Tudo começou com uma cicatriz e depois virou uma ferida aberta.

Penelope não aceitava a cicatriz da bala em seu estomago. Convencida que homens bonitos não eram para ela, ela tentou de tudo no principio. Pomadas, soluções, poções e marcou uma consulta para diminuir visualmente, mesmo ela estando no momento sem ninguém.

Kevin nunca foi para frente. Eles fizeram amor, mas ele disse que a cicatriz era algo que a deixava feia. Ele a deixou com a cópia da chave e saiu.

Ela parecia cada vez mais abatida no trabalho, seus colegas notaram. E não foi um ou dois. Foram todos. Especialmente Derek.

Foi na quarta feira. Ele estava em busca de cafeína e a viu brigar com a cafeteira. Ele se aproximou e a ajudou. ela murmurou um obrigado e saiu, se fechando no seu covil.

— Então eu perguntei a ela. – Emily disse a JJ. – Ela disse que ele a deixou depois ver a cicatriz.

— Desculpe Emily. – Derek disse. – O que você disse?

— Eu disse. – Emily levantou e olhou para ele. – Que Kevin deixou Penelope Garcia, a garota mais incrível por causa de uma cicatriz. E isso a fez entrar em depressão.

— Sem brincadeira, Derek. – JJ se virou para ele. – Ela não está bem. Vi um folheto na mesa dela sobre cirurgia plástica. Ela acha que se remover a cicatriz algum homem vai querer ela.

— Mas e se eu já a quero? – Derek perguntou. – Eu disse isso alto?

— Derek. – Emily o tocou nos ombros. – Achei que precisaríamos trancar vocês em um armário até admitirem.

— Eu a amo, Emily. – Derek disse. – Poxa, o que aquele Geek das trevas fez com ela?

— Importa? – JJ tinha um sorriso. – Eu perguntaria o que você vai fazer para reparar o erro dele?

— Vou deixar aquela garota de pernas bamba. – Derek deixou o café na mesa. – Eu devo as duas, duas semanas de spa.

— Nós vamos cobrar depois da lua de mel. – Emily brincou. – Agora vá até ela e a faça se sentir amada.

Derek entrou pelo corredor e foi ao bullpen até a sala de Hotch. Batendo suavemente, ele foi convidado a entrar.

— Graças a deus vocês dois estão aqui. – Derek disse, ao ver Rossi e Hotch juntos. – Preciso de ajuda com uma coisa. De ambos.

— Quer que eu fale com Strauss e puxe minhas cordas para você namorar Penelope? – Rossi adivinhou a pergunta. – Emily me ligou. Ela mandaria um texto se não fosse perigoso com Pen.

— Pode fazer isso? – Derek pediu. – Ela precisa se sentir amada.

— Arranque a cabeça de Kevin. – Hotch pediu. – Ele mexeu com a garota errada.

— Eu preciso das mais belas rosas vermelhas que você pode achar Hotch. – Derek implorou. – Eu não quero saber preços, mas eu preciso de muitos buques.

— Deixa eu ver com meu amigo, Derek. – Rossi pediu. – Vou ajudar você a fazer essa surpresa.

— Um caminho simples até a sala de estar. – Derek entregou a chave. – Champanhe, música romântica. Eu pretendo mostrar a ela o quanto eu a amo hoje.

— Vá Derek. – Hotch disse. – Reid vai conversar com você. Ele sabe muito bem o que você precisa saber.

Derek levantou, abrindo a porta do escritório.

— Bem. – Derek ficou frente a frente com Spencer. – Me faça um resumo.

— Kevin disse a Penelope que a cicatriz a deixava feia e a deixou. – Reid foi resumindo. – ele devolveu a chave, os presentes e disse a ela que nenhum cara namoraria uma garota como ela.

Derek já havia ouvido demais.

— Obrigado Spencer. – Derek abraçou o amigo. – Hora de fazer Penelope Garcia minha namorada.

Batendo na porta de Penelope, ele esperou ela abrir.

— Agora não Derek. – Penelope estava cansada. – Eu não tenho energia para discutir.

