grupos.

—Eu tenho vampiros, bruxas, dopplegangers, lobisomens, híbridos, fantasmas, caçadores de vampiros, viajantes, o primeiro imortal do mundo, dois nefilins e o Diabo em pessoa. E você tem... Apenas vampiros. Podemos começar?

Aro ficou colérico e avançou. Foi um massacre.

Os híbridos mordiam os vampiros e eles agonizavam até a morte. Alguns foram engolidos pela enorme fenda que Benjamin abriu no meio do campo de batalha. Os Nefilins tinham lâminas de fogo que fatiavam tudo no caminho.

Os caçadores eram tão fortes e tão velozes quanto um de nós. E os poderes telecinéticos dos fantasmas acabaram com grande parte dos vampiros de Aro.

Ele foi o último. O último que sobrou.

Ela caminhou até ele.

—Tia Kate, choque nele.

P.O.V. Aro.

Eu senti a corrente elétrica.

—Ele tem que ficar consciente.

Ela arrancou um dos meus braços, depois o outro, minhas pernas, minha cabeça. Pegou uma tocha.

—Deus abençoe a unificação.

Eu vi as chamas me engolirem.

P.O.V. Elijah.

Eu ouvi falar de uma nova Duplicata e quando eu cheguei, estava tudo em chamas. Era uma batalha. Haviam bruxas, híbridos, caçadores, vampiros de um tipo que eu nunca havia visto.

Então eu vi a duplicata caminhar até o último sobrevivente do exército inimigo.

—Tia Kate, choque nele.

A loira tocou nele e ele caiu de joelhos.

—Ele tem que ficar consciente.

Disse a duplicata.

Ela arrancou seus braços, suas pernas e sua cabeça. Eles quebravam como vidro, dava pra ouvir o barulho.

A duplicata pegou uma tocha e disse:

—Deus abençoe a unificação.

Então ela queimou os restos do vampiro. Então eles começaram a se abraçar. A comemorar a vitória.

E imagine a minha cara quando eu vi aquela figura no meio da confusão.

Eu me aproximei.

—Davina?

Ela olhou pra mim, eu vi fúria em seu olhar. Pensei que ela fosse me atacar, mas ela simplesmente virou a cara.

—Isso merece uma festa! O Reino de terror dos Volturi acabou.

—Graças a você. Se não fosse você, nada disso teria acontecido.

—Eu fiz o que eu nasci pra fazer. Vamos pra casa. É hora da festa. Por favor híbridos, deem uma carona para as bruxas. Assim chegamos mais depressa.

Os híbridos a obedeceram. Porque a obedeceriam? Á menos... que estejam ligados á ela. Uma duplicata que consegue fazer híbridos sozinha?!

E eles passaram correndo. Ela era a mais veloz de todos. E alguns criaram asas e saíram voando.

—Anjos? O que está acontecendo?

Eu voltei para casa.

—Então, o que me diz sobre os boatos irmão?

—A duplicata existe.

—Ótimo.

—Essa é diferente, Niklaus. Ela não precisa de você para criar híbridos.

—O que?

—Sim. Ela cria híbridos sozinha e com certeza, é vampira.

—E dai Elijah? Dane-se tudo isso.

—Kol.

Ele se levantou e estava saindo.

—Davina está viva! Ela estava lá Kol. No meio da confusão. Ela olhou pra mim. Acho que me reconheceu.

—Confusão?

—Era uma briga. Uma batalha. Eu vi a duplicata destroçar um vampiro.