Notas iniciais
Eu estou na vibe de lançar one-shots. Enfim, como o Tio Kishi nunca fará um mangá sobre a noite de núpcias do casal Naruhina, nós temos que nos contentar com fanfics. Perdão por qualquer erro.

Como aquilo era problemático.

Shikamaru não fazia ideia de como escolher um presente, poderia se tornar tão difícil. Ainda mais um presente que agradasse a delicada Hinata e o idiota do Naruto. E claro, o Nara deveria escolher algo que ninguém desse aos noivos. Então como num passe de mágica, uma ideia lhe atingiu como um raio: ele faria mentalmente uma lista para saber, na verdade deduzir, qual presente os outros amigos dariam ao casal.

Começaria com seus colegas de equipe:

Chouji = algo relacionado com comida;

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Ino = definitivamente daria para Hinata algo "sexy";

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Tsunade = algo relacionado a jogo ou bebida;

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Gai e Lee = atividade física;

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Sakura = Saúde ou algo para casa;

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Hiashi = dinheiro = a própria casa;

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Shino = algo útil relacionado a insetos;

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Kiba = com certeza alguma coisa sem noção;

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Kurenai = algo com valor sentimental;

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Sai = um quadro do casal;

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Ten Ten = alguma coisa para Hinata bater no Naruto;

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Kakashi = chegaria atrasado e daria a coleção Icha Icha.

– Que saco — o Nara resmungou.

Voltando ao raciocínio, todos esqueceriam de uma coisa muito importante: a lua de mel. Com certeza, nem os noivos lembrariam isso. Hinata por ser tímida e Naruto por ser burro mesmo.

Shikamaru estava sentado na varanda de casa, sentado ao estilo japonês e o queixo apoiado a palma da mão, sua mente raciocinava rapidamente.

– Ei preguiçoso, agora anda dormindo de olhos abertos — Temari falava com seu habitual jeito mandão.

– Hun — Shikamaru balbuciou.

Só agora o Nara tinha visto a Sabaku ajoelhada a sua frente e estalando os dedos.

Mas, voltando aos seus pensamentos: Ele dará a lua de mel, ou melhor, o lugar que o casal passaria a lua de mel.

– Ei seu idiota... — a loira já estava impaciente, porém foi cortada por Shikamaru.

– Ei Temari, um ryokan é um excelente lugar para se passar a lua de mel, não é?

– Hy... — a Sabaku tenta falar, mas não consegue.

O quê o preguiçoso estava insinuando? Lua de mel, ryokan....

– Haa — a loira se espanta, seu rosta toma uma tonalidade avermelhada.

– Você está doente? — questiona o Nara, após perceber o tom vermelho que a face dela ficou — Deixa eu ver — coloca uma das mãos na testa da mulher.

Temari apenas revira os olhos e cai para trás.

– Cara, que problemático — Shikamaru suspira.

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Hinata estava extremamente ansiosa e não era para menos, dali a dois dias, se casaria com seus amado. Às vezes, era difícil de acreditar. Tantos anos o observando de longe e amando em segredo. Ela não poderia negar, em alguns momentos, por mais que tivesse aprendido, com o próprio Naruto, a ter determinação e perseverança, chegou a duvidar que conseguisse, pelo menos, ficar ao lado do Uzumaki.

Mas agora, tudo era diferente, em pouquíssimo tempo, seria a Sra. Uzumaki. A então Hyuuga, soltou um risinho com o pensamento bobo. Finalmente se uniria ao amado, para sempre. Estaria ao lado de Naruto, construiria uma família e apagaria de vez, seus dias de tristeza e solidão, junto do loiro.

Porém, algo a deixava nervosa, a tão sonhada e temida, noite de núpcias. Obviamente, Hinata queria se entregar ao amado e se tornar mulher, porém, além de tímida ela tinha muito medo de não saber o que fazer e decepcionar Naruto. Mas, que culpa Hinata tinha por ser tão insegura? Ela não teve mãe para conversar sobre "esses assuntos" e jamais conversaria com seu pai sobre isso, seu rosto dói tomado pelo rubor, só de pensar nisso.

