Pretérito Imperfeito
28 Capitulo Vinte e Oito
Notas iniciais
Capitulo vinte e oito.
“Você estava fugindo de si mesmo, não? Do seu passado. Dor, sofrimento, medo. Um passado doloroso que fez você querer escapar. Eu já fui assim também, sempre fugia do meu passado amargo, por isso entendo a dor no seu coração”. – Mirajane Strauss (Fairy Tail).
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Sakura pov’s.
Estávamos saindo do aeroporto, quando uma voz nos parou.
– Sasuke!
Me virei junto com Sasuke, vendo uma mulher de cabelo extremamente vermelho e olhos da mesma cor. Ela veio correndo e o abraçou, sendo correspondida.
Franzi o cenho. Quem era ela?
– Karin, há quanto tempo. – Sasuke disse.
Ela o soltou.
– Pois é, faz tempo que não os faço uma visita, mas irei para o casamento de Naruto. – Ela disse e se virou para mim. – Você deve ser Haruno Sakura. Prazer em conhece-la, sou Uzumaki Karin, prima do Naruto.
Sorri.
– Igualmente. – Falei educada.
Prazer merda nenhuma, como ela já chega abraçando o Sasuke assim?
– E o Suigetsu? – Sasuke perguntou.
Karin corou levemente e seus olhos brilharam.
– Está em casa, estou indo para lá agora. Estou voltando de Nova York, estava fazendo uma sessão de fotos.
Sasuke assentiu.
– Bom, não vamos te atrapalhar então. – Sasuke disse. – Volte logo para seu marido. Até mais.
Eles se abraçaram de novo e Karin sorriu para mim.
– Aproveite Londres, Sakura. É linda.
– Eu irei.
Ela se foi e eu me senti mal por ter ficado com ciúmes. Ela era casada, por deus, Sakura.
– Vamos? – Sasuke perguntou.
Assenti e saímos do aeroporto.
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Ino pov’s.
– Eu sei que vai. – A voz saiu abafada pela minha pele. – E dessa vez, irei garantir que acabe em minha cama.
Senti a surpresa por suas palavras em meu corpo e depois sorri maliciosamente. Apertei seu corpo contra o meu, passando as unhas em sua barriga despida.
– Veremos quem pedirá então, Gaara.
Senti seu sorriso malicioso e não pude deixar de aumentar o meu.
Vi sua pele arrepiar quando devolvi a mordida em sua orelha e sorri mais.
Ele me segurou mais forte e me tirou de cima da pia, começando a sair da cozinha e andar em direção aos quartos.
– Vamos acabar logo com isso. – Disse ele, a voz ainda rouca.
Logo senti minhas costas baterem em algo macio e vi que era a cama de Gaara. Ele não estava mesmo brincando quando disse aquilo.
Senti seu corpo em cima do meu e suas mãos puxando minha blusa para cima. Ele a retirou, me deixando apenas de short e sutiã.
Fiquei surpresa ao sentir seus lábios nos meus e correspondi ao beijo, o deixando invadir minha boca com sua língua. Reprimi um gemido quando senti sua mão apertar um dos seus seios ainda por cima do sutiã.
– Isso significa que ganhei? – Perguntei.
Ele começou a descer os beijos por meu queixo e pescoço.
– Eu apenas te beijei, não pedi por você. – Disse em um tom divertido.
Seus beijos desceram para o colo e senti suas mãos em minhas costas, desabotoando meu sutiã. Ele puxou o sutiã e o olhou por um momento.
– Prefiro vermelho. – Disse me olhando com um sorriso malicioso.
Aquele era preto.
Ele o jogou em qualquer canto e voltou a me beijar, apertando agora meus seios sem sutiã e me fazendo arfar em seus lábios.
Minhas mãos desceram para o cós de sua calça de moletom, começando a abaixa-la, mas ele segurou minhas mãos, as prendendo acima da minha cabeça.
– Desculpe anjo, mas sou eu quem manda aqui. – Disse em meu ouvido, me arrepiando.
Logo senti sua boca em meu seio e não pude reprimir um gemido. Quis xinga-lo por estar segurando minhas mãos.
Ele segurou minhas mãos apenas com uma das suas e com a outra começou a brincar com meu outro seio, me estimulando. Eu já estava ficando muito excitada.
