Notas iniciais
Bom, sei lá né kkkkk Quase 5 anos sem atualizar uma fic e abandonado o universo das fanfics, aqui estou eu... em plena quarentena finalmente minha vontade e ansia de escrever voltaram hihihi Enfim, lá embaixo eu falo melhor sobre como vai ser, não vou deixar vocês demorando muito aqui pois já fiz vocês esperarem por 5 anos :p até já e enjoy!

Ginny já não sabia mais quanto tempo ela estava parada no mesmo canto tentando processar tudo que havia acontecido em tão pouco tempo… O Sr. Potter havia acabado de pedi-la em casamento! Nem em seus sonhos e devaneios mais profundo tal ato iria se concretizar… mas o pior de tudo: ela havia recusado. Refletindo agora, pareceu uma grande besteira que não havia mais volta, porém era orgulhosa demais para voltar com a sua palavra, e ele orgulhoso demais para propô-la novamente. Parecia que estava em um pesadelo. Dois casamentos recusados em menos de um ano! Sua mãe estaria eufórica e furiosa ao mesmo tempo… eufórica por saber que, embora o senhor Harry Potter não fosse um dos seres mais simpáticos que ela já havia se comunicado, era um dos mais ricos e estava amando uma de suas filhas! Mas ao mesmo tempo estaria furiosa com Ginny por ter recusado dois casamentos sem motivos…

Era hora de agir e Ginny já sabia disso… Precisava sair daquela chuva e se abrigar para não pegar uma gripe, mas aquele beijo se encaixou tão bem que ela não queria deixar aquele momento passar tão depressa e queria aproveitar o máximo possível…

Como pode um homem tão rancoroso e ríspido ser ao mesmo tempo tão macio e delicado? Era melhor Ginny mudar seus pensamentos…

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— Você tem certeza de que vai ficar bem? — Lilá perguntou preocupada com a aparência da irmã e por não querer sair da sua cama hoje, embora ela sabia que Ginny era uma das suas irmãs que mais gostava de apreciar o ar livre. Ela sabia que algo tinha acontecido com Ginny, só não sabia o que era…

— Tenho, irmã. Ainda tenho muita coisa pra pensar… — Ginny respondeu com um sorriso sem vida e amarelo, mas foi o suficiente para Lilá entender que ela queria passar um tempo sozinha.

— Tudo bem… Eu e o Neville não iremos demorar.

Ginny apenas acenou com a cabeça e acomponhou a irmã sair do quarto. Sua dor de cabeça estava torturando-a. Não sabia se o motivo era a chuva ou todos os seus pensamentos que não paravam de rodar. Há tantas perguntas não respondidas… tantas dúvidas e incertezas que a cercava. Por que Harry Potter a beijou? Por que nunca havia falado com ela sobre seus sentimentos? Por que Harry havia respondido-a em um tom sarcástico quando ela confrontou ele com suas perguntas sobre o Sr. Thomas? E afinal, ela não havia esquecido o que ele fez com a sua irmã e com a sua família! Ajudou a destruir um amor que estava prestes a acontecer por ter vergonha de sua família…

Não estava disposta a vestir um de seus vestidos pesados e nem usar as suas maquiagens… tudo isso parecia que iria lhe custar um esforço muito grande para a sua dor de cabeça, apenas se olhou no espelho e se encarou. Os cabelos laranjas, puxados pela sua mãe, estavam bagunçados e rebeldes. Os olhos castanhos com a aparencia cansada pela noite mal dormida devido aos seus devaneios…ela encara seus lábios vermelhos e encosta seus dedos neles, como se quisesse sentir de novo a sensação da boca de Harry na sua… Ginny logo mexe a cabeça tentando afastar os pensamentos. Estava precisando esquecer aquilo. Foi até a cozinha e tomou uma xícara de chá e logo depois entrou em um banho refrescante e gelado. Passou seu perfume e se deitou para ler um livro qualquer, pois sabia que não iria prestar tanta atenção assim na história.

