Pretty Little Screams

2 Capítulo 1 - Continuação


Notas iniciais
CONTINUAÇÃO DO CAPÍTULO 1

[NA CASA DE CECE]

CeCe chegou na sala e viu a Sherrie deitada de bruços no sofá.

[CeCe] – Eu não consigo te entender vadia, você começa o filme sem mim e ainda dorme.

Sherrie estava deitada de barriga virada no sofá impossibilitando que CeCe percebesse que ela estava ferida e morta.

CeCe pegou o refrigerante e sentou no sofá.

[CeCe] – Sherrie? – Ela sentiu que estava sentada em algo molhado. – Sherrie? – CeCe tocou na amiga e percebeu que era sangue. – Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah! – Gritou.

CeCe se levantou do sofá e o corpo de Sherrie caiu no chão espirrando mais sangue ainda, sua barriga estava praticamente dilacerada e suas vísceras estavam a amostra, CeCe no momento, deixou a latinha de refrigerante que estava segurando cair ao chão. Foi quando ela percebeu no imenso espelho italiano de sua mãe que ficava atrás do sofá, estava escrito de sangue: CORRA VADIA! Na mesma hora, Ghostface apareceu no reflexo do espelho. CeCe correu em direção à escada, mas Ghostface foi mais rápido que ela, ele apareceu na porta da varanda segurando o telefone. CeCe suspirou.

Ela correu escada acima e Ghostface estava atrás dela. Ela pegou um vaso valioso da sua mãe e arremessou no assassino que caiu inconsciente no chão. O telefone caiu escada abaixo. CeCe não arriscou e correu para dentro do seu quarto. Lá dentro do quarto CeCe entrou no banheiro. Ela estava desesperada e tentou encontrar um lugar para se esconder. Sem pensar, ela pegou a chave do banheiro e saiu e trancou a porta por fora.

Ghostface levantou do chão e seguiu até o quarto de CeCe. Ele olhou debaixo da cama e ela não estava lá. Então ele avistou a porta do banheiro trancada. Ela com certeza estaria lá dentro. Ele foi até lá e bateu na porta, que estava trancada. Ghostface chutou uma vez e depois mais uma outra vez foi quando a porta abriu. Ele entrou e foi até o chuveiro, quando ele abriu o box, ela não estava lá. CeCe não estava lá dentro, ela tinha enganado o assassino. Ela tinha trancado a porta do banheiro, mas pelo lado de fora. E havia se escondido no seu closet. Ela saiu do closet e correu para fora do quarto, fechou a porta do quarto e trancou por fora novamente, prendendo o assassino lá dentro.

CeCe desceu as escadas e avistou o telefone no chão. Mas quando ela pegou o telefone, ele tocou. CeCe jogou o telefone no chão novamente por conta do susto. Quem estaria ligando?

[CeCe] – Alô? Quem é? – Falava nervosa.

[Ghostface] – Adivinha quem sou eu, CeCe?

[CeCe] – O que você quer de mim? Quem é você seu maldito? – Ela falava chorando.

[Ghostface] – Eu sou o seu novo namorado, e eu acho que já está na hora de terminarmos. Eu quero dizer... Já está na hora de acabar com você.

[CeCe] – Eric seu doente mental, eu juro por Deus que eu vou acabar com você.

[Ghostface] – E quem disse que sou o Eric?

[CeCe] – Eu vou ligar pra policia e acabar com isso.

[Ghostface] – Seja rápida CeCe, o seu tempo já está acabando.

[CeCe] – Vai se fuder. – CeCe desligou o telefone.

Na mesma hora, ela estava indo em direção a varanda, e ligando para a polícia.

[Emergência] — Boa noite em que posso ajudar?

[CeCe] – Socorro... – Antes que CeCe pudesse falar, as luzes desligaram e o telefone ficou mudo. Alguém havia desligado a caixa geral de energia. CeCe ficou confusa, pois o assassino estava preso no quarto, como ele poderia ter feito algo do tipo? Será que ele havia escapado?

Ela correu novamente e subiu as escadas, olhou para a porta do seu quarto, onde o assassino estava. Ela se aproximou mais um pouco da porta, e de repente ouviu um chute na porta. Ele ainda estava lá, mas quem desligou a caixa de energia geral da casa? Cece foi até o quarto de sua mãe para pegar as chaves do carro. Ela trancou a porta e foi até o armário. Ela abriu a gaveta e pegou as chaves, ela correu até a janela. Assim que ela abriu as cortinas da janela deu de cara com o assassino, que pulou através da janela em cima dela, a janela de vidro estava totalmente quebrada. Ele havia saído pela a janela do outro quarto. CeCe conseguiu sair de cima dele, mas ele correu em direção a ela com a faca direcionada a sua barriga, CeCe conseguiu escapar mais uma vez, ela deu um chute na cabeça do assassino que caiu ao chão. CeCe correu até a janela e escapou, ela estava andando sobre o telhado da casa. CeCe estava muito nervosa, ela poderia cair. Ela olhou para trás para ver se o assassino estava ali, mas nem um sinal dele. Foi quando ele apareceu saindo pela janela. Ela andou mais rápido e avistou a árvore da varanda, que ficava praticamente encostada no telhado. CeCe subiu e se equilibrou no galho da árvore. Olhou para trás e novamente o assassino não estava mais atrás dela. Onde ele estaria?

