Pretty Little Wolf, 2ª Temporada Parte 2: PWV

11 Pretty Little Wolf, 2ª Temporada Parte 2: PWV: Capítulo Vinte/Dez: Over "ÚLTIMO CAPÍTULO"


Notas iniciais
O último capítulo de Pretty Little Wolf

CAPÍTULO VINTE “ÚLTIMO CAPÍTULO”

A caminho do Sanatório.

– Mas eai? O que a gente vai dizer para a Lucinda? – Perguntou Aria.

– A questão não é saber o que a gente vai dizer pra mulher da recepção. – Falou Spencer. – O que a gente vai falar?

– Podemos falar que somos sobrinhas dela. – Falou Hanna.

– Tá aí Hanna, até que você teve uma ideia razoável. – Falou Spencer.

– Vamos dizer isso mesmo? – Perguntou Aria.

– É foi à única coisa que pensamos. – Falou Spencer. – É aqui. – Falou Spencer estacionando o carro.

Residência dos Lopez.

Santana está sentada vendo TV e Trevor está no computador quando um vento frio passa por Santana e ela fica arrepiada. Logo depois ela tem um pressentimento ruim e resolve fazer um feitiço pra saber o que está acontecendo. Ela se ajoelha no chão e faz o feitiço.

– Emily... A Emily está em perigo. – Falou Santana pra ela mesma.

Residência dos Hastins.

Tocam a campainha e Melissa abre a porta.

– Toby?! – Falou Melissa. – Quando você voltou? – Perguntou ela.

– Eu voltei hoje mais cedo, mas será por muito pouco tempo, a Spencer está? – Perguntou ele.

– Não, ela saiu com a Aria e com a Hanna. – Falou Melissa.

– Você sabe pra onde elas foram? – Perguntou Toby.

– Eu não sei. – Falou Melissa.

– Que pena. – Falou ele.

– Você não quer entrar? Tomar uma xícara de chá? – Perguntou Melissa.

– Não. Eu realmente tenho que ir embora. – Falou Toby.

– Ah, tudo bem então, tchau. – Falou Melissa.

– Tchau. – Falou Toby saindo.

Residência dos McCalls.

Scott sai do banho e vai para o quarto.

– Eu fico me perguntando o porquê que os mortos tocam a campainha quando querem fazer uma brincadeirinha com os vivos. – Falou uma voz.

– Kate? – Falou Scott. – Mas você tá morta, a Spencer te matou. – Falou Scott.

– Surpreso em me ver? – Perguntou Kate.

– Óbvio que sim, você morreu a Spencer te matou. – Falou Scott. – Não é possível que você achou mais um jeito de voltar da morte, você está ressuscitando mais que Jesus Cristo, tá bom de parar com isso ou vai voltar cheia de efeitos colaterais.

– Calma ai lobinho, eu estou morta. – Falou Kate rindo.

– E o que você está fazendo aqui? Eu estou louco ou você vai ficar aparecendo pra mim igual você fazia com a Allison? – Perguntou Scott.

– A bruxa Bennet desceu o véu e todos voltaram dos mortos, não é sinistro? – Perguntou Kate.

– Então você não pode fazer nenhum mal a mim não é? – Perguntou Scott.

– Deixe-me ver. – Falou Kate pegando uma barra de ferro e enfiando no estômago de Scott. – Uau, parece que posso, parece que você vai ter que tomar banho novamente.

– Idiota. – Falou Scott e ela da um chute em seu rosto.

– Cuidado no que fala. – Falou Kate retirando a barra de ferro.

– Vai embora daqui. – Falou Scott.

– Ou oque? – Perguntou Kate. – Você não está em condições de nada queridinho.

– Eu ainda sou um alfa. – Falou Scott levantando-se e agarrando o pescoço de Kate. – Vá embora pra de onde você veio seu monstro. – Scott fala isso jogando Kate da janela e ela vai embora.

Residência dos Fields.

Santana chega à casa de Emily.

– Emily! – Grita ela do lado de fora sem sucesso e resolve arrombar a porta.

