Pride Winn Prejudice
1 Passeio
Notas iniciais
Espero ter ido bem como minhas friends (laleliloluq e sankdeepinside), otimas em fics.
Se gostou, rewiew pra avisar do prox cap...Se n gostou, rewiew tbm, qro saber no q mudar.
TNKS, bjim
Em uma tarde de sábado, ao abraçar minhas lembranças com um belo livro no qual minha mãe comprara para passar meu tempo. Infelizmente, não seria mais que um dia triste. Vivia os sentimentos do amor de meus amados pais. Apesar da grande perda, vivia sempre sendo acompanhada com meu pai, o Mr. Darcy.
Diziam que ele é um grande homem, tem grandes bens e que sua filha era a mais beneficiada por poder herdar tal fortuna. Mas, para mim, de nada servia. Vivia em um ambiente calmo, confortável e aconchegante. E, saber que um dia eu seria a governanta de tal local não me dava prazer algum. Somente, a responsabilidade desejada por todos a minha volta.
Ao ver o capítulo em que estava lendo, comecei a lembrar de quando era uma criança.
Com apenas 3 anos de idade, minha mão havia me contado a história mais bela que poderia existir em sua vida. Quando, e como, eles haviam se conhecido (meu pai e ela). Ficava encantada a cada vez que me dizia ao passar de cada dia, um pouco mais. Sempre fazia mistérios, mas gostava disso. Emocionava-me muito. Lembro-me de insistir em saber como havia sido feito o pedido.
-Ah, não mamãe. Lhe peço que continue a história, não vou conseguir me conter de curiosidade em saber como o papai lhe pediu em casamento.
-Querida, tudo ao seu tempo. Acalme-se. Lhe direi com todos os detalhes de como foi, mas por hoje é só. Vamos, tem que ir se deitar.
Minha mãe sempre foi alegre, e sabia dizer as coisas de forma correta mas também mantinha sua compostura. Sempre fora bondosa com todos.
-Ah, não! Conta... Papai...
Sempre apelava um pouco para o meu pai, já que ele me mimava bastante. Não resistindo ao meu apelo, ele pedira que minha mãe acrescentasse algo mais para diminuir meu drama.
-Olha, assim ela vai ficar muito desacostumada com a convivência ao mundo a fora. Mas, já que insistem tanto, por que você mesmo não diz, Darcy? Afinal, foi você quem o fizera.
-Isso papai, me conte.
Puxando uma cadeira mais próximo de mim, sentei-me em um banco e fiquei a esperando o resto da história. Contudo, me espantei por suas curtas palavras.
-Querida, as palavras ditas por mim no início não fizeram muito efeito por meu orgulho ter falado mais alto que meu coração. Impedindo-a que sequer pensar em aceitar, mas ao conhecer-me um pouco melhor, tanto ela quanto a mim mesmo já deveríamos saber que nos apaixonamos, assim como foi com meu melhor amigo e sua tia, Jane.
-E quais foram, exatamente, suas palavras papai?
-Que tal deixarmos para amanhã, filha. Tanto o seu pai quanto você terão um dia longo amanhã, e terão que descansar bem esta noite. Vamos deitar agora, e sem resmungar. Por favor.
-Mas.. Mas, mamãe. Deixe que fale somente as palavras que fizeram seus pensamentos agirem mais forte que seu coração.
-Foram, “eu te amo, ardentemente”. E, eu havia dito elas do fundo de meu coração e com toda a minha alma. Mesmo sendo rejeitado no inicio, fico feliz que tenha conseguido tê-la comigo. Não sei o que seria de mim se tivesse me casado com outra mulher.
-Que lindo papai! Espero me casar com alguém que ame também.
-E você irá, meu anjo.
Meu pai sempre me animava, dando me conselhos e dizendo sempre o que precisava ouvir. Com isso, sabia que iria me casar com a concessão dele somente se eu amasse a pessoa. Fui dormir, e ao saber que acordaria com mais um dia sorrindo para mim.
Mas... Algo inesperado iria acontecer.
Quando reparei, havia dormido debaixo da arvore onde estava, com o livro aberto sobre a grama e meu pai se aproximava de mim para saber se eu estava bem. Levantei-me, sabendo que deveria estar totalmente desarrumada, e cumprimentei meu pai. Mas, o seu olhar me dizia que notícias traziam de sua volta de Londres.
-Pelo que me parece, a visita aos tios em Londres não fora nada agradável.
-Pelo contrário, Lizzie, foi mais do que confortante. Mas, como não tiveram muitas novidades de minha união à sua mãe ficaram me perguntando como era a nossa vida. O que não foi nada animador, lembrar-me dela.
Fiquei sem saber o que falar. Minha mãe havia morrido um pouco antes de fazer 4 anos. Hoje, fazia 12 anos que ela morrera, o que nos deixava sempre afastados do mundo. Ficávamos mais em casa, mal saíamos para passear. E, como honra a ela, nos vestíamos de preto durante a semana de sua morte. E, no dia, íamos visitar seu túmulo.
O meu pai como sempre, estava elegante mesmo de preto. Exceto pelas suas botas de couro, que chegavam ao preto, mas não eram.
Ao me limpar da terra, comecei a me trocar para o passeio com meu pai. Mas... Mesmo com a modéstia fortuna, não costumava me vestir com o melhor. Estava com um vestido longo preto, afinando na cintura, babados nas mangas e um formato em V no peitoral. Estava com uma sandália simples preta, com uma pequena pedra formando o contorno, e um pequeno chapéu preto com um véu descendo no rosto. Com cabelos nem presos e nem soltos. Peguei luvas para não sentir frio e fui ao encontro de meu pai.
Quando cheguei lá, ele estava segurando as flores que iriamos deixar para a minha mãe. Orquídeas, suas favoritas.
Quem dera pudesse ela estar aqui conosco, vivendo essas aventuras. Vendo o romance que sei que terei. Talvez igual, ou até melhor (ou pior, nunca se sabe), que o deles.
Notas finais
byebye
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