Primavera
1 Capítulo 1
Pensava que viveria sozinha nesse lugar e não tivesse chance de encontrar alguém para conversar... Porém veio você...-------------------------- ••• ------------------------------ Era uma tarde de primavera perfeita, com ventos apropriados para deitar e dormir no lado de fora simplesmente relaxar e apreciar a paisagem, ou sair com algumas pessoas amigas para lugares divertidos como parques e Shopping . Desde que perdi meus pais moro sozinha não recebo visitas desde do velório deles, nem de parentes nem de ninguém, me acostumei dessa maneira mas, queria alguém para conversar e sair como fazem as pessoas normais. Mas tudo mudou quando ele entrou pelo meu jardim coberto por uma grande árvore e mato autos, atraído pelo som do piano que tocava, sentou-se na frente de minha casa com grandes ferimentos nas costas e no braço resmungando baixo, não agüentou e deitou-se no chão frio de madeira. Quando se mora sozinha consegue sentir presença que não é sua, foi assim que levou a olhar do lado de fora uma figura de cabelo negros e espetado dormindo tranquilamente como uma criança que acabasse de chegar em casa cansado, não me contive e ficava admirando por horas, me perguntando o que ele fazia aqui, e de onde era. De repente vi seus ferimentos, pensei que era um desses garotos de gangue que acabara de perder uma luta, ou até um inocente que fora cercado por garotos maus querendo alguma coisa. Com aqueles ferimentos serias no mínimo uns 10 meninos que o cercaram, coitadinho, quando ia tocar em seu rosto vi abrindo os olhos rapidamente, era incrível a sua habilidade se levantou em segundo nem eu consegui ver seus movimentos e em suas mãos havia uma espada, no memento que vi ela mirada para mim pensei que iria morrer, mas quando ele fazia qualquer movimento sua dor aumentava, que não agüentava ficar em pé:
- Detetive desgraçado...Era tudo que ouvia dizer, quando vi quase caído fui em sua direção ajudar mas não adiantava nada continuava com a espada em minha direção...- Humana desprezível saia de perto de mim...- ah... Deixa eu cuidar dos seus ferimentos.- Eu não preciso de ajuda sei me virar sozinho.- Não consegue nem ao menos ficar de pé.- Se chegar perto eu mato você... — Não agüentava ver se agonizando de dor. Entrei para dentro de casa para pegar minha maleta de primeiro socorros e fui correndo para vê se estava ali, olhei para o lado de fora e vi estirado em frente da minha porta. Ajoelhei-me, quando se levantou rápido:-...- Você está muito ferido, deixa eu ajudar você.- Eu já disse que... — Sentou-se no chão - \"Que não precisa de ajuda\"... Entendi, mas deixa eu ver como... Está — tinha tocado no braço e estava mais que ferido, peguei um vidrinho com uma pequena quantidade de antibiótico misturado ao meu sangue e passei sobre o seu braço, sua reação foi de surpresa, pensei que iria bater, xingar, contudo sua expressão era a mesma, olhava para outro lado enquanto passava o remédio em um dos seus braços feridos. — Agora vire de costa, por favor. Virou sem falar nada, estava um silencio sombrio estava bem escuro mau conseguia ver o céu pois a grande arvore tampava quase todo o céu, quando era criança pensava que as arvores pelo seu tamanho pudesse chegar ao céu facilmente, então um dia decidir subir nela para ver se conseguia pegar algumas estrela, tinha ganhado em troca um belo tombo de bunda.- Hum... Estava lembrando quando eu era criança que adorava subir em árvores para ver se conseguia tocar o céu ou pegar estrela, elas eram tão grande que pensava em um dia pegar um pedaço do céu e guardar no meu quarto como a maior descoberta já feita... Isso nunca esquecerei. Pronto só enfaixar.- Não precisa eu vou embora já me sinto melhor. — Falava friamente e caminhava devagar por causa dos ferimentos.- Mas, não está bem... Diga qual é o seu nome.- Não é da sua conta. — Sumiu de repente. --------------------------- ••• ----------------------------------Três dias depois...Ao chegar em casa depois de um dia cansativo no colégio, senti uma presença do lado de fora de minha casa, tirei os sapatos e fui para os fundo, olhei e era ele, me encarava fixamente estava diferente pois estava totalmente curado e disse \"Hiei\" no princípio não entendi, então repetiu:- Meu nome é Hiei.De algum modo fiquei feliz, finalmente encontrei alguém para conversar...continua.....
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
Fale com o autor