Então, quem poderia ajudá-la? Todas suas amigas também eram virgens, até mesmo Ino, a mais "safadinha" do grupo. Hanabi estava fora de cogitação, nunca perguntaria nada a irmã mais nova, mesmo que às vezes, ela parecesse saber sobre "esse tipo de coisa", a menina tinha apenas quatorze anos.

É claro, como a azulada não havia pensado nisso? Kurenai poderia ajudá-la. Sua ex-sensei, foi muito mais que uma amiga, foi uma segunda mãe para Hyuuga, e mesmo a perolada sendo extremamente tímida e reservada, a Yuuhi era uma das poucas pessoas, que Hinata conseguia se abrir, mesmo com dificuldade, até mais do que com as próprias amigas.

A futura Sra. Uzumaki, estava arrumando seus últimos pertences em seu quarto, e também começava a se despedir do lugar que foi seu refúgio na mansão Hyuuga, desde que nasceu.

– Ei, você está pensando no quê? — Hababi entra no quarto da irmã, sem bater na porta, atitude típica da pequena Hyuuga.

– Bem, nada demais — Hinata respondeu. Ela era o completo oposto da irmã mais nova.

– Sei, você pensa que me engana. Eu estava vendo sua cara corada. Você esta pensando na lua de mel, né mana? — a menina pisca maliciosa.

– O-o q-que?! N-não!!! — Hinata nega nervosa, porém pela cara de Hanabi, sabe que não conseguiu. — Tudo bem, e-eu estava pensando nisso — a azulada estava completamente vermelha.

– E qual o problema? É normal uma noiva que está prestes a se casar, pensar na noite de núpcias.

– Eu tenho medo. Não sei, talvez o Naruto-kun se arrependa de casar comigo.

– Eu pensei que você tivesse superado essa insegurança.

– Talvez ele não goste do meu corpo.

– Haaa — Hanabi solta uma gargalhada estridente — o Naruto não gostar do seu corpo? Impossível, ele vive secando seus peitões.

– H-Hanabi, não fale assim — completamente constrangida, a futura Uzumaki tenta repreender a irmã mais nova.

– Mas é verdade, só você não percebe — a menina diz sapeca.

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Ele andava de um lado para o outro de seu apartamento, também não era para menos, dali a dois dias se casaria com sua doce e amada Hinata. Só de pensar nela suspirava. Só de pensar que foi tão idiota ao ponto de não tê-la percebido, se sentia o mais idiota dos homens. Por isso, mesmo tendo poucos meses de namoro, Naruto pediu Hinata em casamento, alegando que ambos ficaram tanto tempo separados que o loiro queria recuperar o tempo perdido, o mais rápido possível.

Só de lembrar daqueles lindo olhos perolados, por mais que todos os Hyuuga's tivessem também olhos perolados, os de Hinata eram diferente eles transmitiam tanto amor e carinho.

Seu coração palpitava forte contra o peito, os momentos com a amada foram os melhores que ele já passou na vida. Quando estava ao lado de sua perola, se sentia em paz, feliz e pleno. Naruto pensava, se o Namoro com Hinata era tão bom, imaginava que o casamento seria melhor ainda.

Com certeza, seu casamento seria o dia mais feliz de sua vida, ele enfim se uniria a Hyuuga para sempre, estaria junto da mulher que fez sua vida melhor e lhe ensinou o que é amor. Hinata alegava que Naruto a salvou, mas na verdade, ela o salvou, lhe tirou da solidão, o amou. A perolada se tornou seu lar, o lugar a qual pertencia.

Naruto não poderia negar, seria muito bom se seus pais, Jiraya e Neji também pudessem participar desse dia tão especial, mas o loiro tinha certeza, estaria rodeado de pessoas que os amavam, seus amigos, sua família. E por falar em família, seria impossível seus pais não amassem Hinata. Kushina com seu jeito explosivo, iria adorar a doce Hyuuga e, Minato se identificaria com a personalidade calma e serena.