Quando ela entra ela vê Emily toda amarrada na cadeira.

– Emily, o que aconteceu com você? Quem fez isso com você? – Perguntou Santana tirando a fita da boca dela.

– Cuidado Santana! – Emily gritou ao ver Mona com uma faca atrás dela, mas antes que Mona a atingisse com a faca ela desaparece.

– Você esqueceu que eu sou uma bruxa? – Falou Santana segurando a cabeça de Mona com as duas mãos e faz um feitiço e Mona desaparece. – Parece que essa ideia de descer o véu não foi nada boa. – Santana fala isso e desamarra Emily que da um abraço apaixonado em Santana.

– Obrigado. – Falou Emily acariciando o rosto de Santana. – Você salvou minha vida.

– Me agradeça levando sua mãe ao hospital e garantindo que ela fique boa e segura. – Falou Santana beijando sua mão. – Eu tenho que voltar pra casa agora, deixei meu primo sozinho, até mais. – Falou Santana saindo.

Residência dos Martins.

– Então Kira? Não vai mesmo dizer quem é? – Perguntou Ellen.

– Você acha mesmo que eu vou dizer assim de bandeja? – Perguntou Kira.

– Você já tá morta o que você tem a perder? – Perguntou Malia.

– Quando você chegou aqui? – Perguntou Kira.

– Faz uns cinco minutos. – Falou Malia.

– Vai Kira, fala logo, nossos amigos estão em perigo. – Falou Lydia.

– Nossos não, seus amigos, e porque vocês acham que eu criei essa nova lista? – Perguntou Kira. – Eu não quero vê-los em perigo, eu quero vê-los mortos.

– Porque você se tornou essa pessoa tão má? – Perguntou Malia. – A gente era muito amiga.

– Nós nunca fomos amigas. – Falou Kira. – Você sempre foi uma exibida, eu sempre tive nojo de você.

– Não parece ela falando. – Falou Lydia. – Parece que tem outra pessoa no seu corpo, e isso tá me deixando muito triste.

– Então supera, tristeza é besteira. – Falou Kira.

– Espera, eu estou sentindo uma coisa muito estranha. – Falou Ellen. – Kira? – Chamou Ellen.

– O que é? – Respondeu Kira e Ellen arregala os olhos.

– Não é ela, não é a Kira, o corpo é dela, mas não é ela quem está falando com a gente. Quem é você?! – Gritou Ellen.

– Do que você está falando? Só existe eu aqui. – Falou Kira.

– É? Então me responda. – Falou Malia. – Teve uma vez que nós fomos ao deserto e eu te falei uma coisa muito importante sobre mim e o Stiles, o que foi que eu te falei? – Perguntou Malia.

– Você falou que você o amava muito. – Falou Kira.

– Não é ela! – Falou Malia.

– Não foi isso que você falou pra ela? – Perguntou Lydia.

– Nós nunca fomos ao deserto. – Falou Malia e Kira da uma risada.

– Vocês são muito ruins em descobrir as coisas. – Falou Kira.

– Quem é você? – Perguntou Malia.

– Não reconhece mais o jeito do papai, filhinha? – Falou Peter no corpo de Kira.

– Peter?! – Falou Lydia.

– Eu só vou dar uma dica sobre o benfeitor. – Falou Peter no corpo de Kira se aproximando de Malia e sussurra em seu ouvido. – O corvo voa a meia noite. – Quando ele disse isso Malia crava um punhal em seu peito e ele cai no chão e desaparece.

– Volta pro inferno, seu louco. – Falou Malia.

– O que foi que ele falou a você? – Perguntou Ellen.

– Ele falou “O corvo voa a meia noite”. – Falou Malia.

– O corvo voa a meia noite? O que isso quer dizer? – Perguntou Ellen.

– Quer dizer que o Benfeitor é o Walbert. – Falou Lydia.

Nessa hora o véu começa a subir novamente e todos os mortos voltam para o outro lado.

Sanatório Woody Raven.