Um pouco mais de meia hora depois, alguém bate na porta da casa diversas vezes em batidas aceleradas, como se a pessoa realmente precisasse entrar na casa. Ginny entranhou… Lilá e Neville não iriam voltar tão cedo já que iriam jantar na casa da Lady Minerva e eram apenas 17:46h. Abriu a porta rapidamente e encontrou uma figura alta e sorrateira. Ginny logo foi de encontro com seus olhos esmeraldas que a fitavam esperando alguma reação dela.

— Posso entrar? — Harry perguntou com a sua voz um pouco mais rouca que o normal. Ele estava nervoso?

— Claro… — Ginny respondeu baixo e dando espaço pra ele passar

— Sei que a senhorita deve estar estranhando eu aparecer por aqui sem uma véspera de um comunicado, mas vim com a urgência… passei toda a madrugada escrevendo-lhe. Não escrevi para que você sinta novamente todos aqueles sentimentos que você detesta, mas para que eu possa explicas sobre as duas ações que eu fiz que fez você ficar contra mim…

Harry estende a mão e entrega uma carta grossa nas mãos de Ginny. Ela fita as cartas tentando entender o que Harry tinha tanto para falar que precisaria de um envelope com mais de um papel… Ginny não diz mais nada e apenas pousa o seu olhar no chão, evitando encarar os olhos que tanto procuravam pelos seus. Harry entende o seu recado, e se despede com um aceno na cabeça.

Ginny volta a encarar aquele envelope que tanto queria abrir… fecha a porta cuidadosamente e caminha em passos leves até o quarto onde estava hospedada. Deita na sua cama e liga o abajur no seu criado-mudo.

‘’Meu pai realmente considerava Sr. Thomas como um filho, foi por isso que ele lhe deixou uma generosa herança. Porém, logo a morte do meu pai, ele gastou toda a sua herança com jogos em poucas semanas… ele logo me escreveu cartas, exigindo que eu entregasse a ele mais dinheiro, e eu recusei. Logo ele cortou toda a sua relação comigo. No último verão, ele voltou a nossa casa repetinamente depois de um ano sem contato e declarou que estava perdidamente apaixonado pela minha irmã, com quem ele tentou convencer por semanas fugir com ele. Ela irá herdar 30 mil galeões. Quando foi esclarecido para ele que ele não receberia nada dessa herança, ele desapareceu. Nunca irei esquecer de como a Luna ficou desesperada e inconsolada com toda a situação. Ela só tinha 15 anos… Sei que não há motivos para eu ter feito o que fiz com sua irmã, mas posso afirmar que fiz a favor de um amigo.’’

Então, tudo que ela havia imaginado sobre o Sr. Thomas estava errado… Estava se sentindo uma tola por ter sido tão cega em relação a isso, sentindo uma náusea por ter ficado do lado dele e por ter considerado se casar com esse homem. Harry estava certo em ter tratado-o com desprezo e por querer afasta-lo. Ginny se sentiu pior ainda por ter negado a proposta de Harry.

E pensar que ela fez isso por parte do Sr. Thomas também… não por gostar dele, pois o seu coração já pertencia a Harry, mas por considerar a atitude de Harry desrespeitosa e cruel com o Sr. Thomas. Ginny já não sabia mais o que pensar, mas ela tinha uma certeza: estava na hora de voltar pra casa.

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Ginny entra em sua casa e logo é recebida pela suas irmãs correndo e por sua mãe apressando-lhe para entrar, pois seus tios de Londres haviam chegado, junto com Hermione.

— Ginny, Londres é realmente incrível! Há tanta coisa para fazer por lá, há tantas pessoas e tantas atrações… você teria adorado. — Hermione se anima ao conversar com Ginny no quarto das duas, tarde da noite, antes de dormir.

— Como você está?- a ruiva interroga, preocupada com a mudança de Hermione.