Dali a menos de quarenta e oito horas, se casaria com a futura Uzumaki e tudo seria apenas alegria, eles morariam juntos e teriam filhos, isso mesmo, filhos, que Naruto amaria de todo coração.

Só que para ter filhos com Hinata, primeiro, eles precisariam...

Além de amor, mesmo sem querer e sem perceber, Hinata ensinou a Naruto o significado de outra coisa: o desejo. O desejo que lhe consumia dia após dia, depois de começar a namorar a Hyuuga, o loiro começou a se masturbar, para tentar se aliviar, coisa que o futuro Hokage nem sonhava antigamente. Se masturbava várias vezes ao dia, assim que acordava duro, após um sonho picante com a amada, ou quando tomava banho e imaginava a azulada ali com ele, ou depois dos encontros com Hinata e os beijos trocados. Naruto sentia a necessidade de muito mais que beijos, porém não queria que Hinata pensasse que ele era um tarado, ou estava com ela apenas por desejo. Por isso, às vezes, o Uzumaki inventava desculpas para a namorada, para sair logo de perto, fazendo assim, a inocente Hyuuga não perceber sua crescente ereção se formando, durante os amassos dos casal.

Porém, existia um problema, Naruto não tinha experiência alguma. Até mesmo seu primeiro beijo foi com Hinata, claro, a experiência traumática com Sasuke não contava. Enfim, quem ele poderia recorrer? Os amigos? Não, todos eram virgens e ainda fariam brincadeirinhas. Iruka? Não. O seu primeiro sensei deveria ser mais virgem do que o próprio Naruto, pelo menos, durante todos esses anos, nunca o viu com mulher alguma. Kakashi? Não. O atual Hokage era pervertido demais.

Então, suas orbes safiras lhe guiaram par o baú que tinha em sua sala, lá estavam guardados a muito tempo e intocáveis, quase toda a coleção Icha Icha Paradise. Com certeza estava cheia de coisas pervertidas, todavia o loiro não perderia nada dando uma olhada.

Só pode ser praga do Velho Tarado — Naruto foi até o bendito baú e o abriu, pôs as mãos no fundo e retirou uma sacola cheia de livros, eles estavam em ordem de publicação e volume. O primeiro foi o que mais lhe chamou atenção. O título dizia o seguinte:"Manual do Iniciante: Saiba como agir na sua primeira 'visita ao paraíso' ".

O Uzumaki titubeou, mas logo pensou:

"E se a Hina-chan não quiser mais saber de mim, depois do..."

Uma risada grave se fez presente na mente do loiro:

– A Hyuuga te amava quando você era um perdedor, pobre e feio. Você acha que ela te abandonaria agora que todos te admiram, que você está mais próximo de se tornar Hokage e deu uma melhorada nessa cara feia — Kurama não poderia perder a oportunidade de rir de Naruto. Essa indecisão do Uzumaki o fez perder o sono, algo que fazia a maioria do tempo, já que não tinha muito o quê fazer.

– Era só o que me faltava, cala a boca sua raposa maldita — o jovem disse extremamente irritado.

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O casamento não poderia ter sido mais perfeito, a cerimônia feita ao ar livre a decoração ficou a cargo das belas árvores de sakuras. Cercados de amigos e pessoas que os amavam e só queriam o bem de ambos. Os amigos foram testemunhas da emocionante e linda união do jovem casal. Todos poderiam sentir o forte laço de amor que os unia. Os presentes foram um show à parte, ganharam de tudo que se possa imaginar, o casal até ficou surpreso por saber, que os presentes foram tratados como uma missão designada pelo Hokage.

No exato momento, os recém casados haviam acabado de "chegar num dos presentes de casamento". Tanto Naruto, quanto Hinata ficaram surpresos ao saber qual era o presente de Shikamaru. Nenhum dos dois haviam pensado onde passariam a lua de mel.

Para Naruto, não foi nem um pouco difícil chegar no local, já que usou o modo Kyuubi e rapidamente chegou ao lugar com Hinata em seu colo.

Agora estavam de frente a porta do quarto melhor quarto do Ryokan, diferente de hotéis comuns, os Ryokans eram mais tradicionais e menos tecnológicos.

