Premonição: Death Doesnt Go On Vacation
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Peço desculpa se o capitulo ficou muito grande e desajeitado, eu pessoalmente não gostei muito mas como queria postar para não ficar com o tópico vazio decidi fazer esta introdução para apresentar as personagens postá-lo assim á mesma. Enjoy
Christopher Browning estava sentado no banco de condutor do seu carro, ao lado o seu amigo e colega Dennis limpava os grandes óculos de nerd, como ditava a moda.
O calor era abrasador, o terceiro ano de universidade tinha acabado e o grupo mais popular daquela turma decidira passar uns dias num resort em Farachot Island, uma ilha não paradisíaca mas muito relaxante.-Elas não vêm? Estou a morrer de calor. – queixou-se Dennis pondo de novo os óculos e coçando a barba.- Elas não se despacham porque não estão aqui a virar porco cozido !- reclamou Christopher.A porta da vivenda á qual eles estavam estacionados abriu-se e após ouvirem o som de sapatos e de pessoas a falar foi a vez doportar se abrir e deixar as duas raparigas passarem uma morena de caracóis e uma ruiva de rabo de cavalo. -Até que enfim. Despachem-se por favor. - Amor, já viste os sapatos da Mary Jane? – perguntou Kate agachando-se perto do vidro do condutor. –Não são lindos?!Mary Jane estendeu os pés e Christopher viu os sapatos azul turquesa de veludo.-São apenas sapatos! – disse ele.-Sabes que eu faço anos daqui a uma semana? – deu a morena a entender.-Quanto custaram os sapatos, M.J? – perguntou ele com um revirar de olhos.-160 $.-Porra! – exclamou ele. Kate fez a mesma cara triste de sempre, quando não conseguia o que queria. –Está bem, eu dou-tos. -KATE! Entra para o carro. –gritou Dennis impaciente.-Entro! Entro!Christopher ligou o carro e seguiram estrada.-Podem ser uns cor de rosa? – pediu Kate.-Podem… Mas tu nem gostas de andar de sapatos altos. Só gostas de ténis.-OK. Mas pode haver um evento qualquer e é preciso usar. Desceram até á baixa da cidade costeira e continuaram até ao porto. O calor continuou a subir á medida que se aproximavam da zona fabril, e depois dessa chegaram ao destino. O porto.- O Oliver vem? – perguntou Dennis a Christopher.-Não!-E a Maria? –perguntou Mary Jane.- Acho que era mas entretanto foi passar férias a Espanha? – explicou Christopher.-Portugal! – corrigiu Dennis.-Ao fim, foi o que eu disse.-Ahn? -Portugal não é uma província de Espanha? – indagou ele enquanto punha o pisca para entrar na fila de espera. Dennis olhou seriamente para ele.-Puto!? A sério, como é que te deixaram entrar na faculdade?Passaram pela cabina e pagaram os bilhetes, tiveram sorte pois haviam lugares para eles. Depois disso só lhes faltou esperarem mais na fila de carros que esperavam o ferryboat que fazia a viagem de uma hora entre Farachot Island e Bludworth a cidade onde viviam. O ferryboat finalmente chegava, Christopher olhou para as letras de lado e conferiu no bilhete, 180McKinley. Era aquele mesmo, o barco atracou e abriu os portões e começaram a entrar carros.- Vai ser tão fixe! Vais ver! Acho que há uma praia que tem desportos náuticos, vamos ficar a fazer ski aquático todo o dia .– conversava Kate com Mary Jane.-Será que o resort tem spa. Apetece-me fazer uma sauna ou coisa parecida! – respondeu Mary Jane.Na frente os rapazes estavam caldos, especialmente Dennis que tentavacombater o calor a todo o custo.Acabaram por entrar no ferryboat, que ainda era grande. Em baixo os carros e no andar de cima as pessoas. -Saímos já do carro? – perguntou Kate.-Espera deixamos os outros carros chegarem todos. – Confortou Dennis.As pessoas começaram a sair das viaturas e eles também, Kate teve de ir á bagageira, desarrumar todas as malas para tirar a sua máquina fotográfica. O grupo subiu as escadas de metal até a uma patamar aberto. -Chris põe-te ao pé do Dennis, vou tirar uma foto. – pediu ela. Após milhões de fotos a Mary Jane e a ela mesmo e ao namorado Kate foi ao bar buscar algo para beber. Christopher e Dennis aproveitaram para se sentarem nos bancos e olharem para o patamar dos carros, na porta de embarque entrava agora uma camião. “O barco é grande mas uma camião não será exagerado “ pensou Christopher. Um guarda atrelou uma corrente ao camião e a uma anilha presa ao chão, se o barco desse balanços a corrente impedia que o pesado se movesse muito. Ainda haviam carros que estavam de fora.-ANDREW! –gritou Dennis. –Aqui!- gritou ele para um louro alto que passava pelos carros.-Não chames o gajo!-Porquê?-Não gosto dele! Não lhe acho piada nenhuma.- Chris. O Andrew é das pessoas mais fixes que já conheci. – disse Mary Jane.- E a Kate também deve achar o mesmo. – picou Dennis pelo facto da rivalidade entre os dois fosse devido a uma -Mau! -queixou-se ele.Andrew chegou e cumprimentou-os a todos, mas friamente a Christopher. E quando lhe disseram que Kate estava no bar ele foi a correr até lá.-Estás a ver porque é que não gosto nada dele. Ele é infantil, faz isto para me picar.O sinaleiro começou a fazer sinais de que iam partir. De repente veio uma carrinha amarela e parou antes de fechar o embarque.
-Kate! Kate! Olha a tua prima. – alertou Mary Jane.-Onde? – disse a morena de caracóis levantando-se e correndo até á barreira e as duas chamaram por Carleen a prima de Kate.-Quem a loura que esta com ela, que tem um cãozinho ao colo.-Não sabes quem é? Tens de conhece-la é a Elle Driver, ela trabalha numa revista de moda.-Oh Deus! Gozas comigo não? A duas raparigas chegaram ao patamar de cima, e Dennis não perdeu tempo a fazer-se á Elle. Carleen explicou que ia fazer uma pequena viagem com o namorado Travis que estava no carro e com Elle para visitarem um comprador de um produto qualquer de beleza.O barco ainda não tinha arrancado, o clima perfeito, o mar calmo e o céu aberto e algo mais…
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