Pretty Little Wolf, 2ª Temporada Parte 2: PWV
6 Pretty Little Wolf, 2ª Temporada Parte 2: PWV: Capítulo Quinze/Cinco: Beth
CAPÍTULO QUINZE:
– Por quê? Porque isso tudo? – Perguntou Lydia.
– Ora, meu amor, eu queria me divertir. – Falou Kira. – Essa vida de Kitsune boazinha era muito chata, então resolvi dar uma sacudida nas coisas.
– Por pura maldade? – Falou Lydia. – Você matou pessoas pra simplesmente se divertir?
– Sim, eu quis me divertir, cansei de ser boa, ser do mal é mais divertido, a adrenalina é bem maior, eu gostei de ser assim. – Falou Kira.
– Eu não estou acreditando no que eu estou ouvindo. – Falou Ellen.
– Acredite fofa. – Falou Kira. – E não fui eu quem matou as pessoas, quer dizer, além da Meredith, a única vida que eu tirei foi da Meredith, eu pretendia começar de baixo pra cima então matei a Meredith e depois os alvos seria Bonnie, Emily, Spencer, você Ellen e a Malia.
– A Malia também? – Perguntou Lydia. – Mas ela era sua amiga.
– Meu amor, deixa eu te explicar uma coisa, eu sou mais filha do Peter do que ela, e olha que eu nem tenho sangue dos Hales em minhas veias, mas tenho mais sede de poder e de destaque que ela. – Falou Kira.
– Ela era a sua amiga. – Falou Lydia.
– Ela era a minha amiga quando eu namorava o Scott e tinha tudo o que eu queria, quando eu fui chutada e ela virou alfa, os meus holofotes foram virados pra ela, e eu não gostei disso. – Falou Kira.
– Ciúmes? Puro ciúme? Você poderia ser bem mais que isso Kira, você poderia chamar atenção usando seus poderes e sendo uma boa pessoa, mas não, você queria ter destaque e status passando por cima dos outros, sabe o que você é? Covarde, você fica na barra dos outros e passa por cima deles porque sabe que você nunca vai ser nada sozinha, sua dançarina de boate. – Falou Ellen.
– O que é isso? Pipipi? Uma hora dessas? Querida você não deve ter noção do perigo, eu posso matar você aqui e agora se eu quiser. – Falou Kira.
– Então faz isso. – Falou Ellen abrindo os braços. – Faz isso, e além de mim você terá que matar a Lydia também, porque ela vai te denunciar.
– E o que a polícia vai fazer comigo? Com apenas um estalar de dedos eu eletrocuto todo mundo que estiver dentro da delegacia e babau, eles estão mortos, até que ele babaca do Xerife Stilinski. – Falou Kira.
– Meu Deus, quanta ignorância. – Falou Ellen.
– Olha quer saber? Cansei de ouvir a tua voz. – Falou Kira indo pra cima de Ellen pra mata-la, mas é atingida por uma flecha e cai no chão. – O que é isso?! – Kira gritava de dor.
– Isso é o seu fim. – Falou Allison surgindo.
– Allison?! – Falou Kira.
– Olá Kira. – Falou Allison.
– Você não teria coragem de me matar, você é boazinha demais pra isso. – Falou Kira.
– Você está certa, eu não teria coragem de mata-la, mas ele sim. – Falou Allison e Ethan surge atrás de Allison e avança em cima de Kira, Ellen fecha os olhos pra não ver e Ethan rasga Kira inteira.
– Pronto essa japa do cara*** não apronta tão cedo por aqui. – Falou Ethan.
– Como eles chegaram aqui? – Perguntou Ellen.
– Enquanto você levava um papinho com a Kira, eu os chamei. – Falou Lydia.
– É, e eu sou um lobisomem e cheguei bem rápido aqui. – Falou Ethan.
– Eu acabei me dando mal, eu quebrei uma unha. – Falou Lydia.
– Ai amor, que horrível. – Falou Ethan e Allison e Ellen cai na risada.
Duas semanas depois na residência dos Martins.
– Ótimo, o Benfeitor já foi neutralizado. – Falou Lydia em tom de brincadeira.
– Mas não podemos esquecer que ele tem ajudantes, como a Kira falou. – Falou Ellen.
– Pois é o Benfeitor não está só, além da Kira, mais algumas pessoas estão ajudando ela e precisamos saber quem é. – Falou Lydia.
Residência dos Marins.
Tocam a campainha e Ashley (mãe de Hanna) abre a porta e é a polícia.
– Pois não? O que deseja? – Perguntou Ashley.
– É aqui que mora Hanna Marin? – Perguntou o policial.
– Sim, eu sou Ashley Marin, sou mãe dela. – Falou Ashley e Hanna aparece na porta.
– Foram encontrado dez pacotes de cocaína no armário dela na escola, eu vim pra prender sua filha. – Falou o policial.
– Oque?! – Falou Hanna sem entender nada. – Mas mãe eu não uso drogas.
– Você pode não usar, mas a quantidade que foi encontrada no seu armário é o suficiente pra tráfico, você está presa Hanna Marin. – O policial fala isso e vai pondo as algemas nela.
– Mãe, não deixa ele fazer isso comigo, faz alguma coisa. – Falou Hanna.
– Você vai ficar bem meu amor, eu vou ligar pra Verônica e vou pedir pra ela te tirar de lá. – Falou Ashley e o celular de Hanna apita.
“Soube que a cadeia das mulheres é bem pior que a dos homens. – A”.
– Mãe, liga pra Emily, Aria e Spencer e avisa a elas o que aconteceu. – Falou Hanna.
– Pode deixar, eu vou ligar sim. – Falou Ashley.
Entrada de Rosewood:
– Bem Vindos a Rosewood. – Uma menina leu a placa. – É aqui, eu sinto que estou perto.
Residência dos Hales.
O carteiro deixa uma carta na porta de Malia e ela pega e começa a ler.
“Malia, sou eu Derek, te mando essa carta pra te falar que eu e Braeden estamos bem, estamos morando numa cidade chamada Forks, é uma cidade bem isolada e tranquila, venho por meio desta carta também para dizer que a herança dos Hales é toda sua, eu não vou voltar mais pra Rosewood, tenho muito medo que aconteça alguma coisa com a Braeden e com meu filho, você sabe onde encontrar a herança e faça bom uso, fique bem e juízo. –Derek”
– Poxa, sentirei falta dele. – Falou Malia um pouco desapontada e se vira pra entrar.
– Malia! – Falou a voz da menina que acabou de chegar à cidade e Malia vira pra trás pra ver quem é.
– Beth?! – Falou Malia não acreditando ao olhar pra trás e ver sua irmã que ela pensava que tinha morrido no acidente.
Delegacia.
– Hanna! – Aria grita ao ver Hanna e vai até ela com Spencer e Emily.
– Você está bem? – Perguntou Emily.
– Sim. – Respondeu Hanna.
– Como você veio parar aqui? – Perguntou Spencer.
– Eu estou sendo acusada de tráfico de drogas. – Falou Hanna.
– Mas por quê? – Perguntou Emily.
– Parece que encontraram dez pacotes de cocaína no meu armário na escola, por isso que eu vim parar aqui. – Falou Hanna.
– Mas meu Deus, como isso é possível? Você nunca chegou nem perto dessas coisas. – Falou Spencer.
– Foi A, só pode ter sido A que aprontou essa pra você. – Falou Aria e o celular delas apita.
“Bingo vadias, eu falei que voltei, e dessa vez eu cansei de ser boazinha. – A”.
– Ah não, A passou dos limites, isso tem que acabar. – Falou Aria.
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