Notas iniciais
Oi meus amores! Eu sei que demorei pra postar, mas conciliar a faculdade e a fic ta difícil, mas não se preocupem ta? A fic vai continuar. A Katherine ta muito caladinha não acham? muahuahuahuahua, logo ela vai dar as caras. Amo vcs, deixem comentários ta? No último cap eu não recebi tantos quanto eu esperava. xoxo, Luna

Fiquei na cama sorrindo feito boba, aquilo tudo era mesmo verdade? Damon disse que me ama, ah céus, eu to muito feliz. Após alguns minutos ele voltou com uma bandeja cheia de coisas.

–Trouxe pão, queijo, geleia, café e suco, espero que coma tudo.

Damon sentou ao meu lado.

–Mas é muita coisa amor!

–Mas vocês precisam, nosso filho precisa precisa ficar forte para eu ensinar tudo que sei.

Eu sorri.

–Você acha que é um menino ou uma menina?

Ele bagunçou seus cabelos como sempre faz e depois sorriu.

–Eu não faço ideia amor, mas o que vier está bom pra mim, tenho certeza que será lindo como você.

Damon acariciou meu rosto de leve, dei um leve beijo em seus lábios.

–Não, quero que puxe pra você.

Falei.

–E eu quero que você coma, hoje temos muito o que fazer.

Damon colocou uma torrada na minha boca, eu sorri com o seu gesto.

–E o que vamos fazer hoje?

Perguntei com a boca cheia.

–Stefan ligou e nos convidou para almoçar lá, o que acha?

–Claro, eu vou amar meu amor!

Damon me deu beijo, logo sua língua pediu passagem que eu concedi de bom grado, ficamos ali nos beijando por alguns minutos, até ir parando com leves beijos.

–Me perdoe por ameaçar tirar a casa dos seus pais, eu não sabia mais o que fazer pra te trazer pra casa...

Sua testa estava colada na minha, eu sentia sua respiração em meu rosto.

–Tudo bem meu amor, vamos esquecer isso e recomeçar.

Damon sorriu.

–Eu realmente não mereço você.

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Nunca tive tanta certeza do que dizia, eu não a merecia, mesmo depois de tudo, Elena ainda foi capaz de me perdoar e me dar uma nova chance e eu não poderia desperdiça-la de forma nenhuma, eu amava aquela mulher, demorei muito pra perceber, e fico muito feliz por ter percebido isso a tempo.

Descemos a escadas aos beijos, eu a abraçava por trás, encontramos Beth colocando a mesa do café da manhã.

–Não precisa colocar a mesa Beth, nós já tomamos café.

–Oh! Eu não sabia.

Ela sorriu. Eu abracei Elena por trás mais um vez e a beijei no rosto, Beth não pôde esconder o sorriso.

–Vocês estão juntos?

Elena sorriu pelo nariz.

–Não sei, estamos?

Ela me olhou pelo ombro.

–Hmmm, estamos juntos sim minha pequena.

Respondi dando um pequeno beijos em seus lábios.

–Eu fico tão feliz por vocês!

Beth nos abraçou;

–Eu vou me arrumar para almoçar com a Carr!

Elena subiu as escadas, eu jurei ver seu sorriso até pelas costas, eu sabia que minha morena estava feliz, e eu faria questão de sempre vê-la daquela forma.

–Você conseguiu senhor Damon, conseguiu reconquista-la.

Ela falou ainda sorrindo.

–Eu nem acredito, eu realmente não a mereço Beth, ela é tudo que eu sempre sonhei.

–Que bom que você percebeu, ela está transbordando de felicidade.

–Eu sei Beth, eu finalmente percebi que a amo.

De repente Beth ficou séria.

–Senhor Damon, só tem uma coisa que me preocupa nessa história toda.

Ela disse e eu fiquei preocupado com o que ela disse.

–Do que está falando?

–Da srta Katherine, o senhor não se preocupa com o fato dela estar tão sumida desde que foi expulsa?

Eu não tinha me lembrado desse detalhe, eu conhecia Katherine, sabia que ela tinha um gênio forte.

