Cap. 11 – Finalmente


Winry estava surpresa, não esperava uma ação dessas do Elric, mas estava feliz, muito feliz... E como ele beijava bem. Nossa senhora protetora das loiras bem amadas!


Não demorou muito para que Winry passasse os braços ao redor do pescoço do loiro jogando seu peso sobre ele. Não sabia se aquilo aconteceria de novo, por isso ia aproveitar o máximo que pudesse.


Com certeza, Maes tinha razão. Os homens demonstram o que sentem com atos e não com palavras. E ela não se importaria que ele, sempre que quisesse, demonstrasse o que sentia com beijos semelhantes à esses.


Só que tudo o que é bom dura pouco, e como precisam de oxigênio, tiveram que se separar.


- Nossa! – os dois estavam ofegantes, meio sem ar –


- Para uma maluca você beija muito bem.


- MALUCA? – Winry empurra o Edward – MALUCO É VOCÊ!


- Calma, Winry... – ele ria ao ver a expressão dela –


- CALMA? SEU ANÃO METIDO A ALQUIMISTA!


- Respira... 1, 2, 3...


- Se você falar “quatro” eu juro que enterro uma chave de fenda no seu crânio!


- Eu digo que você beija bem e você só ouve que eu te chamei de maluca?


- respira fundo – Okay... 1, 2, 3...


- Mais calma?


- Me chama de Maluca de novo para você ver o que vai te acontecer.


- Velhos hábitos são difíceis de deixar.


- Anão!


- E você para de me chamar de anão! Quando você vai perceber que eu sou mais alto que você? – Ed para perto dela e bate a mão na altura da testa e segue com a mão no ar até acima da cabeça dela –


- Quem vê até pensa, só porque tem 1,70m acha que é alto!


- Eu tenho 1,80m! Sou VINTE centímetros mais alto que você!


- E eu uso uma sandália de 15cm!


Ed tinha que admitir que o argumento era bom.


- Okay, vamos deixar de lado essa discussão sobre altura e falar sobre o que interessa!


- E o que seria?


- Er... Enquanto eu não falar com todas as letras o que você quer ouvir, você não vai parar com essa história de se fazer de desentendida, não é?


- Eu? Ed, eu não sei aonde você quer chegar!


- Eu gosto de você! Eu não quero te ver com outra pessoa! Namora comigo?


- Aleluia! Filho, você é mais lerdo que tartaruga na terceira idade e com o pé na cova!


- Hum? – confuso –


- Esquece!


A loirinha puxa Ed pela gola da camisa e lhe dá outro beijo.


- Vou entender isso como um sim!


- E você achou que fosse o quê?


- Sei lá... Você nunca foi muito normal!


- Olha, eu vou ignorar que você me chamou de maluca indiretamente.


- Mas quem... – ele pensou melhor e resolveu ficar caladinho –


- Vamos embora? Eu já estou ficando com frio!


- Vamos... Mas para onde?


- Eu acho melhor para sua casa, não duvido que a festa ainda esteja rolando!


- Com certeza... Mas é melhor você ligar para a Riza, ela pode ficar preocupada.


- Nossa, é mesmo. Um minutinho!


A loirinha pega o celular e liga para Riza que não atende, o que faz a pequena deixar um recado.


- A festa ainda deve estar rolando... Ela não atendeu!


- Então vamos! – Ed passa o braço em volta dos ombros da loira –


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Voltando para o outro casal...


Roy não ia deixá-la roubar um beijo e sair ilesa. Não pensou duas vezes, enquanto puxava a loira e a jogava contra o encontro de duas paredes mais próximo.


Logicamente, que não com força suficiente para machucá-la.


- Você não devia brincar com fogo... Não te falaram que você pode sair queimada?


- Eu nunca tive medo de fogo! – ela disse em um tom desafiador –


- Depois não diga que eu não avisei.


Roy colocou um braço de cada lado do corpo da loira, impedindo qualquer tentativa de escape e atacou a jugular branquinha com beijos, lambidas e chupões, ela por sua vez enterrou as mãos nos fios negros.


- Hum...


Ela sentiu as mãos dele descer para suas pernas com intuito de puxá-la para cima. E Riza não resistiu, assim como havia afirmado mais cedo.


Roy seguiu com os beijos até chegar aos lábios da loira de novo, um beijo ardente, sedento, apaixonado. Só Roy sabia a quanto tempo queria beijar aqueles lábios bem desenhados e rosados.


Tinham que cessar os beijos por alguns segundos, não porque queriam e sim para poder respirar. Dos dois lados era visível que se desejavam com a mesma intensidade e ambos sabiam onde aquilo iria parar.


Diferente de Roy, Riza não se importava em deixar marcas onde beijava. As mãos da atiradora já haviam aberto alguns botões da camisa e estavam nas costas do moreno deixando marcas de unha.


Tudo ia as mil maravilhas até que uma frase dita por ela veio a cabeça de Roy: “Eu não vou me lembrar mesmo!”. O moreno não acreditava, nem percebia marcas de álcool em excesso nela, mas não ia deixar brechas para que na manhã seguinte ela dissesse que o que aconteceu foi culpa do álcool.


- Eu te quero inteira.


Riza não entendeu a afirmação, mas não se opôs quando o moreno deixou de prensá-la contra a parede e passou a carregá-la. Imaginou que ele estava indo para o quarto, só que não foi para lá que a loira foi levada.