O Uzumaki respirou fundo e abriu a porta, dando passagem para Hinata, a jovem por sua vez escondia as mãos trêmulas.

Logo, o casal estava dentro do recinto. O lugar era grande e confortável, à luz de velas, o aroma dos incensos de lavanda se fazia presente.

O tatame e o futon sobre ele, estavam localizados no centro do quarto e sob o futon, muitas pétalas de rosas descansavam e ao lado da cama tinha luminárias estilo japonês e também frascos de óleos.

No canto do quarto, estavam as bagagens dos recém casados, na certa, o Nara havia pensado em tudo e já mandado os pertences do casal, com a ajuda de Hanabi e Sakura.

" Eu fico feliz, que você tenha me procurado para se aconselhar. Eu lhe tenho mais que uma aluna — a voz de Kurenai se fez presente na mente da nova Uzumaki — tenha calma, deixe tudo fluir naturalmente. Não seja insegura, nem tenha receio. Não há nada de errado em um homem e uma mulher se amarem. Fazer amor é como por em gestos, todos seus sentimentos pelo outro, não há nada melhor do que dar e receber prazer com o seu amado. Apenas siga seus instintos e você saberá como agir."

Mesmo se lembrando das palavras de sua ex-sensei, Hinata continuava nervosa.

Naruto também estava nervoso, mas precisava tomar as rédeas da situação, então pigarreou, chamando a atenção imediatamente da então imóvel perolada.

Ele se pôs atrás dela e a mesma sentiu sua presença:

– Confie em mim — Naruto sussurrou no ouvido de Hinata.

A azulada sentiu seus pêlos se arrepiarem por isso.

O loiro começou uma massagem nos ombros tensos da mulher ela começava a relaxar e suspirar:

– Haa — a ex-Hyuuga parecia uma gatinha.

Por enquanto, Naruto estava fazendo o certo, assim ele pensava. E também não estava mais nervoso. Hinata tinha o poder de acalmá-lo. Ainda mais agora, que a ouvia suspirar. Ele estava amando isso.

"Primeiro de tudo, passe confiança a sua parceira e a faça relaxar" — assim começa as instruções do livo."

O futuro Hokage, vira a esposa fazendo com que ela ficasse de frente para ele. Pérolas contra safiras, ambos diziam tantas coisas, com apenas o olhar.

Naruto se aproxima de Hinata tomando seus lábios, o contato é suave, os lábios se roçam. O loiro passa a língua em torno dos lábios macios da jovem e força sua língua pedindo passagem, Hinata aceita prontamente.

As línguas se enroscavam lentamente, numa dança erótica. A azulada já estava entregue e tanto ela quanto Naruto, se perdiam no sentimentos que o outro transmitia pelo beijo.

O membro do Uzumaki começava a ganhar vida.

A Sra. Uzumaki também não estava em estado melhor, sentia um incomodo crescente entre as pernas.

O maldito oxigênio foi o culpado pelo fim do beijo, Naruto decidiu explorar mais a esposa, abaixou o kimono de Hinata abaixo dos ombros, expondo o belo colo. O loiro não perdeu tempo e começou a distribuir beijos pelo pescoço fino e pálido, deixando os dentes rasparem propositalmente. Ele queria deixar suas marcas naquela mulher e provar para todos que ela era sua. O jovem pela primeira vez na vida, experimentava o sentimento de posse.

A segurou possessivamente pela cintura, como um macho segurava sua fêmea. A virou novamente, a deixando de costas. O loiro desamarrava o laço do obi, feito isso, com cuidado, Naruto puxou o kimono da esposa.

O Uzumaki reprimiu um gemido ao ver a lingerie que a esposa usava. Um conjunto de soutien e calcinha na cor laranja.

Mesmo exitada e de costas para o marido, Hinata ficou muito corada, pela ousada peça que usava, presente de Ino.

O loiro quase babava, jamais imaginou que sua inocente esposa, usasse algo tão sexy por baixo da roupa, como aquela calcinha fio dental, que se perdia entre as nádegas cheias dela.