–Beth, eu acho que ela ficou com muita raiva de mim por que eu a rejeitei, mas não acredito que ela faria mal a mim ou a Elena.

–Eu não sei senhor, na época que vocês estavam casados ela me tratava muito mal nas suas costas.

Aquilo era novo.

–E por que você nunca tinha me dito nada?

–E-eu tive medo, desde que a dona Elena chegou o senhor está diferente, não contei antes por que tive medo de ser demitida.

–Céus, você devia ter me contado isso naquela época, mas não se preocupe, não acontecerá nada com você, Katherine vai continuar onde ela está.

Ela assentiu e saiu da sala. Subi as escadas e fui para o meu quarto e o de Elena, abri a porta e a vi de roupão, ela parecia chateada.

–Amor?

Entrei no quarto.

–Oi...

Ela disse meio chateada.

–O que aconteceu?

Perguntei.

–Nada me serve Damon! to parecendo uma baleia!

Eu sorri, mas Elena me olhou com cara feia.

–Amor, que bobagem! Você está linda.

Eu dei um leve beijo em seus lábios, ela se rendeu e me beijou de volta.

–Seu mentiroso.

Elena disse sorrindo e voltou a me beijar, ela tinha acabado de completar 7 meses de gravidez, mas eu só a achava mais linda a cada dia que passava.

Ela tirou o roupão e ficou ali na minha frente de calcinha e sutiã.

–Eu acho que vamos nos atrasar um pouco.

Eu a agarrei e ela deu um gritinho e riu.

–Amor!

Eu a beijei intensamente, nossas línguas se misturavam, aquilo estava delicioso. Logo tirei seu sutiã e apalpei seu seios que estavam lindo, lambi seus mamilos e depois mordisquei, Elena gemeu.

Desci beijos por sua barriga e tirei sua calcinha, comecei e estimula-la com os dedos e ela se arqueava na cama.

–Dam... eu quero agora.

Disse manhosa.

–Minha morena manhosa.

Voltei a beija-la e tentei penetra-la, mas devido ao tamanho da sua barriga ficou meio difícil, ela começou a rir, fiquei emburrado.

–Não se preocupe.

Elena se levantou e ficou de quatro, bem ali, na minha frente.

–Céus, você ainda me mata qualquer dia desses.

Eu a penetrei e ela gemeu alto, intensifiquei meus movimentos, senti-la era delicioso, aconchegante.

–Ah Damon, eu vou...

Ela não terminou de falar, seu orgasmo veio com força e logo o meu também veio. Deitamos na cama recuperando nossos fôlegos, eu a trouxe pra mim.

–Nunca vi esse lado seu.

Ela riu.

–Sempre existiu, você que nunca percebeu.

Elena deu de ombros.

–Vamos tomar banho amor.

Levantei da cama e a puxei.

–To com preguiça amor.

Ela fez bico.

–Vem minha pequena, senão vamos nos atrasar.

Ela me puxou para o banheiro.

–Vamos no chuveiro mesmo.

Falei.

–Ah, mas eu queria aproveitar mais um pouco...

Elena passou a mão pela minha barriga, eu ri alto.

–É muito difícil recusar isso vida, mas precisamos ir.

–Você me chamou de que?

–Chamei você de vida.

Dei de ombros. Elena sorriu.

–Repete.

–Você é minha vida, ou melhor, vocês são.

Acariciei seu ventre e nos beijamos, logo sua língua pediu passagem e eu senti meu membro dar sinais de vida.

–Amor...

Falei.

–Ok, mas você está me devendo!

Rimos juntos. Tomamos banho entre beijos e carinhos, depois saímos do banho e nos vestimos. Eu não conseguia pensar em uma vida melhor, finalmente eu me sentia completo, meu filho, minha Elena, eu daria minha vida por eles, eu a amava tanto, amava o meu filho, nunca mais iria magoa-la, eu queria fazê-la feliz, eu iria fazê-la feliz.

Notas finais
Comentem e recomendem ta?