— Estou bem, Ginny, de verdade. Eu já superei… Se ele passar na rua eu nem notaria. Acho melhor assim… melhor pra mim… afinal, qual as notícias de Lilá?

— Nenhuma… — Ginny responde depois da declaração de Hermione. Não queria que a irmã soubesse de toda a história e fizesse-a criar esperanças de novo quando ela mesma já havia dito que preferia as coisas assim. — Vamos dormir… já está tarde.

A noite estava fria, assim como a manhã que amanheceu no dia seguinte, junto com a notícia de que Parvati iria para Londres com seus tios. Ginny não podia acreditar noa decisão dos pais… Parvati era apenas uma criança que ainda não tinha sido educada para ser exibida assim para os militares…

— Papai, você não pode simplesmente deixar a Parvati ir para Londres desse jeito e se expor! Ela é só uma criança e a Padma vai querer imita-la, como sempre fez. — Ginny ingadou o pai. Ambos estavamo sozinhos no escritório dele. Ela não conseguia entender a decisão que ele havia tomado…

— A Parvati não irá sussegar até achar um homem que consiga aguentar ela e que a peça em casamento. Sei que os militares não irão lhe propor, já que ela não é uma das melhores opções… — Sr. Weasley responde calmamente, como se estivesse conversando sobre um clima, sem desviar a sua concentração no seu livro em nenhum momento.

— Ela irá envergonhar o nome da família com a sua falta de educação e etiqueta, ainda mais sendo tão nova e sendo exposta assim para os militares… Você não pode deixar isso acontecer só em prol da sua paz! — Ginny acaba se irritando com a falta de interesse do pai

— Ginny, quando você tiver 5 mulheres para criar e casar todas, você vai entender sobre a minha decisão. — Arthur responde Ginny ríspidamente, tirando sua atenção do livro pela primeira vez para encarar a filha. Ela logo entendeu que essa era a sua palavra final e nada iria mudar isso.

Ginny, então, se levanta do escritório emburrada. Precisava beber um copo de água gelada para absorver melhor a conversa. Para sua surpresa, seus tios estavam conversando na cozinha sobre a viagem.

— Ginny, querida, você será muito bem-vinda se quiser nos acompanhar! Tenho certeza que ficará encantada com a cidade. Venha conosco e vamos tomar um bom ar fresco! — Sra. Tonks fala com um ar animado, como se realmente quisesse a companhia de Ginny na sua viagem.

Sr. Remo e a Sra. Tonks sempre foram os seus tios preferidos. Sempre estavam perto da família, tentando ajudar de todas as formas possíveis. Ambos adoram viajar…

— Pode ser uma experiência divertida… — Ginny responde de modo divertido a sua tia. Talvez uma viagem com seus tios fosse uma ótima opção pra tirar Harry da sua cabeça.

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Os quatro paritam cedo em direção a Londres. Parvati muito animada e não contendo os pulinhos de emoção na carruagem.

Um pouco antes do meio dia chegaram até o local das suas estadias. Não demorou muito para a Parvati sair correndo e ir conhecer todo o hotel e todos os hospedes, procurando algum militar. Tonks convidou Ginny para conhecerem um pouco mais da região, já que iria também com o Remo. Sem muita escolha, Ginny aceita a proposta…

Ela amava caminhar e sabia disso. Não importava o quão longe, ela sempre apreciava a paisagem e o ar em que rebatia no seu rosto, mas ela sabia que já estavam caminhando por um bom tempo.

— Aonde estamos indo? — Ginny indagou os tios enquanto repousavam embaixo de uma árvore, desfrutando o ambiente e lanchando uma fruta.

— Estamos indo conhecer o Largo Grimmauld. — Tonks responde calmamente, sem tirar o olho da sua fruta.

Ginny estaca no mesmo momento em que escuta o nome do local. Conhecia esse nome e não precisaria falar duas vezes.

— A casa do Sr. Potter?

— Sim, esse mesmo! — Remo responde com entusiasmo – Ele possúi um lago bem favorecido e com bastante tipos de peixes. Gostaria muito de vê-lo.