Ele colou seu corpo ao dela, esfregando sua ereção potente, no bumbum da mulher, suas mãos contornavam as curvas dela, os quadris largos, a cintura fina e os seios cheios. Por fim, ele chegou ao fecho do soutien e o abriu, retirando logo em seguida.

A reação de Hinata foi tapar os seios, por mais que parecesse uma atitude idiota, já que ela o amava e o Uzumaki era seu marido, a jovem nunca ficou nua na frente de outra pessoa.

Mas, antes que a ex-Hyuuga pudesse se tapar, Naruto segurou seus braços gentilmente:

– Calma, amor — e lhe deu um selinho.

Deitou a esposa no futon, a cena era muito linda, a mais linda que ele já havia visto. A mulher estava deitada com os cabelos espalhados pelo travesseiro, o rosto de porcelana ruborizado, a respiração acelerada.

Naruto se sentou ao lado do corpo pequeno e delicioso. Deus! Como ela poderia ser tão linda? E os seios tão fartos e os mamilos rosados e pequenos, já duros e excitação. Ele suspeitava que não caberiam em suas mãos grandes. A realidade era muito melhor em que seus sonhos.

Então, o loiro pegou um do frascos que estavam do lado do futon, o óleo era bastante cheiroso, despejou um pouco em suas mãos misturando.

Hinata fitava Naruto, cada vez sua respiração acelerava mais ainda e seu coração palpitava pela ansiedade.

O Uzumaki se aproximou e contornou as mãos nos seios de Hinata, os massageava lentamente. Com as palmas das mãos, contornava os seios e os dedões, davam atenção exclusiva aos mamilos, que ficaram mais duros ainda.

– Haaa — a azulada gemia baixinho.

O pau de Naruto pulsou ao ouvir o gemido da esposa, ele logo tomou o seio esquerdo na boca, intercalava às vezes sugava, às vezes circulava o mamilo com a língua.

– Naruto-kun — como aquilo era bom. A jovem segurava os cabelos do marido.

O loiro ficou mais animado pela reação da mulher, logo repetiu o processo com o outro seio, mamava com vontade. E Hinata apenas gemia.

O Uzumaki abandonou o seio, começando a acariciar a barriga lisa da perolada e distribuir beijos pelo abdômen dela. Até chegar a altura da intimidade dela, sem delongas, ele puxou a calcinha expondo a vagina intocada de Hinata, ela era pequena e rosada, além de estar bem melada.

Hinata levantou um pouco a cabeça e tentou fechar as pernas, ela ficou muito constrangida pela forma descarada com a qual ele fitava sua intimidade. Porém, Naruto segurou seus joelhos a impedindo de completar a ação.

Ele pôs a mão direita na vagina dela. Hinata deu um gritinho pelo contato, Naruto deu um sorriso malicioso por isso. Começou a movimentar os dedos naquele lugar tão sensível, passando os dedos longos pelos grandes lábios da intimidade chegado ao clitóris. Introduziu o dedo médio dentro do buraco apertado, enquanto o polegar estimulava o clitóris fazendo movimentos circulares.

Ele cobriu o corpo de Hinata com o seu, chegando próximo ao seu ouvido:

– Sua bucetinha é tão linda. Assim está gostoso, amor? — ele aumentou o movimento e introduziu mais um dedo. Naruto estava atento a todos as feições da mulher, para saber se agradava, ou a machucava. Todavia, apenas via a expressão de prazer no rosto angelical.

Hinata apenas choramingava e gemia. Ela nunca imaginou que seria tão bom assim. Os dedos do amado fazendo aqueles movimentos em sua intimidade e aquela boca falando aquele tipo de coisa. Ela estava tão excitada, sentia a queimação em seu baixo ventre, a pressão gostosa na intimidade, os pequenos choques na espinha.

"Deixe sua parceira bastante excitada e fique atento a ela para saber quais partes do corpo dela são mais sensíveis ou se você a está agradando" uma das instruções do livro, que Naruto seguia a risca. Ele não imaginava que os livros de seu mestre, pudessem ser tão úteis."