Tentei me soltar das mãos do Gaara, mas ele apenas parou e me olhou extremamente malicioso.
– Se não ficar quieta, terei que pedir ajuda para minhas algemas. – Sussurrou sensualmente.
O respondi apenas com um sorriso malicioso e ele balançou a cabeça negativamente. Se levantou da cama e foi até a cômoda, tirando de lá um par de algemas.
– Eu já devia saber que não ficaria quietinha. – Sussurrou.
Ele ficou por cima de mim novamente e pegou minha mão esquerda, prendendo a algema no meu pulso e depois na cabeceira da cama, fazendo o mesmo com a direita.
– Eu sei que não quer que eu fique quieta. – Sussurrei. – E espero que você tenha as chaves delas.
Ele voltou a me beijar, mas logo parou.
– No momento, quero que fique quieta sim, porque quem sempre manda, sou eu. – Mordeu meu lábio. – Me entendeu?
Sorri maliciosa.
– Desculpe querido, mas não sou muito de obedecer.
Ele riu, uma risada extremamente sem vergonha. Passou aos mãos pelo meu corpo até para no short.
– Então terei que ensina-la a obedecer.
Desabotoou meu short lentamente e depois o tirou, tudo sob o meu olhar, e sorriu mordendo o lábio em seguida ao ver minha calcinha de renda, dessa vez vermelha.
– Imagino que não tenha roupas descentes, não é? – Perguntou. – Agradeço por isso as vezes.
– Você é um pervertido, Gaara.
Ele riu.
– Me conte uma novidade.
Ele começou a tirar minha calcinha lentamente. Não sei o que tinha dado no Gaara quando ele acordou, mas eu estava gostando.
Perguntei-me se ele coraria muito quando voltasse ao normal e lembrasse o que está fazendo. Vai ser a visão dos sonhos.
Ele terminou de retirar minha calcinha e me olhou, ainda sorrindo, e abriu um pouco minhas pernas.
O olhei.
– Espera, você não vai...
Um gemido alto saiu por meus lábios, interrompendo minha frase, quando senti sua língua na minha intimidade.
Não consegui mais controlar meus gemidos, ele só podia estar querendo me enlouquecer. Fechei minhas mãos, tentando puxa-las, mas as algemas me impediram.
Malditas algemas.
Ele ficou nisso mais um pouco, até eu quase ter um orgasmo e parou, me fazendo olha-lo com raiva. Ele sorriu para mim e depois me penetrou com seus dedos, me fazendo voltar a gemer.
Gaara não é deus!
Ele ficou um tempo nisso e, novamente, parou quando eu já estava quase chegando no limite. Ele me olhou seriamente.
– Você não é virgem. – Disse sério. – Me irrito com a ideia de outro homem lhe tocando.
Ele subiu, ficando por cima de mim e eu senti sua respiração em meu ouvido.
– Talvez eu desse lembra-la que você pertence a mim. Eu já lhe disse isso antes. – Sussurrou em meu ouvido.
Ele voltou para o meio de minhas pernas, aproveitando para morder meu seio no caminho. Ele voltou a se abaixar e logo senti sua língua brincando com meu clitóris, me fazendo gemer alto e tentar me soltar novamente.
– Peça por mim, Ino. – Sussurrou no meio de sua brincadeira.
Mordi os lábios quando ele me penetrou com a própria língua.
– Não. – Gemi.
Eu não ia ceder. Ele que ia pedir por mim, não ao contrario!
Gemi novamente quando ele voltou a me penetrar com os dedos e sorri malicioso para mim.
– Eu só vou acabar com isso quando você pedir. – Disse.
Arfei, minha respiração estava ofegante.
– Você não presta, Gaara.
Ele riu.
– Eu? Mas foi você quem propôs isso. – Sorriu mais. – Vamos lá, Ino, não vai doer, é só pedir.
Admito que estava difícil resistir, era muita tentação, mas eu não ia ceder.
– Não.
Ele aumentou mais o sorriso.
– A escolha é sua. – Sussurrou.
Ele voltou a brincar com a língua enquanto uma de suas mãos me estimulava, brincando com meu seio.
Porra, desse jeito eu ia acabar pedindo.
Senti meu corpo ficar mole e o orgasmo chegar, me fazendo perder o foco por um momento.