—Por favor, não! — Ginny falou no automático e mais alto do que pretendia.

Seus tios a encaravam confusos, não era comum mulheres em sua idade recusar uma oferta como essa e Ginny sabia disso. Ela se xingava diversas vezes mentalmente. Havia aceitado a viagem justamente para tentar esquecer Harry e agora estão indo em direção justamente da casa dele. Seus tios continuavam encarando-a, como se quisesse uma explicação

— Ah, e-eu acho melhor não… — Por mais que Ginny tentasse parecer indiferente, ela sentia o seu nervosismo tomando conta de todo seu corpo. -É que ele é tão… ele é tão…

‘’Vamos, Ginny, pense em alguma coisa!’’.

— Ele é tão rico! — Ginny falou pressionada. Sabia que era uma péssima desculpa, e estava se repreendendo mentalmente por isso, mas incrivelmente foi o único defeito que conseguiu pensar sobre ele.

— Céus, Ginny! Como você é esnobe… culpa o Sr. Potter por sua fortuna, mas o coitado não tem nenhuma culpa sobre isso… — Remo responde Ginny de forma divertida, como se o fato dele ser rico realmente fosse um grande defeito.

— Mas querida, ele não vai estar lá de qualquer forma… — Tonks tenta tranquilizar Ginny, em uma tentativa que não deu muito certo.

A ruiva da um sorrisinho amarelo e volta a sua atenção na maçã novamente.

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Alugaram uma carruagem, pois seus tios não estavam mais dando conta da caminhada. Não demoraram muito para chegar em seu destino, já que a carruagem havia sido de grande ajuda.

O destino foi realmente de tirar o fôlego. Uma grande mansão tomou conta da paisagem. Essa foi uma das maiores residências que Ginny já havia visto. Todo o seu jardim incrivelmente e meticulosamente bem cuidado, como se houvesse mais de 30 criados apenas para cuidar do jardim. O castelo bem pintado e um enorme lago bem na frente do casarão, tomando conta de boa parte do terreno.

Ginny encarou tudo aquilo sem acreditar o quão sortuda ela seria de ter aceitado o pedido de Harry. Não acreditava que alguém pudesse ser tão rico aquele ponto. Um sorriso tomou conta em sonhar como seria morar em um local como aquele. Seus tios, por outro lado, estavam estupefatos com aquela mansão. Logo foram bem recebidos por uma criada responsável para apresentar a mansão para eles.

Por dentro era tudo tão bonito como por fora. O chão parecia que nunca havia visto uma poeira. O teto era inteiramente pintado a mão em uma pintura que era pra estar em um museu de tão bela. As escadas incrivelmente brancas e de mármore, fazendo companhia ao corrimão todo pintado a ouro. Só aquela entrada já era maior que a sua casa inteira.

— Minha nossa… — Tonks sussurra para Remo logo ao seu lado

Ginny se perde na sua admiração. Nunca havia visto uma casa tão bem feita e tão bonita. Harry realmente tinha bom gosto…

A criada não demorou muito parra leva-los até o salão das esculturas. Todo o salão era de mármore, incluindo as próprias esculturas. Todas brancas e bem feitas. Ginny não conseguia tirar o olho delas nem por 1 segundo. Como pode alguém ter sido capaz de ter feitas esculturas tão perfeitas e tão completas? Não havia uma que houvesse algum erro. Provavelmente aquele cômodo deveria valer algumas fortunas… Ginny não estava prestando tanta atenção na conversa, mas ainda escutava algumas frases dita pela criada.

— ‘’O Sr. Potter, infelizmente, não consegue passar muito tempo em casa, mas tenho certeza que isso irá mudar assim que arrumar a sua tão esperada esposa, já que ele ama esse lugar.’’ ‘’Ele é igualzinho ao seu pai, só que ainda mais generoso! Ele não pensa duas vezes na hora de ajudar o próximo. Nem ao mesmo me questionou uma palavra quando meu marido ficou doente… somos eternamente gratos a ele!’’