Foi quando CeCe olhou para a calçada de sua casa, havia uma garota lá. Ela estava de vestido azul e havia colocado alguma coisa na caixa de correspondências. Assim que CeCe percebeu quem era, ela começou a gritar. As duas estavam distantes e CeCe podia avistar toda rua em cima da árvore, difícil seria avistar ela na árvore. Ela gritava: ALISON! ALISON! ME AJUDE!

Alison estava caminhando de volta para o carro.

CeCe estava distraída ao gritar e não havia notado que o assassino estava bem atrás dela. Assim que ela olhou para ele, ele a empurrou de cima do galho. CeCe gritou tão alto que seus pulmões explodiram. Ela caiu da arvore na grama esverdeada da casa.

Alison parou no meio da estrada e se virou novamente e olhou intrigada para casa de CeCe. Ela ouvira o grito desesperado da amiga?

[Aria] – Vem logo, Ali. – Gritou Aria do carro.

Alison continuou andando em direção ao carro.

[Aria] – O que aconteceu?

[Alison] – Nada.

[Emily] – De quem é aquela casa? – Perguntou Emily intrigada.

[Alison] – Ninguém tão importante.

[Hanna] – E por acaso, nós conhecemos quem mora lá?

[Alison] – Felizmente, não. – Alison sorriu.

[Emily] – Como assim?

[Aria] – Por que você parou assim do nada na estrada?

[Alison] – Ai chega de tantas perguntas.

[Emily] – Somos suas amigas, amigas compartilham os segredos não é?

Alison olhou para as meninas, mas não respondeu.

No mesmo estante, Ella entrou no carro com as sacolas e ligou o carro.

[Ella] – A fila estava grande. — Ella ligou o rádio novamente, e as meninas agiram como se nada tivesse acontecido.

[Hanna] – Aria posso comer um salgadinho desses? – Sussurou Hanna para Aria.

[Aria] – Claro que sim! Só porque foi minha mãe que comprou não quer dizer que eu sou a dona, é de todas nós, fica a vontade

[Hanna] – Valeu. – Hanna pegou a sacola e pegou o salgadinho. Ela abriu e colocou três na boca e mastigou, aquele barulho era irritante. E o cheiro de salgadinho havia empestado o carro.

[Hanna] – Quer? – Hanna ofereceu para Emily.

[Emily] – Não. – Emily respondeu de cara fechada.

Alison olhou para Hanna.

– Quer? – Hanna ofereceu para ela.

Alison tomou os salgadinhos das mãos de Hanna.

[Alison] – É melhor deixar para a nossa reuniãozinha, antes que você coma tudo.

Ella e as meninas olharam para Alison.

[Alison] – Ela quer emagrecer, nunca vai conseguir desse jeito, não é Hanna?

[Hanna] – Aham – Confirmou Hanna cabisbaixa.

[Alison] – Se animem garotas, a nossa festinha vai ser o máximo.

[NA CASA DE CECE]

CeCe estava deitada na grama, seu corpo estava todo doído. Ela estava sem forças para se levantar. Ela pensava que estava sem saída, que o assassino a pegaria. Mas onde estaria ele? Ele adorava fazer esse joguinho de desaparecer e depois aparecer de surpresa. Sem nenhum sinal do assassino, CeCe se levantou com dificuldade e andou com a perna manca, procurando a chave do carro que estava na sua mão antes da queda. Ás luzes acenderam-se novamente, sendo assim, iluminado todo o espaço. CeCe olhou para dentro da casa e ouviu barulhos de alguém descendo as escadas. Ela avistou a chave no chão e correu até ela e a pegou. Mas se distraiu ao perceber que perto da piscina, as plantas se mexiam, como se alguém estivesse escondido ali. Confusa e sem saber para onde ir, ela ouviu pegadas por de trás dela. Será que era ele? Isso não seria muito previsível para ele que gosta de surpresas? Mas CeCe olhou novamente para a casa e viu a imagem do assassino mascarado correndo em direção a ela. Naquele momento as pernas de CeCe estavam paralisadas, e ele estava cada vez mais próximo. Não deu nem tempo para ela respirar, quando sentiu a faca perfurar seu estômago.

Ela olhou para a máscara fantasmagórica e soluçou, aquela dor era inexplicável, ela olhava para ele como se fosse ver quem estava ali, por de trás daquela máscara. Quem seria o psicopata? Seria o Eric? Quais eram os motivos de tudo isso?

CeCe sabia que estava morrendo e tudo estava ficando preto. O assassino tirou a faca e enfiou novamente, o sangue escorria pela a grama. Ela conseguiu balbuciar algo como: — Por quê?

O assassino simplesmente passou a mão pela a cara da garota, como se estivesse admirando a beleza dela. Mas depois ele ergueu a faca e direcionou no rosto de CeCe, aquele foi o seu último suspiro.

Notas finais
Muito obrigado por estarem lendo... Capítulo 2 vindo aí.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.