Notas iniciais
2006

A sombra esconde em seus trajes

As suas origens das trevas

Aqueles olhos que não consomem verdades

Escorre uma dor, e não era por amor,

Mas a essência de sentir apenas.

.

Futuro, filhos, estes são o futuro,

Não consumam da mentira

Pois nela se encontra o vício.

Conhecido por ele mesmo,

Este quer você, mas feche os olhos,

E escute a música

E este olhar obterá esclarecer a verdade

Que o outro olhar aberto tende ser mentira.

Não, não culpe a vida, a vida é você,

Como a sombra vem lenta, e tal barulho,

Tu... Tu... Tu... E pronuncia:

.

“Tu és condenado meu, vem sentir a dor

Que a vingança, meu ópio, sou seu filho,

O filho o qual não criou, pois eu era seu,

Agora você é meu, em vulgo traje...”