Ginny estava vagando tão perdidamente em seus pensamentos que se arrustou quando a estátua do rosto de Harry apareceu em sua visão. Aquela estátua era incrivelmente igual a esse, e pior: ela não conseguia deixar de encara-la. Sentia falta apenas daquele olhar penetrante que ele sempre lança quando a olha. Não parecia nem um pouco com o olhar da estátua. O olhar que ele a olha, ela não queria que ele lançasse para mais ninguém.

— E este é o Sr. Potter! — A criada apresenta a estátua ao seus tios, que estava a acompanhando-a.

— Ele tem um rosto muito bonito… — Tonks comenta, também impressionada com a perfeição da estátua. — Ginny, ele é realmente parecido como a estátua?

— A moça conhece o Sr. Potter? — A criada pergunta surpresa – A senhorita não acha o Sr. Potter um homem muito bonito?

—Sim… — Ginny respondeu sem hesitar. Não conseguia pensar no que ela havia acabado de dizer, mas ela estava incrivelmente hipinotizada pela estátua — Sim, é um dos homens mais bonitos que tive o prazer de conhecer…

Não sabia ao certo quantos minutos encarou a estátua de Harry, mas pressupôs que havia sido bastante, já que procorou por todo cômodo e não encontrava nenhuma figura se mexendo. Ginny olhou em volta a procura de alguma saída e achou uma porta da esquerda. Talvez tivessem ido por alí…

Entrou em um lugar que mais parecia um corredor, cheio de quadros e portas, claro pela grande janela que iluminava todo ele. Como esperado, muito bem decorado, assim como toda a mansão. Ginny escuta um baixo som de piano vindo por uma das portas… tinha alguém em casa? Mas o Sr. Potter estava com a sua tia, Lady Minerva! Ginny seguiu a incrível melodia do piano, como se realmente fosse um profissional tocando. Por sorte, a porta estava entreaberta o suficiente para observar quem estava tocando.

Uma menina magra e mais ou menos da altura de Parvati estava sentada de costas para a porta. Seus cabelos tão brancos quanto os da Fleur tomava uma boa parte da sua figura. Eram bastante grande e estava solto em cachos, diferente dos da Fleur, sempre meticulosamente arrumados e presos. Sua postura reta e perfeita, como se passasse a vida toda treinando-a, assim como no piano. A suavidade que tinha nos dedos era bem perceptível pelo incrível som que saia da sala. É claro! Luna Potter se encontrava em casa, onde mais estaria? Ginny se sentiu burra ao ter esquecido desse grande detalhe, mas ao mesmo tempo estava admirando o som bem feito no piano, quando se assustou com a brusca pausa que ela fez na canção.

Luna se levantou correndo e foi em direção a outra porta, do lado oposto de onde Ginny estava. Por que Luna estava tão euforica? Logo uma figura de um homem de 1,85cm entra no quarto e começa a rodopiar Luna em um abraço apertado. Ginny se assustou. Não era pra ele estar aqui… era pra ele estar com a sua tia! Droga, tinha que sair logo dali antes que ele a visse!

Na hora em que Ginny teve seus pensamentos, Harry parou de rodopiar sua irmã mais nova, colocando-a no chão e encarou a porta justamente em que Ginny estava, como se sentisse que estava sendo encarado. Ginny ficou pálida e começou a correr o mais rápido dali em direção a saída da mansão.

Notas finais
Não se preocupem, já comecei a escrever os próximos! Em menos de uma semana irei postar e vou me esforçar a terminar essa fic, juro! Agora vai ficar um pouco mais fácil por fazer no computador, antes tinha que fazer tudo por celular i.i Enfim gente, espero de coração que tenham gostado e desculpem meeeeeeesmo pela demora! Comentem o que acharam do capítulo e sobre o que voces acham que deveria melhorar. Críticas são sempre bem vindas! Ate a próxima, pessoal! :)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.