– Vocês parecem com pressa. – Falou a mulher acompanhando Spencer, Aria e Hanna.

– É que a gente tá muito animado pra ver a tia Lucinda. – Falou Hanna e elas chegam a um quarto.

– Lucinda, você tem visitas. – Falou a mulher.

Ao entrar no quarto as meninas percebem que em volta da cama de Lucinda tem sal.

– Olha mais sal. – Falou Aria.

– Calma, calma, calma. – Falou uma senhora para alguma coisa, ela estava sentada em uma cadeira de balanço do lado de fora do quarto, em uma varandinha.

– Ah, Lucinda? – Falou Spencer se aproximando e logo Aria e Hanna se aproximam também e a senhora olha pra elas sem entender nada. – Sou Spencer Hastins e essas são minhas amigas Hanna Marin e Aria Montgomery.

– Queríamos fazer umas perguntas, a gente se mudou pra sua casa em Ravenswood. – Mentiu Hanna e as meninas resolvem seguir com a mentira.

– Oque? Não, não, não é seguro. – Falou a senhora. – Porque vocês fizeram isso? – Perguntou Lucinda.

– A minha mãe comprou de um corretor de imóveis. – Falou Aria.

– Não, vocês tem que sair de lá. – Falou Lucinda.

– Não podemos, não temos pra onde ir. – Falo Aria.

– Mas não é seguro, vocês não entendem. – Falou Lucinda.

– Entendemos sim, sabemos de tudo, nós já vimos. – Falou Spencer.

– Tudo bem, eles já viram. – Falou Lucinda para as flores.

– Ela é louca mesmo. – Falou Hanna pra Spencer, mas logo depois que ela falou isso saiu voando do meio das flores varias criaturinhas parecidas com flores.

– Gente, olha isso. – Falou Aria.

– Que lindas. – Falou Hanna.

Uma criaturinha chega perto da mulher com uma frutinha, a mulher pega uma e come, e uma criaturinha entrega uma para Hanna.

– Não, não é pra você. – Falou Lucinda.

– É verdade, se você comer isso, nunca mais vai querer comida humana. – Falou Spencer.

– Como você sabe disso? – Perguntou Lucinda.

– Eu achei isso. – Falou Spencer tirando o livro de dentro da bolsa. – O guia de campo do seu pai. – Ao ver o livro, tanto Lucinda quanto as criaturinhas ficaram bastante agitadas.

– Ai meu Deus, entrem, entrem rápido. – Falou Lucinda e elas entram. – Sabe o que fizeram trazendo o livro pra fora do círculo? Sabe o que pode acontecer se ele cair nas mãos erradas?

– Não, é por isso que estamos aqui. – Falou Spencer.

– Então vocês não leram? – Perguntou Lucinda.

– Ela leu. – Falou Hanna apontando pra Spencer.

– Então sabe mais do que devia, e suas vidas correm perigo. – Falou Lucinda. – Você não leu o bilhete?

– Por favor, não sabemos o que fazer. – Falou Aria. – Não pode dizer alguma coisa pra ajudar a gente? – Falou Aria entregando o livro pra Lucinda.

– Esse livro, só trouxe tristeza e sofrimento pra minha família. O livro foi à obra da vida do meu pai, mas na verdade era a vida dele, o último dia que eu o vi, ele estava tão perturbado, quase delirante, eu me lembro dele correndo pela casa com um olhar enlouquecido, foi nesse dia que ele criou o circulo, o dia que eu soube que ele tinha posto segredos nesse livro, o livro que o ogro Mulgarat usaria para destruir todas as ninfas, e ai nada poderia impedi-lo, nem mesmo os humanos de se tornar a criatura mais poderosa de todo o mundo, imediatamente o meu pai fez tudo que podia pra nos proteger, tudo exceto...

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– O mestre tem que destruir o livro. – Falou um gnomo para o homem.

– Não, temos que protege-lo, mantê-lo dentro do circulo, a salvo do ogro. – Falou o homem para o gnomo. — só preciso de mais tempo Tibério, só preciso de mais tempo.