— Baby Girl. – Derek entrou e em outro segundo, ela estava em seus braços. – O que está fazendo?

— Tentando ser bonita. – Ela disse. – Mas a beleza dói, não é?

— Você não se acha bonita, P? – Derek tentou descobrir.

— Eu não acho que essa cicatriz me faça bonita. – Ela suspirou. – Kevin deixou tudo bem explicado.

— Ele é um bobo. – Derek beijou a cabeça dela. – E eu pretendo dar um passo além.

— Derek. – Ela tentou discutir, mas estava sem energia.

— Eu te amo, Baby Girl. – Derek disse. – Há anos, tempos. Eu disse quando você foi baleada, mas foram palavras vazias eu acho. Me de uma chance de mostrar o quanto eu te amo pelo menos uma vez.

Ela assentiu. Não poderia doer. Mesmo que fosse uma noite. Ela queria descobrir se tudo o que ela fazia era errado. Eles podiam ficar e experimentar como era e depois, se não desse certo, eles poderiam simplesmente seguir em frente.

Derek levou Penelope em seus braços. Ela não tinha energia para caminhar. Basicamente ela ficou sem comer direito por algumas horas quando ela não poderia ficar.

Então ele iria alimentar ela e se ela quisesse, apenas se ela quisesse, eles fariam amor.

Ele esquentou um pouco de lasanha e a fez comer.

— Coma tudinho, Baby Girl. – Ele sorriu para ela. – Ou eu mesmo vou alimentar você.

— Derek. – Ela suspirou. – Eu vou engordar.

— Mal posso esperar, doçura. – Ele disse. – Suas curvas são o meu pecado.

Ela comeu então, mais em paz e quase sem relutância.

Quando ele voltou da cozinha, depois de lavar os pratos, ela o fez parar.

— O que você quer Baby Girl? – Derek pediu. – Diga para mim.

— Você. – Penelope falou. – Eu só quero você.

— Era só pedir, garotinha boba. – Derek a puxou gentilmente em seus braços. – Eu tenho esperado todos esses anos.

Eles começaram a se beijar lentamente. Então, Derek alcançou o zíper do vestido dela e abriu completamente.

Quando tecido saiu dos seios dela, ele suspirou fundo. Aqueles peitos eram seus sonhos indulgentes há dois anos e ele queria muito descobrir o que as blusas escondiam.

— Perfeitos. – Derek chupou os mamilos dela. – Deliciosa.

— Derek. – Ela suspirou. – Não pare por favor.

— Eu não estava pensando em parar Deusa. – Derek continuou a chupar cada um. – Deus, Penelope. Você é tão gostosa.

Derek pôs Penelope de pé e fez com que o restante do tecido caísse aos pés dela, a deixando apenas de calcinha.

— Você usa isso quando vai trabalhar? – Derek olhava para as ligas dela.

— Sim. – Ela respondeu, no meio de um mar de luxúria. – Sempre.

— Você pode usar isso sempre Penelope. – Derek passou a mão entre as ligas. – Mas eu vou chegar em casa e só eu posso ver.

— Possessivo, Derek? – Ela perguntou. – Mas eu gosto de tipos assim.

— Baby girl. – Derek a puxou contra o peito, enquanto a mão desceu para o calor úmido dela. – Você já está molhada para mim?

— MMMM. – Foi a única coisa que ela disse. – Hummm.

— Eu deixei a grande Penelope Garcia sem palavras? – Derek riu. – Acho que estou no céu, com um belo anjo.

— Derek! – Ela gritou surpresa, quando ele colocou um dedo. – Meu deus.

— Não sou Deus, Penelope. – Derek sorriu. – Sou só eu.

Eles fizeram amor duas vezes naquela noite. Uma na cozinha. Uma no quarto.

Penelope ficou apaixonada com o caminho de rosas, as velas, tudo. Derek deu uma atenção especial para a cicatriz. Ele a fez prometer que nunca iria tirar ela. Era como uma cicatriz de guerra.

E ele amava aquela.

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