Pretty

1 Como tudo começou.


Notas iniciais
toda história teu seu principio, partiremos então daí...

Se você acha que Greenville é uma cidadezinha linha como as dos seriados, está muito enganado. E se você acha que essa é mais uma história feliz em que seis garotas mimadas e lindas sempre conseguem o que querem, nem precisa continuar a ler, porque você continua muito enganado. O que você faria se descobrisse que sua amiga foi assassinada?

Antes de começarmos, você precisa nos conhecer, somos Daphine Stuart, Nikole Greyback, Lisley Sulliver, Emily Winchester e Miranda White.

Tudo começou em Greenville, uma cidadezinha pacata no sul de Londres. Quando eramos seis, mas infelizmente o começo dessa história não é como os contos de fadas. Estavamos na festa de Halloween da nossa amiga Alex Cooper, uma garota simples, de cabelos e olhos muito claros, e uma personalidade marcada pela coragem e ousadia. Ainda não a apresentamos a você, mas em instantes você entenderá. A festa estava perfeita, bem decorada, tinha teias artificiais de aranhas por todo lugar, aboboras com rostos assustadores e amigos com fantasias bizarras.

O halloween em Greenville era sempre agitado, pois quando a noite fria chegava, varias crianças saíam das suas casas para pedir doces na casa dos vizinhos, com exceção de uma. Nenhuma criança se atrevia a chegar perto da casa azul-marinho do outro lado da rua 44, pois lá morava o ex-namorado de Alex. Ele era muito misterioso, e nós suspeitávamos que tivesse sido ele a causa do desaparecimento de Alex.

Vamos começar a contar a história da morte de Alex...

Era de manhã e todas as meninas estavam na escola, quando Lisley teve a seguinte ideia:

-Estava pensando em vocês irem lá pra casa, estudar para as provas!

-Por mim, tudo bem. -concordou Emily.

-De que horas?

-Ás 17h00

-Está marcado então.- confirmaram as meninas.

Um pouco mais tarde todas encontraram-se na casa de Lisley.

Nikole tem a impressão de estar sendo observada e alerta as outras, entretanto as garotas não acreditam e continuam a estudar. De repente o celular de Nikole toca...

-Alô?

no mesmo momento a ligação cai.

Todas ficaram assustadas, não sabiam se eram verdade. De repente a campainha toca, todas ficaram apavoradas, pois estavam sozinhas na imensa casa. Foram caminhando devagar em direção a porta e a campainha não parava.

Ao abrir a porta não tinha ninguém somente um bilhete, pegou o bilhete e fecharam a porta assustadas, foram para sala de estar para ler o bilhete e nele tinha escrito: "A cada passo, a cada movimento dado, é um olho a ser observado."

ficaram em pânico, mas uma disse:

-Que brincadeira de mau gosto!- disse Miranda

-Quem poderia fazer uma brincadeira dessas?- perguntou Daphine

Todas tentaram se acalmar, mas estavam preocupadas se poderia ser verdade. Horas e horas se passaram, e conforme o tempo passava elas iam esquecendo e se divertindo como se nada tivesse acontecido.

Estavam se preparando para dormir, quando novamente a campainha tocou. Um arrepio percorreu a espinha, mas resolveram abrir a porta.

Olharam atentamente e perceberam que era uma carta. Nela havia escrito: "Durmam bem lindinhas, enquanto podem."

Ficaram pasmas. Decidiram então procurar no quintal o anônimo que deixara a carta misteriosa. Com uma lanterna na mão e de pijamas, todas olharam entre os arbustos na esperança de ver algum vulto entre eles. Passaram-se 10min e nenhum sinal.

-Acho que deveriamos entrar, já está tarde, não é bom ficar perambulando por um quintal escuro de pijamas ás duas horas da manhã. — sugeriu Nikole.

-Concordo, vamos entrar. — disse Lisley

Enquanto todas passaram pela porta que levava a cozinha, Alex parou.

-Alex vamos, está tarde!- disse Daphine

-Vão indo na frente! Vou tentar achar algo por aqui.- respondeu Alex

-Não sei, não acho uma boa ideia. É melhor você ir dormir, amanhã procuraremos com você. E outra, amanhã temos uma festa pra ir! Não acha que é melhor descansar antes de se divertir?- sugeriu Miranda

-Não se preocupe comigo, vou ficar bem. Volto daqui uns cinco minutos. Qual é, não confiam em mim?

-Está bem, mas volte rápido!

As garotas entraram rapidamente enquanto viam Alex se perder na escuridão, com uma lanterna nas mãos. Passaram-se cinco, dez, vinte, trinta minutos e nem sinal dela. Depois de algum tempo, Miranda pegou outra lanterna e foi procura-la no quintal escuro. Estava sozinha com o coração batendo cada vez mais forte. O vento leve batia nos arbustos, o que a fazia ficar mais nervosa. Parecia que o quintal ficava maior a cada passo que dava., mas quando menos esperava, sentiu algo diferente no chão. Apontou a lanterna para o chão e viu um rastro de sangue. Ficou assustada, mas nem isso a impediu de continuar seguindo aquele rastro. E depois de tanto segui-lo, percebeu que o quintal tinha uma ligação com uma floresta, provavelmente era a floresta proibida. A única floresta que existia na cidade e que por sinal, era muito perigosa. O rastro ia ficando cada vez mais intenso e quando menos esperava, Miranda olhou e lá estava ela, Alex Cooper, no chão.

Ainda segurava a lanterna desligada com os olhos abertos. Pequenas moscas voavam sobre sua cabeça e em seu pescoço estava amarrada uma corrente. Alex estava coberta de sangue do pescoço pra cima.

Miranda não teve outra reação a não ser gritar, porém ninguém a ouviu. Começou a correr em direção a casa de Lisley, o mais rápido que conseguia. Abriu a porta dos fundos e subiu as escadas tropeçando. Com os olhos cheio de lagrimas, abriu a porta do quarto onde as garotas dormiam tranquilamente e começou a gritar ofegante:

Notas finais
Pobre Alex, quem faria algo assim com você?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.