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– Mas vejam, eu não sabia sobre o círculo. – Falou Lucinda.

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Uma menina pequena andava por cima do círculo cantando uma música.

– Lucinda! – Gritou o homem de dentro do quarto do primeiro andar. – Se afaste dos cogumelos.

– Oque? – Falou a menina em baixo.

– Fique dentro do círculo. – Falou o homem vendo umas criaturas se aproximando da filha dele.

– Não estou te ouvindo. – Falou Lucinda voltando pra cima do círculo e as criaturas a puxaram e começaram a arranha-la. – Socorro, papai, tem alguma coisa me puxando. – Lucinda gritava pra seu pai.

– Lucinda! – Gritou o homem correndo e batendo nas criaturas com sua bengala. – Venha. – Falou o homem colocando ela dentro do círculo. – Não saia dai, fique dentro do círculo.

– Papai, o que está acontecendo? – Falou Lucinda enquanto o pai batia ainda nas criaturas.

– Não saia do círculo de cogumelos. – Falou o homem e outras criaturas o pegaram pelos braços e começaram a leva-lo pelo céu.

– Papai! – Gritava Lucinda.

– Lucinda eu vou voltar! – Gritou ele indo embora.

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– As ninfas protegem todo mundo das fadas, e os segredos que meu pai sabia as colocaram em perigo, então elas o salvaram das fadas, mas o levaram para longe de mim. Todo dia, eu ficava lá naquela varanda, olhando e imaginando ele voltando e me segurando em seus braços de novo, mas ele nunca voltou, uma noite sonhei que tinha visto ele na floresta e fui lá procurar por ele, mas alguma coisa me impediu. – Falou Lucinda mostrando uma cicatriz de garras para as meninas. – Quando se fala e suicídio e também em goblins é pra cá que te trazem. – Falou ela se referindo ao sanatório. – Eles acharam que eu tinha lido o livro. Mulgarat está disposto a qualquer coisa pra descobrir os segredos do livro, por isso vocês estão correndo perigo ficando naquela casa, e só há uma pessoa que pode ajudar vocês.

– Quem? – Perguntou Aria.

– O meu pai. – Respondeu Lucinda.

– Seu pai? Mas seu pai morreu. – Falou Hanna.

– Não, ele não morreu, as fadas me disseram que ele está vivo, ele foi preso pelas ninfas por causa do que sabe. – Falou Lucinda.

– Mas você acabou de dizer que as ninfas que salvam as pessoas das fadas, então porque as ninfas o prenderam? – Perguntou Aria.

– As fadas ameaçaram a vida dele, e as ninfas o prenderam pra salvar a vida dele. – Falou Lucinda. – Vocês tem que encontra-lo e dar o livro a ele pra que ele possa destruí-lo, é a sua única esperança. – Falou Lucinda devolvendo o livro pra elas.

– Obrigada pelas palavras, nós vamos procurar o que fazer. – Falou Spencer.

Residência dos Gilberts.

Tocam a campainha e Elena abre a porta.

– Chega de se esconder Elena. – Falou Jenna na porta.

– Você de novo? Você não desiste não? – Perguntou Elena.

– Não, e agora que seus amigos mortos voltaram pra o inferno é que eu vou aproveitar mesmo. – Falou Jenna. – Vamos, venha para fora e lute como uma vampira. – Jenna falou isso e Eduarda e Mykaella aparecem.

– 3 contra um Jenna? Não parece ser uma luta justa. – Falou Emily surgindo atrás.

– O mundo não é justo minha querida Emily. – Falou Jenna.

– Já que não é, permita-me que essa briga fique mais injusta ainda. – Falou Emily estalando os dedos e aparecem Malia, Scott e Allison.

Residência dos Hastins.

Spencer, Hanna e Aria estão reunidas na casa de Spencer.

– Eai, o que a gente vai fazer? – Perguntou Hanna.

– A Lucinda disse que a nossa única esperança é levar o livro pro pai dela. – Falou Spencer.