Eu realmente o queria.
– Se você me soltar, eu peço. – Falei arfando.
Eu ia pedir porra nenhuma, ele é quem vai implorar.
Ele deu de ombros e pegou a chave, me soltando. Aproveitei a chance e girei, invertendo as posições, o fazendo me olhar surpreso.
Tao inocente!
Em seu momento de distração, eu o prendi com as algemas. Fiz questão de me sentar exatamente em cima do volume em sua calça, o fazendo morder os lábios.
– Ino, se você não me soltar, vou fazer você se arrepender depois. – Ameaçou, o tom malicioso nunca saindo da voz.
Sorri.
– Ah é? – Me esfreguei nele, o fazendo fechar os olhos. – Agora Gaara, eu vou te mostrar quem é que manda.
Ele me olhou, os olhos brilhando em malicia.
Retirei sua calça lentamente, como ele havia feito comigo. Olhei para a cueca boxer preta, sorrindo mais em seguida.
A retirei lentamente e o olhei maliciosa ao ver que ele estava extremamente excitado. Ainda o olhando, levei minha boca ao seu membro, começando a chupa-lo e masturba-lo.
Fiquei extremamente satisfeita ao ouvir seus gemidos, ainda que baixos demais, e ao vê-lo jogar a cabeça para trás, de olhos fechados.
Assim como aconteceu comigo, ele tentou se soltar. Fiquei nisso até que ele gemesse mais alto para mim, então de repente, ele puxou os pulsos com tanta força que as algemas arrebentaram.
O olhei surpresa, parando o que estava fazendo e ele se aproveitou dessa distração, virando as posições e me penetrando de uma só vez.
Quase gritei ao senti-lo entrar tão rápido e brutalmente. Ele voltou a segurar meus pulsos, começando um movimento de vai e vem que estava me tirando a lucidez.
– Você pertence a quem, Ino?
Gemi.
– Apenas a você, Gaara. – Respondi, completamente rendida.
Ele foi mais fundo, me fazendo gemer mais alto.
– E o que você quer, Ino?
Fechei os olhos, gemendo cada vez mais alto.
– Você.
Ele riu e parou de uma vez, me fazendo o olhar revoltada novamente.
– Então peça.
Tsc, imbecil.
– Eu quero você, Gaara, por favor.
Ele sorriu convencido e voltou a se movimentar, soltando meus pulsos e indo cada vez mais rápido e fundo.
Passei minhas unhas por suas costas, deixando arranhões ali e logo cheguei ao limite, sendo acompanhada por Gaara.
Seu corpo desabou sobre o meu, os dois ofegantes e suados.
– Ino? – Chamou.
Respirei fundo, chateada. Não acredito que perdi a aposta.
– O que?
Ele suspirou.
– Eu esqueci a camisinha.
Então somos dois, querido.
– Não se preocupe, tem uma farmácia aqui perto, é só comprar a pílula do dia seguinte. Eu tomo anticoncepcionais também, mas não sei se vão funcionar.
Acabei deixando meu corpo relaxar, sentindo o cheiro dele.
Seu peso sumiu de cima de mim e eu o olhei, vendo ele se sentar e retirar o que sobrara das algemas de seus pulsos.
– Como conseguiu arrebenta-las? – Perguntei.
Ele me olhou.
– Não faço ideia. – Riu, mas depois me olhou com um sorriso malicioso. – E eu venci.
Bufei, virando a cara.
– Você é um idiota.
Ele apenas riu.
Acabei soltando um bocejo. Senti seus braços me rodeando e me aconchegando em seu corpo.
– Durma. – Disse.
Acabei pegando no sono sem retruca-lo.
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Sakura pov’s.
Eu estava praticamente babando na janela do taxi que nos levava para o hotel. Sasuke me lançava alguns olhares e depois ria disfarçadamente por eu parecer uma criança.
Passamos pela London Eye, o momento em que mais babei. Aquela era A roda gigante!
– Podemos voltar nela depois, Sakura, não se preocupe. – Ouvi Sasuke dizer em tom risonho.
Bufei.
– Me deixe admirar a cidade, Sasuke, seu enjoado.
Ele apenas riu e logo chegamos ao hotel.
– Vem, vamos deixar as malas e passear por Londres! – Sasuke disse.
Continua...
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