O general entrou no pequeno cômodo perto dos quartos, abriu a porta de vidro e colocou a loira no chão. Essa que não entendeu.


- Eu não quero ninguém dizendo que foi culpa do álcool.


Dito isso, ele abriu a torneira do chuveiro e maneira que a água saísse fria sobre a loira.


- sente um arrepio de cima a baixo – Qual é o seu problema?


- Água fria cura porre! – dá um sorriso –


- Eu não vou tomar esse banho sozinha.


Riza o puxa para dentro do boxe.


- joga-a contra a parede – Você é muito petulante.


- Deve ser por isso que você me quer!


- Eu não só te quero, eu te amo.


Roy sussurrou ao pé do ouvido dela, enquanto suas mãos passeavam sobre o corpo esguio.


Aquela frase foi o que ela precisava para se render ao moreno sem pensar mais. Não sabia direito por que, mas acreditava naquelas palavras.


-


-


Edward e Winry estavam no maior amasso no quarto do moreno. Visto que a camisa do loiro já estava jogada em algum canto do quarto juntamente com a blusinha dela.


- O que foi? – a loira não entendeu o porquê dele ter parado de chupar seu pescoço, estava tão bom –


- Er...


O loiro se levanta coçando a nuca.


- O que foi?


Ed sabia que se continuassem iriam acabar... Bem, não é preciso dizer fazendo o quê. E ele não queria forçar a barra.


- Olha, Winry, a gente não precisa fazer isso agora... Tipo, eu posso esperar.


- Por quê?


- Bem... Vai ser a sua...


Nesse momento a loira entendeu tudo. Ed achava que ela ainda era virgem, tipo, era bem bonitinho, mas... Também era hilário.


E por isso, a loira cai no riso.


- Asuashuashuashua!


A loirinha rolava na cama de tanto rir.


- ¬¬’ – O que tem de tão engraçado?


- Você... ashuaashua... Acha... ashuashua... que eu...ashuashua... Sou virgem, estou certa?


- É. E eu não quero forçar a barra... Peraí, se você está rindo assim quer dizer que você não é... – O.O –


- Fala sério, de onde você tirou essa teoria maluca?


Winry agora estava sentada na beirada da cama olhando a carinha de tacho do loiro.


- Bem... É que...


- Ed, não vivemos no século dezoito! Vivemos no século vinte!


(N/A: Fullmetal se passa nos anos de mil e novecentos...)


- Mas... – o loirinho não acreditava no que acabara de ouvir –


Ela se levanta e vai até ele lhe dando um abraço.


- Você vai ficar chocado até quando?


- Sei lá... Foi um choque muito grande.


- Olha, Ed... – Ela puxa o rosto dele – Da mesma maneira que você conheceu outras pessoas nesses anos, eu também conheci e isso não é uma coisa de outro planeta, somos jovens e éramos desimpedidos. – dá-lhe um selinho –


- É que você é tão...


- Bonequinha?


- Pode ser essa a palavra...


- Então, você vai ficar olhando assim ou vai me fazer feliz?


- Prefiro a segunda opção.


Um sorriso maroto brota nos lábios do loiro.


-


-



Depois de se agarrarem muito debaixo do chuveiro o casal decide ir para o quarto, deixando um rastro molhado pelo caminho. Black Haiate foi acordado, no pulo, pelo casal que entrou no quarto esbarrando em tudo o que tinha pela frente.


Quando a perna da loira bateu na cama o moreno a empurrou e deitou-se em cima dela, diga-se, que já tinha perdido a camisola pelo caminho, juntamente, com a camisa e a calça dele.


Só que Riza não permitiu ficar subjugada. E trocou de posição com o moreno.


- Por que será que isso não me surpreende? – o moreno disse antes de ter o pescoço atacado, aquela ali gostava de deixar marcas –


- Porque você me conhece. – ela sussurrou ao pé do ouvido dele, causando um grande arrepio no moreno –


Enquanto Roy era atacado, viu uma fita de cetim sobre a cabeceira, provavelmente, de algum roupão, e teve uma idéia.


- Já chega. Agora é minha vez.


Roy troca de posição, passando a ficar sobre a loira. Essa que tentou com muito empenho voltar a dominar a situação, mas sem sucesso. O que deixava Roy muito mais animado era muito interessante ser desafiado daquela maneira.


- Não adianta, eu não vou deixar. Você será só minha...


Enquanto trocavam beijos e outros carinhos, Roy aproveitou para colocar os braços da loira para trás.


- ... O que você vai fazer?


- Nada.


Novamente, o moreno voltou a beijá-la, só que dessa vez colocou os pulsos da loira contra a cabeceira e amarrou-os de maneira que ela não pudesse se soltar, mas que também não a machucasse.


- percebe o que aconteceu – Roy Mustang, solte-me agora!


- Relaxa, Riza-chan, eu vou cuidar muito bem de você.


O moreno passou a beijar a clavícula e colo deixando um rastro vermelho. Aquela noite estava longe de acabar.


Continua...



Notas finais
Agora vcs devem ter entendido porque mudei a fic de livre, para +16!
Mas adiantoi que o hentai não passará disso...
Não quero estragar a fic com meu hentai em contrução!
Kiss e comentem!
Dollu vcs!