– Oque? Nem sabemos se ele está vivo, muito menos como acha-lo. – Falou Aria e Spencer pega o livro e começa a passar as páginas.

– O que foi? O que tá procurando? – Perguntou Hanna.

– Ele tinha um bicho. – Falou Spencer.

– Um bicho, e o cachorrinho dele vai salvar a gente? – Falou Aria num tom de deboche.

– Não era um cachorro, era isso, uma ave gigante de quatro patas chamada grifo. – Falou Spencer. – “Quando eu o invoco na língua dos elfos com quem ele habita, ele vem me socorrer”. – Spencer lê um trecho do livro. – Viu? O grifo pode acha-lo.

– Espera invocar um grifo? Na língua dos elfos? Pra achar um homem de 125 anos que pode ou não estar vivo? O plano é esse? – Perguntou Aria.

– Aham. – Respondeu Spencer.

– E você sabe invocar um grifo na língua dos elfos? – Perguntou Hanna e Spencer passa a página e mostra como invocar.

– Claro. – Falou Aria.

Grip, grap, greep, Niffgri Eras Eralc Seke, Ehcop Sirhc Yert-Yerak, Imas, Aiam, Nnif. – Falou Spencer e um silêncio reina.

– É isso? Deu certo? – Perguntou Aria.

– Parece que não. – Respondeu Spencer e um som de águia muito alto ecoa, elas saem de casa e a ave está lá parada.

– Ai meu Deus Spencer, Spencer. – Falou Aria se agarrando em Spencer e Hanna vai até o bicho.

– Hanna, cuidado. – Falou Spencer.

– Pronto, encontrem o pai da Lucinda e levem o livro pra ele, à carona está aí andem logo. – Falou o gnomo Tibério chegando perto delas com o livro.

– Você quer que a gente ande nessa coisa? – Perguntou Aria.

– Ele não é uma coisa, ele é uma ave, uma ave bem grande. – Falou Tibério.

– Não tem a menor chance da gente... – Falou Aria olhando pra Hanna.

– Calma tá tudo bem, tudo bem. – Hanna acariciando o bicho. – Que bicho legal.

– Andem, estão esperando oque? Montem nele. – Falou Tibério e as meninas sobem no bicho e o bicho pega voo e vai embora levando elas pelos ares. Depois de muito tempo voando elas chegam a um lugar florido igual a um jardim, elas descem do bicho e veem um homem.

– Nossa, é ele, o pai da Lucinda. – Falou Spencer.

– Ele está vivo. – Falou Aria.

– Uau. – Falou Hanna.

– O que você quer aqui de novo? Veio me torturar mais? Veio pedir mais ideia de como torturar aquelas pobre meninas? – Perguntou ele sem se virar.

– De novo? Mas é a primeira vez que estamos aqui. – Falou Spencer e o homem se vira.

– Quem são vocês? – Perguntou o homem.

– sou Spencer e essas são minhas amigas Hanna e Aria. – Falou Spencer.

– Ah, vocês são as meninas que minha neta atormenta. – Falou o homem.

– Neta? Quem é sua neta? Quem nos atormenta? – Perguntou Aria.

– Eu não posso dizer. – Falou o homem. – Como vocês vieram parar aqui?

– Foi a Lucinda, sua filha. – Falou Spencer.

– A Lucinda? Mas ela só tem seis anos e meio, e não sabe de nada. – Falou o homem.

– Não, ela tem oitenta e seis anos e meio. – Falou Spencer.

– Mas que bobagem, eu estive com ela ainda hoje. – Falou o homem pensativo. – Ou será que foi ontem?

– Não, isso foi há oitenta anos, olha tem que acreditar em mim, a sua neta está nos atormentando, ela colocou a minha amiga Hanna na cadeia e tenho certeza de que ela vai continuar com isso, mas ela pode parar o senhor tem que nos ajudar, tem que dizer quem é ela. – Falou Aria.

– Você está dizendo que a Lucinda já é uma senhora? Eu já sei as ninfas, o canto delas alterou a minha percepção de tempo, então isso quer dizer que minha esposa... Ai meu Deus o que foi que eu fiz? – Perguntou o homem a si mesmo.