– Por favor, Naruto-kun. Eu preciso de você — Hinata apenas se sentia pronta.

Tanto ela quanto Naruto se surpreenderam com seu pedido.

O loiro se levantou e rapidamente tirou suas vestes, ficando nu e finalmente libertando seu membro, inchado e grande, as veias saltavam em torno dele. De tão excitado, o pré-gozo molhava a glande. Naruto fez algum movimentos e torno dele, que era acompanhados pelos olhos atentos de Hinata, ela pensava se ele caberia todo.

Naruto se pôs entre as pernas de Hinata e se acomodou ali, com o pênis, massageava a vagina dela. Ambos gemeram pelo contato.

Antes de começar:

– Só me diga se te machucar — e enfim a penetrou.

Os dois gemeram pelo ato. Finalmente a virgindade de Hinata foi tomada. Ela não sentiu uma dor terrível como já ouviu falar, sentiu apenas uma certa ardência. A Uzumaki fincou as unhas nos ombros do marido.

Como aquilo era ótimo, o loiro queria poder continuar, porém, se preocupava com o bem estar de Hinata. Por isso, depois de entrar nela, se manteve parado. Naruto lhe deu um selinho:

– Está doendo? Quer que eu pare? — mesmo que fosse difícil se controlar, ele pararia no momento que ela pedisse.

– Não! Continue Naruto-kun — a azulada o beijou para mostrar o quanto, o queria.

Ela não precisou pedir duas vezes, o futuro Hokage continuou, no início os movimentos eram desajeitados e desrritmados, porém, logo Naruto pegou o jeito e começou a acelerar os movimentos.

Hinata por sua vez, circulou o quadril estreito com suas pernas e arranhava as costas másculas.

No quarto, só eram ouvidos o barulho que os corpos faziam ao se chocarem e os gemidos e palavras desconexas, que o casal emitia.

Os olhares sempre presos um ao outro, ambos estavam ofegantes e com uma fina camada de suor cobrindo os dois.

Naruto e Hinata haviam se conectado não só fisicamente, mas de uma forma espiritual, como se suas almas transcendessem seus corpos, eles estavam em total sintonia.

Eles podiam sentir, estava próximo. Os corpos tinham espasmos involuntários, todas as células do corpo se remexendo, o sangue dentro das veias queimando. De repente uma explosão, Hinata apenas fechou os olhos e se deixou cair naquele abismo maravilhoso. O ápice havia chegado para ela, que apenas gritou, como nunca tinha feito em toda sua vida.

E Naruto estava próximo, na verdade Hinata o obrigou, estrangulando seu membro, aquela gruta era deliciosa, tão apertada e quente. Ele já amava estar dentro dela. Deu mais duas estocadas e não aguentou, derramou seu sêmen dentro da esposa.

O loiro ainda permanecia dentro da amada, sua cabeça se encontrava nos seios macios dela, enquanto aproveitava o carinhos gostoso que recebia. Hinata enroscava os dedos nos cabelos dourados, fazendo doces carícias.

Os recém casados apenas aproveitavam o momentos, ouvindo a respiração um do outro, até Naruto se retirar com cuidado da esposa e rolar para o lado. A azulada sentiu o frio pela falta do marido, mas logo voltou a sentir o calor dele, quando o homem a puxou para se deitar em seu peito, os braços fortes circulavam a cintura feminina possessivamente. Não havia lugar que os dois quisessem estar do que ali:

– Eu te amo, senhora Uzumaki — o homem foi o primeiro a se pronunciar.

– Eu também te amo, senhor Uzumaki — a mulher respondeu docemente.

Naruto não poderia se esquecer, seria eternamente grato à Shikamaru pelo presente. Não era à toa que o Nara sempre foi considerado um gênio.

Aquele, definitivamente, foi o melhor presente de casamento que poderia ter recebido.

Long fic: Hinata

One-shot: O Grandão, A Baixinha

One-shot: Café Da Manhã

Notas finais
E aí, gostaram? Please, deixem um review. Não custa nada gastar alguns segundos. Beijos até a próxima.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!