– Olha eu sinto muito mesmo, é sério, mas você tem que nos ajudar, eu achei seu livro, no começo achei que tinha sido A que escreveu o livro, mas foi você. – Falou Spencer tirando o livro de dentro da bolsa e entregando a ele.

– O guia de campo? Não! – Falou o homem assustado. – Venham comigo, tapem os seus ouvidos. – Falou o homem saindo e elas o seguem. – Você não devia ter lido isso, não devia ter tirado ele do círculo.

– Eu sei, eu sei, mas eu o trouxe pra o senhor destruí-lo. – Falou Spencer.

– Destrui-lo? Você ficou louco? Eu descobri todos os segredos deles e esse livro é minha prova, esse livro é a minha vida. – Falou o homem.

– O senhor tem 125 anos, a sua vida acabou, e a sua filha passou a vida sem o pai só por causa desse livro. – Falou Hanna.

– Eu nunca soube que o que eu descobri, iria levar a isso. – Falou o homem.

– Olha eu também sei de coisas que eu preferia não saber, mas não posso fazer nada sobre isso, só sei de uma coisa, que o senhor deve destruir o livro. – Falou Aria e o homem abre o livro.

– Hã? O que é isto? – Perguntou o homem.

– Oque? – Perguntou Spencer se aproximando.

– Onde está o meu livro? O que é isso? Um livro de receitas? – Perguntou o homem.

– Mas o livro ainda tá dentro do círculo, está seguro. – Falou o homem.

– Sim, está, mas a gente veio aqui também com outro propósito, saber quem é a pessoa que está nos atormentando. – Falou Hanna.

– Eu não posso dizer, se eu disser ela vai voltar aqui e me matar. – Falou o homem.

– Que neta faria isso com o próprio avô? – Perguntou Aria.

– Uma neta como a minha, ela é cruel. – Falou o homem.

– Quem é ela? – Perguntou Spencer e o grifo chega novamente.

– O seu tempo aqui acabou. – Falou o homem.

– Me diga então uma pista. – Pediu Aria.

– Me diga seu nome completo. – Falou Hanna.

– Meu nome é Arthur Hastins Marchal. – Falou o homem.

– Hastins? – Perguntou Aria. – Spencer, você é -A?

– Não. – Falou o homem.

– Então se não é a Spencer só pode ser a... – Falou Hanna.

– Jenna. – Falou Aria, Spencer e Hanna juntas.

– Sim. – Falou o homem.

– Meu nome é Spencer Hastins. – Falou Spencer a Arthur.

– Então você também é minha neta, você é filha de Peter? – Perguntou Arthur.

– Sim. – Falou Spencer.

– É um prazer enorme te conhecer. – Falou o homem dando um abraço em Spencer.

– Tá bom, deixa o momento família pra depois, precisamos ir agora. – Falou Aria e elas sobem no bicho que as levam de volta pra Rosewood.

Em frente a residência dos Gilberts

– Allison? O que você está fazendo aqui? Você não tem poder algum, só vai se machucar. – Falou Jenna.

– Eu posso não ter poderes Jenna, mas estou ficando muito boa com isso. – Falou Allison mostrando a Jenna uma besta cheia de estacas de madeiras.

– Que presunçosa você. – Falou Jenna.

– Obrigada. – Falou Allison.

– Saia de casa agora Elena. – Falou Jenna.

– Ou oque? – Perguntou Elena e rapidamente Jenna chega por trás de Allison e coloca seu punho na boca dela a fazendo beber seu sangue.

– Eu a mato aqui agora. – Falou Jenna.

– Não, não precisa fazer isso, eu saio. – Falou Elena saindo de casa.

– Muito bem. – Falou Jenna. – Mykaella e Eduarda, matem ela.

– Não! – Malia gritou indo pra cima de Jenna a fazendo cair.

Fazendo isso começou uma luta Scott se atracou com Eduarda e Elena com Mykaella. Em quanto Scott tentava segurar Eduarda Allison veio por trás e enfiou uma estaca de madeira no coração de Eduarda matando ela, Malia morde o pescoço de Jenna e arranca a sua cabeça.

– Então... Como vai ser? – Perguntou Elena a Mykaella. – Você quer sobreviver, deixar todos nós em paz e ir embora de Rosewood ou você prefere morrer aqui? – Quando Elena termina de falar, Mykaella começa a chorar.

– Me desculpe. Eu nunca quis fazer isso, a Jenna me obrigou. – Falou Mykaella.

– Porque ela te obrigou? – Perguntou Elena.

– Eu estava sozinha, meu pai e minha mãe tinham morrido, eu estava passando fome e estava muito doente, a Jenna me achou e me transformou em vampira, ela já tinha Eduarda e Heleno em seu bando, eu fui a que entrei por último, desde então a Jenna me obrigava a fazer todo o trabalho sujo pra ela, ou ela me matava. – Falou Mykaella.

– A deixem ir. – Falou Elena.

– Mas... – Mykaella olhou assustada pra Elena.

– Você não tem pra onde ir, não é? – Perguntou Elena.

– Não. – Respondeu Mykaella.

– Então olhe pra mim. – Falou Elena levantando o rosto de Mykaella e olhando em seus olhos falou. – Esqueça-se de tudo na sua vida, você é uma prima minha distante que está morando comigo agora. – Falou Elena. – Pronto, ela não é mais uma ameaça.

– Elena, o que aconteceu aqui? – Perguntou Mykaella.

– Nada que você deva se preocupar prima. – Respondeu Elena.

– Emily! – Gritou Aria vindo com Hanna e Spencer.

– O que foi? Que correria toda é essa? – Perguntou Emily.

– É a Jenna, a Jenna é A. – Falou Hanna.

– Bom era a Jenna, ela acabou de ser morta. – Falou Emily mostrando o corpo de Jenna estirado no chão.

– Essa não, ela não poderia ter morrido agora, nós devíamos saber primeiro o porquê que ela estava atormentando a gente esse tempo inteiro. – Falou Spencer.

– Pois é, mas ela estava tentando matar a Elena, eu tive que fazer alguma coisa, eu devo muito a Elena. – Falou Emily.

– Que inferno! – Gritou Aria. – Depois que a gente descobre quem é a culpada por botar a Hanna na prisão a gente nunca vai descobrir o porquê, Aaah! – Aria gritava de raiva.

– Eu sinto muito. – Falou Emily.

– Eu vou embora daqui. – Falou Aria saindo.

– Aria! – Gritou Hanna e Aria para. – Isso agora é só um detalhe, -A se foi e não vai voltar. – Hanna fala isso e Aria começa a chorar e Hanna a abraça e logo Spencer e Emily também.

– O que importa é que estamos todas juntas. – Falou Spencer.

– Com certeza. – Falou Emily.

Duas semanas depois em um parque abandonado em Storybrooke.

– Porque vocês dois nos trouxeram pra cá? – Perguntou Aria pra Scott e Stiles.

– Eu também quero saber. – Falou Malia.

– Nós estamos aqui porque temos uma coisa muito importante pra falar pra vocês. – Falou Scott.

– Na verdade é um pedido que queremos fazer. – Falou Stiles.

– E precisava nos trazer até Storybrooke? – Perguntou Malia.

– Graças à vergonhozidade do Scott sim. – Falou Stiles.

– Vergonhozidade? Não existe essa palavra. – Falou Malia.

– É vergonhismo. – Falou Scott pra Stiles.

– Tá errado também. – Falou Aria.

– Enfim. – Nós queremos pedir uma coisa a vocês. – Falou Scott.

– Oque? – Perguntou Malia e Scott e Stiles se ajoelha.

– Malia Hale você aceita se casar comigo? – Perguntou Stiles.

– Aria Montgomery, você aceita se casar comigo? – Perguntou Scott.

– Aceito. – Malia e Aria falam juntas e Stiles beija Malia e Scott, Aria.

3 dias depois.

– Eu preciso te falar uma coisa. – Falou Santana pra Emily.

– Oque? – Perguntou Emily.

– Desde aquele dia que eu te salvei da Mona eu percebi uma coisa. – Falou Santana.

– Oque? – Perguntou Emily.

– Que eu estou apaixonada por você Em, você quer namorar comigo? – Perguntou Santana.

– Claro que sim. – Falou Emily beijando Santana.

Um mês depois.

A igreja lotada e no altar Stiles e Scott super nervosos.

– Você está lindo filho. – Melissa ajeitava o terno se Scott.

– Arrasa. – Falou Lydia pra Stiles.

– Será que elas vêm mesmo? – Perguntou Stiles pra Scott, mas antes que Scott responda a porta da igreja abre e Malia e Aria aparecem vestidas de noiva.

– Não sei se isso ai te responde. – Falou Scott.

– E como responde. – Falou Stiles.

Depois da cerimônia.

– Solteiras se juntem aqui que vamos jogar o buquê. – Falou Aria e começou o maior alvoroço. – Já vai o meu. – Falou Aria jogando e Emily pega o buquê. – Ah! Em, parabéns.

– Quem sabe agora eu não vou pro altar também. – Falou Emily.

– Agora eu vou jogar o meu. – Gritou Malia ela se vira e joga e Lydia e Ellen pegam.

– Aff me dá. – Ellen puxava de um lado.

– Quem pegou fui eu, larga. – Falou Lydia.

– Tu já pegou tanto cara por ai, daqui a pouco tu pega outro e casa. – Falou Ellen.

– Nem de uma nem de outra, é meu. – Falou Allison pegando.

– Ah Allison. – Falou Lydia.

– O mundo é dos espertos.

Dois meses depois em Ravenswood.

Emily, Aria, Spencer e Hanna levam Lucinda de volta pra casa.

– Vou colocar isso na cozinha. – Falou Emily com um vaso de flores na mão.

– Tudo bem. – Falou Lucinda. – Oh, meu velho amigo Tibério, meu querido anjo da guarda, eu senti tanta saudades de você. – Falou Lucinda vendo Tibério.

– O livro está salvo agora. – Falou Tibério.

– Está, e se meu pai estivesse aqui ele diria “bom trabalho”. – Falou Lucinda.

– Lucinda, vem cá ver uma coisa. – Falou Hanna a chamando na porta e ela vai. Ao chegar lá fora ela vê seu pai vindo em sua direção acompanhado de ninfas.

– Eu estou sonhando? – Perguntou Lucinda a seu pai.

– Não minha menina. – Falou Ele.

– Menina? Sabe quantos anos eu tenho? – Perguntou Lucinda.

– Sim e eu sinto muito, fiquei fascinado pelas criaturas mágicas e não percebi que estava perdendo a que eu já tinha. – Falou Arthur. – Você pode me perdoar?

– Você voltou como prometeu então eu te perdoo. – Falou Lucinda.

– Minha querida, porque o livro foi salvo, as ninfas permitiram que eu viesse vê-la, mas eu não posso ficar, porque se eu ficar todos os meus anos voltarão de uma vez e eu me transformarei em pó. – Falou Arthur.

– Então dessa vez, me leve com você. – Pediu Lucinda derramando uma lágrima e seu pai estende a mão pra ela e ela volta a ter seus seis anos e meio novamente.

– Venha comigo. – Falou Arthur e os dois vão embora com as ninfas.

– Bom, parece que ficamos só nós aqui. – Falou Emily.

– Parece que sim. – Falou Spencer e os celulares de todas tocam e Spencer começa a ler a mensagem. – Vocês não estão sozinhas...

– Eu sempre estarei... – Falou Hanna.

– Com vocês, cuidado... – Falou Emily.

– -A. – Falou Aria finalizando.

Notas finais
ACABOU :( Não esqueçam de acompanhar minha nova história. http://m.fanfiction.com.br/historia/595991/Cidade_Dos_Corvos/
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!